sexta-feira, 30 de março de 2012

Google Consumer Surveys

A Google acaba de lançar nos Estados Unidos da América o Google Consumer Surveys. O conceito é que cada marca possa fazer questionários sobre os seus produtos ou serviços para serem respondidos pelos seus potenciais clientes ou interessados na marca. Por exemplo, as marcas podem perguntar coisas como “qual é o aspecto do nosso produto que mais valoriza”, ou “qual é a informação que considera importante figurar no nosso produto”, entre muitas outras possibilidades.

O serviço funciona em 4 passos muito simples:

1 – cria-se o questionário;
2 – as pessoas respondem ao inquérito para terem acesso a conteúdos exclusivos;
3 – os sites que alojam questionários são pagos sempre que alguém responde a uma pergunta;
4 – toda a informação recolhida fica organizada para análise.

Um aspecto interessante deste Google Consumer Surveys é que em vez de fazermos os nossos potenciais clientes responderem a um questionário longo, com várias perguntas, podemos fazer quantos questionários quisermos apenas com uma pergunta. As respostas serão mais frequentes e também mais precisas, de acordo com os dados recolhidos pela Google.
Quem estiver interessado em ter nos seus sites questionários, pode candidatar-se e depois será pago sempre que alguém responder a uma pergunta no seu site. Este torna-se numa nova forma de os sites de conteúdos fazerem dinheiro com as pesquisas de mercado das marcas.
A Google lançou há apenas algumas horas 3 tutoriais que ensinam a criar o questionário para a pesquisa de mercado, a definirr o target e a visualizar os resultados.







Ainda não há previsão para a chegada do serviço a Portugal, mas será sem dúvida uma ferramenta importante para as marcas conhecerem o seu mercado e uma forma fácil de rentabilizar sites de conteúdos. Qual é a vossa opinião?

6 Ways to Acquire New Customers via Social Media

We all know social media is an important tool for brand awareness and customer acquisition — but how exactly are you supposed to convert random Twitter and Facebook users into real-life customers? Well, that depends. Different brands have different challenges when it comes to customer acquisition: “If you’re our customer, you’ve signed up for a year-long service, unlike the Starbucks of the world, where you can be a customer by coming in for a cup of coffee one day,” says Lisa D’Aromando, social media community manager at Equinox. Whether you’re a clothing shop, a restaurant or a subscription service, you must tailor your strategy so that it makes sense for your brand. That said, there are a few universal ways to help your company attract new faces on the social web.
“I’m a big believer in creating and sharing meaningful content,” says Danni Snyder, co-founder and creative director at jewelry brand Dannijo. “Over time, that is every brand’s best bet for creating and sustaining a following that will grow their business.”
But what does it all entail? Mashable spoke with some super-social brands about how they find new customers and lock in their existing ones they have as repeat buyers.

See HERE how it´s done

quinta-feira, 29 de março de 2012

Google reforça publicidade em TV


A pesar de durante muito tempo o Google ter ignorado a publicidade nas meios ditos tradicionais, agora a estratégia está a mudar. Segundo o The Wall Street Journal, nos EUA o Google está a investir bastante em anúncios em televisão, revistas e jornais de maneira a promover os seus produtos, nomeadamente o Chrome e o Google+.
Segundo a mesma publicação, a percentagem das receitas que a empresa destina à publicidade agora é praticamente a mesma que as concorrentes Apple, Microsoft e Yahoo.
Em 2011, o Google quase quadruplicou o investimento em publicidade nos EUA em comparação com o ano anterior - 213 milhões de dólares contra 56 milhões de dólares. Desse montante, a maioria vai para a internet, mas 69,3 milhões de dólares foram para a televisão, quando no ano anterior o montante não passava dos 6 milhões e absolutamente nada antes de 2008.

Facebook: Será o "Path" uma verdadeira Ameaça?

A aplicação social Path poderá vir a ser o David que derrubará o Golias Facebook. São cada vez mais as fontes a citar que a rede social de Mark Zuckerberg "tem medo do Path". O Facebook está no topo da montanha das redes sociais, mas não deixa de ter alguns problemas, alguns dos quais já bem badalados. O seu sistema de fotos é muito criticado, apesar de sucessivos melhoramentos ao mesmo, e as aplicações da rede para smartphone são consideradas medíocres na maioria das plataformas iOS, Android  e outras.
Este problema foi reconhecido por Mark Zuckerberg que atualmente considera a área móvel como uma prioridade pessoal . Quanto às fotografias a solução anterior passou por tentar comprar o Instragram, uma aplicação para iPhone que atingiu 25 milhões de utilizadores em um ano e meio graças à sua experiência simples e apelativa de partilha social de fotos. Segundo uma fonte anónima citada pelo "Business Insider" os níveis de envolvimento do Path são três vezes melhor que os do Facebook a nível de regularidade de conteúdos publicados e tempo passado na rede, isto se compararmos os dados do Path com os dados do Facebook na mesma altura da sua existência.




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Numi: High-Tech Toilet

A tecnologia tem sido aplicado a diversos equipamentos, mas a sanita não não tem sido dos objectos mais contemplados… mas, finalmente a Kohler criou a sanita perfeita a Numi que para além de um design original tem as seguintes funcionalidades (controladas por um controlo remoto táctil):
  
- Sensível ao movimento (quando alguém se aproxima, tampa levanta-se como se convidasse simpaticamente a um momento de descontracção);
- Bidet integrado (com diferentes opções de  posição, pressão e ajuste da temperatura da água), com respectivo secador;
- Absorção de odores;
- Aquecimento (para evitar choques térmicos nas nádegas);
- Aquecimento para os pés (há quem se levante da cama sem calçar os chinelos);
- Painel luminoso (com uma luz suave para criar ambiente);
- Colunas de som, rádio FM e ligação ao leitor de MP3;
- Personalização para diferentes utilizadores evitando conflitos na gestão do bidet.
O preço é de apenas 6.390 dólares (cerca de 4.815 euros)


Aqui vejo não só um produto revolucionário, como também um novo ponto de acesso, onde (perdoem-me a expressão) o consumidor se encontra indefeso. Considero que o suporte digital desenvolvido poderá ser explorado como mais um ponto de acesso à web, uma vez mais com conteúdos específicos.O tempo é cada vez mais um bem escasso e parar os clientes é um desafio. Porque não aproveitar esta oportunidade onde a Natureza nos possibilita uma oportunidade?