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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Hambúrgueres em vine!

Para celebrar os seus 60 anos, a famosa marca de fast-food McDonald’s lançou uma nova campanha um tanto ou quanto sui generis.

Com uma imagem minimalista, os chamados “Vines” são pequenos vídeos de seis segundos cada sobre os seus produtos mais mediáticos: Big Mac, Sundae, Batatas Fritas e o Cheeseburger.

A campanha pretende recorrer a uma “linguagem simples e universal, sem branding associado que pretende reforçar o elo de ligação dos fãs à marca. Esta campanha foi pensada para todos os consumidores da McDonald’s mas a marca admitiu que existe um enfoque especial nos Millennials.


A “gigante dos hambúrgueres” com o lema “I’m lovin’ cada segundo” pretende assim aproximar-se ainda mais dos seus fãs e, quem sabe, captar novos clientes (se é que ainda é possível).

Vejam todos os "vines"AQUI!

Qual o vosso “vine” preferido? Acham uma boa ideia? O que acham desta nova imagem?


Na minha opinião, considero que esta imagem foge bastante à imagem apresentada pela marca nos últimos tempos, embora goste bastante dos “vines”. Contudo, talvez seja apenas uma questão de hábito e daqui a uns dias estarei a adorar a campanha. Quanto ao meu “vine” preferido talvez seja o da Cantoria.

sábado, 15 de março de 2014

Publicidade em vídeo no Facebook

Alguns concerteza gostarão outros nem por isso, mas brevemente o Facebook terá publicidade em vídeo nos murais, tal como anunciado no blog da rede social. 


Os vídeos serão de 15 segundos e o utilizador poderá escolher se pretende ou não visualizá-los. Segundo o Facebook, os vídeos aparecerão na parte de cima do mural e se o utilizador passar o rato sobre o anúncio, o vídeo irá ocupar todo o ecrã. Por defeito, os anúncios não terão som, podendo o utilizador ativar o mesmo caso se interesse pelo que está a visualizar.

Para já só algumas empresas e utilizadores é que terão acesso à divulgação e visualização destes vídeos.
Os vídeos serão semelhantes aos que são exibidos em televisão e serão medidos da mesma forma em termos de audiências.

O Facebook, com a introdução deste tipo de publicidade, pretende aumentar as suas receitas mas de uma forma controlada. Apenas serão colocados vídeos que possam atrair os utilizadores, que sejam capazes de captar a sua atenção.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Publiextreme!!!!

Que acham deste tipo de anúncios? Que tipo de publico alvo tentam atingir? Será que o final do anuncio, não marca uma viragem em relação ao tipo de publico alvo?

http://youtu.be/Mmh-ew1swD4

segunda-feira, 11 de março de 2013

Gangnam Style e o poder do Marketing Viral

Todos conhecem o famoso Gangnam Style mas, mais do que conhecer a música ou até mesmo a coreografia, o interessante é perceber a máquina de marketing por detrás de todo o sucesso, e que permitiu ao seu autor Psy algo nunca antes alcançado, de forma viral e sem precedentes. 

O vídeo original no Youtube tem já 1.339.555.702 visualizações (número quase impossível de ler!) e continua dia após dia a crescer, tendo já ultrapassado outros sucessos e estando já no livro Guiness como o vídeo mais visto de sempre! (isto sem contar com as inúmeras adaptações e remakes). 

Mas a que se deve todo este sucesso? Para começar, a canção não tinha intencionalmente direitos de autor para que as pessoas fossem encorajadasa criar as suas próprias imitações online. Outra táctica adoptada foi o uso das redes sociais tendo sido utilizada a técnica de "crowdsourcing" para coreografar a agora famosa "dança do cavalo invisível". O autor Psy pediu e compilou sugestões de toda a comunidade de dança coreana para criar aqueles movimentos que agpra são populares.
Embora Psy seja geralmente incluído na categoria K-Pop (abreviatura para música pop coreana), ele encaixa-se com muita dificuldade no molde de outros artistas desse género. Na realidade, o seu aspeto e atitudesão muito mais proximos dos das pessoas comuns. 

Para além de tudo isto, o Gangnam Style goza com a \asd forma como o homem comum fantasia com um estilo de vida que busca a gratificação instantânea, simbollizada pela zona luxuosa de Seoul conhecida como Gangnam. O tema anti-materialismo no momento de uma recessão global ajudou a amapliar o apelo da canção.

Por tudo isto será certo retirarmos algumas lições que podem ser aprendidas com o Psy:

Torne o seu produto ou marca mais personalizável.
O facto de não haver direitos de autor e a palavra "Style" do título da canção tiveram um papel importante em permitir que as pessoas adotassem, estilizassem à sua maneira e depois difundissem a música facilmente. Da mesma forma, os produtos e marcas precisam de descobrir os seus próprios elementos que possam ser igualmente personalizáveis.

Seja aberto, mas de uma forma controlada.
A estratégia de "crowdsourcing" de Psy foi limitada apenas à comunidade de dança. Confinar a fonte de ideias a uma base com verdadeiros conhecimentos na área permtiu que Psy aumentasse a criatividade, mas se certificasse ao mesmo tempo que não se perdia tempo a filtrar ideias impraticáveis.

Encontre um denominador emocional invulgarmente comum que várias culturas se identifiquem.
Psy afirmou que fez o vídeo de "Gangnam Style" apenas para o seu país. Mesmo asssim, tanto o vídeo como Psy disfrutam agora de ppulariddae universal apesar de contrariar a convenção em termos de idioma e do aspecto de um ídolo pop global. Na realidade, o apelo transcendente de Psy é que ele é um ídolo anti-pop que se sente muito confortável na sua pele. As arcas enfrentam um desafio quando entram em mercados globais que estão muitas vezes muito saturados por marcas já estabelecidas. à medida que os meracdos emergentes globais se tornam mais conhecedores e procuram uma maior autenticidade nas suas marcas, uma estratégia de posicionamento como a de Psy é o que as empresas, especialmente as que chegam em último, devem considerar: precisam de ser iconoclastas, divertidas e, acima de tudo, sinceras.

Em última análise, "Gangnam Style" pode vir a ser apenas um prodigío que não se repetirá, mas ao seguir as razões para o seu sucesso, as empresas podem tornar-se máquinas também geradoras de sucessos.

O vídeo original aqui

A versão portuguesa mais conhecida aqui