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sábado, 25 de maio de 2013

"THE F-FACTOR"

Entenda-se por “THE F-FACTOR” a influência que os 3 F’s – friends (amigos), fans (fãs) e followers (seguidores) – têm sobre as decisões de compra dos consumidores.

O F-FACTOR permite aos consumidores descobrirem o “melhor do melhor” sem desperdiçar tempo na sua procura e sem confiar em fontes distantes ou até pouco fiáveis. O F-FACTOR prende-se com o facto das marcas serem tão excepcionais que os consumidores vão encontrá-las e escolhe-las, sem que estas tenham que fazer algo para chamar a atenção do consumidor.

Atualmente, o F-FACTOR está mais presente a nível online, sendo alimentado por novas ferramentas e plataformas disponíveis.



Formas como o F-FACTOR influencia o comportamento de consumo:
  • F-DESCOBERTA:  Como os consumidores descobrem novos produtos ao confiarem nas suas redes sociais.
  • F-AVALIADO:  Como os consumidores vão cada vez mais receber avaliações e recomendações direcionadas das suas redes sociais.
  • F-FEEDBACK:   Como os consumidores podem pedir aos seus amigos e seguidores que aperfeiçoem e validem as suas decisões de compra.
  • F-JUNTOS:  Como o ato de compra é cada vez mais social, mesmo quando os consumidores e os seus pares não estão fisicamente juntos.
  • F-EU:   Como as redes sociais dos consumidores literalmente se transformam em redes de bens e serviços.


Estatísticas do F-FACTOR em relação às marcas:
  • 3/4 de usuários do Facebook “Gostam” de uma marca.
  • A marca Juicy Couture descobriu que sua taxa de conversão de vendas aumentou 160% depois da instalação de ferramentas para partilha social.


Em suma, a única forma que as marcas têm de garantir o sucesso é fazendo com que os consumidores gostem delas, devido à sua performance de qualidade superior. Contudo, atualmente é também essencial que as empresas apresentem novas ferramentas e plataformas que ajudem os consumidores a descobrir, discutir e comprar os seus bens ou serviços. 

quinta-feira, 7 de março de 2013

C2B on Facebook

Repescando um tema das aulas, o social media marketing tem uma importância crescente e merece toda a atenção por parte das marcas. Sabendo que, em média, os portugueses passam cerca de 88 minutos por dia nas redes sociais e que o facebook é o eleito (dados do estudo “Os Portugueses e as Redes Sociais” elaborado pela Marktest Consulting), a maioria das marcas que conhecemos e gostamos estão no facebook e, muito provavelmente, têm-nos como seguidores.

Contudo, a presença das marcas no facebook permitiu um diálogo mais aberto não só entre clientes, mas entre o cliente e a marca. É muito frequente encontrar reclamações, pedidos de esclarecimento, sugestões, debates iniciados por fãs, entre outros.
Muitas marcas já se aperceberam que o facebook é uma “espada de dois gumes” e fazem o seu melhor para tirar partido das redes sociais; outros nem tanto.


Esta comunicação Consumidor/Marca, ou C2B, não está ao alcance de todas as marcas. Estar no facebook implica transparência por parte da empresa, disponibilidade para dar resposta….e muita paciência. É necessário ter em conta que os consumidores de hoje em dia, além de mais exigentes, estão mais ativos: perderam o pudor em reclamar, sentem a necessidade de alertar outros consumidores, para que não caiam no mesmo erro.

Pequenos Casos
De alguns pequenos casos retirados do facebook, convém dizer que, apesar da maior preocupação com as redes sociais, ainda há marcas que não respondem a uns consumidores, mas respondem a outros (em baixo, a FNAC e a Tiffosi respondem a um consumidor, enquanto deixam outro sem resposta).

É necessário ter cuidado! Esta seleção nas respostas pode causar uma reação ainda mais negativa por parte dos consumidores. Todas as reclamações devem ser geridas!  Nestes casos específicos sugiro que, para diminuir a visibilidade das reclamações (preocupação fundamental das marcas!), o ideal é agradecer a informação e pedir para enviar a  mesma para um endereço de email, para daí procederem à sua correta gestão.

E gerir bem as reclamações compensa!

