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domingo, 2 de junho de 2019

Social Media Hackaton 2019

Dia 28 e 29 deste mês decorrerá o Social Media Hackaton, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

É a primeira edição de um evento que irá reunir mais de 20 profissionais de marketing digital de Portugal e de algumas das maiores empresas. A novidade será ter "influenciadoras" a participar neste tipo de eventos: Helena Coelho que colabora com a Sephora e Vanessa Martins que colabora com a Nivea. 
Outros profissionais da área serão Márcio Miranda da Delta Q, Marta Kadosh da Salsa, Carolina Afonso da Konica Minolta, Ricardo Nunes da agência Mindshare, etc.
Temas como influencer marketing, content marketing, e-commerce e, obviamente, social media, estarão em cima da mesa para discussão. 

Este evento é da autoria da Swonkie em parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
Será um excelente evento, pelo que aconselho a todos a estarem presentes! 
Qual o tópico que vos desperta mais interesse?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

E se as redes sociais forem as novas plataformas de emprego?

O marketing e o digital tornaram-se de tal forma próximos, que hoje em dia não faz sentido falar de um sem pensar sobre o outro. Neste sentido, as empresas e respectivas marcas perceberam que de facto existe uma imensa potencialidade em explorar a geração de consumidores que "faz a sua vida" no digital: seja para compras, para fazer pesquisas, para ouvir música, para ver cinema ou até para criar uma carreira profissional. Redes sociais como Instagram e o Youtube são cada vez mais redes onde as pessoas se envolvem.
Os consumidores de hoje em dia, são os que recorrem aos fenómenos gratuitos (como as apps), à interatividade que as redes sociais potencializam e ao word of mouth que circula online para formular a sua opinião. Desta forma surgem os influencers, que exploram a imagem de normalidade e proximidade com os utilizadores/seguidores, apostando num nicho de mercado (seja de moda, de aventura, de viagens, ecologia, animais, familía, experiências, alimentação, estilo de vida, etc) aumentando assim a sua plataforma (não só em número de seguidores, mas também em termos de alcance dos seus posts). Tendo em conta o alcance destes influencers, as marcas procuram criar parcerias com os mesmos, relacionando o objetivo da marca com o âmbito do influencer, tornando-os brand ambassadors, sabendo que o #ad vai chegar ao público alvo desejado.


Vejamos o exemplo da Helena Coelho em Portugal. Iniciou-se no mundo das redes sociais pelo Youtube, fazendo vídeos de maquiagem e moda. Aos poucos criou a sua plataforma, conseguindo ganhar prémios de mérito, mas também estabelecer relações com grandes marcas e ter parcerias com importantes empresas. Como a própria afirma numa entrevista dada ao blogue Frederica: "Mas só te tornas realmente influenciadora quando tens taxa de conversão. O que tu falas nas redes sociais esgota no dia seguinte? Então és, oficialmente, influenciadora e não há como dizer o contrário."
Para além do exemplo mencionado, e não só a nível nacional, existem imensos influencers, que por diferentes plataformas conseguem construir uma carreira profissional estável, fazendo o que mais gostam sobre os temas que mais gostam de partilhar. Este crescimento é sustentado pelo novo tipo de consumidores: os millennials. São os consumidores peer-to-peer, que decidem com base no que os "amigos" online sugerem, no que os influencers partilham.
Assim, cada vez mais as empresas devem apostar neste tipo de publicidade, porque é a forma mais eficaz de chegar a quem querem e terem os resultados de vendas que pretendem (engagement).Numa altura em que se discute a presença da sociedade nas redes socias, será que esta forma de abordar os consumidores terá futuro? Concorda que esta é uma forma eficaz, não só para as empresas, mas também para os influencers de atingir os seus objetivos? Podemos falar de carreiras profissionais nas redes sociais?
Fontes:
https://www.forbes.com/sites/theyec/2018/06/13/are-social-media-influencers-the-next-generation-brand-ambassadors/#7ee36fd1473d
https://frederica.pt/2018/11/19/helena-coelho-uma-youtuber-de-beleza-inspiradora/

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Red Bull Quest - Video Jogos e as Marcas


Não é mais um mistério que o mercado Gamer vem crescendo de maneira exponencial no mundo, e as marcas querem estar sempre, na medida do possível, presente nesta nova tendência.
Por isso a Red Bull lançou nos Estados Unidos da America e no Reino Unido o Red Bull Quest, uma campanha conjunta com o jogo Destiny, um jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa.
Na campanha, lançada junto com a expansão do jogo "Destiny: The Taken King", cada lata promocional da Red Bull continha um código que poderia ser usado em um site e assim conseguir benefícios dentro do jogo para assim ganhar mais experiência para o seu personagem, além de ter novas "Quests"(missões dentro do jogo) exclusivas para as pessoas que conseguissem estes códigos com as latas da Red Bull além de mini-missões junto com estes códigos.
Além disto para impulsionar sua campanha a Red Bull usou como endorsement alguns atletas patrocinados da marca para divulgar esta promoção ao público em um vídeo promocional.

