quinta-feira, 14 de março de 2013

No seguimento do que foi falado na aula em relação ao Marketing Viral, deixo alguns exemplos que na minha opinião retratam bem este fenómeno.

Carlsberg - Campanha "Puts Friends To The Test"

A Carlsberg neste anúncio utiliza consumidores "reais" para testarem os seus amigos. Este anúncio criou um envolvimento tal, que já está a ser partilhada de uma forma viral nas redes sociais.


Mas não é a primeira vez que a conhecida marca de cervejas utiliza estas "partidas" para se tornar o assunto do dia. Agora resta saber se este anúncio vai ter o sucesso que foi alcançado com a partida que pregou em 2011 aos seus consumidores, num cinema em Bruxelas e que já conta com 12 396 595 visualizações no youtube.


Outro especialista em Marketing Viral é a Coca-Cola. Muitos são os exemplos que poderia escolher desta marca. Deixo aqui um que me parece genial.


Este video conta com 9 922 725 visualizações. De certeza que agora que vos mostrei vai ganhar mais algumas visualizações.
E já agora se gostaram dos videos partilhem, porque não existe marketing viral sem as nossas partidas. E o que seriamos nós sem o Marketing?


quarta-feira, 13 de março de 2013

A Rede Social do Desporto



O comércio electrónico tem tido cada vez mais peso na sociedade de hoje. Grandes ideias surgem do nada e algumas delas tornam-se verdadeiros fenómenos mundiais. Nós, portugueses, ficamos radiantes com as coisas que os outros inventam e usamo-nas no nosso dia-a-dia, sem qualquer custo para nós, mas sempre com uma utilidade.

Pois bem, um grupo de criativos portugueses desenvolveu uma nova rede social, a Playnify. O intuito não é ser uma rede social independente das outras, nem muito menos tornar-se numa alternativa ao Facebook. O objectivo aqui é complementar estas redes sociais com uma vertente ainda por explorar, o desporto amador. Esta rede social foi construída de forma a agir dinamicamente com o Facebook, mas funciona da mesma forma para quem não tem conta nessa rede gigante.



Playnify é destinada às necessidades do desportista amador, com a qual se poderão encontrar parceiros e recintos desportivos, horários disponíveis e até perfil de possíveis adversários. Esta nova rede social funciona como um directório que incorpora recintos desportivos, perfis de jogadores amadores e disponibilidades pessoais ou de estruturas desportivas, em que se podem guardar todos os resultados e estatísticas. Pensado para ser a rede social dos desportistas amadores, a Playnify é uma aplicação dinâmica e intuitiva, em que cada utilizador elabora as suas preferências e planeia as actividades do seu interesse, em conjunto com milhares de perfis online.



Este projecto é um incentivo à prática do desporto, mesmo quando se está de férias ou deslocado, por razões estudantis ou profissionais, e não se conhece ninguém, isso não deve impedir a organização de um jogo entre pessoas interessadas e faz com que as pessoas se adaptem mais facilmente onde quer que estejam.



No passado sábado, a Playnify foi notícia no Jornal da Noite da SIC. Aqui fica o vídeo:


terça-feira, 12 de março de 2013

O Futuro do Marketing Digital

Dando seguimento a um tema abordado numa das aulas, apresento um video que encontrei no youtube que mostra qual o futuro do Marketing Digital (2015).

Estamos numa era cada vez mais Digital. As próprias empresas tendem a investir no Marketing Digital face ao Marketing tradicional. Segundo Miguel Sauan, professor de pós-graduação em gestão de marketing da ESP, o "Marketing Digital favorece empresas com características diferenciadoras, inovadoras, com custos inferiores aos custos do Marketing Tradicional", no entanto, teremos de estar atentos aos riscos, isto porque, "as características que fazem o Marketing Digital ser tão poderoso são as mesmas que fazem o ser perigoso"(..)"se a empresa não respeitar o espaço do consumidor e for agressiva de mais" vai prejudicar a sua marca. Neste tipo de Marketing deveremos conhecer bem o consumidor, o seu comportamento e a cima de tudo os seus valores.

