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quinta-feira, 2 de março de 2017

O sentido de humor como chave para o sucesso

Vivemos no período mais over-communicated da História, onde somos bombardeados com informação a todo o segundo. De acordo com dados de 2016, por dia são realizados, em média, 350 milhões de publicações por todo o mundo. Sendo que o Facebook é considerado crítico ou importante para o negócio, esta realidade obriga as marcas a apostarem num posicionamento diferenciador e muitas recorrem ao sentido de humor para atingirem o share of mind dos consumidores.

Um dos casos de sucesso deste tipo de estratégia é a Polícia de Segurança Pública que passou a utilizar o sentido de humor como ferramenta principal da sua estratégia de comunicação desde 2010. Esta mudança estratégica fez com que aumentassem de 2 mil seguidores, em julho de 2010, para 561 mil gostos atualmente, tornando-se assim uma das páginas de Facebok da PSP com mais gostos da Europa. Este sentido de humor tem que ser altamente controlado e pensado tratando-se de uma instituição tão séria como é o caso da Polícia de Segurança Pública que acreditam que Com humor e rigor se chega à comunidade e se rejuvenesce uma instituição.

Face a uma realidade e objetivo totalmente diferente, a Licor Beirão utiliza igualmente o sentido de humor como fator estratégico. Deixou de ser um simples licor para passar a ser uma bebida de referência para o mercado jovem e isso deveu-se à sua mudança na comunicação. O humor está presente desde o início nesta marca familiar, mas atualmente está mais presente e é uma constante, especialmente nas redes sociais. Apostando em pequenos cartazes com frases engraçadas a marca Licor Beirão consegue arrecadar 7000 gostos e 1248 partilhas num post efetuado a 31 de janeiro de 2017, face a uma publicação normal em 2013 que conta com apenas 189 gostos e 49 partilhas. Vídeos como o pedido de desculpas ao jogador Harry Kane ou o video de apresentação da campanha Preferias Beirão? que arrancam risos a qualquer consumidor, contam com 1,6 milhões e 4,5 milhões de visualizações, respetivamente.

Os consumidores estão cada vez mais exigentes, é cada vez mais difícil de os cativar e nada como proporcionar uma boa risada para criar um buzz virtual, resultando, tanto em vendas como na reformulação do posicionamento uma instituição inteira!

Fontes:

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Facebook - Uma rede multi utilidades


Hoje foi publicada a notícia de que a atriz Florbela Queiroz está a pedir ajuda financeira na sua página do Facebook, que remete para a batalha judicial relativamente à sua residência que teve com o seu filho e nora, processo que terminou após dois anos.
Devido então às custas judiciais, dívidas, sobretudo por causa do filho, aos reparos que tem que fazer na residência visto que a deixaram completamente vandalizada e por estar desempregada, viu-se obrigada a ter que apelar à solidariedade das pessoas. Como tal, não só foi ao programa da TVI “Você na TV” onde viu a sua casa ser avaliada pela equipa do “Querido mudei a casa” como também recebeu apoio monetário mas também emocional dos amigos. No entanto, não foi suficiente. Teve que recorrer às redes sociais para divulgar a mensagem, tendo neste momento sido partilhada por 154 pessoas. A atriz espera que tenha um efeito de bola de neve, que como já vimos, é um dos efeitos da rapidez da internet, já que a informação está constantemente a fluir e em tempo real.

O recurso ao Facebook


A utilização das redes sociais para a divulgação e partilha de conteúdos já não é de agora. Sendo uma rede sem limites geográficos, sem custos de adesão e com um crescimento exponencial de utilizadores, é um dos principais meios escolhidos para promover os conteúdos, sejam eles imagens, vídeos ou mensagens pois é de fácil utilização e tem a vantagem da velocidade com que são partilhados e por sua vez falados. Também sabemos que os utilizadores só prestam atenção ao que realmente lhes capta a atenção, e portanto, tratando-se de uma figura pública, acaba por despertar uma certa curiosidade, nem que seja para saber quem é a atriz.
Ora, inicialmente o apelo foi feito diretamente por ela na televisão com o objetivo de intensificar o WOM, mas acabou por se alargar para a internet. Isto demonstra que, como vimos nas aulas, o facto de os consumidores terem o poder de decisão e a liberdade de escolha de “verem o que querem, à hora que querem” faz com que seja necessário recorrer ao maior número de plataformas para que a mensagem seja passada e apostar, claro, nos meios com maior potencial para que a mensagem seja conhecida e tenha um buzz positivo.