O sucesso da campanha se deu pelo fato do conhecimento do comportamento deste grupo 'Tribal", de modo que sabiam que na maioria das vezes, este público consome energéticos enquanto jogam, além de muitas vezes este publico está tão imerso nos jogos que estarão sempre dispostos a adquirir qualquer forma de conteúdo expandido relativo ao que está jogando. Fazendo com que, mesmo que não consumam o produto, efetuassem a compra para poder ter acesso a este conteúdo exclusivo.
Mas o que realmente tudo isto significa? Significa que hoje em dia o virtual esta se misturando com o real, surgem sempre novas tecnologias como a realidade aumentada, video-jogos por imersão, e-sports, entre outras tendências que juntam estas realidades, e o essencial é que as marcas estejam sempre a frente destas tecnologias e estarem sempre procurando estar em contato com seus clientes.

Mas deixa-se as perguntas:
O mercado gamer pode ser uma nova mídia? Faz parte do produto? Ou hoje em dia tudo é dinâmico e conectado?

Fontes:
https://www.redbull.com/gb-en/destiny-red-bull-uk-codes-release-date-confirmed
http://www.ign.com/wikis/destiny/Red_Bull_Quest
https://www.redbull.com/us-en/red-bull-quest-reveal

quinta-feira, 22 de março de 2018

Criptmoedas & Blockchain: moda ou futuro?

Pergunta para 1 MILHÃO DÓLARES: É o futuro ou uma grande fraude?

https://www.youtube.com/watch?v=FSC6z3QUaTs

O blockchain (também conhecido como “o protocolo da confiança”) é uma tecnologia que visa a descentralização como medida de segurança. São bases de registros e dados distribuídos e compartilhados que têm a função de criar um índice global para todas as transações que ocorrem em um determinado mercado.
A definição original foi criada em 2008 com a publicação do artigo "Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System" publicado por Satoshi Nakamoto (cuja real identidade permanece em aberto apesar de haver algumas especulações e pronunciamentos a respeito). Em 2009 o código foi lançado como código aberto.
É o tema da moda, tema de muitas especulações, tema de muitas confusões e tema de alguns desgostos recentes.

Quem é que já não ouviu falar da Bitcoin, talvez a moeda digital mais conhecida no mundo?

A primeira versão do software, que ficou conhecido como o DLT Distributed Ledger Technology, ou grupo de computadores que partilham informações, que permitira disponibilizar (?) um método transparente de transações garantindo um elevado nível de segurança na sua transação.
Este conceito, em que assenta este tipo de “moedas digitais/virtuais, assentam num conceito POW Proof of Work.
 https://www.youtube.com/watch?v=ASCGQFZgcT8

A grande parte dos “ambientes informáticos” tradicionais de comercialização e distribuição tem uma centralização de bases de dados que podem ser validadas de varias formas. No blockchain, é baseada em consensos, permite que as transações sejam efetuadas com “transparência”, sem falsificações e burlas.
Será uma tecnologia distributiva? 
“Acreditamos que a tecnologia blockchain possa ser uma ferramenta importante para proteger e preservar a humanidade e os direitos de cada ser humano. Um meio para comunicar a verdade, distribuir prosperidade …” Don Tapscott.
https://www.ted.com/talks/don_tapscott_how_the_blockchain_is_changing_money_and_business?language=pt

Ou seja, o que Don Tapscott afirma, é que esta “moeda” poderá ser uma forma de “fugir” ao controlo de governos e instituições financeiras que não a podem comercializar porque sendo virtual, não tem um “dono” de emissão.
O professor Roger Wattenhofer, The Science of the Blockchain (9781522751830): Roger Wattenhofer, afirma que existem 2 componentes principais na tecnologia, a criptografia assimétrica (a criptografia assimétrica tende a ser mais lenta e necessita de um maior poder computacional por parte das máquinas. No entanto, este é um excelente método para garantir segurança num canal público e inseguro (ex. Internet), Os algoritmos que são usados para a criptografia simétrica são mais simples do que os algoritmos usados na criptografia assimétrica) e sistemas distribuídos (Os sistemas distribuídos estão em todo o lugar, ou melhor, acessíveis a partir de qualquer lugar. Segundo Tanenbaum, um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes entre si (e até diferentes), e que com estes dois sistemas são capazes de criar registos que são indeléveis, indescritíveis, transferem valor a fazerem atualizações automáticas desses registos.

