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sexta-feira, 17 de maio de 2019

IGTV: o YouTube do Instagram?

Em 2018, o Instagram, que é uma das redes sociais mais usadas, lançou uma nova feature para os seus utilizadores: o IGTV. Para além de estar disponível na aplicação Instagram, também é possível (pelo menos para já) utilizar a aplicação separada do Instagram. No entanto, a forma de acessar ao IGTV é através da conta do Instagram, sendo que seguindo uma nova página Instagram, automaticamente começam a seguir o seu IGTV. 


Com esta nova característica é possível aos utilizadores do Instagram partilhar vídeos com duração superior aos stories de 15 segundos, podendo ser possível fazer o upload de vídeos até uma hora (para as contas verificadas). Para além da duração, a principal diferença face ao YouTube é que os vídeos terão que ser publicados e visualizados na vertical. No entanto, apesar destas duas diferenças, aproxima-se ao YouTube e às suas funcionalidades, considerado em muitos casos mais prático e rápido pela associação às respetivas contas do Instagram. 

Será por isso o IGTV uma ameaça ao YouTube, nomeadamente no que respeita ao conteúdo criado pelos (micro) influencers visto que o Instagram é já a sua plataforma de promoção desses conteúdos? Será que o facto destes conteúdos poderem já estar todos concentrados num local (Instagram+IGTV), levará à diminuição da importância do YouTube, no que respeita aos que produzem conetúdos?


Segundo o que se tem verificado desde que o IGTV ficou disponível, é que os influencers passaram a usar as duas plataformas, no entanto não de forma igual: “YouTube, for me, is the primary platform. So that’s the most polished content, the final, finished version of everything ... I feel like a lot of the behind-the-scenes [content from] the video production that I do [for] YouTube can end up on other platforms, like Twitter or Instagram.”. Ou seja, os utilizadores continuam a considerar o YouTube como a forma mais profissional e credível de partilhar os seus conteúdos, sendo o IGTV quase como um clickbait para o que o seu canal de YouTube oferece: "YouTube, as it stands, is simply too big to fail without warning"
Estas considerações são feitas no sentido do que é possível hoje, porque como constata Marques Brownlee, um dos criadores de conteúdo do YouTube, ainda existe muito caminho a desnvolver para que seja possível à IGTV tornar-se uma plataforma semelhante ao YouTube. Para este influencer, se evoluções foram feitas junto da IGTV, as opções podem mudar, no entanto ainda existe muita dificuldade em aceitar a IGTV como a primeira casa do conteúdo. 

Qual a tua opinião quanto ao IGTV? Achas que será possivel derrubar o gigante YouTube?

Fontes:

terça-feira, 15 de maio de 2018

O desafio dos ad-blockers


De acordo com o Reuters Digital News Report de 2017, 28% das pessoas em Portugal usam ad-blockers (um aumento de dois pontos percentuais em comparação com o ano anterior, colocando-a em 6.º lugar de todos os mercados estudados). [1] Estes aplicativos têm tido um uso crescente nos últimos anos, sendo que até a Google começa a ir de encontro a esta necessidade dos consumidores, sendo que agora o próprio Chrome começa a bloquear a publicidade invasiva [2] 

Ad blockers são aplicativos, plugins ou extensões para browsers, quer em desktop, quer móveis, que fazem com que a maior parte da publicidade paga desapareça da experiência web — com um ad blocker, os utilizadores têm o poder para deixarem de ver publicidade antes dos vídeos do youtube, para publicidade em jornais, etc. Para além disso, existem várias situações em que esta própria publicidade possa ser fonte de malwares (software que tem por objetivo infiltrar-se no computador do utilizador) [3]. Contudo, a principal razão pela qual as pessoas utilizam ad-blockers é porque estão fartos de publicidade invasiva que afete a sua experiência de utilizador — de acordo com um relatório de 2017, mais de metade dos utilizadores de ad-blockers usam-nos devido à quantidade excessiva de publicidade que recebem, muitos deles irrelevantes [4]. 

O uso destes ad-blockers é muitas vezes incontrolável. Mesmo que muitos sites tenham conseguido incorporar formas de detectarem o uso de ad blocks, a verdade é que não há garantias de que estes utilizadores estejam a utilizar software que o site não consiga detetar. Isto acaba por ter impacto direto nas receitas dos websites, colocando em causa a sustentabilidade de modelos de negócio que têm por base a disponibilização de serviços e experiências gratuitas aos consumidores em troca da sua atenção, obtendo as receitas através da publicidade de outras partes. 

Quando a informação torna-se abundante, a atenção torna-se um recurso escasso — na idade digital, e especialmente para o grupo de consumidores millennial, isto nunca foi mais verdade, sendo que as empresas competem pela atenção dos consumidores — os produtos na internet são de “graça” exatamente porque o utilizador e a sua atenção é que são verdadeiramente o produto. Contudo, o consumidor millennial cada vez mais tenta fugir destas táticas de capitalizar da sua atenção e quer ter controlo sobre o tipo de publicidade a que é exposto na internet [5]. Táticas agressivas de monetização apenas alienam o público alvo destas publicidades, levando ao uso de ad-blockers.



