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domingo, 24 de maio de 2015

Light Phone - Your phone away from phone!

Joe Hollier e Kaiwei Tang, ambos designers, criaram o conceito de "Light Phone". Este traduz-se num telemóvel que se caracteriza pela sua falta de complexidade face aos dispositivos atuais. Como tal, de acordo com os autores, é adequado para um público-alvo que valorize o facto de estar “offline”. Por este motivo, esta ideia contraria o que temos vindo a estudar, nomeadamente o facto de estarmos numa geração que quer estar sempre conectada e informada. 
No entanto, para a sua implementação, necessitam de angariar fundos para o conseguirem comercializar. Deste modo, recorreram ao crowdfunding através da plataforma Kickstarter para desenvolver este projeto. Com isto,  verifica-se o fenómeno de desintermediação uma vez que há contacto direto entre os potenciais compradores e os vendededores.
De acordo com Joe, esta ideia surge como uma "ferramenta onde as pessoas possam encontrar o equilíbrio com a simplicidade". Desta forma, o consumidor só paga aquilo que quer consumir.
Algumas das suas características consistem em deter um tamanho equivalente ao de um cartão de crédito; não possuir qualquer ligação à internet e a bateria ter a duração de (aproximadamente) 20 dias. Por conseguinte, apenas tem a funcionalidade de fazer e receber chamadas.

 

Além disto, possui ainda dois extras, nomeadamente relógio e lanterna. Estes, como seria de esperar, funcionam estando o telemóvel offline.
Ora, este telemóvel é mais do que um simples aparelho para comunicar pois além de ter o seu próprio número, permite instalar a sua aplicação no smartphone de forma a servir de atendedor de chamadas. Ou seja, sendo efetuada uma chamada, esta será redirecionada para si. Consequentemente, isto eventualmente será visto como uma vantagem já que os potenciais clientes podem utilizar o seu telemóvel para aceder a conteúdos e ao mesmo tempo recorrer a este para comunicar. Portanto, é dada aos consumidores a possibilidade de estar on e offline.
Relativamente à sua comercialização, prevê-se que lhe esteja associada um custo de 90€, o que para muitos está a ser encarado como uma desvantagem na medida que o mercado tem disponível produtos com uma funcionalidade semelhante a um preço inferior. 

Visto que necessitam de fundos, foi lançada uma campanha no dia 13 de maio onde tencionam arrecadar cerca de 180 mil euros até ao dia 27 de junho (data em que termina a campanha). Como tal, no próximo ano já deverá ser possível comercializa-lo.
Segundo a KickStarter, a campanha resultou até agora em cerca de 125 mil euros, o que significa que é bastante provável que venha a ser um produto bem-sucedido.

Como já vimos nas aulas, a ideia destas plataformas consiste em descrever a ideia no site, definir um limite financeiro e um limite temporal. Logo, as pessoas interessadas em participar, isto é, que queiram apoiar o projeto, podem contribuir estando sujeitas a uma doação mínima de 1€. E, quem quiser obter um retorno pelo seu contributo, pode adquirir o produto no qual terá que despender os 90€.

Assim, um dos motivos para a criação deste produto foi a disponibilização de um produto como uma alternativa aos smartphones com o intuito de evitar "distrações" com as funcionalidades destes, como por exemplo, o acesso a redes sociais.
Porém, temos visto que o consumidor atual valoriza muito os dispositivos móveis devido a fatores como fácil acessibilidade, comodidade e a necessidade de estar quase sempre online.

Logo, será que os consumidores não se importarão de utilizar dois telemóveis? Ou será que preferem apenas um e que abranja todas as utilidades já referidas?

sábado, 7 de março de 2015

Do Multicanal para o Omnicanal – Uma Estratégia Desafiadora

Hoje o grande desafio dos Marketers é a evolução do multicanal para o omnicanal. Já não basta às empresas estarem presentes no multicanal, ou seja, em todos os canais, nos quais o consumidor está ou pode estar. O desafio da estratégia omnicanal vai mais longe, é muito mais complexo.

No omnicanal as empresas devem proporcionar aos clientes experiências de compra em tudo semelhantes, qualquer que seja o canal escolhido. Na loja física, na loja online, no computador pessoal, no telemóvel, numa app, é suposto e pretendido que o cliente consiga desfrutar de uma experiência idêntica, deve conseguir mudar de canal entre compras, dentro do mesmo processo, mantendo tudo o que é para si relevante.
 O desafio colocado ao Marketing é muito grande quando as empresas pretendem estar presente no offline e no online. O cliente conhece o produto na Internet e compra na loja física, ou vice-versa.

As lojas físicas devem evoluir, aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pelas tecnologias móveis, não podem ser apenas um lugar para a compra. Sofisticação é palavra-chave, proporcionadora de uma experiência diferente ao consumidor. A loja física deve evoluir para um novo modelo, mais personalizado, verdadeiro ponto de encontro da compra online e offline.

A tecnologia continua a ajudar, surgem novas formas de comunicação diferentes e facilitadoras deste contato. Vejam até onde podemos ir:
Aqui podem conhecer mais sobre este projeto de crowdsourcing: http://cicret.com/wordpress/

Na vossa opinião o desafio do omnicanal é uma janela de oportunidade para as empresas melhorarem a qualidade do seu serviço?

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Lançamento do novo cacau quente com final imprevisto

Acabei de visualizar o vídeo que a seguir estará disponível. Foi uma iniciativa da organização Inspirit, que decorreu no Centro Comercial Oeiras Parque, e há quem denomine esta iniciativa de marketing social.
O objetivo era que alguns consumidores, escolhidos aleatoriamente, provassem o novo cacau quente e dessem a sua opinião. Como uma simples e comum prova de bebidas novas que decorrem em supermercados, hipermercados, na rua, ou noutro local.

O resultado desta "prova" foi o seguinte:


O objetivo deste tipo de marketing é o de "atenuar ou eliminar os problemas sociais, as carências da sociedade relacionadas principalmente às questões de higiene e saúde pública, de trabalho, educação, habitação, transportes e nutrição". Antes de ter lido a notícia, achei que seria mais um simples e abusivo contacto com os consumidores.
Mas, para quem viu o vídeo (como eu), a definição faz todo o sentido.

E agora com as questões ultimamente referidas em Web Marketing, na complementaridade do offline com o online, com vista a melhores resultados, achei que esse era um segundo motivo para vos partilhar.

O que vocês acham desta campanha?