https://www.youtube.com/watch?v=F9jaJYDEKwA

Segundo diversos influenciadores mundiais, as criptomoedas oferecem grandes capacidades de rede e cooperação entre diferentes partes ou intervenientes do mundo, num consenso bastante confiável, não tem cambio, e muito democrática e será por isso que alguns decisores em algumas multinacionais dão valor a esta “moeda”.
Contudo, até que ponto, poderemos confiar nesta “moeda da moda”?
Pessoalmente, e de acordo com o que se tem publicado nos últimos meses, esta moda poderá ser uma grande “bolha” que poderá destruir bilhões de Euros no mundo, arrasar com governos e democracias.

Em Portugal, a moeda foi lançada pela empresa Aptoide uma startUp portuguesa (A Aptoide, em outubro de 2017, durante a Web Summit, tornou-se na primeira loja de apps do mundo a ter uma moeda virtual. É através da Ethereum, a segunda moeda virtual mais utilizada a seguir à Bitcoin, que a Apptoide lançou a Appcoins. Foi depois da ICO — uma oferta inicial de moedas — na Web Summit, que as primeiras unidades das Appcoins começaram a ser emitidas. A Aptoide, empresa de Paulo Trezentos e Álvaro Pinto, tem mais de 200 milhões de utilizadores em todo o mundo, mas as moedas podem ser utilizadas noutras aplicações.) que chegou ao mercado em final de 2017, e ter-se-á tornado um caso de sucesso.

BOLHA À VISTA?
São várias as publicações, bancos centrais, bolsas de valores a alertar para este novo mundo das moedas digitais que não são mais que algoritmos cada vez mais sofisticados, que criam moedas que não são mais que “Bits” que não tem ativos tangíveis a sustenta-las, e que ninguém sabe de onde vem e para onde vão.

A revista Exame, de 12/02/2018, num estudo muito sustentado, alerta para 7 possíveis “traumas” de riscos para as criptomoedas:
Bolha e elevada volatilidade
Os consumidores que comprem moedas virtuais devem estar conscientes de que podem perder grande parte ou todo o dinheiro envolvido, uma vez que esta negociação está associada a elevada volatilidade e a “sinais claros de bolha”.
Sem regulação, não há proteção
Qualquer falência de plataforma de troca ou danos para as carteiras de moedas virtuais resultantes de ataques informáticos deixa o consumidor sem proteção ou qualquer garantia uma vez que estes mecanismos não são regulados a nível europeu. As criptomoedas não são garantidas por um banco central ou autoridade nacional, não são moeda com curso legal e não estão cobertas por nenhum ativo tangível, alertam. E mesmo o facto de a compra ser feita através de uma instituição regulada não é garantia.
Informação enganosa
Os dados fornecidos aos utilizadores são inexistentes ou incompletos e de difícil compreensão e não referem de forma adequada os riscos associados.
Problemas na operação
As falhas operacionais “graves” recentes em algumas plataformas de troca de moedas virtuais podem levar a interromper as transações, impedindo os consumidores de comprar ou vender as divisas aos preços pretendidos, o que pode conduzir a perdas devido às flutuações “enormes” nos preços. Além disso, recomenda-se que sejam tomadas "precauções de segurança" nos equipamentos usados na compra, venda ou troca de moedas virtuais.
Preços opacos
Sem transparência na formação dos preços das moedas virtuais os consumidores arriscam-se a que o preço pago pela compra ou venda de moedas deste género não seja justo ou correto.
Não existem “opções de saída”
Pode haver períodos prolongados em que os detentores de moedas virtuais não consigam negociá-las ou convertê-las em euros, podendo levar a potenciais perdas.
Inadequação para investimentos de longo prazo
A elevada volatilidade, a incerteza quanto ao futuro e a desconfiança sobre as plataformas de troca e as carteiras levam a que sejam consideradas “inadequadas” para a aplicação de poupanças, em particular no longo prazo para preparação da reforma.

