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segunda-feira, 26 de março de 2018

Vídeo - Ferramenta utilizada para atrair as novas gerações


Cada vez mais, os vídeos estão a dominar o mundo digital e é a maior aposta em marketing de conteúdo para 2018, eles são utilizados em sites de notícias, entretenimento, redes sociais. Este formato permite ao aumento da marca e permite também uma publicidade distinguida para as gerações Millennial e Z.
As redes sociais (Facebook e Instagram) têm vindo a dar mais preferência aos vídeos. Uma rede social que começou a apostar nos vídeos é o LinkedIn, para já ainda é restrito a alguns utilizadores (Google, IBM, TOTVS, etc). Numa entrevista ao Mundo do Marketing, Marcos Facó, afirmou: "Os vídeos trarão mais relevância à rede, porque é o tipo de conteúdo mais acessível. Ele é mais do que audiovisual, porque não necessariamente precisa de som - uma legenda é suficiente. Em outras redes esse tipo de publicação pode se tornar efêmera, mas neste caso teremos o oposto: algo útil e relevante pro dia a dia dos profissionais".

Relativamente ao LinkedIn, uma rede diferenciada, sem entretenimento, mais voltada para o mundo profissional, a ferramenta de vídeo poderá ser usada por qualquer utilizador com conteúdos relevantes que agregarão valor aos profissionais. A partilha será simplesmente dentro da rede e não para outras tais como o Facebook ou o Whatsapp. Esta nova ferramenta terá modelos de vídeo tradicional como ao vivo.


Como as empresas podem melhorar para conseguir captar a atenção das novas gerações


A ferramenta de vídeo hoje é o “carro-chefe”, é necessário, segundo Marcos Facó, as empresas se prestarem atenção a alguns pontos, tais como os três "S" e um "V". O primeiro é Short: a geração Millennial não quer conteúdo extenso, precisa de ser sucinto e dinâmico. O segundo é o Simple: uma exposição simples, sem complexidades, não tem de contar o que é mas sim como funciona. O terceiro é o Social: o seu conteúdo necessita ser social e partilhável para ser viral. O último ponto é o Visual: é necessário que tenha um visual apelativo de forma que a pessoa se interesse por ele. Uma recomendação para as empresas que trabalham com a ferramenta de vídeo é utilizar o SSSV de forma a conseguir ter sucesso perante as novas gerações.

Fontes:
https://www.mundodomarketing.com.br/entrevistas/37764/conteudo-em-video-como-atender-aos-millennials-sem-se-tornar-efemero.html

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Será que o Branded Content é memorável?

De acordo com pesquisas da Prezi, a grande maioria dos consumidores lembram-se da informação apresentada em Branded Content (conteúdo de marca) por apenas três dias. Oitenta por cento dos consumidores disseram que se esqueceram da maioria da informação passados três dias, enquanto que, mais da metade disseram que não se conseguiam lembrar de uma única coisa.
O relatório Science of Attention descobriu que a chave para envolver um público millenial é conversar com eles, seja online ou pessoalmente. Sete em dez pessoas do grupo etário entre os 16 a 24 anos, concordam que para convencê-los a comprar de uma determinada marca é preciso que eles sentiam que interagiram e conversaram com a marca.
Embora o investimento em marketing de conteúdo esteja a atingir níveis recorde, grande parte desse conteúdo a falha no que diz respeito a atingir seu objetivo final, visto que, se a marca não consegue criar engagement com os consumidores nem fazê-los lembrar do conteúdo, então, estes também não serão influenciados nas suas perceções ou comportamentos na compra.
Dr. Carmen Simon responsável pela pesquisa, encontrou os três motivos mais comuns pelos quais os consumidores se esquecem do conteúdo: 55% considera o conteúdo irrelevante, 30% dos consumidores não têm motivação para se lembrarem, 30%  referem que simplesmente, não há muito conteúdo para a reter.
A Prezi também descobriu informações específicas sobre o conteúdo da apresentação: 50% das pessoas desligam-se nos primeiros doze minutos de uma apresentação de uma hora, baseada em slides. No entanto, as apresentações de conversas bidirecionais são muito mais efetivas, já que mais 77% sentiram que uma apresentação interativa os ajudaria a se lembrarem de mais informações. Além disso, quase metade dos consumidores (48%), referiram que estariam convencidos a comprar uma marca se sentissem que interagiram e conversaram com a marca.
Spencer Waldron, gerente regional da Prezi Next, disse: "Os Marketers sabem que o conteúdo pode ter uma influência incrivelmente poderosa nas perceções e nas decisões de compra. Mas, para que o conteúdo possa influenciar ou realmente criar essa venda, este precisa de manter a atenção da audiência e ser memorável. Do ponto de vista da apresentação, é preciso uma abordagem conversacional e usar a narrativa".
O Dr. Camen Simon disse: "Esta pesquisa descobriu que 87% das pessoas sentem que os comunicadores que envolvem os consumidores numa conversa os manterão focados e atentos. As conversas podem afetar a memória porque a troca frequente de estímulos impede o cérebro de habituação e oferece novidade. O cérebro goza do zumbido da novidade ".
Examinando os tipos de conteúdo mais memoráveis, a Prezi descobriu que:

· Conteúdo que "diz ao público algo novo" foi o mais memorável, ajudando 27% dos entrevistados a se lembrar de uma marca, seguido de conteúdo que ensina, inspira ou entretém (cada 25%).
· Cerca de metade (49%) dos consumidores dizem que o conteúdo que menciona algo bom que aconteceu ajuda-os a lembrá-lo a longo prazo.
· O vídeo é o melhor formato, escolhido por 37% dos inquiridos como memorável, seguido de artigos escritos (28%) e apresentações presenciais (21%).