Isto tem graves implicações na imprensa digital, que depende em larga parte da publicidade para continuar a disponibilizar informação de qualidade de graça. Uma forma que estes websites encontraram de contra-atacar os ad-blocks tem sido o uso de paywalls — sites que disponibilizam apenas um certo número de artigos grátis por mês, sendo os restantes pagos — ou através do bloqueio dos conteúdos, isto é, a “ad-block wall”, que não deixa aos utilizadores verem o site a menos que desliguem o ad-blocker.  [6]

Assim, a estratégia dos marketers deverá passar por encontrar alternativas à experiência invasiva que os ad-blockers estão a tentar contrariar e não propriamente atacar o uso de ad-blockers em si. Este tipo de tecnologias exigem que os digital marketers sejam mais criativos e criem uma experiência para o consumidor que seja benéfica para este e que crie uma ligação com a marca, e não simplesmente expôr o consumidor a publicidade agressiva [7, 8, 9]. 

Isto poderá passar por, por exemplo, o uso de influencers — por exemplo, parcerias com influencers no youtube e no Instagram de modo a aumentar a sua visibilidade online — os millennials não toleram publicidade, mas 58% não se importam de ver publicidade se isto for uma forma de ajudar os seus youtubers preferidos; para além disso, 87% não se importam de ver vídeos dos seus youtubers preferidos a serem patrocinados por certos produtos ou marcas [10] ou então o marketing de conteúdos  — oferecer conteúdo que seja interessante, útil e relevante para as vidas dos consumidores, de modo a criar relações genuínas com os consumidores e acrescentar valor. 

Do lado dos consumidores, penso que também devemos compreender que o uso de ad-blockers nem sempre é a melhor solução. Por exemplo, no caso do Youtube, em que a sustentabilidade do conteúdo criado depende em grande parte da visualização da publicidade que antecede o vídeo, se todos os utilizadores deixassem simplesmente de ver a publicidade grande parte desse conteúdo não poderia existir. Assim, por exemplo, eu tento utilizar ad-blockers (como o Fair Ad Blocker) que simplesmente limitem o número de publicidade que vejo num site, assim como bloqueando pop-ups e malware.  

Fontes:

[1] https://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/sites/default/files/Digital%20News%20Report%202017%20web_0.pdf
[2] https://www.wired.com/story/google-chrome-ad-blocker-change-web/
[3] https://marketingland.com/ad-mageddon-perspectives-ad-blocking-impacts-comes-next-227090
[4] https://www.marketingtechnews.net/news/2017/jul/19/mobile-ad-blocking-2017-what-you-need-know/
[5] https://www.theguardian.com/media/2016/mar/10/why-we-use-adblockers-control-exposed-intrusive-advertising
[6] https://www.adpushup.com/blog/5-things-publishers-need-know-ad-blockers/
[7] https://www.searchenginepeople.com/blog/can-marketers-ad-blocking.html
[8] http://adspark.ph/ad-blocking-what-it-means-for-digital-marketing/
[9] https://medium.com/@SOFAB/5-digital-marketing-trends-that-combat-adblock-266a93d93bd1
[10] https://www.forbes.com/sites/andrewarnold/2018/01/21/millennials-hate-ads-but-58-of-them-wouldnt-mind-if-its-from-their-favorite-digital-stars/#5c6d286d59ca

terça-feira, 13 de março de 2018

O outro lado da General Electric

A General Electric é uma empresa que produz desde lâmpadas a turbinas de avião, passando por eletrodomésticos e perfuradores de petróleo.
Quando pensamos numa rede social de uma empresa como a General Eletric, a maior parte das pessoas espera encontrar imagens de lâmpadas ou máquinas de lavar. Mas a verdade é que, esta empresa viu na rede social uma forma de contar outra história.
A conta de instagram @generalelectric (atualmente com mais de 330 mil seguidores) posta belíssimas imagens relacionadas à engenharia e ciência.




Enquanto a GE constrói uma perceção da marca, também se estabelece como uma das empresas mais admiradas no instagram com uma beleza pouco esperada deste setor. O seu conteúdo exclusivo, alinhado com os objetivos da empresa, oferece ao utilizador um novo olhar sobre a tecnologia e a própria General Eletric.
Apesar da dimensão impressionante, a maioria dos seus produtos não são vendidos ao consumidor final, e sim a outras empresas, o que se torna num desafio ainda maior na construção do seu relacionamento com o público.
Mas a General Electric faz bem mais do que simplesmente postar imagens bonitas. A marca usa o Instagram como uma ferramenta de alcance e de envolvimento.
Um exemplo disso foi: com a hashtag #InstaWalk, que começou a ser usada em 2013, a GE convidou influenciadores e seguidores a fazer tours especiais em várias de suas unidades. Quem participou nesta tour, foi encorajado a tirar fotos da experiência e, claro, postá-las no Instagram. Esse é um conceito que muitas marcas também têm vindo a utilizar como estratégia de marketing digital.




