sábado, 26 de junho de 2010

Facebook pode chegar aos mil milhões de utilizadores


Mark Zuckerberg foi eleito personalidade de media do ano nos Cannes Lions e esteve ontem no festival rodeado de publicitários e marketeers para explicar o negócio em torno do Facebook. Os números impressionam. Só no último mês a rede social registou um acesso superior a 500 milhões de utilizadores mas, como referiu o fundador da rede social, poderá atingir os mil milhões de utilizadores.

E por onde poderá crescer a influência do Facebook? Zuckerberg mencionou que os jogos sociais estão a revolucionar a plataforma e são, em parte, responsáveis pelo seu crescimento. Apontou até para o exemplo da Apple com o iPhone ou iPad, onde a proliferação e venda de apps desta categoria é muito elevada. Zuckerberg identificou quatro países estratégicos onde o Facebook não é a rede social dominante: Japão, Rússia, China e Coreia do Sul mas deixou a nota que, segundo as estatísticas de utilização, dentro de seis meses a um ano essa realidade poderá ser diferente. Inquirido a propósito do último rumor sobre o Facebook – o serviço Locations que permite ao utilizador partilhar a sua localização – Zuckerberg referiu apenas que é algo em que estão a trabalhar mas que ainda não está no ponto pretendido para servir as necessidades das pessoas.


Porquê o prémio de personalidade do ano

A Media Person of the Year, ou prémio de personalidade de media do ano, presta tributo à personalidade que exibiu mais proeminência na indústria no ano que passou. Este prémio começou a ser atribuído no festival em 1999 em simultâneo com a abertura da categoria de media. Este prémio tem como objectivo destacar o papel dos responsáveis pela divulgação de media, cujas plataformas influenciam o futuro da industria da publicidade. Ao contrário do que acontece nas outras categorias de prémios, a pessoa galardoada é escolhida pelos organizadores do festival. O troféu foi entregue durante a cerimónia que também premiou as categorias de imprensa, design e cyber. Outros vencedores deste prémio incluem nomes sonantes como Steve Ballmer, Jean Claude Decaux e Silvio Berlusconi.


Fonte: Meios & Publicidade (24.06.10)

Dia Mundial das Redes Sociais


No dia 30 de Junho passará a comemorar-se como o "Dia Mundial das Redes Sociais". Este acontecimento foi criado este ano e promovido pelo blog de referência e autoridade para informação Web 2.0 e Redes Sociais “Mashable.com”.

Este ano, comemorar-se-á com um evento à escala mundial, com mais de 340 encontros agendados e espalhados por mais de 74 países. Cada cidade terá o seu núcleo organizador, com conteúdos específicos alinhados pelos seus participantes.

No caso de Portugal, na cidade do Porto, será assinalado nas instalações da Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC) e contará com intervenções de enorme valor sobre o fenómeno das redes sociais em Portugal.

Como não podia deixar de ser, terá uma cobertura em tempo real através da Internet, a partir das 18h30 no site ligado ao evento http://www.smdayportugal.com.

Oradores convidados:
- Pedro Torres —
www.fyi.ptSocial Media Developer
- Pedro Caramez –
www.linkedportugal.com Professor, Blogger & Linkedin Coach
- Prof. Doutor Luis Borges Gouveia –
http://lmbg.blogspot.com UFP Docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia
- António de Castro – www.webilidade.com Blogger & Social Media Manager
- Lourenço Brito e Faro –
www.clubiberico.ning.com Administrador da rede social Club Ibérico
- Convidado surpresa

Pena termos exame de WebMarketing!

De facto, não podia ter sido marcado numa data melhor :) Estão interligados!

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Querido Diário.................

Segunda-feira, o despertador de meu telemóvel avisa que preciso levantar. Acordo e envio logo um sms para o colega da Faculdade o qual prometi boléia para a biblioteca. Levanto, higiene pessoal, Tv ligada para saber as últimas notícias.

