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domingo, 4 de março de 2018

Micro-Momento e a Nova Forma de Entender os Hábitos de Consumo

É comum ouvirmos que a internet afetou a forma como o consumidor busca informações e toma uma decisão durante um processo de compra. Com muito mais acesso ao conhecimento, ele literalmente saiu da posição de apenas receber informação para buscar e compartilhar suas experiências.
Mas quando o mercado já estava se acostumando com essa forma de pensar, tivemos outra grande mudança, a massificação dos smartphones e do acesso a internet móvel. Um novo dispositivo de navegação que mudou bastante os hábitos de consumo.
Com acesso a internet a partir da palma da sua mão, a busca pela informação pode ser feita em qualquer hora ou lugar. De acordo com as pesquisas do Google, 94% dos usuários de smartphones procuram por informações em seus aparelhos enquanto estão em meio a outras tarefas.

Através dessa nova forma de navegação as empresas passaram a perceber um novo comportamento de busca por informação e do processo de decisão de compra que existe a partir da necessidade do consumidor em um determinado momento. Esse conceito é chamado de micro-momentos que, segundo o Google, são minúsculos momentos de intenção de tomada de decisão e formação de preferências que ocorrem durante a jornada de compra do consumidor.


O novo desafio das empresas é conseguir impactar os seus consumidores em seus respectivos micro-momentos, que são quando eles estão em busca de uma solução, procurando uma informação nova ou chegado até a decisão de compra, pois é nesse momento onde há um engajamento maior do consumidor com a empresa, uma vez que ele acredita que aquela empresa ou pessoa pode resolver o problema dele naquele momento.

O Google considera esse micro-momentos como: "Momento eu quero saber", "Momento eu quero ir", "Momento eu quero fazer" e o "Momento eu quero comprar.


O que todos esses momentos têm em comum?
Em todos esses eles, o consumidor busca por uma solução, através da informação e de possíveis formas de resolver aquele problema. Nessa fase, concorrentes diretos e indiretos são cogitados por esse consumidor.
O desafio dos profissionais de marketing e comunicação é entender e entregar a solução dos seus consumidores de acordo com a sua necessidade.

É importante citar três pontos que fazem toda a diferença na hora de atender a "dor" do seu consumidor.
  • Compreenda qual é o micro-momento do seu target, e crie conteúdo para ajudá-lo a resolver essa situação. 
  • Entenda a importância de uma boa experiência no mobile. Se o seu consumidor não conseguir acessar a sua informação, porque o seu site não está preparado para a navegação via smartphone, você terá grandes problemas. 
  • Não se esqueça que, hoje, os consumidores são multitelas, por isso é necessário criar uma experiência de navegação que possa ser feita através de diversos canais e dispositivos. 

Fontes:
https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/marketing-resources/micro-momentos/how-micromoments-are-changing-rules/
https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/tendencias-de-consumo/micro-momentos-hoje-e-para-ja/
https://storage.googleapis.com/think/intl/ALL_br/docs/4-novos-momentos-profissional-marketing-deve-saber_infographics.pdf
https://www.thinkwithgoogle.com/marketing-resources/micro-moments/micro-moments-understand-new-consumer-behavior/

sexta-feira, 4 de março de 2016

Hands Free: Google testa pagamentos sem mãos


O sistema tira partido de Wi-Fi, Bluetootth e de funcionalidades de localização para perceber se o utilizador está numa loja ou restaurante que aceita este tipo de pagamentos. Em caso afirmativo, basta indicar ao funcionário que quer «Pagar com Google» para que este possa confirmar a identidade do utilizador e completar a transação.
O objetivo da Google é que os estabelecimentos parceiros passem a ter câmaras que identifiquem logo os utilizadores, recorrendo às fotografias que estes colocam no Hands Free para que os funcionários não tenham de fazer as confirmações visualmente sempre, noticia o The Verge.
O Hands Free vai funcionar em conjunto com o Android Pay e já tinha sido anunciado em maio do ano passado, durante a conferência I/O. Numa primeira fase, o sistema está a ser testado em restaurantes como McDonald's e Papa John’s da zona de São Francisco.