Em comunicado, o Banco de Portugal diz já ter recomendado às instituições de crédito, de pagamento e de moeda eletrónica sujeitas à sua supervisão “que se abstenham de comprar, deter ou vender moedas virtuais”. Mas refere que a atividade das entidades que emitem e comercializam moedas virtuais não está sujeita a qualquer tipo de supervisão prudencial ou comportamental.
O regulador salienta igualmente que as operações com moedas virtuais não são ilegais ou proibidas e que as entidades que as emitem e comercializam não estão sujeitas a qualquer obrigação de autorização ou de registo junto do Banco de Portugal, pelo que a sua atividade “não é sujeita a qualquer tipo de supervisão prudencial ou comportamental.”
Este fim de semana o Expresso noticiou que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) emitiu uma recomendação a bancos, fundos de investimento e gestoras de ativos, além de outros intermediários financeiros, para que não comercializem moedas virtuais nos seus produtos de investimento. Mas, caso o façam, deverão informar os clientes sobre as características e riscos destes instrumentos que estão, refere o periódico, a ser incluídos em produtos de investimento complexos sob a alçada da CMVM .

Por esta análise aqui transcrita, parece-me de bom-senso ter muito cuidado com estas “modas” principalmente se os transaccionadores compradores não dominarem o processo, sujeitando-se a “desgostos” muito grandes similares, senão bem piores, quando o colapso das bolsas também surge.
Acredito que alguns possam ganhar muito, como em todas as "bolhas" e "Burlas" em todos os tempos, mas acredito que muitos mais possam perder e, principalmente, "perder" o rasto ao dinheiro.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Blockchain
https://www.ted.com/talks/don_tapscott_how_the_blockchain_is_changing_money_and_business?language=pt
https://portaldobitcoin.com/bitcoin-resumido-em-21-estatisticas/
https://eco.pt/2018/01/08/esta-criptomoeda-portuguesa-ja-e-uma-das-mais-valiosas-do-mundo/
http://visao.sapo.pt/exame/2018-02-12-Criptomoedas-Autoridades-alertam-para-sete-riscos-nas-moedas-virtuais

domingo, 18 de março de 2018

A Era Digital e as Vivências das Novas Guerras: Síria, a Guerra no Digital


A “era” digital, que nos atravessa do lés a lés no nosso quotidiano não é, de forma alguma, inocente como vemos a guerra, como a guerra chega tão dramática, tão intensa e feroz até nós que nos anestesia dos horrores existentes que, de alguma forma, torna-se tão “banal”, que olhamos para as situações como se de um filme qualquer se tratasse.
"Um carinhoso pai carrega a sua posse mais preciosa depois de um breve cessar-fogo ter permitido a fuga de milhares dos intensos conflitos de Ghouta Oriental”.


Em 1990/1991, aquando a guerra da invasão do Kuwait, as noticias chegavam com algumas horas de atraso; a via mais rápida de informação, eram via satélites, quer imagens quer telefones, que tinham de ser reservados e pagos ao minuto, custavam fortunas à época, dessa forma faziam-se diretos e relatavam-se as ocorrências do dia; não raras vezes, os jornalistas estavam nos cenários de guerra e “tinham a sorte” de serem filmados com ações e bombas a cair perto de si.
Era o máximo, um êxito total da informação jornalística e do jornalista em si.
Outro meio de informação, eram os jornais em papel, que nos chegavam às mãos diariamente e cujas noticias eram diferidas no tempo pelo menos 12 horas, que traziam fotos e descrições, quanto mais chocante melhor, do decorrer dos cenários de guerra.

A radio, manteve-se um pouco afastada do mediatismo frenético da informação, pois não era fácil a transmissão das emoções e dos horrores do que se passava; os noticiários limitavam-se a relatar o que estava escrito e pouco mais.
Ficaram famosos alguns jornalistas das TVs portuguesas deslocados ao Kuwait, tais como, Pedro Moreira, João Gabriel, Pedro Pereira, Pedro Guedes da TVI, Carlos Fino, Luís Castro, José Rodrigues dos Santos, Nuno Rogeiro e Márcia Rodrigues da RTP, Luís Costa Ribas, Cândida Pinto, Henrique Cymermam da SIC, entre outros
Os espaços informativos multiplicaram-se, quais cogumelos, as grelhas televisivas alteram-se, a febre de cobrir a guerra mediática, duplicaram orçamentos e pessoas.
Seria a primeira guerra mediática ao nível dos mass media, quase em tempo real mas, pelo menos, foi a mais mediatizada até então.



