quinta-feira, 1 de março de 2012

MOVE-ME

Esta é imperdível, pode dar jeito a qualquer um de nós aqui no Porto!

A empresa OPT - Optimização e Planeamento de Transportes, lançou o MOVE-ME, um protótipo de uma aplicação para smartphones que permite às pessoas que usam os transportes públicos do Porto aceder a informação proveniente de diferentes operadores e planear rotas intermodais em tempo real, aproveitando vários meios de transporte.

A noticia é avançada pela COTEC, que refere que esta aplicação está a ser implementada no Porto e integra informação em tempo real da STCP e Metro do Porto bem como outras 13 operadores privadas associadas (como por exemplo, Joalto Douro, Transdev, entre outras).

O sistema MOVE-ME está disponível para ambiente Android e pode ser descarregado gratuitamente através do endereço http://www.move-me.mobi/.

Explorem o site, para quem tiver smartphone, e são cada vez mais as pessoas que o têm, e andar de transportes públicos, consegue planear rotas, horários, destinos...

Boa viagem...

I like to move it, move it...I like to move it, move it...


Jogo interativo para motivar os colaboradores

Ainda não é cá em Portugal, mas vale a pena olhar para os brasileiros!...

A empresa brasileira Nextel, criou um jogo interativo para dinamizar o ambiente de trabalho entre os colaboradores e, ao mesmo tempo, envolvê-los na concretização das metas da empresa para o ano que decorre.

Segundo a noticia, avançada pela Human Resources Portugal, "o jogo chama-se [Projecto 5] e os colaboradores são levados a descobrir pistas ao longo dos vários níveis. O jogo começa pelo recrutamento, seguem-se pistas, que exigem códigos espalhados nos escritórios e na comunicação interna e o objectivo final é tornarem-se especialistas Nextel".

Estão a imaginar? Um caça ao tesouro na vossa empresa?

A noticia acrescenta ainda que "Para a apresentação do programa, a empresa criou um ambiente com fumo e lasers na entrada do edificio. A participação dos colaboradores superou a expectativas..."

Querem melhor do que isto para motivar pessoas? Mais uma prova de como as tecnologias estão em alta...os colaboradores estão motivados e mais facilmente adquirem conhecimentos sobre a empresa, já que isto é feito de forma lúdica.
Já para não falar dos lasers...


Anunciantes portugueses investiram 1587 milhões de euros em comunicação


Olá Turma! Trago-vos excertos de um artigo que achei bastante interessante por traduzir, em números, a importância/grandeza dos investimentos em comunicação pelas empresas portuguesas. Chamo a atenção para o facto de as empresas de serviços liderarem os investimentos nas áreas de comunicação e Internet: 

"As 150 maiores empresas anunciantes em Portugal, que representam mais de 90 por cento do total de investimentos, investiram, no ano passado, um total de 1587 milhões de euros em comunicação, segundo revela a Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN).

O valor supra corresponde ao investimento real das marcas nas cinco principais componentes da comunicação: a compra de espaço em meios (ATL); o investimento na área do digital (que inclui o display, SEO/SEM, social media e mobile); o investimento das marcas em patrocínios, eventos e mecenato; o investimento em ponto de venda (BTL) e ativação das marcas; e ainda os valores de investimento em relações públicas.

Das cinco áreas, a que conta com maior investimento é a compra de espaços em meios (60,5 por cento), seguida do ponto de venda (BTL) – 21 por cento. As restantes três áreas perfazem um total de cerca de 18 por cento – 9,6 por cento em patrocínios, 6,7 por cento em digital e 2,2 por cento em relações públicas.

O sector dos serviços é o que assume maior peso no total dos investimentos (47,6 por cento, que corresponde a 755 milhões de euros). Contudo, o sector do consumo não duradouro também apresenta uma percentagem elevada relativamente ao investimento – 44,8 por cento, o correspondente a 711 milhões de euros.

Ainda dentro de cada macro importa saber as categorias que lideram os investimentos dos anunciantes: nos serviços, a área das comunicações e internet reúne o maior investimento, com 39,9 por cento do valor total, o equivalente a 301 milhões de euros - sendo que deste valor, 66,4 por cento corresponde a investimento em meios. No consumo não duradouro, a área de beleza e higiene é a que lidera a tabela, com 41,9 por cento do valor total investido – 298 milhões de euros; aqui, a compra de meios é uma tendência dos anunciantes (73,2 por cento do investimento). Já o consumo duradouro é liderado pelo subsetor automóvel, que representa 70 por cento do investimento, o que equivale a 73,5 milhões de euros."

O artigo completo pode ser lido aqui: 

"Making a profit from the pieces of a broken heart"-The Times, UK

Olá caros seguidores e colegas!
A revista Visão  publicou ontem um artigo que achei interessante e ao mesmo tempo hilariante. Noticiava a existência de um site intitulado "Never Liked It Anyway" que surgiu apartir de uma ideia original da sua autora que, perante a adversidade amorosa, não cruzou braços e criou uma ideia de negócio na web.
Assim, este artigo demonstra bem as novas tendências do negócio eletrónico, que estão associadas a vários conceitos muito pertinentes como a inovação, criatividade e empreendedorismo. Por outro lado, a autora ao ter esta atitude positiva e inovadora vai construindo aquilo a que chamamos de personal branding, muito valorizada hoje em dia.  
Nota: O título que escolhi para este post foi retirado de um artigo do The Times, que podem ler diretamente do site referido.