Apenas por curiosidade, mais uma anotação: esta marca portuguesa responde no seu facebook em 3 línguas diferentes!

 
E já agora, uma dúvida: alguém sabe se a Ryanair tem página no facebook?
Eu procurei e não encontrei… e não acredito que tenha…

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Bewarket-Turn the Web and Be the Market


Por iniciativa de um grupo de amigos surgiu em finais de 2010 o Bewarket, uma nova aplicação para o Facebook.
Segundo os seus criadores o Bewarket é como um OLX ou Ebay do Facebook, onde os utilizadores registados podem comprar ou vender artigos em 2ª mão.
Têm neste momento 15.000 utilizadores registados e o seu objectivo é fazer crescer este número, assim como aumentarem as suas receitas, que neste momento ainda são muito reduzidas.
A Bewarket esteve recentemente nos EUA à procura de novos investidores e se tudo correr conforme esperado pensam transferir-se para São Francisco, com o objectivo de “chegar a um milhão de utilizadores registados em ano em meio”.

 Julgo que esta é, sem dúvida, uma grande ideia e um grande projeto. Não sei se já o conheciam, mas como é de uns amigos achei por bem partilhar e assim ajudar na sua divulgação.

Neste momento falta-lhes apenas utilizadores, um grande número deles, o que normalmente é conseguido, através de publicidade, passa-palavra, etc. Infelizmente não possuem ainda grande capacidade financeira para investirem no marketing e em publicidade, por isso deixo aqui o desafio: que podem eles fazer para melhorar a sua visibilidade? O que podem fazer de diferente e inovador para fazerem chegar a sua marca mais longe?

Deixo-vos abaixo a página de FB da aplicação, o site e ainda uma notícia que saiu recentemente na Exame Informática.



Página Facebook:
https://www.facebook.com/bewarket?ref=ts&fref=ts

Site:
http://www.bewarket.com/

Notícia:
http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/internet/2013/01/17/bewarket-negocios-entre-amigos

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Samsung responde de forma engraçada a cliente no Facebook

Mais uma notícia, que mostra a interacção entre os consumidores e uma empresa numa Rede Social. Neste caso, tratou-se de uma publicação no facebook, de um fâ da Samsung, que deixou uma mensagem no perfil da Samsung Canadá, em que este pedia um smartphone Galaxy S III de graça. E além disto enviou em anexo um desenho de um dragão verde. A empresa, podia ter ignorado esta mensagem, pois mensagens deste tipo (a pedir smartphones) deve receber bastantes... Mas, pelo contrário, entrou na brincadeira e retribuiu na mesma moeda. Apesar de reconhecer que se oferecesse um smartphone a todos os consumidores que o pedissem, iria rapidamente à falência, a Samsung Canadá respondeu também com um desenho de um canguru num monociclo, e convidou ainda este consumidor para o lançamento do Galaxy S III em Toronto.


Marketing: 4 erros de marcas na hora de usar a timeline do Facebook


Facebook possui uma série de recursos importantes e interessantes que, se usados de forma esperta e gentil, podem ajudar na estratégia de comunicação das marcas com os fãs na rede social.
Fotos e vídeos, por exemplo, são ótimos companheiros na tarefa de estimular o compartilhamento de conteúdo. Já para incentivar o diálogo, gerar debates e comentários, seja curioso: faça perguntas!
Mais importante, porém, do que apenas usar as ferramentas oferecidas pelo Facebook, é usá-las com atenção e cuidado.
Veja abaixo alguns descuidos cometidos por marcas na timeline do site.
1 Ignorar a imagem de capa
A foto de capa funciona como uma apresentação da marca e é responspável pelas primeiras impressões que os usuários terão sobre ela. Por ter forte impacto visual, precisa ser usada com perspicácia. E não esqueça: o Facebook proíbe promoções e publicidade nesse espaço.
2 Deixar a seção “About” incompleta ou em branco
A seção “About” é o cartão de visitas da marca no Facebook. É nessa seção que os usuários vão entrar para saber mais sobre o negócio, descobrir que produtos a marca produz, conhecer a missão e os propósitos da empresa. E também é ali que buscarão informações de contato, como telefone, e-mail e site oficial.
3 Lotar o feed de notícias de fãs com acontecimentos da marca
Milestones – ou marcos – são importantes para dar ordem cronológica e destacar momentos importantes na história da marca, principalmente para negócios que estão no início. Esses acontecimentos transmitem uma ideia de estabilidade e solidez importante para a credibilidade do negócio.
Mas tenha cuidado: se você vai incluir vários acontecimentos importantes de uma só vez, é gentil marcar “Hide from News Feed” enquanto atualiza a página, apenas para não encher o feed de notícias de seus fãs com eventos da marca.
4 Postar apenas um tipo de conteúdo
Claro que é possível “conversar” com fãs usando apenas mensagens de texto, mas esteja certo que essa não será a forma mais interessante e eficaz de contar a história da marca.
Imagens e vídeos, por exemplo, são importantes e úteis para apresentar produtos, serviços e divertir os usuários com conteúdos relacionados ao DNA da marca.
Além disso, são ferramentas importantes para gerar engajamento com os fãs e estimular o compartilhamento. Misture perguntas, vídeos, fotos e links interessantes e mantenha um diálogo saudável com os usuários.
Fonte: Exame Brasil