Outra das estratégias da GE foi numa campanha global mais recente, a Spring Break It onde postou vídeos e gifs no Instagram, Vine, YouTube e Tumblr para demostrar como funciona o teste de materiais dentro da indústria.






As iniciativas renderam prémios à empresa, como o título de marca que melhor utiliza o Vine no Shorty Awards 2014. Para além disso, fica o benefício de alterar a percepcão de que a empresa é apenas produtora de lâmpadas e de geladeiras, e o de mostrar a verdadeira grandeza da realidade da General Electric, que muitas vezes passa despercebida.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Comunidades em torno de Influencers – a elevação da personalidade

O mundo digital permitiu a criação de comunidades em torno de algo ou alguém. Estes grupos sociais permitem às empresas o aproveitamento de oportunidades de desenvolvimento de marketing tribal, tirando partido à união natural em tribos de consumidores.

O surgimento de influencers levou, por sua vez, ao desenvolvimento de comunidades em torno desses mesmos indivíduos, revelando-se um mar de oportunidades de marketing tribal para as marcas que pretendem promover os seus produtos e serviços. Fazendo uma breve análise a influencers de maior peso no mundo digital, é de realçar o peso que as comunidades em seu redor tem revelado tanto para desenvolver marcas como para apoiar os influencers que seguem.

Este artigo terá assim como objetivo analisar exemplos em que comunidades em torno de influencers se provaram úteis para os elevar a um mais elevado estatuto ou para os chamar à atenção.

O primeiro exemplo parte da análise do caso da YouTuber Grace Helbig. A sua carreira enquanto YouTuber começou quando foi selecionada para começar a criar conteúdo para a “My Damn Channel”, uma empresa de criação de conteúdo. Apesar de ser a criadora de conteúdo, com grande liberdade na criação do mesmo, e do canal ter o seu nome (Daily Grace), o canal não pertencia, legalmente, a Grace Helbig, nem o respetivo conteúdo. Quando, no final de 2013, as negociações entre Grace Helbig e a My Damn Channel falharam, a YouTuber viu-se forçada a recomeçar a sua plataforma, perdendo os mais de dois milhões de seguidores que tinha desenvolvido ao longo dos 5 anos de contrato. Mas aí surge o conceito de comunidade em torno do influencer.

Os seguidores que Grace tinha obtido ao longo dos anos tinham como foco de interesse a pessoa, não o canal ou o conteúdo por si mesmos. No espaço de pouco mais de 2 meses, o novo canal criado por Grace Helbig (e por ela legalmente detido) havia reunido mais de 2 milhões de subscritores, ultrapassando, atualmente, o número de subscritores do seu antigo canal, que não conseguiu conter a sangria de subscritores e os comentários negativos que se multiplicavam nos vídeos antigos, atraindo mais atenção negativa para a empresa e elevando Grace Helbig.

Para o ganho de subscritores por parte deste novo canal, teve também um grande peso a influência de outras figuras presentes no YouTube que se impuseram em defesa de Grace Helbig. Influencers estabelecidos e considerados icónicos na plataforma partilharam artigos e vídeos defendendo a YouTuber e incentivando as suas próprias comunidades de seguidores a ir demonstrar apoio à mesma, subscrevendo o seu canal.

De entre os influencers que conseguiram pôr as suas próprias comunidades ao serviço de uma companheira e amiga do setor, é de destacar Hank Green (do canal Vlogbrothers), Will Wheaton (o ator), Philip DeFranco (do canal Philip DeFranco), que direcionaram apoio no sentido de reestabelecer alguém. Isto demonstra a capacidade de influencers de orientar as suas comunidades em torno de uma causa ou de alguém.

Mais tarde, já em 2015, o canal E! Entertainment decidiu desenvolver um programa com Grace Helbig, tirando partido da comunidade seguidora da mesma. Porém, durante os Teen Choice Awards, o mesmo canal publicou um artigo chamado “18 Moments From the 2015 Teen Choice Awards That Made Us Feel Super Old”, realçando como não conheciam nenhum dos nomeados, onde estavam incluídos vários YouTubers e influencers de outras plataformas. Obviamente, a controvérsia não tardou a chegar, com as comunidades de fãs de vários inlfuencers a insurgirem-se contra a atitude algo alienada e arrogante do artigo.

Numa (muito fraca) tentativa de salvaguardar a sua imagem, o canal E! tweetou dizendo “Remember that time we gave a YouTube star their own TV show?”, apelando ao programa que criara com Grace Helbig e tentando apresentar-se como “inovadores”.

No entanto, a resposta à controvérsia só contribuiu para atirar achas para a fogueira, onde vários membros da comunidade de Influencers (e respetivos fãs), criticaram a atitude da marca.