http://www.neverlikedanyway.com/

Aqui vai o artigo da Visão:

Site vende objetos de relações fracassadas

O site chama-se 'Never Liked It Anyway' ou, numa tradução livre "Nunca gostei disso de qualquer forma". O nome não poderia ser mais adequado, já que através deste site pode vender as prendas que teimam em lembrar-lhe aquele que outrora foi a sua "cara-metade". 
Em Dezembro de 2011, Annabel Acton, decidiu contrariar todos os blogues e sites sobre as histórias deprimentes de quem termina uma relação. Com 28 anos, Annabel optou por encarar o "ponto final" com uma atitude mais positiva e criou o site com o objetivo de ajudar os utilizadores a "arrumar" o passado.
Nesta plataforma é possível encontrar todo o tipo de objetos com valor sentimental: desde vestidos, anéis de noivado, sapatos, relógios, entre outros.
Ao site está também associado um blog 'The Juice', onde a pessoa que foi deixada pode desabafar com outros utilizadores. É também possível consultar o manual 'Moving On' que dá dicas de como seguir em frente após a separação.

Facebook Ads: Tudo o que precisa saber

As redes sociais são uma ferramenta cada vez mais apetecível e imprescindível nas organizações. O facebook é, por excelência, a "rede"... Aqui fica um bom exemplo de como aplicar anúncios publicitários digitais.

 

Facebook Ads Announcements: Everything You Need to Know

 Facebook gathered hundreds of people into the Museum of Natural History in New York on Wednesday for its first-ever Facebook Marketing Conference. At the top of the agenda was Premium, a new suite of products for marketers designed to leverage the social network’s access to your friends and friends of friends.
As a user, you’re not likely to notice any huge differences, except maybe for the new Timeline Brand Pages, a related announcement. But there are some subtle changes that Facebook believes enable marketers to evolve their relationship with consumers beyond advertising and into “stories.” The following is a rundown of everything Facebook announced, in Q&A format.

What new ad products did Facebook announce?

Officially, there were five:




















> Ads that appear in News Feed
> Ads that run on the right-hand side of your homepage
> Ads within the News Feed on your mobile device
> Ads that appear when you log out
> Offers
    But, unofficially, only the log-out ads and Offers are really new. The News Feed ads had been out since early January, the right-hand page ads have run since last year and the mobile ads had been reported on accurately by Bloomberg. Offers, which is actually free to advertiser, lets brands share discounts and promotions to their fans within Facebook.
    Wait a minute. I’ve been seeing those right-hand ads forever. What’s new about them?
    Most of the ads you’ve been seeing in the right-hand section of the homepage are what Facebook calls “Marketplace” ads, which are usually direct-response. The Premium ads in that space will originate from a brand Page and won’t be your typical ad. Often they’ll consist of a status update or a new video upload rather than a standard banner.
    So I won’t see the ad unless I “like” the brand or my friend does?
    Not necessarily. You’re more likely to see one of the ads if that’s the case, but you might see one even if you or your friends aren’t fans of any brand Pages.
    Is that also true of the News Feed ads?
    No, you’d only see one of those if you or your friend interacted with a brand Page. But if you didn’t follow any brands, but a Facebook friend did, you might see it in your News Feed if your friend “liked” it.
    So advertisers are paying for those News Feed ads?
    Not always. Sometimes they will run in the News Feed organically, just like any other status update. At other times, they will be paid for, but you’ll still only see the ad if you or your friend interacted with the brand.
    Will I still see those Marketplace ads?
    Yes.
    How are advertisers paying for the Premium ads?
    Not by the click-through. While that’s still the model for Marketplace ads, Premium ads are based on impressions and reach, sort of like TV ads. In fact, Facebook partnered with Nielsen last year to bring “gross rating points” to Facebook that de-emphasize click-throughs.
    Why?
    Click-through rates for Facebook ads are pretty low. Facebook has also argued that CTRs are a poor and even irrelevant measure of an ad’s performance. You can’t click through a TV ad, for instance, but it still might persuade you to buy something.
    Without CTRs, how do advertisers know their ads worked?
    Facebook is using mixed-media modeling (a.k.a. “marketing mix modeling”) with some clients, like Procter & Gamble, to demonstrate an ad campaign’s efficacy. The company is working with advertisers on other ways to show a Facebook campaign moved the needle on sales or awareness — whatever the goal might be.
    What is Reach Generator?
    Reach Generator is a new tool designed to let brands reach all their fans. The average post by a brand (or a person) only reaches 16% of such fans for various reasons, like the number of times you log on and the number of people and brands in your network. Reach Generator lets advertisers reach the other 86% by rerunning status updates as ads aimed at those fans.
    Why is Facebook putting so much emphasis on brand Pages?
    The company believes brands should be indistinguishable from your Facebook friends. That is, if they post something interesting, it should get pickup in your feed, but if they post something boring, it should not. By offering greater engagement and reach for brands with well-run Facebook brand Pages, Facebook hopes to make it the cornerstone of any marketer’s outreach and ensure that brands offer engaging content. In other words, a rising tide lifts all boats.
    What could derail this from happening?
    Lots of things. Users might get sick of seeing so much content from brands and decide to withdraw their Like. Google+ or Twitter might prove to be a better destination for brands. That status update-based ads might prove ineffective in the long run. Advertisers might decide that click-throughs actually were a good measure of ad performance. Ultimately, consumers will have the final say.