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Publicidade no Facebook: Eficaz?

Se para alguns produtos/serviços o facebook é uma boa forma de publicitar e divulgar aquilo que as empresas pretendem e ter impacto ao nível das suas vendas, para outras nem tanto… Caso disso, é o exemplo da GM que retirou a sua publicidade paga no facebook no valor de 10 milhões de dólares.
A GM é um dos maiores investidores em publicidade do mundo, no entanto achou que o investimento que estava a ser feito nesta rede social não estava a ter grande impacto na  venda de veículos, daí ter tomado esta decisão.
Artigo completo no Blog:
http://blog-mkt.com/2012/05/noticia-da-gm-sobre-investimento-facebook-significa/#more-883

sexta-feira, 25 de maio de 2012

MIT afirma que Facebook será esquecido em breve. Será?



Qual a importância do Facebook na sua vida? Para muitas pessoas, a rede social de Mark Zuckerberg é uma parte integrante do cotidiano, mas para o Technoloy Review (site ligado ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts), ele não passa de uma página mantida por anúncios. Pelo menos é o que um de seus editores escreveu no texto “The Facebook Fallacy” (A Ilusão do Facebook).
No texto, é dito que o Facebook pode ter realmente quase 1 bilhão de usuários cadastrados (e que esse número pode chegar a 2 bilhões), mas o fato de ele não agregar nada que seja realmente revolucionário pode ser decisivo para o declínio da rede social. Com o valor estimado em cerca de US$ 100 bilhões, ele estaria no ápice da ilusão já mencionada.

Valor do produto x Valor do usuário
Você sabe quanto vale para o Facebook? Segundo o Technology Review, cada pessoa cadastrada rende aos cofres da empresa um total de cinco dólares por ano. No mesmo período, cada leitor do New York Times (que está em declínio econômico) gera 1.000 dólares para os bolsos do jornal.

Facebook x Google
No texto, ainda é afirmado que o Facebook é apenas um site que utiliza anúncios para ganhar dinheiro. O editor aproveita para dizer que o Google é um sistema muito mais eficiente de colocação de propagandas, pois funciona como um facilitador para as empresas mostrarem aos usuários o que pode ser realmente interessante para eles.


Mas as duas empresas começam a seguir caminhos parecidos em alguns pontos. Segundo a fonte, os dois serviços têm tanto dinheiro que eles não precisam mais ter boas ideias, podendo apenas comprá-las das pessoas que as tiveram. O problema é que o Facebook não é o Google (que revolucionou o mundo), por isso vai começar a ser esquecido – assim como aconteceu com Yahoo, AOL e outros gigantes da internet.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ranking de Paginas Portuguesas no Facebook

A importância crescente das redes sociais no dia a dia dos portugueses, levou a dJomba a lançar o FbRank Pt, um ranking diário de páginas portuguesas no Facebook, de acordo com o seu número de fãs. Embora existam serviços similares a nível internacional, são mais genéricos e não possuem um conhecimento concreto da realidade Portuguesa.

