terça-feira, 1 de março de 2016

Até onde pode a segurança chegar?

A pergunta que fazem é: E se fosse possível "pagar" as compras com uma selfie?

Esta questão, imposta pela Mastercard, tem por base o problema da segurança quando realizamos compras online e das recusas dos dados do cartão, muitas vezes sem nexo, o que, segundo eles, custa à empresa 13 vezes mais que o custo de uma fraude real.

E, se agora, em vez de um pin/ passwords, pudéssemos realizar a compra online com uma selfie ou através das nossas impressões digitais? Se há dez anos atrás nos dissessem isto, sem dúvida que nos iriamos rir, mas hoje estamos num mundo onde tudo é possivel e porque não torná-lo mais seguro e cómodo?




Quem de nós ainda não experimentou fazer uma compra ou pagamento online? Não seria muito mais fácil simplesmente segurar no telemóvel no lado da selfie, piscar os olhos e já está? Basta apenas fazer o download da aplicação para o computador, tablet ou smartphone.. Segundo eles, este piscar de olhos é por forma a garantir que não é uma foto.

Este método já está a ser testado e, tal como eu, a maior parte dessas pessoas concordam com a maior segurança deste projeto. Sendo também, por isso, que processos como reconhecimento por voz ou ritmo cardíaco estão também em opção.

O plano da compra através da selfie está programado ser lançado em 14 países no verão, onde, infelizmente, Portugal ainda não é um dos escolhidos, provavelmente porque ainda não somos um país completamente online, onde ainda só os mais jovens se atrevem a ir mais longe no mundo virtual.


Fonte: TVI24

200 milhões de Internautas só em 2015..

Segundo um estudo realizado pelo Facebook, o mundo tem cada vez mais internautas, contando hoje com 3,2 mil milhões de pessoas online, número que ainda se encontra em minoria quando comparado com aqueles que continuam offline (4,1 mil milhões). Portanto, apesar da internet ser global e cada vez mais massificada e de sermos a "geração net", ainda há muito que fazer para reduzir os  cerca de quatro mil milhões e convertê-los em internautas.

Este número reflete o facto das zonas em desenvolvimento ainda estarem muito atrás nesta dimensão, muitas vezes devido a carências económicas ou falta de conhecimentos.

Outro facto interessante passa por  se constatar que as mulheres, em muitos países, usam menos internet que os homens, assunto que pode ser explicado provavelmente pela própria cultura de alguns países.



Plataformas como o Facebook precisam que mais e mais pessoas se tornam "pessoas online" para poderem lucrar cada vez mais, é uma simples questão financeira. O problema é que devido a algumas circunstâncias, por muito desenvolvido que o mundo se torne, haverá sempre um determinado número de pessoas que não conseguirão aceder à internet - mil milhões de pessoas, aproximadamente - e este é o maior desafio de todos, exigindo além de inovação, grandes investimentos. Assim sendo, espera-se que em 2020, três mil milhões de pessoas continuem offline.

Mas e em 2050? Será que este nicho de pessoas ainda irá resistir à tentação do mundo virtual?


Fonte: Expresso



domingo, 28 de fevereiro de 2016

Offline e Online cada vez mais ligados.

Francisco Costa, Administrador do Grupo Odisseias, considera que a grande tendência de e-commerce para 2016 é o reforço da ligação entre o offline e o online, passando, por exemplo, pela utilização dos dispositivos móveis para proporcionar oportunidades de negócio assim que os clientes entram nas lojas.



Num artigo de opinião publicado no "Público", o partner da Odisseias identifica outras tendências que as marcas deverão considerar nas suas estratégias para este ano:
  • aumento da procura através do canal mobile;
  • maior aposta na visão omnicanal por parte das empresas;
  • possibilidade de se efectuarem compras directas através das redes sociais;
  • comunicação (ainda) mais personalizada;
  • sites com mais imagem e menos texto;
  • aumento da importância do content marketing.
Num mercado cada vez mais dinâmico, e sujeito a constantes mudanças, estar devidamente informado acerca das novas tendências pode ser uma vantagem extremamente importante face à concorrência. Conhecer bem os consumidores, compreender as suas necessidades e comunicar com eficiência faz toda a diferença.