Fonte: Exame Informática

domingo, 17 de maio de 2015

O Dia de Todos Nós

Celebra-se hoje o Dia Mundial da Sociedade da Informação, a sociedade que não vive sem internet, sem televisão, sem o acesso constante, rápido e fácil a informação.


Instituído em 2005 por resolução da Organização das Nações Unidas, o dia 17 de maio era anteriormente conhecido por Dia Mundial das Telecomunicações, para comemorar a fundação da União Internacional de Telecomunicações, ocorrida a 17 de Maio de 1865.

O principal objetivo do dia é “chamar a atenção de todo o mundo para as mudanças da sociedade proporcionada pela Internet e pelas novas tecnologias. A data também tem como objetivo ajudar a reduzir a exclusão digital.”

Este dia é igualmente conhecido por Dia Internacional da Internet, desde 2006, ano em que a Organização das Nações Unidas o instituiu.


Atualmente, quase 3 mil milhões de pessoas em todo o mundo são utilizadoras da internet, o que revela a enorme importância deste dia.

Só hoje, por segundo, foram enviados mais de 2 milhões de emails, mais de 100 mil vídeos foram vistos no YouTube, mais de 9 mil tweets feitos no Twitter, mais de 2 mil fotos publicadas no Instagram, mais de 1700 chamadas no Skype, mais de 27 mil GB de tráfico, e quase 50 mil pesquisas foram feitas no Google. Sim, isto tudo em UM SEGUNDO!

Como sabemos, a geração atual é conhecida por Geração Net ou Millennials, totalmente adepta das novas tecnologias, do imediato, do fácil, de ter tudo o que precisa ao seu dispor de forma simples. Assim, podemos considerar também este dia um bocadinho como o Dia da Geração Net, porque é esta geração que faz com que vivamos num mundo cada vez mais tecnologizado e adepto da procura constante de informação.

Sabiam disto? Qual a vossa opinião?

Feliz Dia Mundial da Sociedade da Informação!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

SEO – Search Engine Optimization

O SEO corresponde à otimização de procura nos motores de busca das nossas Keywords.
As nossas palavras chave são a forma de aparecer nos primeiros lugares quando alguém pesquisa sobre o nosso negócio – Google Search.

Tem como passos principais:
Definir as palavras chave do nosso negócio,
Investigar as keywords adotadas pelos nossos concorrentes, nos seus sites.

No Google Trends conseguimos verificar as tendências do momento, é um trabalho sistemático, a fazer por ex. semanalmente.
No Google Analitycs, devemos primeiro registar a empresa, receber código e inserir no nosso site nas diferentes páginas. Após, devemos inserir as Keywords no nosso site.
Periodicamente receberemos relatório de atividade enviado gratuitamente pela Google. Este é um investimento de longo prazo mas de custo baixo.
Para anular esta estratégia das empresas, a Google, altera periodicamente o algoritmo do motor de busca e para muitos pode ser uma verdadeira catástrofe.

Na sequência do post da Rita Andrade, muito pertinente pela importância para uma estratégia de sucesso do Marketing Digital, esta notícia é de ontem 21 de Abril:

Hoje a gigante dos motores de busca vai alterar o núcleo da tecnologia que usa para processar a informação no Google. Quem não tiver um site pensado para o ambiente móvel vai sair muito prejudicado.
O que pode ser bom para os consumidores, pode ser muito mau para quem tem uma empresa. A Google já tinha anunciado e hoje, 21 de abril, é o dia: uma alteração no algoritmo do motor de busca vai dar destaque aos sites que são mobile-friendly, o que para muitas empresas significa uma descida acentuada no ranking da tecnológica norte-americana.

