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sexta-feira, 23 de março de 2018

Coca-Cola - Até onde vai a rivalidade?

Dias antes de um jogo entre Benfica x Sporting, a Coca-Cola decidiu por à prova a honestidade dos portugueses, num período de crise e muita austeridade que se fazia sentir em Portugal.

No Estádio da Luz, na loja do Benfica, foi deixada uma carteira no chão com um cartão de sócio do Sporting e um bilhete para o clássico. O objetivo era saber se as pessoas iriam devolver a carteira ou ficar com ela.
Cerca de 95% das pessoas devolveram a carteira, atitude que foi filmada por várias câmaras ocultas.

Para recompensar a honestidade daqueles que não se deixaram cair na tentação, a Coca-Cola ofereceu um bilhete para o jogo.
No sábado, antes do apito inicial, o vídeo foi exibido nos telões gigantes do estádio da Luz, perante os aplausos de mais de 60 mil pessoas.

Numa altura em que os portugueses se preparavam para enfrentar inúmeras medidas de austeridade, a Coca-Cola quis divulgar uma mensagem diferente: “Há razões para acreditar num mundo melhor.”
O patrocínio da Coca-Cola ao SL Benfica, obteve mais de 1 milhão de visualizações em todo o mundo e milhares de partilhas online.
O objetivo foi envolver os consumidores com a marca através da história e emoção que criou nas pessoas ao verem o anúncio.
A estratégia, diz Filipe Bonina, diretor de marketing da Coca-Cola Portugal, assenta na crença de que mais do que forçar as pessoas a ver publicidade na televisão, o importante é conseguir o seu envolvimento. “O conteúdo voltou a ganhar relevância, não só pelo produto que comunica, mas pela história que lá está.” Para isso, continua, “a história tem de ser interessante, para levar as pessoas a partilhá-la”.
De facto, a ideia da Coca-Cola, foi chegar ao coração e não ir direto à carteira. Só assim as pessoas escolhem as marcas, com as quais mais se relacionam e que, consideram que melhor as entende.

domingo, 4 de março de 2018

Micro-Momento e a Nova Forma de Entender os Hábitos de Consumo

É comum ouvirmos que a internet afetou a forma como o consumidor busca informações e toma uma decisão durante um processo de compra. Com muito mais acesso ao conhecimento, ele literalmente saiu da posição de apenas receber informação para buscar e compartilhar suas experiências.
Mas quando o mercado já estava se acostumando com essa forma de pensar, tivemos outra grande mudança, a massificação dos smartphones e do acesso a internet móvel. Um novo dispositivo de navegação que mudou bastante os hábitos de consumo.
Com acesso a internet a partir da palma da sua mão, a busca pela informação pode ser feita em qualquer hora ou lugar. De acordo com as pesquisas do Google, 94% dos usuários de smartphones procuram por informações em seus aparelhos enquanto estão em meio a outras tarefas.

Através dessa nova forma de navegação as empresas passaram a perceber um novo comportamento de busca por informação e do processo de decisão de compra que existe a partir da necessidade do consumidor em um determinado momento. Esse conceito é chamado de micro-momentos que, segundo o Google, são minúsculos momentos de intenção de tomada de decisão e formação de preferências que ocorrem durante a jornada de compra do consumidor.


O novo desafio das empresas é conseguir impactar os seus consumidores em seus respectivos micro-momentos, que são quando eles estão em busca de uma solução, procurando uma informação nova ou chegado até a decisão de compra, pois é nesse momento onde há um engajamento maior do consumidor com a empresa, uma vez que ele acredita que aquela empresa ou pessoa pode resolver o problema dele naquele momento.

O Google considera esse micro-momentos como: "Momento eu quero saber", "Momento eu quero ir", "Momento eu quero fazer" e o "Momento eu quero comprar.


O que todos esses momentos têm em comum?
Em todos esses eles, o consumidor busca por uma solução, através da informação e de possíveis formas de resolver aquele problema. Nessa fase, concorrentes diretos e indiretos são cogitados por esse consumidor.
O desafio dos profissionais de marketing e comunicação é entender e entregar a solução dos seus consumidores de acordo com a sua necessidade.