O site encontra-se organizado em quatro áreas principais:

  • Páginas - ranking global com todas as páginas monitorizadas pelo site
  • Marcas - ranking especifico para páginas oficiais de marcas
  • Campanhas - ranking de campanhas e páginas de cariz temporário criadas por marcas
  • Pessoas - ranking de páginas oficiais de personalidades e figuras publicas nacionais

As páginas encontram-se organizadas por sectores de actividade, pelo que é possível, aceder a listas especificas, como por exemplo, o ranking de páginas do sector Automóvel.
 
 
Veja tudo isto em  http://fbrankpt.com

quarta-feira, 23 de maio de 2012

10 Fastest Facebook Countries Over The Past Year

Facebook has more than half of its population (461 Million MAUs) in only 10 countries! 
We’ll review these 10 countries and how they grew over the past year.

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Facebook ultrapassa mil milhões de visualizações mensais

Em Abril de 2012, 4631 mil portugueses com 4 e mais anos navegaram em suas casas na internet, de acordo com os resultados do estudo Netpanel da Marktest.


Neste mês, foram visitadas 4,6 mil milhões de páginas, tendo cada utilizador visto, em média, 986 páginas. Em número de horas, a navegação mensal superou os 55 milhões, tendo cada utilizador despendido 11 horas e 54 minutos na Internet. Na lista de domínios com mais utilizadores únicos, a primeira posição mantém-se do google.pt, com 4050 mil indivíduos, seguido do facebook.com, com 3880 mil utilizadores únicos e do youtube.com, com 3567 mil utilizadores únicos.
Quanto a páginas visitadas, a lista dos domínios com mais visualizações mantém-se encabeçada pelo facebook.com, com 1131 milhões de páginas visitadas, seguido do google.pt, com 323 milhões e do google.com, com 310 milhões de páginas. Assinala-se pois este mês o marco que é a passagem do milhar de milhão de páginas mensais pelo facebook.com.


Relativamente ao mês anterior, as maiores subidas ocorreram no domínio portaldasfinancas.gov.pt, que foi o que mais cresceu tanto em número de utilizadores como em páginas visitadas. O portaldasfinancas.gov.pt viu o número dos seus visitantes aumentar 84.7% para os 1564 mil em Abril, na 10ª posição, tendo ainda duplicado as páginas visitadas (mais 154%), para 73 milhões, em 8º. A análise tem como base informação do Netpanel da Marktest, um estudo que analisa o comportamento dos internautas portugueses a partir de um painel de utilização doméstica. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Facebook: Bebiba Energetica

Nada como começar bem a semana, repletos de energia...

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

How Big is Facebook?

Facebook raised $16 billion in its initial public offering Thursday. Valued at $104 billion, the company is already bigger than Amazon, Visa, and McDonalds...



Facebook’s IPO: The most-anticipated initial public offering in history is happening today! Check out the biggest global brands in the top 10 countries with the largest Facebook fan base. 


terça-feira, 15 de maio de 2012

A História do "Social Recruitement"



Facebook On The Move

Cerca de metade dos 900 Milhões de utilizadores do Facebook acedem ao site a partir de um dispositivo móvel. E os números associados estão em rápido crescimento, apesar da lenta evolução da "base de negócio" neste formato...


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Leia o artigo - "Facebook must adapt to rise of smartphone" em Financial Times

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Facebook testa sistema de promoção de ‘posts’ pagos

Com a entrada da maior rede social do mundo em bolsa, os responsáveis da plataforma criada por Mark Zuckberg em 2003 parecem cada vez com mais ‘sede’ de gerar rendimento.
Segundo o The Telegraph, o Facebook está a testar na Nova Zelândia um sistema que permite ao utilizador ver uma publicação sua no topo das atualizações do dia.
Atualmente, o algoritmo da rede social é bastante complexo e tem com base cálculos de várias variantes, como o número de gostos e comentários que determinado ‘post’ tem. É desta forma que as atualizações são ‘rankeadas’ neste momento, mas pode haver uma forma de ultrapassar o código da rede muito em breve. Para tal, tudo depende de quanto pagar.
O sistema está para já numa fase de testes, apenas na Nova Zelândia, mas é bom possível que entre em funcionamento em breve.
Segundo o mesmo diário britânico, alguns utilizadores já pagaram para promover as suas publicações e já conseguiram vê-las no ‘feed’ de notícias. Segundo alguns relatos, as mesmas são publicadas com um fundo amarelo e custaram, nesta fase de testes, cerca de dois dólares, pouco mais de 1,50 euros.
Recorde-se que o Facebook vai entrar esta semana em bolsa com um valor inicial de cerca de 96 mil milhões de dólares. Aberto o mercado aos investidores externos, parece um facto de que os responsáveis continuam focados em encontrar novas fontes de rendimento.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Facebook lança "loja" de aplicações