Outro exemplo no que toca à importância do apoio de uma comunidade em torno do indivíduo é o da Viner (pessoa que faz vídeos no Vine) Liza Koshy. Liza começou a fazer vídeos cómicos na agora defunta aplicação Vine (onde o utilizador pode fazer um vídeo de apenas 6 segundos) obtendo uma comunidade de fãs que alcançou os sete milhões.

No entanto, ela foi capaz de mover a sua comunidade para plataformas com maiores perspetivas a longo prazo, garantindo assim a continuação da sua carreira. Enquanto a app Vine se afundava e tinha dificuldades em manter-se relevante, Liza, assim como outros Viners, foram conseguindo mover as suas comunidades para outras plataformas mais vantajosas e resilientes – como o YouTube, onde ela conta agora com mais de 7 milhões de subscritores.
O próprio grupo de influencers (Viners) onde ela se inseria reconheceu o próprio poder que detinha na possível salvação do Vine, tentando, em reuniões com a administração da empresa entretanto adquirida pelo Twitter, negociar a possibilidade de regressarem à produção de conteúdo na plataforma, tentando reavivar a comunidade de utilizadores. As negociações não chegaram a acordo e, poucos meses depois, o Twitter anunciou o encerramento do Vine.

Outro exemplo do peso que as comunidades em torno dos influencers têm é a capacidade de os livros lançados por personalidades da Internet, nomeadamente, YouTubers, se tornarem rapidamente best-sellers. Os livros publicados por certos influencers foram capazes de rebentar recordes de vendas, alcançando as mais conhecidas tabelas de “Best sellers”, como foram os casos dos livros de YouTubers como Pewdiepie, Connor Franta, Tyler Oakley, Grace Helbig, Joey Graceffa, Zoella, Joe Sugg, entre muitos outros, obtendo rápidos ganhos para as editoras e permitindo aos escritores expandir-se para novas áreas, com o apoio das comunidades que os seguem.

Em conclusão, este texto tenta demonstrar, através de exemplos, que, peso embora as marcas possam ter influência no que toca aos influencers a seu serviço, as comunidades que se formam em torno das personalidades têm capacidade de reorientar o discurso, mostrando-se leais à pessoa e não a empresas e/ou marcas.

Fontes:
https://medium.com/@fruzse/why-the-outrage-over-daily-grace-and-my-damn-channel-matters-3bac86166b62#.yag5nc6te
https://socialblade.com/youtube/user/vlogbrothers
https://www.dailydot.com/upstream/daily-grace-helbig-leaving-my-damn-channel/
https://en.wikipedia.org/wiki/Liza_Koshy
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vine
https://mic.com/articles/157977/inside-the-secret-meeting-that-changed-the-fate-of-vine-forever
http://www.businessinsider.com/vines-biggest-stars-tried-saving-company-2016-10
http://www.eonline.com/news/686923/18-moments-from-the-2015-teen-choice-awards-that-made-us-feel-super-old

segunda-feira, 6 de março de 2017

YouTube TV veio para ficar e matar


YouTube TV é o futuro assassino da televisão por cabo… possivelmente.
Comecemos por partes.

Em que vai consistir a YouTube Tv?
Basicamente, o serviço, que contará com a participação de vários canais de televisão, proporcionará aos clientes um serviço semelhante ao prestado pelas empresas fornecedoras de tv por cabo (no caso português, a NOS, MEO, Vodafone, por exemplo).
O YouTube TV terá pacotes base – que terão um certo número de canais – sendo depois permitido ao cliente que pague mais pelos canais premium que deseja ver e não pagar por aqueles que não quer ver. Além disso, e tendo em conta o mercado de lançamento inicial (os EUA), existirá também a possibilidade de ter canais locais e regionais.

Como irá funcionar?
A premissa da utilização será muito semelhante à aplicada nos canais de YouTube já existentes. O utilizador apenas tem que procurar a série ou programa que deseja ver, subscrever o dito conteúdo e este gravará o programa em todas as redes, bastando ter acesso à internet para conseguir ver os programas favoritos.
Irá também contar com ilimitada capacidade gravação de séries, ou seja, será possível ver todos os episódios que “gravarmos” da nossa série favorita (Cloud DVR – digital vídeo recorder), sem termos que nos preocupar, como acontece com a tv cabo normal, atingir o limite de capacidade de gravação da box (DVR normal). Para além disso, irá também conter todas as funcionalidades de pôr pausa, “rewind”, “fast forward”.
Mais importante, é o facto de não ter período de fidelização, como já estamos infelizmente habituados em Portugal, e tem o preço base de $ 35 por 6 logins – isto significa que, por 35 dólares, se poderá ter 6 utilizadores diferentes associados a uma mesma conta, 6 pessoas a utilizar o mesmo serviço em sítios diferentes (no entanto, pelo que foi possível averiguar, só se poderá usar até 3 contas simultaneamente), reforçando a sua possível utilização quer por famílias inteiras, quer por grupos de amigos que queiram dividir o serviço entre si.

