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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Digital???

Michael Leander, especialista na ferramenta de comunicação Marketing Direto, esteve em Portugal, a propósito da conferência “Direct & Digital Marketing”, organizada pela Mediapost, e deixou alguns conselhos aos marketeers, que valem a pena reproduzir.

Digital:
Risco ou oportunidade?
Oportunidade. As tentativas de aproximação das marcas aos consumidores devem refletir o que estes querem agora e num futuro próximo. Depois, o digital tem o potencial de ajudar a educar e a nutrir a relação com os públicos.

Um canal ou o canal?
Um canal. Prova disso é o facto de 25% das audiências ainda preferirem o papel, como mostram alguns estudos, a dificuldade dos social media em promover um bom retorno do investimento de marketing e os negócio com maior sucesso serem os que têm uma presença omnicanal.


Presente ou futuro?
Futuro. Nesse sentido, o modo de trabalho dos profissionais de marketing terá de alterar ainda mais. O digital tem de ser encarado mais como uma ciência do que com uma arte. Tal trará mais desafios, é certo, mas também mais benefícios para as marcas. Uma campanha digital só deverá ser apelidada de boa, se atingir ou ultrapassar os objetivos definidos, durante a fase de planeamento, conclusão a que não se pode chegar só com base em taxas de cliques ou de conversão.

… E refletir.
Ao longo das aulas de Web Marketing e Comércio Eletrónico, observámos vários exemplos que mostram a implementação do digital na vida quotidiana dos consumidores, pelo que não considerar este canal seria ignorar uma realidade que afeta todas as variáveis do marketing mix. Relativamente aos outros dois pontos, isto é, o facto de tratar-se de apenas mais um canal e de “estar para ficar”, basta olharmos para o peso ainda significativo da televisão no investimento publicitário e na compra de smartphones, respetivamente.


sexta-feira, 9 de maio de 2014

O início de novas mudanças na distribuição

A internet tem transportado os marketers, os consumidores e o público em geral para realidades, até há bem pouco tempo, inimagináveis. No que concerne à distribuição de produtos e serviços, nas últimas aulas de Web Marketing e Comércio Eletrónico, apercebemo-nos daquilo que nos aguarda, num futuro próximo, a título de exemplo:

Consumidores com cada vez mais poder de negociação
Exemplo da "Amy", que teve um aconselhamento personalizado, antes e durante a visita a uma loja de vestuário, e que conseguiu uma redução no preço de um par de sapatos, após ter feito scan sobre um QR Code, tê-lo encontrado mais barato, noutra loja, e informado a vendedora.

Convergência do on-line e do off-line
Lojas físicas com provadores virtuais e lojas on-line com avatares a personificar os tradicionais vendedores, dois exemplos ilustrativos desta convergência e que, simultaneamente, são indicadores da vontade dos consumidores em ter disponível o melhor do on-line no off-line e vice versa.

Entregas cada vez mais rápidas do que adquirimos on-line
Caso da Amazon e dos testes realizados com drones, com o objetivo de efetuar as entregas dos seus produtos em 30 minutos ou até menos.


A utilização recente destes veículos aéreos é, na verdade, a razão principal deste post.

Drones entregam latas de Coca-Cola

A Coca-Cola surpreendeu os construtores de arranha-céus de Singapura, ao levar-lhes latas do conhecido refrigerante, com mensagens de agradecimento dos habitantes daquela cidade pelo trabalho que desenvolvem.
 

Esta ação de comunicação da marca faz parte da campanha global "Where will hapinness strike next?". Teve como objetivo aproximar duas comunidades que raramente estabelecem contacto e como parceiros uma organização não governamental  e a Ogilvy & Mather Singapore.

Link para o vídeo: "Happiness from the Skies"