A Internet e o digital, vieram transformar a informação como a conhecemos.
A informação chega ao consumidor just-in-time de forma abrupta, crua e brutal sem edição; o consumidor é um jornalista em potência pois, muitas das vezes, encontra-se no local dos acontecimentos, relatando sem qualquer intervenção dos jornalistas, p. ex. os terríveis atentados recentes dos últimos 2 anos.



A famigerada guerra na Síria, em que vemos a morte de crianças e adultos sem qualquer tipo de defesa possível contra a brutalidade dos “senhores do mundo” e nada fazerem, mantemo-nos impávidos e serenos; este é o custo que estamos a pagar pela forma como a comunicação excessiva chega até nós, tornando-nos “frios e sem emoções” perante estas circunstâncias.
Na era do digital, o consumidor é um provedor de conteúdos aonde quer que esteja, P2P genuíno, somente possível com o acesso generalizado à Internet mas, principalmente, no digital aqui, ali e em qualquer lado e em qualquer tempo.

Fontes:
https://medium.com/@UNICEF_Portugal/não-basta-que-o-mundo-fique-chocado-com-as-imagens-que-tem-visto-nas-últimas-semanas-144223825f5

sábado, 17 de março de 2018

Os Novos Marinheiros da Net


Qualquer que seja a estratégia digital que hoje se possa utilizar, é elementar que se compreenda o mercado, as suas transformações, o comportamento dos consumidores e dessa forma perceber como os consumidores e os novos "marinheiros da net" se comportam perante as redes sociais.

Com a Internet a subjugar o nosso dia-a-dia, o marketing digital produz as maneiras e as formas mais ímpares, para captar a atenção de todos de forma direta, personalizada e no momento certo, pois por meios de algoritmos, “ela sabe” o que procuramos ontem, hoje e já no amanhã.
 
http://tribunaexpresso.pt/multimedia/video/2018-01-11-Declaracoes-de-Sergio-Conceicao-nao-foram-bonitas

Cada vez mais, o consumidor está aberto às experiências, predispostos a consumir novos bens e experiências, valorizando o aqui e agora; amanhã é outro dia e novas experiências surgiram no mercado para serem vividas.
O marketing tradicional, o que é produzido fora da Internet – outdoor, tv, radio, flyer, porta-a-porta, etc., a certidão de óbito já foi escrita há muito tempo.
O marketing digital possibilita a interação, comunicação de forma fácil 24/24 horas, em qualquer lugar e sem cansaço e em tempo real. Podemos dizer que dessa forma, poderá ser a solução para mal-entendidos para vendas de “banha da cobra” porque cria uma relação reputacional, boa ou má, afetiva com os seus consumidores.

https://www.youtube.com/watch?v=306q-E--apg

O marketing atual, permite segmentação direcionada ao seu público-alvo, é extremamente eficiente e evita que o dinheiro não seja desperdiçado em formas inoperantes.
Se a publicidade não está a ser objetiva, os resultados não estão a ser compensadores, facilmente se altera e adequa aos objetivos. Enquanto que num anuncio em suporte de papel, a comunicação não funciona, tem que ir tudo para o lixo; no digital, via adwords, as campanhas podem ser ajustadas automaticamente em qualquer momento sem perdas de tempo e comunicações erróneas.Existem diversos formatos de captar o consumidor a uma nova “forma de vida” tais como – Grupos Adolescentes, pratica desportiva, masculinos, femininos, musicais, estilos de vida, clubes desportivos, blogs, influenciadores, celebridades, youtubers, grupos fechados e outros abertos utilizando marketing viral, tribal, de guerrilha, ultraje, etc.

Não existem barreiras. Há o PODER DO GRUPO.
Umas das formas mais bem conseguidas, é utilizando o HUMOR que mexe com o nosso quociente emocional, as emoções, para agarrar os seus consumidores.

https://www.youtube.com/watch?v=dXaok5qO7dQ
A utilização das mesmas “armas” com que se pretende atingir e ultrajar os outros, revertendo-as em nosso favor, são dos casos mais brilhantes que temos visto por todo o mundo e, ultimamente, em Portugal por via dos clubes envolvidos na manipulação da opinião publica de forma a condicionar os agentes intervenientes no futebol. 

Pegar nessas noticias e trabalhar o comportamento humano a ver como reage a estímulos provocados por essa campanha, é extremamente tentador porque controlamos as emoções e criamos máquinas disruptivas para fazer passar uma nova mensagem que poderá apagar completamente a mensagem anterior.

