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quinta-feira, 31 de maio de 2018

Nem e-commerce nem centros comerciais: millennials portugueses preferem o comércio local

O artigo chama a atenção para o interesse demonstrado pelas lojas de rua, onde se pratica um comércio de proximidade.
Assim, os jovens entre os 18 e os 35 anos, os millennials que impulsionam o e-commerce, declaram que gostam de fazer compras nas lojas de proximidade.

Segundo a informação disponibilizada, 70% dos millennials europeus gostam de fazer compras neste tipo de lojas. Os escandinavos são os que demonstraram maior interesse neste comércio.
Se considerarmos o mercado atual onde se pode adquirir a mesma marca e o mesmo produto em qualquer parte do mundo, esta população adulta jovem procura muitas vezes produtos diferentes, originais, daí o gosto pelo comércio local.
Os outros tipos de comércio que recebem opiniões favoráveis, são as grandes superfícies especializadas que incorporam venda, bricolage e decoração. Neste caso, os inquiridos portugueses que preferem este comércio, 61 %, encontram-se um pouco abaixo da média europeia, que ronda os 70%.

Para aceder ao artigo, clicar aqui

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Aposta na internet para o crescimento do negócio

Mais um negócio em que a internet, sendo global, interativa, descentralizada, alavancou o crescimento de uma empresa. O Rei das Alianças, implementada no mercado com duas lojas físicas desde 1992 em São Paulo, criou a sua loja online em 2000 e, no primeiro ano, teve um crescimento de 40% no primeiro ano.

Hoje em dia, mesmo com o negócio das alianças a decrescer, a empresa continua a ter um crescimento no canal online na ordem dos 15%. Um exemplo de click and mortar, em que o retalhista desenvolve atividades no negócio electrónico e em simultâneo numa forma física. O site foi um dos canais de comunicação optados pela empresa para melhor divulgar e captar os seus clientes, e ser um meio facilitador, na medida em que os clientes podem escolher o produto pretendido, características e preços, para além de poderem sugerir ideias para que as suas peças sejam produzidas (cliente participativo), sem saírem da sua zona de conforto. Desta forma, a empresa aproveita para atrair os clientes às lojas, convertendo-os.

http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/05/loja-de-aliancas-aposta-em-seo-e-midias-sociais-para-vender-mais.html