Fonte: Público

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

É a vez do M-Commerce...

Segundo um estudo publicado pela Associação da Economia Digital (ACEPI), em 2012, foram gerados cerca de 850 mil milhões de euros pelo comércio eletrónico no mundo e 300 mil milhões de euros na Europa. Em Portugal, o valor rondava os 49 mil milhões de euros (31% do PIB), com cerca de 2,5 milhões de compradores (24% da população) e apontava para a tendência crescente destes indicadores.

Uma das principais tendências mundiais do comércio eletrónico é a substituição dos computadores pelos smartphones e tablets para a realização das compras e o mesmo se verifica em Portugal (ver gráfico). O mobile-commerce é uma oportunidade para as empresas conquistarem os consumidores que “vivem” online.

Fonte: ACEPI, 2013

Mesmo que as compras não sejam finalizadas através do smartphone ou tablet, as pesquisas de produtos nas lojas de e-commerce fazem-se cada vez mais a partir de dispositivos móveis. Isto traz desafios às empresas, que devem proporcionar uma boa experiência ao consumidor, pois o contrário poderia traduzir-se na perda do cliente.

A principal vantagem que se destaca é a praticidade ou conveniência do processo para os consumidores que são cada vez mais multi-task, pois conseguem finalizar a compra em poucos passos e comodamente. Para as empresas, a presença multi-canal pode conferir uma vantagem competitiva. 

Fontes:
ACEPI, 2013 – Economia Digital em Portugal 2009-2017
ACEPI, 2016 - Os smartphones e tablets estão a transformar-se nos novos carrinhos de compras. Disponível em: http://www.acepi.pt/artigoDetalhe.php?idArtigo=91813

Geração Millennials

http://www.forbes.com/sites/laurenfriedman/2016/02/25/5-ways-millennials-show-love-on-the-internet-and-why-your-brand-should-care/#5263e631282f

A propósito do conceito de Geração Millennials, encontrei este artigo na Forbes, que achei interessante, pois dá conta da conexão entre esta geração e a sua partilha e relação com as marcas online.

Este termo é usado para designar aqueles que nasceram entre 1980 e 2000, e é um termo cunhado por dois autores norte-americanos, William Strauss e Neil Howe. Parte desta geração, fazem os jovens entre os 15 e 35 anos, ou seja, muitos de nós. Para aqueles que se situam neste intervalo etário, fiquem a saber que somos considerados mais tolerantes às diferenças, mas também mais críticos em relação às regras sociais; assim como mais exigentes no campo pessoal e profissional; mais otimistas que os nossos pais e mais propensos a desafios. Somos criativos e idealistas; integramos facilmente o mundo digital nas nossas vidas e assumimos novos valores. Só aspetos positivos! Portanto, quem se revê aqui?


Em relação à questão das marcas e o mundo online, a tendência é para comentar o produto/experiência, seja boa ou má; acreditar mais nas recomendações de amigos do que na publicidade da própria marca. O youtube; instagram e comunidades online são meios para isso.

Technology makes it easy to share sentiment on-demand, and smart brands will dig deep into how and why millennials are showing the love. The good news is that millennials don’t need a milestone event like a birthday or an anniversary to share – they’re ready and willing to get personal about the brands they adore simply because they can.

Espreitem o artigo e vejam se são um verdadeiro “millennial”!

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Um produto Prodígio!

A Nespresso lançou há poucos dias uma nova máquina de café com a qual é possível conectar-se através do telemóvel. Com a Prodígio (é assim que se chama) os apreciadores podem preparar o seu café remotamente, através da aplicação da marca para smartphones. Para além desta funcionalidade, a máquina envia alertas sempre que as cápsulas estiverem a terminar e fornece notificações relacionadas com a manutenção do equipamento.

Pelos vistos a Prodígio ainda não dá aos consumidores a oportunidade de serem servidos pelo Clooney, mas não desesperem meninas, talvez seja só uma questão de tempo!



O equipamento estará à venda a partir do dia 1 de Março, com um PVP de 199€, e poderá ser adquirido no ponto de venda dos parceiros habituais, nas Boutiques e Clube Nespresso (via telefone, internet ou aplicação móvel).

Fontes: Briefing e Leak.