Como podemos verificar no video, a evolução das tecnologias e das aplicações ocorre de uma forma bastante rápida.

Estará esta era digital a evoluir assim tão rápida de tal forma que daqui a dois anos a utilização de um portátil seja de tal forma pequena face à utilização do smartphone e de um tablet para este mesmo fim?
Estarão as empresas preparadas para investirem nestas novas tecnologias e aplicações?
Deixo estas questões em aberto, vejam o video e comentem...


Fontes:

segunda-feira, 11 de março de 2013

Gangnam Style e o poder do Marketing Viral

Todos conhecem o famoso Gangnam Style mas, mais do que conhecer a música ou até mesmo a coreografia, o interessante é perceber a máquina de marketing por detrás de todo o sucesso, e que permitiu ao seu autor Psy algo nunca antes alcançado, de forma viral e sem precedentes. 

O vídeo original no Youtube tem já 1.339.555.702 visualizações (número quase impossível de ler!) e continua dia após dia a crescer, tendo já ultrapassado outros sucessos e estando já no livro Guiness como o vídeo mais visto de sempre! (isto sem contar com as inúmeras adaptações e remakes). 

Mas a que se deve todo este sucesso? Para começar, a canção não tinha intencionalmente direitos de autor para que as pessoas fossem encorajadasa criar as suas próprias imitações online. Outra táctica adoptada foi o uso das redes sociais tendo sido utilizada a técnica de "crowdsourcing" para coreografar a agora famosa "dança do cavalo invisível". O autor Psy pediu e compilou sugestões de toda a comunidade de dança coreana para criar aqueles movimentos que agpra são populares.
Embora Psy seja geralmente incluído na categoria K-Pop (abreviatura para música pop coreana), ele encaixa-se com muita dificuldade no molde de outros artistas desse género. Na realidade, o seu aspeto e atitudesão muito mais proximos dos das pessoas comuns. 

Para além de tudo isto, o Gangnam Style goza com a \asd forma como o homem comum fantasia com um estilo de vida que busca a gratificação instantânea, simbollizada pela zona luxuosa de Seoul conhecida como Gangnam. O tema anti-materialismo no momento de uma recessão global ajudou a amapliar o apelo da canção.

Por tudo isto será certo retirarmos algumas lições que podem ser aprendidas com o Psy:

Torne o seu produto ou marca mais personalizável.
O facto de não haver direitos de autor e a palavra "Style" do título da canção tiveram um papel importante em permitir que as pessoas adotassem, estilizassem à sua maneira e depois difundissem a música facilmente. Da mesma forma, os produtos e marcas precisam de descobrir os seus próprios elementos que possam ser igualmente personalizáveis.

Seja aberto, mas de uma forma controlada.
A estratégia de "crowdsourcing" de Psy foi limitada apenas à comunidade de dança. Confinar a fonte de ideias a uma base com verdadeiros conhecimentos na área permtiu que Psy aumentasse a criatividade, mas se certificasse ao mesmo tempo que não se perdia tempo a filtrar ideias impraticáveis.

Encontre um denominador emocional invulgarmente comum que várias culturas se identifiquem.
Psy afirmou que fez o vídeo de "Gangnam Style" apenas para o seu país. Mesmo asssim, tanto o vídeo como Psy disfrutam agora de ppulariddae universal apesar de contrariar a convenção em termos de idioma e do aspecto de um ídolo pop global. Na realidade, o apelo transcendente de Psy é que ele é um ídolo anti-pop que se sente muito confortável na sua pele. As arcas enfrentam um desafio quando entram em mercados globais que estão muitas vezes muito saturados por marcas já estabelecidas. à medida que os meracdos emergentes globais se tornam mais conhecedores e procuram uma maior autenticidade nas suas marcas, uma estratégia de posicionamento como a de Psy é o que as empresas, especialmente as que chegam em último, devem considerar: precisam de ser iconoclastas, divertidas e, acima de tudo, sinceras.