Porque é que o serviço irá trazer mudanças ao mercado?
Em primeiro lugar, é preciso indicar que já existem fornecedores de televisão pela internet nos EUA como Direct TV, Sling TV e a Playstation TV.
No entanto, é de apontar que a YouTube TV já se apresenta como mais vantajosa do que estes concorrentes online, na medida em que oferece mais features:

  •         A Direct TV
o   não permite Cloud DVR
o   só permite pôr pausa (não permite rewind ou fast forward)
o   só permite 2 logins diferentes
  •         A Sling Tv
o   encontra-se a testar a introdução do serviço Cloud DVR (com o limite de 100 horas de gravações e impossibilitando a gravação de certos canais)
o   só permite pôr pausa/rewind/fast forward em alguns canais
o   só permite entre 1 a 3 logins diferentes
  •         A Playstation Vue
o   tem Cloud DVR
o   só guarda as gravações durante 28 dias
o   Permite pausa/rewind/fast forward
o   Permite 5 logins diferentes

Em relação ao fornecimento de Tv por cabo normal (num formato igual ao da NOS, MEO, etc), é de relembrar o peso exponencial que o efeito de “cord cutting” tem vindo a apresentar. Cord cutting refere-se a pessoas que cancelam a sua subscrição de pacotes de televisão com vários canais, abandonando o formato de pagamento por acesso a canais pagos. Este fenómeno tem obtido cada vez mais relevância devido ao aparecimento de serviços de livestream de séries, como a Netflix, Hulu, etc, uma vez que as pessoas deixam de ter a necessidade de subscrever todo um canal de televisão se só querem ver uma ou outra série produzida por esse mesmo canal, permitindo assim a personalização do conteúdo consumido. Este fenómeno também tem ganho relevância dada a facilidade em obter acesso a séries de televisão através de pirataria, mas também o aumento da preferência por conteúdo disponível online e não televisivo (YouTube, por exemplo).

Este efeito leva a que as pessoas deixem de querer pacotes abrangentes de telecomunicações (comummente impingidos em Portugal, em que somos forçados a obter televisão, telefone, internet) e permitindo ao cliente diversificar e personalizar o seu consumo. Dada a redução do uso do telefone fixo, os clientes já têm os seus próprios planos para telemóvel e, com o surgimento deste tipo de serviços online que permitem ver séries, leva a que os clientes deixem de precisar de pacotes que incluam televisão por cabo, bastando-lhes internet.

Aliás, sabe-se que, no caso dos EUA, o número de subscritores de tv por cabo têm vindo a cair, o que pode ser justificado pelo aparecimento de novas e melhores alternativas, como a Netflix e a Amazon Prime. No entanto, esses serviços poderão ter dificuldade em competir com a YouTube Tv uma vez que a Netflix e a Amazon Prime têm, no seu catálogo, séries e filmes, mas não contam com todas as séries de uma grande multitude de canais nem a possibilidade de ver canais desportivos (algo que será possível com YouTube TV).

Para além disso, a introdução da YouTube TV servirá para reforçar a própria posição do YouTube enquanto fornecedor de entretenimento, integrando este serviço com os outros serviços já prestados pelo YouTube. Com uma conta de YouTube Tv, o utilizador terá também acesso a YouTube Red, possibilitando-lhe acesso a conteúdo original e exclusivo de criadores de conteúdo para YouTube. De igual modo, também terá sida indicada a possibilidade de, no final de uma série, surgirem recomendações de vídeos no YouTube, trazendo audiências para outros setores e formatos do YouTube.
Finalmente, é de notar que, dado o grande consumo de conteúdo no YouTube por parte das audiências mais novas, a existência de YouTube Tv iria permitir que, à medida que as audiências “envelhecem” e preferem conteúdo mais convencional (séries de televisão), os utilizadores continuassem associados ao YouTube, permitindo-lhe reforçar a sua posição junto da audiência.

Tudo isto contribui para a redução do poder há muito detido por empresas fornecedoras de televisão por cabo, mas também de empresas que oferecem pacotes de telecomunicações, uma vez que o cliente pode apenas precisar de internet. E, com aparecimento da YouTube Tv, que se apresenta como um concorrente de peso, tanto para os tradicionais players no mercado como para os novos players online.

Fontes:

quinta-feira, 2 de março de 2017

A Exaltação dos "Novos Criadores" nos Óscares


No passado Domingo, realizou-se a 89ª Cerimónia dos Óscares, o segundo programa televisivo mais visto do mundo e o pináculo das cerimónias de premiação para a indústria cinematográfica.
Casey Neistat, uma dos mais proeminentes Youtubers da atualidade, juntou-se à gigante Samsung e foi a cara de um spot publicitário da marca, transmitido durante o primeiro intervalo da cerimónia.
Casey Neistat surge num parque de estacionamento e realiza o seu “discurso” aos espectadores da cerimónia, explicando que é preciso prestar atenção à massiva comunidade online, que é o Youtube.
A mensagem fundamental do anúncio é exemplificar, como até mesmo, os criadores de conteúdo que não estão envolvidos numa indústria tão grande quanto a de Hollywood, podem ter um impacto. Casey chega mesmo a apelidar os youtubers como “ os criadores desta geração”.


