Michael Leander, especialista na
ferramenta de comunicação Marketing Direto, esteve em Portugal, a propósito da
conferência “Direct & Digital Marketing”, organizada pela Mediapost, e
deixou alguns conselhos aos marketeers, que valem a pena reproduzir.
Digital:
Risco ou oportunidade?
Oportunidade. As tentativas de aproximação das marcas aos
consumidores devem refletir o que estes querem agora e num futuro próximo.
Depois, o digital tem o potencial de ajudar a educar e a nutrir a relação com
os públicos.
Um canal ou o canal?
Um canal. Prova disso é o facto
de 25% das audiências ainda preferirem o papel, como mostram alguns estudos, a
dificuldade dos social media em
promover um bom retorno do investimento de marketing e os negócio com maior
sucesso serem os que têm uma presença omnicanal.
Presente ou futuro?
Futuro. Nesse sentido, o modo de
trabalho dos profissionais de marketing terá de alterar ainda mais. O digital
tem de ser encarado mais como uma ciência do que com uma arte. Tal trará mais
desafios, é certo, mas também mais benefícios para as marcas. Uma campanha
digital só deverá ser apelidada de boa, se atingir ou ultrapassar os objetivos
definidos, durante a fase de planeamento, conclusão a que não se pode chegar só
com base em taxas de cliques ou de conversão.
… E refletir.
Ao longo das aulas de Web
Marketing e Comércio Eletrónico, observámos vários exemplos que mostram a
implementação do digital na vida quotidiana dos consumidores, pelo que não
considerar este canal seria ignorar uma realidade que afeta todas as variáveis
do marketing mix. Relativamente aos outros dois pontos, isto é, o facto de tratar-se de
apenas mais um canal e de “estar para ficar”, basta olharmos para o peso ainda
significativo da televisão no investimento publicitário e na compra de
smartphones, respetivamente.