Pesquisas e mais pesquisas provam que o nosso Quociente Emocional (Q.E.) é o principal responsável por nossos fracassos e sucessos. O Quociente Emocional é desenvolvido quando estimulado, ao contrário do Quociente de Inteligência (Q. I.). Na verdade o que sempre foi medido em nós foi Quociente de Inteligência esquecendo-se e deixando de lado nosso quociente, o aspeto emocional.”

Gerenciar sua estratégia de marketing digital é essencial para garantir seu sucesso. Além de definir táticas e objetivos da sua estratégia, você não pode esquecer de medir os resultados.
A quantidade de dados disponíveis sobre o comportamento dos usuários na Internet é maior do que podemos acompanhar.
Por isso, saber o que medir é o primeiro passo para o gerenciamento da sua estratégia. Entender as principais métricas do marketing digital vai te ajudar a compreender sua audiência e se colocar à frente dos seus competidores
.”

Fontes:
http://www.clicatribuna.com/noticia/flashdoleitor/como-usar-as-emocoes-a-nosso-favor-7801
http://tribunaexpresso.pt/multimedia/video/2018-01-11-Declaracoes-de-Sergio-Conceicao-nao-foram-bonitas
https://marketingdeconteudo.com/marketing-digital

sábado, 10 de março de 2018

Ikea Place: a app da realidade aumentada

Quantas vezes já compramos algum móvel que não ficou como queríamos na nossa sala? Ou uns cortinados que não ficaram nada bem na parede, e um sofá que, apesar de parecer lindíssimo na montra, afinal não tem nada a ver com a nossa sala?
E se pudesses ter uma ideia de como fica a mobília em nossa casa antes de a comprarmos?
Agora é possível. A IKEA lançou uma nova aplicação que permite ver como os objetos ficam na nossa casa, sem ter que os comprar.
 
Trata-se do IKEA Place, uma app que utiliza a câmara do smartphone para captar imagens da nossa casa e depois, a partir do catálogo virtual e através de uma montagem, mostra-nos como certo objeto ficaria num espaço, misturando o mundo virtual com o mundo físico e assim, facilitando a escolha do cliente.


Assim, os clientes podem ver a peça em várias perspetivas, e até aproximar o item para ver o material de que é feito com mais rigor. Com esta app, é possível experimentar cerca de 2 mil itens. Basta escolher o produto que pretendemos, colocá-lo num sítio da casa e girar o telemóvel para o ver de diferentes ângulos e perspetivas. As cores e texturas do móvel irão ajustar-se à iluminação do espaço.
É como se estivéssemos a brincar ao jogo “The Sims”, onde o cliente é uma espécie de designer de interiores.
Esta aplicação surgiu a par da nova atualização da Apple, o iOS 11, que inclui o Apple ARKit, que permite criar estruturas em realidade aumentada. Esta é a primeira aplicação a utilizar a realidade virtual que permite redimensionar os produtos, adaptando-os à dimensão real dos espaços com uma percentagem de eficiência de 98%.

Desta forma, o IKEA Place está disponível apenas para dispositivos da marca Apple, pelo menos para já.



Fontes:
https://www.dinheirovivo.pt/empresas/ikea-nova-app-permite-ver-como-a-mobilia-fica-em-casa-antes-de-a-comprar/

sexta-feira, 9 de março de 2018

McDonald's volta a surpreender com nova campanha

Pela primeira vez em 60 anos, a McDonald's virou o seu logótipo ao contrário, transformando o "M" de "McDonald's" num W de " Woman" como forma de celebrar o Dia da Mulher. Esta homenagem foi adotada por 100 restaurantes nos Estados Unidos da América.


A campanha foi apresentada na página do Twitter da marca, onde explicavam que viraram os seus arcos ao contrário como forma de celebrar as mulheres que escolheram a McDonald's para fazer parte da sua história. A marca aproveitou assim o uso das redes sociais como forma de tornar viral a sua campanha, que acabou mesmo por ser notícia em muitos jornais e canais televisivos.



A McDonald's selecionou Patricia Williams, uma proprietária de diversos restaurantes da cadeia, para que esta pudesse mostrar o sinal em forma de "W" no exterior da sua loja em Lynwood, na Califórnia.


