terça-feira, 16 de junho de 2015

Máquinas de chocolates, bebidas e...calças!

Desde sempre que estamos habituados a cruzar os nossos caminhos com vending machines. A verdade, e se pensarmos no nosso quotidiano, é que elas estão em todo lado. Escolas, estações, aeroportos, quase em qualquer esquina elas estão presentes para nos proporcionar aquele snack rápido.



Por norma, um chocolate e um sumo fazem a combinação perfeita mas...e se adicionar-mos um par de calças?

É verdade, a marca portuguesa Tiffosi está a apostar neste conceito. Brevemente quando nos apetecer um snack podemos adquiri-lo juntamente com um par de calças da marca.

Mas e os tamanhos? - perguntam os mais cépticos. A resposta é simples e é dado pelo nome do modelo "One Size fits all".

Sendo o mercado do vestuário uma indústria extremamente competitiva a Tiffosi quer marcar a diferença. Esta marca, reconhecida no mercado nacional e internacional, está presente em 20 países e possui cerca de 70 lojas próprias. Para além das lojas físicas possui uma loja online para abastecer o mercado ibérico e agora...máquinas de venda automática. 

O conceito das calças de tamanho único têm tido uma grande adesão nas lojas físicas o que levou a marca a investir 1,2 milhões de euros em marketing. 

Será esta uma forma eficaz de alavancar a marca e as suas vendas? O que os clientes irão valorizar mais, a rapidez das máquinas ou a simpatia do funcionário das lojas? 

Fonte: Diário Económico

Compras OnLine como forma de Prevenção da propagação de um Surto

As compras online são cada mais vulgares nos dias de hoje e cada vez mais são uma das formas de comércio mais utilizadas.

Aqui temos mais um exemplo destes, mas infelizmente pelas piores razões: O surto de Síndrome Respiratória do Médio Oriente na Corei do Sul, fez disparar as compras online devido ao receio das pessoas em frequentarem locais com muitas pessoas, como foi o caso dos supermercados.



“A maior cadeia de supermercados sul-coreana, E-Mart, registou um aumento nas suas vendas através da Internet de 63,1% nos primeiros 11 dias de Junho, em termos anuais, e um aumento de mais de 80% nos alimentos frescos e pré-cozinhados, segundo dados facilitados pela empresa.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Compras no mundo online do El Corte Inglés

As compras online estão cada vez mais na moda e são cada vez mais banais, como tal as marcas têm de inovar e saber diferenciar-se.



Como tal o El Corte Inglês lançou uma app que promete revolucionar o mundo do e-commerce na área do comércio alimentar "a app é exclusiva e é também a mais evoluída do mundo na categoria de mobile commerce alimentar."

Disponível para várias plataformas (iOS e Android), esta aplicação “El Corte Inglês Supermercado” permite simular os corredores da loja e a empresa " garante que a utilização da aplicação reduz entre 80 e 90% o tempo gasto em compras online de supermercado, comparativamente com as restantes opções disponíveis"

A aplicação foi criada em parceria com a startup norte-americana Grability e pretende responder à crescente procura no comércio online.

As compras com valor superiores a 50€ efetuadas através da aplicação têm entrega em casa grátis.
Esta é uma aplicação que promete provocar uma revolução e desenvolver o e-commerce no mercado alimentar. Mas será que já estamos preparados para acabar com a ida às compras e com as filas de supermercado?



A vida sem dinheiro...físico

A noticia já tem 1 mês, mas como ninguém falou no assunto decidi pegar eu nele.



A Dinamarca quer ser o primeiro país do mundo a acabar com o dinheiro físico. Podem ler a noticia aqui.

Esta medida pretende além de "eliminar custos administrativos e financeiros consideráveis", também acabar ou pelo menos tentar com o mercado negro, visto que o dinheiro electrónico é muito mais fácil de controlar, de saber suas origem e destino e saber o motivo pelo qual foi transaccionado e é uma medida que "irá economizar dinheiro às empresas, em segurança e em tempo, na gestão dos seus recursos".

Mas com esta questão, também se levantam outros problemas, como por exemplo o direito de cada cidadão "normal" fazer o que quer com o seu dinheiro e o guardar onde e como quiser, sem que ninguém tenha nada a ver com isso.

E há ainda a questão das fraudes relacionadas com os pagamentos electrónicos e também com a ainda alguma desconfiança das pessoas em tratar dos assuntos económicos online.
Mas aqui também seria preciso tomar medidas adicionais necessárias para evitar a fraude e as tentativas disso, através de um melhoramento nas redes de segurança que tratam dos sistemas bancários.

Também há quem veja isto como uma oportunidade para o aumento do comércio online, visto que as pessoas já não usariam o dinheiro físico e não, como tal ajudaria a acabar com a premissa da troca por troca, ou seja do dinheiro pelo produto.


