quarta-feira, 30 de junho de 2010

The Body Shop

Eu já estou cansada (íssima) de escrever mas não consigo de deixar de partilhar este email que acabei de receber (o webmarketing está em todo o lado, persegue-nos... e meus amigos, agora nunca mais vamos conseguir olhar para estas coisas sem pensar nas nossas aulinhas!!).


Ora muito bem: marketing relacional; fidelização; meios online push; responsabilidade ambiental; responsabilidade social; atenção, preocupação e integração do consumidor; etc etc... e ainda relembrei e reforcei o meu sonho de um dia ter uma body shop inteira só para mim ---- PAIXÃO!!!

"Um abraço",
Sofia

Webmarketing cá da casa - a campanha para a AEFEP

O segundo exemplo que trago a esta área de discussão prende-se com um acontecimento recente da vida da nossa Faculdade: as eleições para a Associação de Estudantes, a AEFEP.

Pela primeira vez, todas as listas apostaram em lançar-se na internet, em particular nas redes sociais. Deixo aqui dois exemplos, ainda disponíveis em linha: a Lista V (que acabou por vencer com 63% dos votos), em www.votav.com, e a Lista X, em www.listaxfep.com.


Ambas as listas utilizaram o Facebook para reunir os seus apoiantes, apresentar os seus programas e a sua equipa, no seguimento daquilo que é a tendência actual das campanhas políticas em todo o mundo. Temos o exemplo paradigmático das últimas presidenciais dos EUA, mas em Webmarketing tivemos oportunidade de conhecer o caso de Júlia Paula Costa (então candidata e actual Presidente da CM Caminha), exemplarmente apresentado pelas nossas colegas.

A utilização das tecnologias de comunicação e das redes sociais serviu para trazer mais envolvimento e transparência à eleição. A Lista V, por exemplo, aproveitou a sua presença no Facebook para colocar fotografias dos alunos à volta do seu símbolo, o V, colocado no átrio da Faculdade. Desta maneira, todos podiam demonstrar o seu apoio à lista publicamente.

A título de curiosidade, é interessante apontar que a matemática eleitoral não correspondeu à matemática da rede: o número de amigos de cada lista não teve qualquer relação com o seu número de votos nas urnas. O indicador estava subavaliado no caso da Lista V e sobreavaliado para a Lista X.

Este é mais um exemplo de como as estratégias de Webmarketing se disseminaram pelos mais diferentes meios, e, mais que isso, que o Webmarketing não está só presente em grandes marcas e em grandes eventos, mas que, por outro lado, está muito próximo de nós. Nestes dois casos que pude expor, percebe-se como a comunidade da FEP abraçou o conceito com sucesso.

Webmarketing cá da casa - PHORMIGA.net

Já muito em cima da data-limite, e enquanto ainda decorre o nosso exame de Webmarketing (olá, época de recurso), aproveito para dar a minha contribuição para o nosso blog com dois exemplos caseiros, que servem para complementar exemplos mais internacionais que têm sido dados pelos restantes colegas.

O primeiro caso de que falo diz-me muito, porque é da minha autoria. Trata-se do PHORMIGA.net, um site de troca de apontamentos criado para fomentar o espírito de entreajuda dos Estudantes da FEP.

Criado em Março de 2006, o site começou por ser uma forma "tosca" de organizar materiais de estudo. Para mim, que não sou muito dado a ordenar papéis, era uma forma de me obrigar a ter os documentos organizados, e assim poder aceder aos apontamentos sempre que quisesse.

Ao longo do tempo, começaram a surgir contribuições espontâneas para o site, tanto de colegas individualmente, como das Comissões de Ano e outras estruturas. A pouco e pouco, o PHORMIGA foi crescendo até se tornar naquilo que é hoje, com uma extensão até na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

Actualmente, o site conta com 2.230 utilizadores registados, que geram entre 7 e 10 mil visitas mensais. Cobrindo hoje em dia 41 disciplinas da FEP, o PHORMIGA atingiu um novo recorde de utilização no primeiro semestre deste ano, com 1.396 alunos da Faculdade a utilizarem os seus apontamentos.