A Diretora Global de Diversidade da empresa, Wendy Lewis, informou que a iniciativa servia essencialmente para "saudar as mulheres realizadas em todos os lugares, e especialmente nos seus restaurantes." E explicou ainda que os logótipos foram colocados ao contrário manualmente, e que para além desta iniciativa os funcionários do restaurante utilizaram também chapéus e t'shirts alusivos ao dia.

Contudo esta campanha foi também alvo de algumas críticas no Twitter, citadas pelo Mashable, como a de uma funcionária da McDonald's na Florida, Alexis Harris, que afirma: "Se a McDonald's quer valorizar as mulheres deve começar por proteger as que cozinham e vendem a comida da empresa todos os dias enquanto enfrentam assédio sexual e discriminação no trabalho."


Fontes:
https://www.dn.pt/media/interior/mcdonalds-virou-o-m-para-homenagear-as-mulheres-mas-nem-todos-viram-o-mesmo-9172639.html
https://twitter.com/MoveOn/status/971788216302006272?

domingo, 4 de março de 2018

Tendências do Web Marketing e Comércio Eletrónico e Digital


 O digital, web marketing e o e-commerce, entraram na nossa “VIDA” de uma forma completamente avassaladora, desde o início do seculo XXI.
Web Marketing e Comércio Electrónico é muito mais do que uma simples “moda e tendência” dos tempos atuais, bem mais que isso, pois com a base digital, revolucionou completamente os conceitos de marketing a todos os níveis, tangíveis, intangíveis, embalagens impressas com componentes digitais, a afins.
Se nos inícios desta nova era, qualquer empresa gostava de alardear nas suas comunicações físicas – papel carta, envelopes, cartões comercias, publicidade, flyers, etc., - um símbolo “WWW”, considerava-se uma empresa moderna, hoje esse conceito é completamente indispensável, é muito mais que isso, aliado a outros conceitos digitais, tais como os códigos de barras e, principalmente, códigos QR, permite comunicar de forma direta, dirigida, especifica e, principalmente, B2C tendo por base a Big Data acumulado até então, B2B, B2G.

Seguindo estas tendências mundiais, os profissionais dedicam cada vez mais, a sua especial atenção ao Web Marketing e Comércio Eletrónico e Digital em todas as suas vertentes já testadas pelos principais canais de distribuição e por estratégias comerciais das principais empresas mundiais.


O que se constata, as empresas estão a preparar-se e a investir nas melhores praticas, ferramentas que existem, bem assim como pessoas, constata-se a procura de empregados ligados às IT e altos salários pagos, preparando-se para os próximos anos de crescimento exponencial, consignados, cada vez mais “ver” no consumo “imediato”.
O que se prevê, e já acontece, uma maior afluência e competitividade no e-commerce em que as empresas por via do Big Data, disputam laços afetivos com os consumidores gerando informação direcionada que os influencia nas suas tomadas de decisão.


Poderemos então considerar as principais tendências:
  1. Relacionamento – Será sempre o elo mais forte deste negocio, o elo afetivo que faz com que o consumidor permaneça o mais tempo possível por via da experiência da compra, boa vs. má, do serviço ou bem adquirido. Para agradar ao consumidor, é fundamental que ele se sinta agraciado e feliz.
  2. Omnichanel – O consumidor está sentado, viaja, descansa e tem acessos a múltiplos plataformas de bens e serviços e em qualquer lugar; as plataformas direcionam o consumidor para todos os sites possíveis ao menor toque. Assim analisado, é um potencial comprador em qualquer lugar e em qualquer tempo, muito, até, por impulso.
  3. Optichanel – E-commerce do cliente à distancia de um clique, o apelo do online, o imediato, a compra não tem barreiras, a tecnologia retirou as barreiras existentes, é o mercado global pela globalização. 
  4. Equipamentos – Os smartphones são meios e ferramentas tão poderosas que cada vez mais, as empresas de comercialização de comunicações, vendem acessos/pacotes de dados, pois são eles que nos permitem “navegar” na Internet.
  5. Meios de pagamento – Com a profusão de meios de pagamento, cada vez mais seguros (paypal, cartões debito digitais, etc) qualquer momento em qualquer lado, é possível adquirir bens ou serviços.
  6. Big Data - A personalização da informação dirigida ao seu consumidor alvo, proporciona uma satisfação imediata pois o consumidor vai “ver” o que mais agrada, são os elos afetivos a funcionar por satisfação.
  7. 4ª Revolução digital - Disrupções dos modelos de negócios até então, existentes sofreram mutações profundas principalmente do modelo como os consumidores comunicam entre si.