É importante citar três pontos que fazem toda a diferença na hora de atender a "dor" do seu consumidor.
  • Compreenda qual é o micro-momento do seu target, e crie conteúdo para ajudá-lo a resolver essa situação. 
  • Entenda a importância de uma boa experiência no mobile. Se o seu consumidor não conseguir acessar a sua informação, porque o seu site não está preparado para a navegação via smartphone, você terá grandes problemas. 
  • Não se esqueça que, hoje, os consumidores são multitelas, por isso é necessário criar uma experiência de navegação que possa ser feita através de diversos canais e dispositivos. 

Fontes:
https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/marketing-resources/micro-momentos/how-micromoments-are-changing-rules/
https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/tendencias-de-consumo/micro-momentos-hoje-e-para-ja/
https://storage.googleapis.com/think/intl/ALL_br/docs/4-novos-momentos-profissional-marketing-deve-saber_infographics.pdf
https://www.thinkwithgoogle.com/marketing-resources/micro-moments/micro-moments-understand-new-consumer-behavior/

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Coca-Cola abre loja virtual no Brasil

Depois de muita especulação, a Coca-Cola lançou uma loja virtual, no Brasil. A marca criou um novo canal de vendas, não só, para atender, mas também, para entender os consumidores que adoram comprar pela internet e ter acesso a informação sobre os seus consumidores. 

A loja virtual permite a personalização dos produtos da marca, permitindo ,a customização das garrafas com textos de até 22 caracteres em duas linhas e, em breve, serão lançados outros tipos de personalização. Na loja virtual é possível também visualizar o produto pronto antes de confirmar a compra. Mesmo quem acede ao site pelo telemóvel pode ampliar a garrafa personalizada para ver em detalhe como é que esta vai ficar.


Mas afinal, porque é que alguém compraria Coca-Cola pela internet?

Na loja virtual a marca aposta em diversos sabores, como a Coca-Cola de Cherry e Vanilla, que geralmente não são encontrados com facilidade e quando são, geralmente são mais caros. No site, o valor é um pouco baixo e para alguns dos produtos os portes são grátis, para desta forma, dar aquele “empurrãozinho” no momento da decisão de compra.
Para além disso e tal como anteriormente referido, o site da marca tem uma ferramenta na qual o utilizador pode personalizar as embalagens, contudo, a personalização de garrafas tem limitação diária. A marca revela que as vendas estão a correr bastante bem e que, frequentemente, este produto fica esgotado.
O site está disponível numa versão inicial, com pouca divulgação, e apenas com entregas e para a cidade de São Paulo.

Num mercado que exige cada vez mais inovação e c um produto cada vez mais personalizável, a coca-cola revela, não só, estar atenta aos novos padrões de consumo, como também, percebe que estes representam novas possibilidades de negócio para a marca e que a loja virtual é uma ótima forma de obter informação detalhada sobre os seus consumidores. 

Links:
https://www.datamark.com.br/noticias/2017/4/coca-cola-lanca-e-commerce-com-customizacao-227998/
https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/37133/coca-cola-abre-e-commerce-com-entrega-inicialmente-em-sao-paulo.html

segunda-feira, 20 de abril de 2015

The Unique Connection - uma nova campanha que toca o coração dos consumidores

O dia da Mãe está próximo e, como tal, surgem inúmeras campanhas para assinalar este dia.
A marca dinamarquesa de joias Pandora lança uma campanha que toca o coração dos consumidores ao colocar crianças vendadas que, apenas com o toque, o cheiro, com abraços são capazes de reconhecer a sua mãe!
Entre um abraço e um toque, dão a conhecer as suas pulseiras, anéis, brincos que são as escolhas de cada mãe.
A marca transmite a ideia clara e que entra em destaque neste vídeo de que cada mãe é única e, por isso, merece um presente tão único como ela...
Evidencia também a ligação única entre mães e filhos. A mensagem é forte e envolta de muita emoção!


Vejam o video  em https://youtu.be/DRoqk_z2Lgg que já registou mais de um milhão e 200 mil espetadores!
Conseguirá a marca cativar os seus clientes e vender mais produtos?

domingo, 19 de abril de 2015

Em dia de pré-venda do Apple Watch houve mais jornalistas do que clientes nas lojas

A Apple iniciou sexta-feira, dia 10 de Abril, a pré-venda dos novos relógios, aceitando a partir desta data ordens de compra. Apenas a partir de 24 Abril é que os consumidores irão recebê-los.
Mas nas lojas havia mais jornalistas e empregados do que clientes!
Porquê? Claro que um produto da Apple não seria um fracasso...