E o caso pode ser tão dramático para algumas empresas que o caso já está a ser apelidado de mobilegeddon, isto, o armagedão de muitas organizações. Isto porque para muitos negócios online, uma boa posição no Google significa maior entrada de receitas. Uma má presença significa justamente o oposto.
A Google já tinha anunciado a mudança em fevereiro e disponibilizou ainda informação para que os programadores pudessem adaptar as páginas Web para que sejam compatíveis com dispositivos móveis.
O risco desta mudança está junto das páginas de pessoas que não têm conhecimento da mudança que vai decorrer nos próximos dias e que vai alterar de forma significativa os resultados do Google Search.

Um estudo da empresa de marketing online Somo mostra também que sites ligados a entidades de renome - União Europeia, Windows Phone, Nintendo, Ryanair, Versace e Danone, por exemplo - podem sair bastante prejudicados caso não façam as devidas alterações no código das respetivas páginas online.
Os sites que são responsivos, que têm letras grandes e cuja navegação entre links seja facilitada estarão de acordo com as novas exigências da Google, algo que será "favorecido" nos resultados do motor de busca.

Esta é uma forma da gigante de Mountain View obrigar os administradores dos sites a adaptarem as páginas às novas exigências de consumo. De acordo com o Business Insider, 60% do tráfego online já é gerado por dispositivos móveis.

Aqui podem ler a notícia original:
http://tek.sapo.pt/noticias/internet/google_altera_algoritmo_do_motor_de_busca_e_p_1438328.html

No nosso trabalho de grupo abordamos este tema nos capítulos 5.2 e 5.4.
Numa lógica SEO as organizações adquirem vantagem fazendo um trabalho consistente?
Fico na expetativa dos vossos comentários

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O maior motor de busca inicia alteração

Google, o motor de busca mais utilizado em todo o mundo, vai fazer uma enorme alteração já amanhã!



Esta empresa como já havia anunciado anteriormente, a partir de amanhã irá dar preferência às páginas que estão preparadas para serem utilizadas em plataformas móveis, ou seja, ao fazer-se uma pesquisa irão aparecer em primeiro lugar as páginas que estejam "formatadas" para versões móveis.
Sendo que 60% do tráfego é executado a partir destas.

Este anúncio foi realizado com antecedência de modo a que as empresas que pretendessem, efectuassem as devidas alterações para não sofrerem qualquer mudança ao seu acesso. Para isso, a Google disponibilizou um ficheiro que indica todas as alterações necessárias.

Assim, criou-se o "mobile-friendely", sendo este o nome atribuído às páginas que cumprem os requisitos para serem devidamente utilizados nos smartphones e/ou tablets. Estas páginas deverão, por exemplo, evitar softwares que não sejam compatíveis com as tecnologias móveis, o texto deverá ser possível de ler sem ser necessário fazer zoom ou colocar o dispositivo na horizontal, entre outros aspetos.

Na medida em que cada vez mais utilizamos as plataformas móveis para fazer pesquisas, penso que esta alteração será uma mais valia para os utilizadores, oferecendo um acesso mais fácil e por consequência, uma melhor qualidade no resultado final.


Na vossa opinião, acham que as empresas vão aderir ao "mobile-friendely" e adaptar as suas páginas a esta mudança da Google?

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Como o Mr.Google controla as nossas vidas

A evolução da Internet, e particularmente de algumas empresas que se estabeleceram através dela, levanta muitas questões de privacidade e segurança. Se deitarmos um olhar mais atento e fizermos uma análise cuidada rapidamente vemos o expoente máximo deste acesso privilegiado a informação, confidencial ou não, da esfera profissional ou privada. A Google está cada vez mais a procurar uma infinidade de formas de se integrar nas nossas vidas, chega a ser assustador... Não acreditam? Façamos uma análise rápida.
A Google tem:
  • O maior motor de busca do mundo (Google)
  • A maior plataforma de video do mundo (YouTube)
  • O browser mais usado (Google Chrome)
  • Serviço de e-mail mais utilizado (Gmail)
  • Sistema operativo mais usado em dispositivos móveis (Android)
Estes produtos/instrumentos fazem com que a Google saiba, exagerando, TUDO sobre nós. Será mesmo exagero? Vejamos. A Google tem acesso a:

  • O que pesquisamos na internet
  • Em que anúncios publicitários clicamos
  • O que escrevemos (aliás, estão neste preciso momento a "ver" este post)
  • Que vídeos vemos
  • Que aplicações descarregamos

Recentemente a Google tem vindo a desenvolver novos projetos que podem vir claramente a intensificar ainda mais esta "invasão".
O carro sem condutor, recentemente apresentado pela Google, ou os Google Glass, podem dar à empresa informações sobre os nossos hábitos de condução ou sobre os sítios onde vamos com mais frequência (imagine-se as potencialidades comerciais disto). Este tipo de movimentações mostra que a empresa está também a virar-se também para o mundo 'offline'.