Outro modelo de empregabilidade, também, de modelo de negocio, tem que ver a digitalização na comercialização de produtos e embalagens utilizando a tecnologia do digital.
Para atrair o cliente para um determinado bem ou produtos, são usadas todas as “armas” para captar a atenção no momento em que se soma a decisão. 

Começam agora a surgir no mercado, embalagens criadas com a utilização de EMBALAGENS DIGITAIS que podem interagir com o consumidor.
A nova tendência, denominada de Packaging & Converting Intelligence, ainda bastante dispendiosa, utiliza tintas criadas em laboratórios extremamente avançados, mas também utilização impressão de circuitos eletrónicos que reagem ao toque do consumidor.
É um mundo ainda a desbravar, mas só possível com os avanços da 4ª digitalização bem assim como pela 4ª revolução industrial a decorrer.
     .   

sábado, 3 de março de 2018

O impacto do digital na experiência do cliente e no mercado


A Internet surgiu em 1960 para fins militares nos EUA; Mas foi em 1980 que ela se popularizou e “desceu” ao mercado dando-se a conhecer como tal rede de acesso massificado. Contudo, somente em 2004, com a web. 2.0 que o marketing digital juntou o nome das empresas ao conteúdo digital propriamente dito. [1]
Se até há alguns anos atrás, o digital era considerado um bem/serviço intangível, hoje a fronteira está de tal forma esbatida, que o tangível vs. intangível não há uma diferença marcante, ambos coexistem pacificamente.

Philip Kotler, no livro Administração de Marketing, 5ª edição, define os serviços como intangibilidade, inseparabilidade, variabilidade e perecibilidade.

Se olharmos para o mercado digital, como o podemos classificar?

Alguns exemplos:
-1º caso: Podes ver uma peça de roupa no site da ZARA(digital), pagas através de meio digitais (paypal), mandas vir a peça por correio expresso, veste a peça (tangível), não gostas, vais devolver a peça na loja física da ZARA (tangível) e devolvem-te o valor via paypal (intangível);
-2º caso : Examinas e Experimentas a peça na loja física da ZARA, (tangível), o preço custa X, ligas-te ao teu smartphone e constatas que na loja online (intangível) a peça é mais económica que na loja física, encomendas a peça via online (intangível) e a peça chegara a tua casa sem demora.
 

Estamos perante que tipo de serviço, ou é um mix de serviços?
Qual o impacto da experiência do cliente?

Estamos claramente numa era de “experiências” e que a relação entre o cliente e a marca são tão importantes como o produto, pese o facto, que cada vez mais, o cliente não é fiel às marcas, mas sim às experiências que eles proporcionam.



Hoje as marcas, lutam desenfreadamente pela atenção dos utilizadores de plataformas de comunicação quaisquer qe sejam, veja-se os anúncios das TVs que nos intervalos dos programas, o som aumenta desmesuradamente para chamar a atenção, e as que ganham, nem sempre são as que oferecem algo de bonito ou o melhor produtos, mas o que ofereceu a melhor experiência, quer por atendimento ou pós-venda.

Cada vez mais o foco da venda na customer experience, mais marcante, dinâmica, oferta, facilidade e que se focam primordialmente no: Marketing de conteúdo, mobilidade, pesquisa de satisfação disponíveis na internet, distribuição, data center (o que vai fazer com a informação?), experiências utilizadas, suporte e atendimento.

Hoje, quase tudo se resumo, em COMO MELHORAR A EXPERIÊNCIA DO CLIENTE.

A IoT, poderá dar uma ajuda, as ferramentas deixam cada vez mais, de estarem com constrangimentos e de se limitar a um espaço físico, aonde começa o espaço físico e o digital.

“Até 2020, a experiência do cliente superará o preço e o produto como o diferenciador-chave da marca. 86% dos compradores pagarão mais para terem uma melhor experiência.”
– CEI Survey

Fontes:
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/revolucao-digital-nas-empresas-como-melhorar-a-experiencia-do-cliente-224679
https://www.sas.com/sas/offers/18/futurum-digital-intelligence-transformation.html?gclid=CjwKCAiA8bnUBRA-EiwAc0hZk_YrFU09wLPnPsAFJN5umCxUrjv5fDo_VbiV4-YZiPF46VFt-ZELRoC46gQAvD_BwE
https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:ACfpNdJMoNMJ:https://www.royalcyber.com/wp-content/uploads/2017/01/CEI.pdf+&cd=3&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt

[1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Influenciadores_digitais