O Pequeno almoço é muito rápido, mas com o portátil ligado para ver os e-mails pessoais. Não dá tempo, pois a caixa está cheia……… deixo pra depois. Só um minuto.... tem um aviso no facebook daquela empresa de Lisboa que realiza eventos. Também não posso deixar de ler a mensagem daquela loja que vende televisões com ecrã de plasma que finalmente está num preço justo.

Meu amigo está online no facebook, tenho que informar da promoção, mas vejo que mandaram um código de compra que vale apenas para um produto....melhor ficar calado.

Bom, vou correr para não me atrasar. Entro no automóvel e ligo o GPS, ( ainda não sei andar bem pelo Porto ) fecharam o jardim do morro por causa dos festejos de São Jõao – ainda bem que meu fiel amigo GPS não me deixa na mão e rapidamente busca um caminho alternativo.

Logo ao chegar à faculdade, preciso verificar no portátil o programa de estudo, pois vai ter exame de webmarketing na próxima quarta e não sei nem qual é a sala, o que fazer? Ligar pro Paulo ou verificar no Sigarra....aghh, está muito lento hoje, carregar a página do sigarra está a demorar uma eternidade. Bom, o jeito é aguardar, pois o Paulo tem três telemóveis mas não atende nenhum. Se calhar está no silencioso e ele deve estar a ver as indicações de vídeos imperdíveis que eu mandei-lhe ontem por volta das 02h da noite antes que me desligassem o avatar.

Fogo, ainda não lí a última newslettler do Peppers and Rogers que é referência na minha área, só se fala nisso no Twitter.

No Orkut e Wi5 estão todos a elogiar o novo cd do Marcelo D2. Decidido! vou comprar online. Onde? Em que site? “O Google é o meu pastor e nada me faltará”. Apareceu na pesquisa um site com download free, mas vai levar uns 50 minutos. Mas também, sinceramente eu só vou querer a primeira e as duas últimas músicas. Nada mais que 7 minutos, assim, gravo no MP7 com vídeo e tudo.

Assim não dá, mais uma mensagem no iPhone com convite para participar do wi5. Esse eu ainda não criei perfil, acho que estou a ficar pra trás.

Já é hora do almoço, pizza do ligue pizza ou salada da casa vegetariana? Enfrentar novamente esse transito? Duvido. Enquanto espero, é melhor acessar o blogg do webmarketing, ainda falta um comentário e uma postagem. Bom, essa postagem fica pra amanhã, ainda preciso consultar o webmail do sigarra, o Basecamp do Seminário de Serviços e pesquisar preço de passagem para o Rio de Janeiro na netviagens, pois as férias estão a chegar e quando estiver nas praias do Rio de Janeiro juro que não levo o portátil......mas só um minutinho................................Acabou de chegar uma notícia que a prefeitura do Rio de Janeiro instalou em toda a orla da praia de Copacabana rede sem fio…….????????

quarta-feira, 23 de junho de 2010

WEB 2.0 versus WEB 3.0


Caros colegas,
enquanto estamos a estudar ou a preparar o estudo do web mkt podemos deparar-nos com noticias ou informações relevantes. aqui vos deixo esta entrevista publicada na Fortune.

"(Fortune Magazine) -- Financially speaking, Web 2.0 has been a total bust.

Social-networking companies such as MySpace and Facebook have loyal fan bases, but they're not exactly minting money. MySpace's projected $600 million revenue in 2008 falls far short of parent News Corp.'s (NWS, Fortune 500) billion-dollar sales target for the site. Messaging service Twitter has no business model. Video-sharing site YouTube was the only big sale; Google paid $1.65 billion for it two years ago but still hasn't figured out how to make much money off it.

Social media's champions hoped 2008 would be a watershed year for Web 2.0. (That's the term tech publisher Tim O'Reilly coined four years ago to describe a new wave of Internet innovation that let users publish and share content.) Instead, the past 12 months have been a disappointment. Almost no new game-changing companies have emerged since Twitter burst on the scene in 2007, and while it's true existing sites have changed the way we interact on the web, they've failed to deliver new ways to cash in the way their Web 1.0 predecessors, such as Amazon and Yahoo (YHOO, Fortune 500), did.