Links:
https://www.digitaldoughnut.com/articles/2017/may/branded-content-is-forgotten-by-80-of-consumers
https://www.marketingtechnews.net/news/2017/apr/25/80-consumers-forget-branded-content-after-3-days/
https://www.warc.com/NewsAndOpinion/News/Branded_content_is_mostly_forgotten/38566
https://www.portada-online.com/2017/05/02/brand-marketing-research-80-of-consumers-forget-branded-content-after-three-days/

http://www.bizreport.com/2017/04/is-your-branded-content-memorable.html

Coca-Cola abre loja virtual no Brasil

Depois de muita especulação, a Coca-Cola lançou uma loja virtual, no Brasil. A marca criou um novo canal de vendas, não só, para atender, mas também, para entender os consumidores que adoram comprar pela internet e ter acesso a informação sobre os seus consumidores. 

A loja virtual permite a personalização dos produtos da marca, permitindo ,a customização das garrafas com textos de até 22 caracteres em duas linhas e, em breve, serão lançados outros tipos de personalização. Na loja virtual é possível também visualizar o produto pronto antes de confirmar a compra. Mesmo quem acede ao site pelo telemóvel pode ampliar a garrafa personalizada para ver em detalhe como é que esta vai ficar.


Mas afinal, porque é que alguém compraria Coca-Cola pela internet?

Na loja virtual a marca aposta em diversos sabores, como a Coca-Cola de Cherry e Vanilla, que geralmente não são encontrados com facilidade e quando são, geralmente são mais caros. No site, o valor é um pouco baixo e para alguns dos produtos os portes são grátis, para desta forma, dar aquele “empurrãozinho” no momento da decisão de compra.
Para além disso e tal como anteriormente referido, o site da marca tem uma ferramenta na qual o utilizador pode personalizar as embalagens, contudo, a personalização de garrafas tem limitação diária. A marca revela que as vendas estão a correr bastante bem e que, frequentemente, este produto fica esgotado.
O site está disponível numa versão inicial, com pouca divulgação, e apenas com entregas e para a cidade de São Paulo.

Num mercado que exige cada vez mais inovação e c um produto cada vez mais personalizável, a coca-cola revela, não só, estar atenta aos novos padrões de consumo, como também, percebe que estes representam novas possibilidades de negócio para a marca e que a loja virtual é uma ótima forma de obter informação detalhada sobre os seus consumidores. 

Links:
https://www.datamark.com.br/noticias/2017/4/coca-cola-lanca-e-commerce-com-customizacao-227998/
https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/37133/coca-cola-abre-e-commerce-com-entrega-inicialmente-em-sao-paulo.html

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Amigos ou redes sociais? Porque não blended?

Há cerca de uma semana foi tornado público um estudo levado a cabo pelo Instituto Universitário de Lisboa sobre a importância de estar com os amigos para a nossa saúde. Foram mais de 800 os inquiridos num estudo que não preteriu as redes sociais.


A investigação portuguesa vem no seguimento de uma investigação alemã que deu conta disto mesmo. Estar e sair com os amigos faz bem à saúde, mas a presença nas redes sociais também. Segundo o estudo, as amizades ajudam a reduzir os níveis de stress, solidão e até de infeções!

O inquérito continha perguntas sobre o número de amigos virtuais e o número de amigos reais que cada pessoa tinha; a qualidade dessas relações, tanto as virtuais com as "ao vivo"; e a frequência com que a pessoa estava com os amigos presencialmente ou contactava com eles através do Facebook.
Incidiu também em questões relacionadas com níveis de ansiedade, depressão e energia física, e a conclusão é unânime: estar com os amigos é benéfico em todos estes sentidos, e não tem de ser apenas fisicamente!
A presença nas redes sociais pode, e deve até, ser um complemento à amizade, apesar de não substituir a amizade real. Numa altura em que, tal como a Super Bock denunciou, os portugueses - e sobretudo os mais jovens (millenials) - deixam de ter tempo para os amigos e vivem sobretudo as amizades virtuais - o estudo vem reforçar esta posição, mas alerta para o benefício complementar que as redes sociais podem trazer. Afinal, pode ser tudo apenas uma questão blended. Necessário mesmo é (saber) equilibrar!


Artigo consultado:Boas Notícias