Parece-me um caso interessante de Webmarketing, uma vez que reúne algumas das características próprias deste sector:

1. Assenta num conceito e numa plataforma tecnológica, em rede e em linha.
2. O produto é, em boa medida, criado pelos seus utilizadores ("prosumerism").
3. A sua promoção baseia-se no passa-palavra e nas redes sociais, sendo portanto de custo zero.
4. Presta um serviço gratuito.

O nome PHORMIGA surge em "oposição" ao nome do servidor oficial da Universidade do Porto: o SIGARRA. Enquanto o PHORMIGA é da autoria dos alunos, o SIGARRA é da autoria dos professores (sem fugir à ironia da fábula "enquanto a cigarra canta, a formiga trabalha").

Em breve terá também apontamentos de mestrado, portanto pode ser que no próximo ano a nossa vida se torne mais fácil (:

Campanha da Samsung

Aqui vai um exemplo de uma campanha da Samsung usando técnicas de marketing viral e experimental. Um simples video de de apresentação de uma televisão torna-se num jogo.

AMAZING!!! Parfume.... Internet.....Marketing... what else???

SCENTED BANNER NATURA KAIAK from Black Mamba on Vimeo.

Olá a todos (as),
Pois é, aqui está mais uma nova experiência.
Espectacular, estamos sempre a ser surpreendidos.

Continuação de bons estudos e boa sorte ;-) !!!

Sete etapas para criar e cultivar uma Marca nas Social Media

Brian Solis, especialista em social media e autor do livro Engage!, definiu algumas questões para as empresas que anseiam entrar nas redes sociais:


1.Quem: defina a personalidade da marca e o que ela simboliza. A Social Media conecta pessoas com pessoas, e não com avatares. Dê vida à sua marca e seu negócio. Dê-lhe uma personalidade, voz e presença. Se a sua empresa fosse uma pessoa, como ela agiria, falaria, responderia?

2.O que: Ouça as conversas on-line e aprenda com elas. Avalie como a marca é percebida usando ferramentas de busca da web. Crie um benchmark que capte a percepção dos usuários e preste atenção para os sentimentos vinculados à sua marca e concorrentes. Tente o Google, Collecta.com, Google Blog Search e Analytic.ly para começar. Se você está trabalhando com um orçamento razoável, também considere o uso de serviços como Spiral16 ou Radian6.

3.Quando: Fique atento às oportunidades que surgirem. Cada ferramenta acima fornece sistemas de alerta para que você saiba o que está rolando nas Social Media. Monitore a web em tempo real para ver o nível de actividade que acontece todos os dias. Fique atento às conversas que representem oportunidades para uma acção positiva, bem como aquelas que contribuem para as impressões negativas.

4.Onde: Saiba onde sua presença é necessária. Twitter, Facebook, YouTube, Flickr e blogs, estão entre as redes sociais mais frequentemente usadas hoje. Utilize os serviços mencionados na etapa 2, você pode ter uma ideia exacta de onde os seus clientes estão interagindo online. Uma vez que você tiver essa informação, você pode montar um plano de acção para fazer parte das conversas, aprender a construir relacionamentos valiosos, e contribuir para a fidelização.

5.Como: Torne-se parte da comunidade. Preste muita atenção à forma como as pessoas interagem, a cultura e o comportamento que existe dentro de redes sociais que são importantes para você. Suas palavras e acções revelam oportunidades para um envolvimento com valor agregado. Monitore as respostas que se seguem cada vez que você participar. Elas vão oferecer um feedback que ensina como melhorar e quais são os próximos passos que você deve tomar.

6.Por que: Encontre as razões que justificam a sua participação. Preste atenção aos temas recorrentes, questões e insights, ou a falta deles. Se o fizer, encontre as razões para o envolvimento inicial, bem como as ideias que incentivem a criatividade e dão valor para o envolvimento.

7.Até que ponto: Identifique os indivíduos que podem ajudá-lo a contar a sua história. Muitas pessoas estão ganhando autoridade dentro das redes sociais e o que dizem influenciam aqueles que os rodeiam. Você pode identificá-los usando as mesmas ferramentas nas etapas 1 e 6.

Fonte