E vocês que acham? Acreditam que podemos viver num mundo sem o dinheiro físico e só utilizarmos os nossos cartões multibanco para todas as movimentações de dinheiro que fazemos?

A campanha mais ecológica de sempre!


“A campanha mais ecológica de sempre está aqui.” – é assim que a Marketeer (06/2015) nos apresenta uma iniciativa inovadora tomada pela empresa francesa Biocoop, uma rede de distribuição de agricultura biológica, criada no final dos anos 70. Sob o modelo de cooperativa (muito comum na agricultura francesa), o Biocoop pretende ser um projeto único de promoção e desenvolvimento da agricultura biológica e comércio justo, baseado na ética e cooperação.

Apelando aos novos consumidores, mais envolvidos no movimento ecologista, e com um estilo fresco e jovem mas consciente, a Biocoop resolveu ir mais além na nova campanha publicitária, propondo-se realizar a mais ecológica de sempre e socorrendo-se para isso de uma agência em Paris com quem devolveu e planeou todas as etapas da produção da campanha para que tivessem o menor impacto possível.

Não esquecendo que os consumidores, sobretudo os millenials, se preocupam cada vez mais com a origem dos produtos que compram, proliferando hoje blogs, documentários, vídeos e sites ecologistas que alertam para as atividades obscuras de muitas empresas, o seu meu comportamento, e o perigo (ambiental e não só) dos produtos que comercializam, a Biocoop pretende diferenciar-se como o exemplo de comércio justo e responsável, militando junto dos consumidores por maior cuidado com as escolhas quotidianas que fazemos, dos cosméticos aos frescos fora de época e ao problema da sobre-embalagem.



A empresa pretendeu assim colocar o tom no seu lado militante e ativista, fazendo da campanha um reflexo total dos seus valores, como forma de apelar a um consumo responsável. Apesar de a campanha ser também transmitida nos media tradicionais, foi na web que os esforços se concentraram:

-  Construíram um site simples, com linguagem  ASCII ( e que por isso ocupa apenas 3MB de dados);


- No twitter, a marca resolveu retwittar posts antigos dos internautas para compor a mensagem;

- Os vídeos não são feitos com atores, mas com os produtores da “rede Biocoop”, e seguiram uma guideline rigorosa de forma a minorar o impacto ambiental.

A missão foi mais que cumprida, e a pegada ecológica desta campanha foi três vezes menor do que o habitual, como é detalhado no vídeo:



E vocês? Sentem-se inspirados?

Fontes: MarketeerBiocoop , Webdd

domingo, 14 de junho de 2015

Uma nova forma de tracking

Recentemente foi desenvolvido um método bastante fora do comum para vigiar os exames de acesso à Universidade na China. Este método consiste em Drones que captam imagens e detetam dispositivos eletrónicos caso estes estejam a ser utilizados. Portanto, devido ao facto de existir a possibilidade de os alunos enviarem as perguntas recebendo as respostas por estes meios, esta ideia pretende evitar por completo o seu acesso.
Este equipamento preza-se pelo silêncio e pela sofisticação que lhe permite sobrevoar até 500 metros acima dos estudantes sem emitir sons durante meia hora tendo uma amplitude para filmar a 360 graus. Ou seja, não só consegue captar imagens como também monitoriza sinais de rádio como aqueles que são emitidos por aparelhos eletrónicos. Deste modo, o objetivo consiste em saber se os estudantes utilizam os seus dispositivos com câmaras e auriculares para comunicar via móvel.


Isto também se prende com o facto de o número de vagas disponíveis não ser suficiente para o excessivo número de candidatos e de ser considerado dos exames mais difíceis do mundo. Logo, devido à elevada pressão, a cidade de Luoyang quis garantir que não seriam cometidas fraudes que ultimamente têm sido inovadoras. E, a pressão é de tal modo visível que determinadas escolas secundárias onde será feita a prova colocaram barreiras anti-suicídio.



Ora, tem-se vindo a verificar um crescimento acelerado à utilização destes meios. Isto deve-se não só à facilidade de acesso em qualquer lugar como também à rapidez com que se recebe informação. Como tal, são um meio eficaz para comunicar e consequentemente para copiar! E, tal como se verificou uma mudança dos meios tradicionais de acesso a conteúdos, também o ato de copiar sofreu uma evolução na medida que a forma tradicional de copiar pelo colega de lado já não se utiliza: foi descoberto que os alunos chineses fotografavam através de uma caneta específica as questões e posteriormente recebiam as soluções através de um auricular.
Temos vindo a demonstrar que determinadas marcas começam a apostar no tracking e como se pode verificar não são as únicas. Com isto, tal como estas marcas, o objetivo é detetar os sinais emitidos pelos telemóveis. No entanto, ao contrário dos consumidores, os estudantes sabem disso.


Acham que Portugal também deveria adotar este sistema? 

Fonte: Jornal de Notícias