No entanto, por se tratar de uma atriz relativamente desconhecida pelo público jovem que, como também já vimos nas aulas, são o grupo com maior peso nesta rede e estando presentes na geração net, em que a capacidade de retenção da atenção dos consumidores é reduzida, será que se vai destacar tendo a propagação que ela espera? Ou será apenas mais uma de entre a diversidade de notícias a que temos acesso diariamente?

Fonte: Jornal de Notícias

domingo, 8 de junho de 2014

Eventos no facebook: o fenómeno

O Facebook está, já há uns dias, a ser «invadido» por uma série de eventos no mínimo originais. A moda consiste em criar eventos bizarros, geralmente impossíveis, e de tal forma inusitados que geram uma onda de partilhas e comentários. Estes falsos eventos são vistos como uma nova forma de humor na rede social e estão já espalhados por vários países. 
Com um cariz mais polémico, humorístico, sonhador ou ofensivo, este 'boom' não deixa ninguém indiferente. Os eventos servem agora como forma de contestação social e política e a imaginação não parece ter limites.
A pergunta é: Quanto tempo demorarão as marcas a ver aqui uma forma de aumentar o customer engagement e a brand awareness nesta rede de milhões de pessoas? O potencial de partilha de eventos é hoje superior a qualquer outra altura e algumas marcas já se encontram incluídas no movimento pelos próprios fãs - é o caso do evento "caça ao indivíduo que comeu o pedaço da maçã da apple". As marcas devem refletir, rapidamente, se querem ou não integrar a moda que assola o facebook. A ponderar estão fatores como a proximidade que podem ganhar junto dos seus seguidores ou a possibilidade de aborrecerem a comunidade com ainda mais partilhas. Qual será a melhor posição? Qual será a marca com coragem e sensatez para conseguir aproveitar este fenómeno da web da forma mais correta e adaptada ao seu posicionamento?
Entretanto, o blog de webmarketing deixa-lhe algumas sugestões para os dias vazios do seu calendário:

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Erro ortográficos nos cartazes da Olá

Como se tem vindo a salientar nos últimos meses, a evolução das tecnologias da informação permitiu a criação de novas formas de interação entre as pessoas, bem como de uma maior disponibilização da informação.

A partir deste pressuposto, podemos constatar que no caso da marca Olá – marca que nos últimos dias têm vindo a ser alvo de diversas críticas – a disponibilização da informação relativa aos cartazes que possuíam erros ortográficos, gerou uma grande polémica em volta dos mass media.

A rede social Facebook foi invadida por um número considerável de pessoas que sentiram a necessidade de demonstrar a sua opinião relativamente à utilização do hífen nas palavras  “ganhaste” e “experimentaste”, apresentadas nas seguintes frases:

·         "Já experimentas-te os chocolates Olá?"
·         "Parabéns ganhas-te um brinde Olá!".

Em resposta a esta afluência de opiniões a Olá apresentou um pedido de desculpas aos seus consumidores, pedindo também a colaboração dos mesmos no que concerne à localização dos cartazes com erros (visto terem sido produzidos unicamente para o Dia da Criança e só estarem disponíveis nalguns locais em particular).





segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Agora no Prós e Contras

Os Prós e Contras do Facebook. Dez anos depois, quais as consequências?Como está a mudar a sociedade?Os benefícios e prejuízos da rede social mais utilizada no mundo e também em Portugal. Está o Facebook a revolucionar as nossas vidas?


O que acham desta nova forma de viver, onde a felicidade muitas vezes é medida por "likes"?

Deixo-vos aqui este vídeo:

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Para quem põe tudo da sua vida no Facebook

No âmbito do tema de sermos ou não prisioneiros do desenvolvimento das novas tecnologias, partilho convosco um vídeo que me parece transparecer a realidade da divulgação de dados pessoais na internet:

https://www.facebook.com/photo.php?v=490826660990002