O facto de o anúncio ter sido transmitido, pela primeira vez, na noite dos Óscares, foi particularmente adequado, já que Casey é uma das maiores estrelas do YouTube e os Óscares são a forma mais eficaz de chegar àqueles que realizam, profissionalmente, filmes e anúncios.
Na minha opinião, esta poderá ser uma grande “jogada” por parte da Samsung, uma vez que, demonstra que a marca é parceira deste tipo de criadores e que os apoia com as suas ferramentas mais recentes (câmaras fotográficas que também funcional como telemóveis).
Este spot publicitário, reflete ainda, a necessidade de existir um foco real, por parte dos marketers e das empresas, neste tipo de plataformas, numa altura em que cada vez mais pessoas têm acesso à Internet e em que o vídeo revela ser a melhor ferramenta de exibição e suprime as falhas de linguagem e comunicação encontradas com a escrita.

De referir contudo que, esta não é a primeira vez que a Samsung colabora com criadores de conteúdo.
Após o escândalo com as baterias Galaxy Note 7, que resultaram na perda de 5,3 biliões de dólares, bem como, na perda de confiança do consumidor, a Samsung começou a colaborar, não só, com youtubers como é o caso de Neistat e Jesse Wellens, mas também, a modelo Karlie Kloss.


A Samsung, pretende assim, libertar-se da imagem deixada pelo desastre das baterias “explosivas” e fazer a transição da publicidade focada no produto, como é o caso, dos spots publicitários Galaxy A films, realizados no ano de 2016, para a publicidade focado no ser humano. Este anúncio marcou o início de uma campanha extensiva da Samsung baseada na tagline “Do what you can’t”

Spot Publicitário de 2016 - Galaxy A films

Fontes
:http://www.campaignlive.com/article/exclusive-samsung-awards-different-kind-filmmaker-during-oscars/1425390
http://www.adweek.com/brand-marketing/casey-neistat-introduces-hollywood-to-the-new-makers-in-samsungs-oscars-campaign/
https://fstoppers.com/business/samsung-ad-casey-neistat-shows-rest-us-167245

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Quanto realmente custa produzir uma T-shirt

Foi lançada há pouco tempo uma campanha de sensibilização elaborada pela ONG Fashion Revolution relativamente à exploração laboral na indústria têxtil de baixo custo.
Como se pode verificar pelo vídeo, uma máquina de venda automática foi disposta numa determinada rua no centro de Berlim, Alemanha, com a indicação de que as T-shirts brancas tinham um custo de apenas dois euros (T - Shirt only 2 €).
Como seria de esperar, o anúncio rapidamente reteu a atenção de várias pessoas que se mostraram dispostas a adquirir o produto.
Ora, após a introdução da moeda e a escolha do tamanho pretendido foram surpreendidos: em vez de obterem a t-shirt foram “forçados” a visualizar uma pequena apresentação explicando o motivo de a peça ser tão barata. Como tal, à medida que era inserida a moeda os potenciais compradores viam-se obrigados a ler a mensagem (Comunicação push).
Por sua vez, cada indivíduo recebia uma mensagem diferente. Ou seja, apesar de a justificação do valor da peça ser comum, cada apresentação apresentava uma criança diferente, como por exemplo: "Conheça a Manisha, uma das milhões de pessoas que fazem a nossa roupa barata por menos de 13 cêntimos à hora, durante 16 horas por dia. Ainda quer comprar esta t-shirt?".

Após a mensagem, é dada a opção de efetuar a compra ou em contrapartida doar o valor. Pode-se ver pelo vídeo que as pessoas mostraram diversas reações e no final não ignoraram a causa. Por conseguinte, optaram por ser solidárias e doaram o montante.



Assim, o objetivo consiste em sensibilizar os consumidores para que fiquem consciencializados com este tipo de indústria, no qual esta campanha advém do facto de no dia 24 de Abril de 2013 um edifício no Bangladesh ter ruído. Nele operacionalizam cinco fábricas de roupa, que por sua vez eram fornecedoras de marcas ocidentais conhecidas. Consequentemente, 1100 pessoas perderam a vida. Portanto, surgiu a ideia de lançar um apelo às pessoas para que estas não contribuam para a continuidade deste tipo de práticas.
Logo, deste o ano passado que esta data é relembrada como forma de recordar a opinião pública que a exploração laboral e sobretudo infantil existe. Assim, o vídeo foi divulgado a 23 de Abril e atualmente já conta com mais de cinco milhões de visualizações no Youtube.
No entanto, também existe a opinião contrária. Num país onde milhares de crianças passam fome onde a única forma de obterem rendimentos, ainda que muito reduzidos, é através da “exploração infantil”, até que ponto não é ético deixa-las trabalhar?


As opiniões também divergiram nas redes sociais, nomeadamente no Facebook e Twitter. Por uma lado, como já disse, há quem defenda que é a única maneira de estas crianças deterem meios para sobreviver, por outro lado, há quem argumente que é imoral e por esse motivo deveria ser combatido.




