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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Coca-Cola abre loja virtual no Brasil

Depois de muita especulação, a Coca-Cola lançou uma loja virtual, no Brasil. A marca criou um novo canal de vendas, não só, para atender, mas também, para entender os consumidores que adoram comprar pela internet e ter acesso a informação sobre os seus consumidores. 

A loja virtual permite a personalização dos produtos da marca, permitindo ,a customização das garrafas com textos de até 22 caracteres em duas linhas e, em breve, serão lançados outros tipos de personalização. Na loja virtual é possível também visualizar o produto pronto antes de confirmar a compra. Mesmo quem acede ao site pelo telemóvel pode ampliar a garrafa personalizada para ver em detalhe como é que esta vai ficar.


Mas afinal, porque é que alguém compraria Coca-Cola pela internet?

Na loja virtual a marca aposta em diversos sabores, como a Coca-Cola de Cherry e Vanilla, que geralmente não são encontrados com facilidade e quando são, geralmente são mais caros. No site, o valor é um pouco baixo e para alguns dos produtos os portes são grátis, para desta forma, dar aquele “empurrãozinho” no momento da decisão de compra.
Para além disso e tal como anteriormente referido, o site da marca tem uma ferramenta na qual o utilizador pode personalizar as embalagens, contudo, a personalização de garrafas tem limitação diária. A marca revela que as vendas estão a correr bastante bem e que, frequentemente, este produto fica esgotado.
O site está disponível numa versão inicial, com pouca divulgação, e apenas com entregas e para a cidade de São Paulo.

Num mercado que exige cada vez mais inovação e c um produto cada vez mais personalizável, a coca-cola revela, não só, estar atenta aos novos padrões de consumo, como também, percebe que estes representam novas possibilidades de negócio para a marca e que a loja virtual é uma ótima forma de obter informação detalhada sobre os seus consumidores. 

Links:
https://www.datamark.com.br/noticias/2017/4/coca-cola-lanca-e-commerce-com-customizacao-227998/
https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/37133/coca-cola-abre-e-commerce-com-entrega-inicialmente-em-sao-paulo.html

terça-feira, 26 de maio de 2015

Também ficaram a bocejar?

Uma famosa Universidade situada em Nova Iorque realizou um estudo que indica que, em média, 70% das pessoas boceja quando vê alguém a bocejar. Vamos ver se o estudo se comprova...



A marca brasileira de café "Pelé" decidiu fazer uma experiência com os consumidores; colocou um MUPI interativo, numa estação de metro bastante movimentada em São Paulo, em que iam aparecendo pessoas a bocejar, o que tinha o intuito que quem passasse também bocejasse e despertasse a sua atenção. Foi ainda colocado um sensor de movimento, que conforme iam passando mais pessoas, mais apareciam pessoas a bocejar no MUPI. A verdade é que grande parte das pessoas que passaram não ficaram indiferentes a esta experiência e começaram mesmo a bocejar. 

Passando alguns minutos, surge então um anúncio que identifica a marca e a seguinte frase: "Também bocejou? É hora do café!" e aí apareceram várias colaboradoras com tabuleiros repletos de copos de café, sendo esta a solução para pararem de bocejar.

Assim, a marca utilizou, não só uma plataforma digital para fazer publicidade ao seu café, como também contou com a participação de colaboradoras, com vista a promover a interação com o cliente e ainda, dar a experimentar o seu produto, podendo de imediato ter acesso à opinião dos próprios.  



sexta-feira, 7 de junho de 2013

O "Gargalhômetro" da Kibon

A empresa Kibon adotou um posicionamento muito semelhante ao da Coca-Cola e entrou na onda chamada “Felicidade“.
Na cidade de Pirenópolis/GO - Brasil, foi instalado  Gargalhômetro no meio da rua. Atenção para um detalhe especial: o nome da, Rua da Felicidade — onde as pessoas que tinham as melhores gargalhadas onde quem gargalhasse mais alto e com mais vontade ganharia muita diversão, balões, palhaços e muito sorvete.

Na minha opinião...ficou muuuuuuuuito parecido com a campanha da Coca-Cola. Faltou originalidade aí.

domingo, 7 de abril de 2013

Campanha novo Classe A Mercedes Benz no Brasil

Honestamente, essa campanha não me parece fazer o mínimo sentido…E digo sentido no quesito fundamental do marketing que é o de entender necessidades e desejos do público-alvo. Uma campanha antes de ser ousada, criativa, inovadora deve cumprir com seu objetivo final: Dar visibilidade a marca e comunicar o seu valor!
A mais nova campanha para o lançamento do Classe A da Mercedes Benz no Brasil utilizando a musica “aaaa Lelek lek, lek” é no mínimo um tiro no pé às regras dos bons costumes do marketing. O Funk está em alta, vemos cada vez mais a força das comunidades e da expressão da música popular brasileira (a verdadeira musica popular!!)…O problema não é a música nem o funk…O problema é o contexto…A ideia inovadora, ousada e que deveria chocar não agrada…Por um simples e claro quesito: Ela não engaja o público alvo!
Numa busca rápida nas redes sociais como Youtube, Facebook e Twitter é possível encontrar os seguintes comentários:
“Irritante, ridículo”
“Esta propaganda é verdadeira ou algum tipo de pegadinha?
“ALGUÉM DO MARKETING TEM QUE SER DEMITIDO JÁ!”
“Como perder clientes de classe em 3,2,1…”
“A Revolução dos Estagiários”

Após 5 horas de lançamento do “viral” a Mercedes Benz do Brasil emitiu a seguinte nota oficial:
“Olá pessoal! Obrigado pelos comentários e sugestões!
O vídeo viral criado para o novo Classe A com a música “Lelek lek lek” teve por objetivo desenvolver uma ação de alto impacto para a chegada desse veículo tão esperado no Brasil, de forma inovadora e aproveitando um dos estilos musicais que mais crescem no país. Mas ele não resume a ação de lançamento em si!
Em breve, vocês poderão acompanhar a campanha completa de divulgação do novo Classe A em nossos canais oficiais. Aguardem!”

É muito provável que a agência tenha pensado em ousar e principalmente nos prêmios que poderia ter ganho com tanta inovação…Já que o objetivo da propaganda é a abordagem AIDA (despertar a Atenção, gerar Interesse, gerar Desejo e conduzir a Ação) é importante lembrar que uma campanha deveria ser feita para o público-alvo do carro ou da marca!
O pior não é a criação…A Agência é paga para criar, inovar…mas alguém precisa aprovar a peça para colocar no ar…