One reason is that the economic climate for today's web startups is a lot chillier than it was during the first dot-com frenzy. The door for initial public offerings has all but closed: Just six U.S. venture-backed companies went public last year, and none were web outfits. And potential acquirers - from Internet companies like Yahoo to traditional media conglomerates like CBS (CBS, Fortune 500) - have big problems of their own.

Not that being bought is a panacea for social-networking firms. Few of them have seized on a viable business model. Most rely on display advertising - a.k.a. banners - to make money. But marketers have cooled to display ads on the web, and they're especially skeptical of such advertising on social-networking sites.

Fact is, when you're looking at photos from last night's holiday party on Facebook, you're probably ignoring that teeth-whitening ad. And with all the user-generated content, these sites have so many page views that Web 2.0 companies can't command the same rates as, say, portals. Yahoo's news site, for example, can charge more than 30 times as much as Facebook for a banner ad.

Most industry watchers bet on Facebook to develop the silver bullet for advertising on these sites. In fall 2008 CEO Mark Zuckerberg debuted Beacon, first billed as a "social ad" strategy that would monitor and distribute information about a user's e-commerce preferences to his friends. Zuckerberg caught flak from the privacy police, and Beacon was significantly downplayed.

The site recently launched Facebook Connect, which lets users access other sites with their Facebook log-in. Web publishers are excited about it, but for now, the company still relies heavily on "traditional" slow-growing forms of web advertising. Revenues for 2008 are expected to be about $275 million this year, according to several sources, and it is still not profitable.

Accel Partners' Jim Breyer, the largest outside investor in Facebook, remains optimistic. "Thus far the home-run outcomes have not yet appeared, but I firmly believe we will see them over the next couple of years," he says, explaining he thinks these companies are still in their infancy. In fact, Accel just announced two new funds, totaling a billion dollars, dedicated to investing in early-stage social-media companies.

Indeed, the Facebooks and MySpaces of the world could still grow up to be economically powerful. Consider that Amazon (AMZN, Fortune 500) once was just an online bookstore, and that Google (GOOG, Fortune 500) started out simply as another search engine.

But today's Web 2.0 companies may find themselves transformed or even eclipsed by yet another wave of web innovators. New companies are cropping up to expand the utility of the web, creating location-based services and financial payment systems that can be bolted onto existing sites. Often bootstrapped, they are frequently profitable and may get acquired quickly. Even in today's tough environment, these upstarts are the ones raising money and trying to score a life- or business-altering hit. Welcome to Web 3."

terça-feira, 22 de junho de 2010

Consumidor avatar - a morte da classe média

A actual crise alterou por completo as prioridades das pessoas. Os portugueses ora escolhem o low cost, ora o gourmet. O lema passou a ser viver o dia-a-dia em função dos rendimentos actuais, tentando-se ter "qualidade de vida".

Apareceu assim um novo consumidor, resultante da imposição de readaptação a uma nova realidade. Há quem o designe de consumidor avatar que traduz uma «erosão drástica da classe média», ditando a sua extinção.

O consumidor «tornou-se infiel às empresas, volátil, mais racional e complexo». É online, «sabe o que quer e não aquilo que lhe querem vender», é socialmente responsável e mais sensível às causas ambientais. Procura value for money». É ele quem dita as leis, de acordo com as palavreas do director de marketing do El Corte Inglés, durante a conferência «Consumidor Avatar», organizada pela Apodemo

Mas a realidade não ajuda. «Não vamos sair desta crise em menos de uma década. Perdemos capacidade de criar riqueza. E resolvemos o problema pela via do consumo artificial, do endividamento», alertou o economista Augusto Mateus.

