domingo, 9 de junho de 2013
Photoshop live
Photoshop em tempo real, uma paragem e muitas câmeras,
Fica aqui a ideia de como pudemos utilizar as novas tecnologias, colocando assim um sorriso na cara das pessoas através da creatividade:)
http://www.youtube.com/watch?v=BRAM8MpqIeA
Fica aqui a ideia de como pudemos utilizar as novas tecnologias, colocando assim um sorriso na cara das pessoas através da creatividade:)
http://www.youtube.com/watch?v=BRAM8MpqIeA
sábado, 8 de junho de 2013
A nova forma de vender!
Os social media, hoje em dia, são muito mais do que uma
ferramenta onde as pessoas podem partilhar os eventos da sua vida. Atualmente,
são uma plataforma de comunicação muito forte, e a comunicação é o ponto fulcral
das vendas.
A comunicação influencia a forma de vender desde há
muitos anos. Desde a venda porta-a-porta, à venda por catálogo, à venda
telefónica: mudam-se as formas de comunicar, muda-se a forma de vender!
É possível usar os social media para obter
muita informação, quer seja acerca de concorrentes ou mesmo dos próprios consumidores,
informação essa que seria muito difícil de obter de outra forma. A chave é a
famosa frase “estar onde estão os consumidores”. Saber que marcas o consumidor
segue, saber o que ele diz no seu perfil, os comentários que ele faz,
constituem informações muito importantes para chegar até ele (e vender!).Os clientes
de hoje em dia investigam as suas compras, comparam os preços, mas isso dá também
a oportunidade aos vendedores de “agarrar” o cliente mais facilmente. Muitas vezes
os clientes publicam coisas nas redes sociais, associam-se a páginas de marcas,
e dessa forma é possível perceber o que eles querem. Um vendedor atento nas
redes sociais, é um vendedor com sucesso!
Num estudo feito nos EUA, cerca de 90% dos
CEO’s afirmaram que não respondem às tradicionais “vendas telefónicas”. O social
engagement tem vindo a substituir esta forma de abordagem “mais fria”. Tópicos de
conversa relevantes nas redes sociais são a forma mais fácil de abordar o
cliente e perceber as suas necessidades e as suas reclamações.
Os vendedores têm de se “agarrar” ao
social media, têm de estar nas redes sociais e têm de seguir os seus compradores e
potenciais compradores atentamente. Porque o consumidor também já não anda “a
dormir”: ele anda a investigar, a procurar o melhor ao melhor preço, e
não se cinge ao que lhe dizem!
Vodka Smirnoff e neurotecnologia: um cocktail improvável?
Vodka e música parece uma combinação banal, mas a Smirnoff juntou-lhe um twist de tecnologia e uma portentosa causa social e desenvolveu uma experiência musical denominada Mindtunes.
Apoiadas por um produtor de música e um especialista em neurotecnologia, três pessoas com limitações físicas puderam criar uma faixa de música usando apenas o cérebro, sem recorrer a nenhum dos instrumentos usuais de produção de música.
Usando uma tecnologia de ondas cerebrais que deteta e transforma a atividade elétrica do cérebro em batidas de música, as emoções experimentadas durante as sessões de gravação foram transformadas numa faixa de 2m34s.
Depois de trabalhada, a música que daí resultou foi colocada à venda na loja iTunes e os lucros resultantes das vendas serão doados à Queen Elizabeth’s Foundation for Disabled People.
Com isto, a Smirnoff liga-se não só a uma causa social impactante mas também a áreas como o desenvolvimento tecnológico e do aproveitamento das capacidades da mente, domínios que, à partida, não associamos a uma marca de bebidas alcoólicas, ou, pelo menos, não de uma forma categoricamente positiva.
Apoiadas por um produtor de música e um especialista em neurotecnologia, três pessoas com limitações físicas puderam criar uma faixa de música usando apenas o cérebro, sem recorrer a nenhum dos instrumentos usuais de produção de música.
Usando uma tecnologia de ondas cerebrais que deteta e transforma a atividade elétrica do cérebro em batidas de música, as emoções experimentadas durante as sessões de gravação foram transformadas numa faixa de 2m34s.
Depois de trabalhada, a música que daí resultou foi colocada à venda na loja iTunes e os lucros resultantes das vendas serão doados à Queen Elizabeth’s Foundation for Disabled People.
Com isto, a Smirnoff liga-se não só a uma causa social impactante mas também a áreas como o desenvolvimento tecnológico e do aproveitamento das capacidades da mente, domínios que, à partida, não associamos a uma marca de bebidas alcoólicas, ou, pelo menos, não de uma forma categoricamente positiva.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O "Gargalhômetro" da Kibon
A empresa Kibon adotou um
posicionamento muito semelhante ao da Coca-Cola e entrou na onda
chamada “Felicidade“.
Na cidade de Pirenópolis/GO
- Brasil, foi instalado Gargalhômetro no meio da rua. Atenção para
um detalhe especial: o nome da, Rua da Felicidade — onde as pessoas que
tinham as melhores gargalhadas onde quem gargalhasse mais alto e com mais
vontade ganharia muita diversão, balões, palhaços e muito sorvete.
Na minha opinião...ficou muuuuuuuuito parecido com a campanha da Coca-Cola. Faltou originalidade aí.
Coca-Cola cria garrafa feita de gelo (com vídeo)
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Quase sempre quem pede Coca-Cola,
pede-a com gelo e só assim a sabe beber, principalmente no verão. Na
Colômbia, para quem estava na praia em Cartagena das Índias, não teve que
pedir a bebida gelada, pois a própria garrafa era feita de gelo.
http://imagensdemarca.sapo.pt/atualidade/coca-cola-cria-garrafa-feita-de-gelo/
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