Para terminar, vejamos um último exemplo de penetração na vertente 'offline'. Através da aquisição da SkyBox Imaging, uma empresa de satélites de alta-resolução que darão à empresa americana, imagens de satélite numa base diária. 

Algo assustador, sobretudo se analisarmos todas as sinergias que podem ser criadas entre os vários negócios da empresa. Imagine-se a Google a acompanhar em direto, a chegada de milhares de camiões às fábricas da Apple na China, confirmando assim suspeitas que tinha acerca do lançamento do novo iPhone! Sou eu a especular, mas é bom termos uma ideia do que pode ser este "monstro" dentro de alguns anos.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

1 de abril, a peta digital

O dia das mentiras tem servido para as empresas tecnológicas comunicarem com os seus utilizadores de forma criativa e engraçada. Destaco algumas das petas do dia.

Como vem sendo tradição, a Google tem lançado novidades "estranhas" no dia 1, conseguindo surpreender e captar a atenção dos seus utilizadores. Aqui ficam todas as petas deste ano e são várias:
http://thenextweb.com/google/2014/03/31/round-googles-jokes-april-fools-day-2014/

 

O Tumblr, por exemplo, permitiu fazer um upgrade gratuito para a versão Pro que, na verdade, acionava a colocação de cartolas nas cabeças dos seus avatares.
http://www.tumblr.com/tagged/tumblr-pro

O browser Opera apresentou uma versão especial desenhada para gatos e, para o mesmo segmento de mercado, o Linkedin lançou o serviço "Linkedin CYMK (cats you may know)".

 
E vocês, caíram nalguma mentirinha digital? :)  Conhecem outras?

quinta-feira, 13 de março de 2014

Parabéns à Word Wide Web pelos 25 anos de existência

Conseguem imaginar o mundo sem internet?

No dia 12 de março de 1989 a World Wide Web começou a mudar o mundo. Atualmente é um dos grandes motores da economia moderna e talvez seja a maior marca da evolução tecnológica da humanidade. Caso a internet não existisse empresas como a Google ou o Facebook também não teriam razão de existir. O mesmo se pode dizer do web marketing e do comércio electrónico.

terça-feira, 7 de maio de 2013

YouTube lança versão portuguesa


O Google anunciou hoje o lançamento de uma versão portuguesa do YouTube, que dá destaque aos conteúdos nacionais e oferece uma melhor experiência ao utilizador.

O terceiro endereço de internet mais visitado em Portugal fica disponível também em YouTube.pt onde a pesquisa de vídeos de origem portuguesa será mais fácil.  

Para além disto, os criadores de conteúdos portugueses poderão rentabilizar os canais criados no YouTube, num modelo de partilha de receitas com o site (para além das receitas publicitárias, o YouTube avançará também para um modelo de assinatura de alguns canais).

Durante o lançamento do YouTube Portugal, que decorreu no Pavilhão de Portugal, em Lisboa, José Antonio Martínez-Aguilar, responsável pelas operações da Google em Portugal, destacou a importância desta nova plataforma para os anunciantes, criadores de conteúdos e parceiros, que poderão criar produtos dirigidos ao mercado nacional.

Portugal é o 56.º país a receber uma versão localizada do YouTube, em consequência da estratégia da empresa de oferecer produtos próximos do utilizador.

terça-feira, 26 de junho de 2012

"Rock in Rio", "IRS" e "Pingo Doce" - O que é que estas palavras têm em comum?