App Center é o nome do mais recente lançamento do Facebook: um espaço para encontrar aplicações que promete sugerir as soluções mais indicadas para cada utilizador com base nos gostos dos utilizadores e nas classificações atribuídas ao software pelas pessoas na sua rede de contactos.

A plataforma foi anunciada ontem, numa mensagem publicada online pela rede social, vai ficar disponível "nas próximas semanas", afirmando-se numa primeira fase como um espaço para divulgação de aplicações móveis, mas deverá funcionar também como uma loja de aplicações baseadas na Web, que possam ser embebidas no Facebook e noutros sites - desde que dependam da autenticação do utilizador na rede social.

A listagem de aplicações pelo serviço é gratuita e os utilizadores vão receber as recomendações com base em critérios como a sua localização e histórico de preferências, ao invés de ficarem limitados aos resultados do habitual sistema de classificação por atribuição de estrelas. Isto fará com que a página se apresente de maneira diferente consoante o utilizador que a ela aceda, sendo "moldada" à medida das preferências que este já manifestou durante a utilização da rede social.
 
fonte: Facebook

Embora semelhante a uma loja na apresentação e funcionamento, esta plataforma não vai vender aplicações móveis mas sim encaminhar os visitantes para os locais onde estas podem ser adquiridas, como a AppStore e o Google Play. Ainda assim, servirá como uma importante ferramenta de divulgação.

Apesar de atualmente não servir fins comerciais, a rede social pretende rentabilizar o novo serviço. Numa mensagem publicada online, é prometida a introdução de uma nova funcionalidade que vai permitir pagar uma tarifa fixa para tirar partido de algumas aplicações no Facebook. Este projeto encontra-se atualmente em fase de admissão de aplicações para participarem na fase de testes.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Bebé com doença rara e grave diagnosticada via Facebook

Foi pelo Facebook que Charlotte Dent, de LIverpool, recebeu o alerta para um diagnóstico que ainda nenhum médico conseguira fazer presencialmente: o seu filho, George, de um ano meses, poderia sofrer de trigonocefalia, uma doença rara, ao nível do cérebro, que, se sem cirurgia apropriada, poderia levar à cegueira, a dificuldades de aprendizagem e até à morte. 
O alerta foi dado por uma "amiga" virtual, mãe de uma criança com a mesma doença, que reparou num sulco na testa de George, numa fotografia no perfil de Charlotte.
Confirmado o diagnóstico, Charlotte Dent contou à imprensa britânica que já tinha levado o filho a vários médicos. Quando George nasceu, a mãe reparou no formato diferente da sua cabeça, mas os médicos que o examinaram tranquilizaram-na. "Foi preciso uma mãe no Facebook para diagnosticar uma doença que até poderia matar o meu filho!", indigna-se. 

Bebé com doença rara e grave diagnosticada via Facebook 
 
O bebé terá agora de ser submetido a uma extensa cirurgia, que o deverá deixar com uma cicatriz de orelha a orelha.


in Visão

terça-feira, 8 de maio de 2012

The Quora: Perguntas e Respostas

As respostas a todas as perguntas que sempre quis fazer estão no Quora, ou pelo menos foi com esse objetivo que Adam D'Angelo e Charlie Cheever, antigos colaboradores do Facebook, o criaram. 

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O serviço online apresenta-se como uma “rede de informação” que liga os utilizadores a “tudo aquilo que pretendam saber”. Visto “por fora”, podemos dizer que o Quora é uma espécie de Yahoo Answers, mas ao género Web 2.0. 
Inicialmente esta rede social de perguntas e respostas tratava sobretudo de temas relacionados com tecnologia, mas hoje garante que os conteúdos estão equilibrados. A sua utilização exige log in a partir do Facebook ou do Twitter.