Este caso pode ser relacionado com o que vimos na aula relativamente aos alertas que os consumidores recebem (messaging). Um exemplo disso foi o caso abordado referente à promoção da alimentação saudável onde cada vez que um consumidor pretendia adquirir uma pizza recebia um alerta questionando-o se essa seria a melhor opção fornecendo uma alternativa mais saudável.

Como tal, identificam-se com esta causa?

domingo, 17 de maio de 2015

O Dia de Todos Nós

Celebra-se hoje o Dia Mundial da Sociedade da Informação, a sociedade que não vive sem internet, sem televisão, sem o acesso constante, rápido e fácil a informação.


Instituído em 2005 por resolução da Organização das Nações Unidas, o dia 17 de maio era anteriormente conhecido por Dia Mundial das Telecomunicações, para comemorar a fundação da União Internacional de Telecomunicações, ocorrida a 17 de Maio de 1865.

O principal objetivo do dia é “chamar a atenção de todo o mundo para as mudanças da sociedade proporcionada pela Internet e pelas novas tecnologias. A data também tem como objetivo ajudar a reduzir a exclusão digital.”

Este dia é igualmente conhecido por Dia Internacional da Internet, desde 2006, ano em que a Organização das Nações Unidas o instituiu.


Atualmente, quase 3 mil milhões de pessoas em todo o mundo são utilizadoras da internet, o que revela a enorme importância deste dia.

Só hoje, por segundo, foram enviados mais de 2 milhões de emails, mais de 100 mil vídeos foram vistos no YouTube, mais de 9 mil tweets feitos no Twitter, mais de 2 mil fotos publicadas no Instagram, mais de 1700 chamadas no Skype, mais de 27 mil GB de tráfico, e quase 50 mil pesquisas foram feitas no Google. Sim, isto tudo em UM SEGUNDO!

Como sabemos, a geração atual é conhecida por Geração Net ou Millennials, totalmente adepta das novas tecnologias, do imediato, do fácil, de ter tudo o que precisa ao seu dispor de forma simples. Assim, podemos considerar também este dia um bocadinho como o Dia da Geração Net, porque é esta geração que faz com que vivamos num mundo cada vez mais tecnologizado e adepto da procura constante de informação.

Sabiam disto? Qual a vossa opinião?

Feliz Dia Mundial da Sociedade da Informação!

sábado, 2 de maio de 2015

YouTube – A Máquina dos Vídeos fez 10 anos

A Google celebrou ontem, dia 1 de maio, o 10º Aniversário do YouTube, o site de disponibilização de vídeos da empresa.


Iniciada em maio de 2005 como uma rede privada de partilha de vídeos, seis meses depois tornou-se rede pública, sendo em 2006 comprado pela Google por mais de 1,5 mil milhões de dólares.
Com mais de mil milhões de utilizadores e milhões de canais, o número de visualizações diárias tem crescido mais de 40% ano após ano. Por outro lado, o crescimento “mobile” da plataforma atinge os 80% por ano!
Segundo Robert Kyncl, responsável de conteúdos e operações comerciais do YouTube, “Millennials are the audience that brands should care about the most, as they are more than twice as likely to choose to watch a mobile video on YouTube than anywhere else", ou seja, são os jovens entre cerca dos 15-30 anos a quem as marcas devem prestar mais atenção, pois são os que mais utilizam as versões “mobile” do YouTube.


Como vimos nas aulas, esta geração é fã da mobilidade e da procura de informação ilimitada à distância de um simples click, por isso, o YouTube torna-se uma ferramenta essencial.

E vocês, consideram o YouTube uma plataforma essencial para as vossas vidas?

Parabéns YouTube!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Ignorar

Quantas vezes estamos a circular pelo YouTube e quando começamos a ver aquele vídeo que tanto queríamos aparecem aquelas publicidades chatas? A maioria das vezes que isso acontece, esperamos aqueles 5 segundos e carregamos em “Ignorar Anúncio”, não é?


Tal como ignoramos estes anúncios, ignoramos tantos outros assuntos que nos rodeiam. É daqui que surge a ideia da Havas Worldwide Portugal, juntamente com a APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. A nova campanha desta Associação pretende ser um “murro no estômago” alertando para a importância de não “ignorar os casos de violência doméstica”.

No vídeo que podem ver aqui podem perceber que a história tem fins completamente diferentes conforme se escolha “ignorar” ou “não ignorar”.


Em comunicado, a Havas refere que a ideia “passou por utilizar criativamente o botão “Ignorar Anúncio”. Cada vez que a pessoa ignora, a violência do filme aumenta até a mulher morrer. Para aqueles que escolhem não ignorar o final é completamente diferente”.