 A marca optou por uma mudança de estratégia de retalho, já falada nas nossas aulas, que dispensa as longas filas a cada novo lançamento! Os consumidores foram incentivados a fazerem as suas reservas online.


Resultado?

No primeiro dia em que os modelos do Apple Watch ficaram disponíveis para encomenda online foram feitas 957 mil encomendas nos EUA . Segundo os dados da Slice Intelligence, o Apple Watch Sport foi o mais procurado e o preço médio por dispositivo rondou os 500 dólares.
A estratégia resultou da melhor forma com um elevado número de encomendas online. Tanto a marca como os consumidores mostraram a sua satisfação por esta mudança. As longas filas de espera que poderia causar curiosidade e atrair mais consumidores às lojas deixou de ser o mais importante para a Apple. O importante mesmo, segundo a marca, é terminar com a frustração e garantir uma nova experiência na compra. Como afirma um dos chefes de departamento da empresa, Angela Ahrendts:


“Os dias de espera na fila e de dedos cruzados torcendo por um produto acabaram para os nossos clientes”
No Reino Unido as encomendas nas lojas físicas não estão disponíveis e nos Estados Unidos apenas depois de hora marcada...
Em Portugal aguardamos ainda pela data de lançamento!

sábado, 11 de abril de 2015

Quando as marcas entram no guião da história

A telenovela portuguesa mais vista de sempre, só no mês de março contou com mais de 1 milhão e 500 mil telespetadores, despertou a atenção de várias marcas que quiseram fazer parte da história.

Brand Entertainment é o termo que faz cada vez mais sentido usar no contexto da fição nacional.

No caso da marca Compal, a fição mistura-se com a realidade já que o Compal Alperce do pomar da Ribeira de Baixo é lançado num dos episódios e chega também à mesa dos portugueses. Uma edição limitada e um lançamento inédito.
 
Novo desafio para as marcas? Nova relação das marcas com os meios?
 
Como falamos nas aulas, temos mais um exemplo em que o consumidor é "empurrado", não solicita, mas é "obrigado" a participar na transmissão desta experiência; mais um meio "push" proporcionado por atores, alguns bem admirados pelos consumidores, que o levam a adquirir o produto...

http://imagensdemarca.sapo.pt/atualidade/mar-salgado-quando-as-marcas-entram-no-guiao-da-novela/
 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Why that video went viral?

Partilho convosco uma notícia publicada ontem (versão online de 21-05-2014) no The York Times, que evidencia, entre outros aspetos, a importância da cooperação em rede, desta vez, com a investigação psicológica ao serviço, também, do (Web)Marketing! J
 “Why that video went viral?” procura abordar, numa perspetiva claramente científica, as motivações de cada um de nós por detrás da partilha social de determinado conteúdo. O que nos leva a partilhar determinado vídeo, imagem ou texto na nossa página pessoal?


4 exemplos de vídeos virais: (em cima, esq. para a dir.) estranhos beijando-se, a mulher a despedir-se do emprego; (em baixo, esq. para a dir.) o bebé comovido por ouvir a mãe a cantar e o "mega" pedido de casamento 
A notícia refere que os cientistas estão apenas no início de uma investigação que pretende estudar a conversão de um link num sucesso viral. As implicações do estudo para os media e para os negócios de marketing e publicidade são inegáveis, sobretudo porque mais do que adotar uma estratégia multicanal, o profissional de marketing deve conhecer e aprender continuamente sobre o comportamento, as motivações e as preferências do cliente. Nos entretantos já chegaram a algumas conclusões:
   a)      as pessoas demonstram uma clara preferência por vídeos que veiculam emoções (quanto mais intensas, mais provavelmente o vídeo será partilhado);
   b)      mesmo os vídeos mais tristes devem ter uma mensagem positiva, em jeito de redenção, por detrás;
   c) as pessoas movem-se geralmente pelo ego e querem passar uma certa imagem delas próprias, com certos conteúdos, links ou artigos a serem partilhados de modo menos espontâneo: partilhamos aquilo que consideramos importante para a manutenção de uma certa reputação on-line…


E mais não digo. Se quiserem, espreitem o artigo em:




 A propósito, e vocês? O que partilham e por que razões o fazem?