São estas pessoas, a actual classe média, que pagam o preço mais alto. «A crise do Estado arrasta a classe média, o elemento chave no aperto do sistema fiscal. Ela morre por esta lógica do avatar».

Com a crise, alterou-se o paradigma. «Morreu a economia da oferta. Perderam-se activos com capacidade de gerar recursos». A pesar na balança está um Portugal envelhecido. Isso traz custos «muito significativos para a economia. É uma biografia que pesa».

Se antes existia a «miragem da utopia do pleno emprego», impõe-se agora a «miragem da utopia do emprego para todos».

Do low cost ao luxo é um passo.

Daí que a lógica do avatar se coadune com o tempo de agora. Os «ciclos de vida dos produtos e os processos são mais curtos». Há duas premissas: a «civilização do ser (riqueza para moldar a qualidade de vida) e civilização do ter (ter qualidade de vida pela riqueza que exibimos)».

No avatar funciona a lógica da forma pelo conteúdo, mas o contrário também acontece. «Há consumidores que conseguem gerir dois ou mais avatares; passam do low cost aos produtos de luxo facilmente, o que é absolutamente determinante para sair da crise».

Chega de «entornar dinheiro»

Criar riqueza não é produzir sem rumo. Augusto Mateus diz que ela nasce do conhecimento e da capacidade de diferenciação. «Produzir para pessoas que vivem em sociedade é uma coisa. Produzir para avatares que controlam pessoas é outra. O desafio é trabalhar em colaboração com o consumidor e reinventar a qualidade de vida».

Mas para isso os consumidores «não vão poder continuar a entornar dinheiro sobre as suas necessidades». Tal como o Estado. É preciso, garante, «empurrar a lógica de ciclos de vida e não a lógica de compras instantâneas». Hoje as pessoas escolhem por prioridades. A pergunta é: o que traz felicidade? «Não é escolher para onde vou de férias, mas se posso ir de férias ou não», exemplificou Rui Dias Alves, da Return on Ideas.

Mas, atenção, este é um consumidor «equipado»; «vai gerir os seus próprios equipamentos como as empresas». E é-o de forma «muito dinâmica, mais rápida e em mais coisas».

Só que levou um pontapé da crise e «deixou de ser consumista para ser poupado». Passou a jogar na defensiva. «Tem mais noção do preço, é informado, é segmentado com base no rendimento que possui. Tão depressa vai ao outlet e opta pelo low cost como escolhe o gourmet», reforçou Manuel de Paula.

Não há tempo: «acabaram-se as filas de espera


«O Second Life é um primórdio de realidades futuras». As pessoas vivem rodeadas de plataformas digitais, são tecnodependentes. E não vão na conversa das empresas. É preciso «envolver o consumidor com a marca através do diálogo».

Somos cada vez mais, um consumidor sem tempo. Procuramos o imediato. Pois bem, «acabaram-se as filas de espera». Mas ainda se espera pelo final da crise, que não se sabe quando será. Paralelamente vamos conseguindo fazer uma «convergência digital». Será que esta crise vai ser o trampolim para outra era?


Fonte: Agência Financeira, 22 de Junho de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

WHAT DOES IT MEAN, REALLY???????

YouTube - Did You Know?


Andei à procura de algo realmente surpreendente!

E acho que encontrei...! Também como eu vão ficar atónitos com a velocidade e com a forma como tudo está a mudar à nossa volta, sem que o percebamos de facto.

Afinal a questão da mudança é muito mais profunda e paradigmática do que alguma vez sonhamos.

E vai muito mais além do Facebbok e se irá acabar o e-mail. Provavelmente o mundo será radicalmente diferente, em bem menos tempo do que possamos imaginar.

Talvez ainda o possamos ver!!! E daqui a umas décadas talvez ainda nos lembremos das nossas aulas de Web Marketing e das conversas no nosso blogue.

Agora e para que não fiquem mais tempo em suspense. Clickem por favor. São 5 minutos de uma viagem totalmente inesperada, ao FUTURO, no momento PRESENTE.