Em última análise, "Gangnam Style" pode vir a ser apenas um prodigío que não se repetirá, mas ao seguir as razões para o seu sucesso, as empresas podem tornar-se máquinas também geradoras de sucessos.

O vídeo original aqui

A versão portuguesa mais conhecida aqui

quinta-feira, 7 de março de 2013

C2B on Facebook

Repescando um tema das aulas, o social media marketing tem uma importância crescente e merece toda a atenção por parte das marcas. Sabendo que, em média, os portugueses passam cerca de 88 minutos por dia nas redes sociais e que o facebook é o eleito (dados do estudo “Os Portugueses e as Redes Sociais” elaborado pela Marktest Consulting), a maioria das marcas que conhecemos e gostamos estão no facebook e, muito provavelmente, têm-nos como seguidores.

Contudo, a presença das marcas no facebook permitiu um diálogo mais aberto não só entre clientes, mas entre o cliente e a marca. É muito frequente encontrar reclamações, pedidos de esclarecimento, sugestões, debates iniciados por fãs, entre outros.
Muitas marcas já se aperceberam que o facebook é uma “espada de dois gumes” e fazem o seu melhor para tirar partido das redes sociais; outros nem tanto.


Esta comunicação Consumidor/Marca, ou C2B, não está ao alcance de todas as marcas. Estar no facebook implica transparência por parte da empresa, disponibilidade para dar resposta….e muita paciência. É necessário ter em conta que os consumidores de hoje em dia, além de mais exigentes, estão mais ativos: perderam o pudor em reclamar, sentem a necessidade de alertar outros consumidores, para que não caiam no mesmo erro.

Pequenos Casos
De alguns pequenos casos retirados do facebook, convém dizer que, apesar da maior preocupação com as redes sociais, ainda há marcas que não respondem a uns consumidores, mas respondem a outros (em baixo, a FNAC e a Tiffosi respondem a um consumidor, enquanto deixam outro sem resposta).

É necessário ter cuidado! Esta seleção nas respostas pode causar uma reação ainda mais negativa por parte dos consumidores. Todas as reclamações devem ser geridas!  Nestes casos específicos sugiro que, para diminuir a visibilidade das reclamações (preocupação fundamental das marcas!), o ideal é agradecer a informação e pedir para enviar a  mesma para um endereço de email, para daí procederem à sua correta gestão.

E gerir bem as reclamações compensa!

Apenas por curiosidade, mais uma anotação: esta marca portuguesa responde no seu facebook em 3 línguas diferentes!

 
E já agora, uma dúvida: alguém sabe se a Ryanair tem página no facebook?
Eu procurei e não encontrei… e não acredito que tenha…

sábado, 2 de março de 2013

POINT-KNOW-BUY: casos Renova e Tesco

Recuperando um post antigo, a propósito do que foi discutido na última aula...Bom fim de semana!

A Renova inaugurou as lojas On-the-Go nas estações de metro do Marquês do Pombal, em Lisboa, e da Trindade, no Porto (cá primeiro :)...).
Com a abertura das lojas On-the-Go «a Renova estreita a sua ligação com os consumidores, convida-os a conhecer melhor os seus produtos e soluções, ao mesmo tempo que lhes proporciona uma nova forma de comprar», considera a empresa.
A loja virtual permite que, no compasso diário de espera no metro, os consumidores encomendem produtos da marca a partir da leitura, com o smartphone, de um código QR (acrónimo do inglês Quick Response), disponível junto de cada produto impresso num gigantesco painel colorido, simulando as prateleiras de um supermercado. As entregas são efectuadas em 48 horas após a compra, sem custo de envio para Portugal Continental, a partir de uma compra mínima.
Há ainda placards com os mesmos códigos QR que permitem seguir a Renova no Facebook e Twitter e que explicam todo o processo de compra, para quem ninguém tenha dúvidas na altura de se decidir por este novo tipo de compra… digital.
Já antes, a Tesco com a sua “loja” na Coreia do Sul, tornou-se num destacado exemplo na utilização de QR Codes, com algo semelhante à "nossa" Renova. Aqui o vídeo...