Será que a partir de agora vamos todos ignorar menos “anúncios”?

terça-feira, 20 de maio de 2014

O Sport Lisboa e Benfica e as Redes Sociais



No passado Domingo, o Sport Lisboa e Benfica, fez o último jogo da época desportiva 2013/2014, terminando assim uma época recheada de conquistas. A nível interno, o Benfica conquistou o Campeonato Nacional de Futebol Profissional, a Taça de Portugal e a Taça da Liga, atingindo ainda a final da Liga Europa, da qual saiu derrotado frente ao Sevilha. Esta excelente prestação a nível desportivo, deu um grande impulso à pagina do clube na rede social Facebook, fazendo com que esta atingisse os 2 Milhões de "gostos", no dia 7 de Maio. Actualmente o número de fãs situa-se nos 2 072 168, sendo que desses,  1 156 880 são oriundos do território nacional ( ver mais em http://www.socialbakers.com/facebook-pages/country/portugal/ ). São números impressionantes tendo em conta a realidade das marcas portuguesas no Facebook, onde apenas um grupo muito restrito de marcas consegue ter um número de fãs acima de 1 Milhão.

O Benfica aderiu também,  recentemente, à rede social Instagram, onde já conta com 1.496 seguidores. No Canal oficial do clube no Youtube, o Benfica possui perto de 43.500 subscritores. Números significativos mas ainda com margem de crescimento.

Já em relação à rede social Twitter, o clube conta com 186 mil seguidores. O número de seguidores no Twitter, tem ainda uma grande margem de progressão e crescimento potencial, uma vez que a página se encontra muito mal gerida. As publicações nesta rede social limitam-se a simples links, que redireccionam os utilizadores para as publicações efectuadas na página oficial do clube no Facebook, não havendo qualquer tipo de interacção com os seguidores no Twitter. Para se ter uma ideia do descuido que o Benfica tem em relação à sua página no Twitter, basta ver que a sua última publicação data de 21 de Abril. Faz amanhã precisamente um mês, que não se dá qualquer uso, a uma importante ferramenta de comunicação, que abrange 186 mil seguidores. Penso que esta situação é um caso a rever, por parte do departamento de Marketing e Comunicação do Sport Lisboa e Benfica.



Por fim, deixo os links para as páginas oficiais do clube nas diversas redes sociais:







terça-feira, 7 de maio de 2013

YouTube lança versão portuguesa


O Google anunciou hoje o lançamento de uma versão portuguesa do YouTube, que dá destaque aos conteúdos nacionais e oferece uma melhor experiência ao utilizador.

O terceiro endereço de internet mais visitado em Portugal fica disponível também em YouTube.pt onde a pesquisa de vídeos de origem portuguesa será mais fácil.  

Para além disto, os criadores de conteúdos portugueses poderão rentabilizar os canais criados no YouTube, num modelo de partilha de receitas com o site (para além das receitas publicitárias, o YouTube avançará também para um modelo de assinatura de alguns canais).

Durante o lançamento do YouTube Portugal, que decorreu no Pavilhão de Portugal, em Lisboa, José Antonio Martínez-Aguilar, responsável pelas operações da Google em Portugal, destacou a importância desta nova plataforma para os anunciantes, criadores de conteúdos e parceiros, que poderão criar produtos dirigidos ao mercado nacional.

Portugal é o 56.º país a receber uma versão localizada do YouTube, em consequência da estratégia da empresa de oferecer produtos próximos do utilizador.

domingo, 28 de abril de 2013

2 segundos de publicidade

A Volkswagen criou o anúncio mais rápido do mundo, com apenas 2 segundos!

O objectivo deste vídeo é a sua inserção no Youtube. Atualmente, a visualização da maioria de vídeos no Youtube é precedida por um spot publicitário, o qual só podemos "ignorar" ao fim de 5 segundos.

Estes 2 segundos de publicidade contrariam a hipótese de o consumidor "saltar para o vídeo".

A publicidade pode, depois, ser seguida a partir do ad-in no vídeo.

A DDB Espanha foi a responsável por este criativo anúncio, cujo objetivo era dar ênfase à velocidade do carro. 




O Youtube tem uma média de 800 milhões de visitas por mês, e estudos revelam que é mais eficiente publicitar no Youtube do que na TV,  e que 25% das pessoas que vêem um anúncio no Youtube ainda não o viram na TV. 

Fonte: Imagens de Marca


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Festival de cinema no Youtube

O "Your Film Festival" é um festival de cinema, em que os filmes podem ser vistos através do Youtube. No site do Festival pode-se consultar os 50 filmes e votar no preferido, os 10 mais votados vão ser exibidos no Festival de Veneza em Agosto.


O lema deste Festival é "Criado por ti, visto por todo o mundo", que neste caso se adequa muito bem, visto que o Youtube é um dos sites mais acedidos no mundo.
Este é mais um exemplo de uma maneira inovadora de utilizar o Youtube.

Por fim, a questão que se coloca é:
Será que a frase: "Vamos ao cinema?" vai ser alterada para: "Vamos ao Youtube?" ?

Podem ver os filmes aqui e ler a notícia na integra aqui

sexta-feira, 27 de abril de 2012

O tempo é de "Social Media"

 

Também consideras que são os "Social Media" os que assumem todo o tempo no presente?