Nos últimos 90 dias as palavras que mais cresceram nas pesquisas no Google.pt foram:
1º lugar - Rock in Rio
2º lugar - IRS
3º lugar - Pingo Doce
4º lugar - Meteorologia
5º lugar - Windguru (site com as condições do mar)

Estes resultados não são surpreendentes visto que estes temas,  mesmo no "mundo offline", foram muito badalados.

Esta análise foi elaborada através da ferramenta "insight for search" e os restantes resultados foram divididos em 5 categorias: música, destinos turísticos, séries de televisão, políticos e famosos.

Consegues adivinhar quais foram as palavras mais pesquisadas nestas categorias nos últimos 3 meses?
Podes consultar as respostas aqui.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

MIT afirma que Facebook será esquecido em breve. Será?



Qual a importância do Facebook na sua vida? Para muitas pessoas, a rede social de Mark Zuckerberg é uma parte integrante do cotidiano, mas para o Technoloy Review (site ligado ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts), ele não passa de uma página mantida por anúncios. Pelo menos é o que um de seus editores escreveu no texto “The Facebook Fallacy” (A Ilusão do Facebook).
No texto, é dito que o Facebook pode ter realmente quase 1 bilhão de usuários cadastrados (e que esse número pode chegar a 2 bilhões), mas o fato de ele não agregar nada que seja realmente revolucionário pode ser decisivo para o declínio da rede social. Com o valor estimado em cerca de US$ 100 bilhões, ele estaria no ápice da ilusão já mencionada.

Valor do produto x Valor do usuário
Você sabe quanto vale para o Facebook? Segundo o Technology Review, cada pessoa cadastrada rende aos cofres da empresa um total de cinco dólares por ano. No mesmo período, cada leitor do New York Times (que está em declínio econômico) gera 1.000 dólares para os bolsos do jornal.

Facebook x Google
No texto, ainda é afirmado que o Facebook é apenas um site que utiliza anúncios para ganhar dinheiro. O editor aproveita para dizer que o Google é um sistema muito mais eficiente de colocação de propagandas, pois funciona como um facilitador para as empresas mostrarem aos usuários o que pode ser realmente interessante para eles.


Mas as duas empresas começam a seguir caminhos parecidos em alguns pontos. Segundo a fonte, os dois serviços têm tanto dinheiro que eles não precisam mais ter boas ideias, podendo apenas comprá-las das pessoas que as tiveram. O problema é que o Facebook não é o Google (que revolucionou o mundo), por isso vai começar a ser esquecido – assim como aconteceu com Yahoo, AOL e outros gigantes da internet.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Carros sem condutor da Google arrancam para a estrada

O Departamento de Veículos Automóveis (DVA) do estado do Nevada, Estados Unidos, concedeu à empresa tecnológica Google a primeira licença para testar carros que se conduzem a si próprios na via pública. O objectivo é o de perceber como estes veiculos se comportam em ruas movimentadas e auto-estradas.
«Estamos entusiasmados por receber a primeira licença para efectuar testes a carros sem condutores no Nevada», afirma um porta-voz da Google ao site especializado em tecnologia Cnet. «Acreditamos que o enquandramento [legal] deste estado vai ajudar-nos a acelerar o desenvolvimento da tecnologia que vai tornar a condução mais segura e agradável», assevera.
De acordo com o Cnet, o estado do Nevada tem sido pioneiro na legislação que permite a colocação de carros autónomos em estrada. No ano passado, tornou-se o primeiro estado norte-americano a aprovar uma lei que permite que estes veículos sejam testados na via pública, desde que estejam duas pessoas no interior do carro (nos lugares da frente) durante a realização dos testes.
Segundo o Las Vegas Sun, a frota de protótipos de veículos autónomos da Google neste projecto, que envolve uma equipa de especialistas em robótica, inclui seis Toyota Prius, um Audi TT e um Lexus RX450h. A empresa pretende que os veículos sejam capazes de conduzir até um destino escolhido através de sinais visuais, software de inteligência artificial, um sistema GPS, e um conjunto de sensores, que permitem que o sistema controle automaticamente os travões, acelerador e direcção do carro.
A empresa espera que, no futuro, estes veículos «ajudem a prevenir acidentes rodoviários, a poupar tempo às pessoas e a reduzir as emissões de dióxido de carbono», de acordo com Sebastian Thrun, engenheiro de software da Google.
A segurança do sistema é garantida por sensores de proximidade e por um radar a laser montado no tejadilho do carro que capta imagens em todas as direcções e contrói um mapa tridimensional da área, detectando dessa forma outros veículos na estrada. A Google afirma já ter realizado mais de 200 mil milhas (cerca de 322 mil km) em testes em pistas privadas desde que o projecto foi iniciado, em 2010.
O primeiro passageiro civil de um carro sem condutor da Google foi Steve Mahan, um invisual norte-americano que perdeu 95% da visão.
Veja aqui o vídeo:


sexta-feira, 4 de maio de 2012

"Google and Facebook dead in 5 years?"- Forbes

A revista Forbes apresenta um artigo polémico sobre a morte anunciada do Facebook e Google. Segundo o autor Eric Jackson, estes gigantes da internet não irão durar mais do que 5 a 8 anos. Não sob o ponto de vista económico (no sentido de falência) mas sim no sentido tecnológico, do MySpace. Ele afirma que, em tudo aquilo que o Facebook e o Google somam pontos (como a pesquisa e o social, por exemplo) está prestes a ser ultrapassado pela chamada "revolução da tecnologia móvel". Baseia-se no facto de que a tecnologia móvel irá ser a próxima máquina de fazer dinheiro, que irá revolucionar as atuais formas de pagamento e irá alterar todo o sistema bancário. Por outro lado afirma que, no que concerne à inovações tecnológicas disruptivas, o que interessa é a rentabilidade sustentada que advém dos ganhos no esforço de marketing, de distribuição, apoio aos clientes entre outras e não propriamente aquilo que advém de uma ideia de negócio e sucesso de um first mover.


 Claro que, esta ideia foi logo contestada por críticos como George Anders, que não concordam com tal argumentação pois afirma que empresas como estas são tão grandes, poderosas e tão bem instaladas no mercado que facilmente ultrapassam a suposta revolução móvel. Diz que o pior cenário que prevê para o Facebook e Google é serem a próxima geração equivalente à Microsoft. Aquela que já não se fala tanto mas que continua firme e que não se esquece.  

E tu, em qual destes dois pontos de vista acreditas mais? No seu rápido desaparecimento ou na sua eternidade?..........Fica aqui a questão :)

Artigos aqui, aqui e aqui

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Google e Facebook com novos sistemas de medição


A Google e o Facebook anunciaram o lançamento de novas ferramentas de medição das campanhas publicitárias dos seus anunciantes.
Durante a AdAge Digital Conference, a Google apresentou a Brand Activate Initiative, que oferece dois serviços para os anunciantes: Active View e Active GRP (gross rating point)
O Active View mede quando um anúncio é exibido ou clicado, quando é realmente visualizado pelo consumidor e durante quanto tempo. Desta forma, os anunciantes poderão pagar consoante o número de visualizações.
O Active GRP consiste na adaptação à web de um método utilizado em meios offline. Combina resultados de um painel de medição com dados de utilizadores anónimos para fornecer dados às marcas sobre a aceitação do seu anúncio. Será, então, possível a tomada de decisões em tempo real, permitindo que os anunciantes façam alterações imediatas às suas campanhas. 
O vídeo de apresentação da Brand Activate Initiative pode ser visto aqui:

quarta-feira, 18 de abril de 2012

"Já viste o Google hoje?"

Antero de Quental nasceu há 170 anos e o motor de pesquisa mais usado no mundo assinala a data. Há já algum tempo que a homepage do Google deixou de ser igual todos os dias. Esta é a história dos "doodles", uma forma de marketing às avessas. A pergunta "Já viste o Google hoje?" é já um clássico nas nossas vidas mediadas por computador.


Leia este artigo na integra AQUI