domingo, 3 de abril de 2016

O restaurante que pesquisa por si

O restaurante Eleven Madison Park, localizado em Nova Iorque e detentor de três estrelas Michelin, optou por uma nova abordagem de marketing através de uma maior personalização do serviço. Já imaginaram chegar a um restaurante no vosso dia de anos e serem recebidos com um caloroso “Parabéns”? Ou serem atendidos por empregados com interesses semelhantes aos vossos? 




Pois, são exatamente pequenos detalhes como estes que o restaurante procura oferecer ao seu cliente. Aquando da reserva, o Eleven Madison Park procede a uma pesquisa do futuro cliente através das redes sociais e outras plataformas online, de forma a conhecê-lo um pouco melhor. Neste sentido, é conseguido um balanço entre a excelente comida que tanto o caracteriza e um atendimento customizado, valores esses que potenciam a sua reputação. Apesar de o restaurante considerar que esta é uma boa forma de oferecer uma experiência mais agradável aos seus clientes, existe, no meu ponto de vista, um risco de tal ser entendida como uma invasão de privacidade.

Fenómeno Phubbing

Levar o telemóvel para o ginásio enquanto se está a treinar. Interromper uma conversa para responder a uma mensagem. Andar na rua e alterar o estado do Facebook. Publicar tudo o que se faz no Instagram. Estas são algumas atitudes de quem 'sofre' de phubbing. Nada mais nada menos que o ato de se distrair com o telemóvel e ignorar as pessoas com quem se está (Expresso).

Numa geração completamente online, estilos de vida têm vindo a alterar-se e necessidades tendem a modificar-se.

Uma das características que nos dias de hoje identifica a geração Millennials e que ninguém pode negar, designa-se fenómeno do Phubbing. Consiste em ignorar a pessoa que está à nossa frente em detrimento de um smartphone. A possibilidade de a partir de um pequeno aparelho termos acesso a qualquer tipo de informação ou rede social foi um dos grandes motores para o aparecimento do phubbing. No entanto, os smartphones devem ser vistos como “ferramentas” e não como “instrumentos de evasão”. 

Já algumas iniciativas têm vindo a ser feitas para alertar para este fenómeno e de certa forma atenuá-lo. Uma dessas iniciativas que merece particular atenção designa-se por "Stop Phubbing!" e foi lançada por um estudante universitário australiano, Alex Haigh. Trata-se de um site onde podemos encontrar vários dados e frases de recomendação, Recomendo assim visitarem  http://stopphubbing.com/ e aderirem ao movimento!



Fonte: Expresso; http://stopphubbing.com/

sábado, 2 de abril de 2016

Vender numa plataforma não é apenas colocar online os produtos


Para vingar no mundo do comércio eletrónico, atualmente, existem aspetos que devemos ter em conta.
Nesse sentido, o KuantoKusta sugere cinco conselhos para sobreviver ao e-commerce, uma vez que 74% dos portugueses preferem a Internet quando pretendem comprar um produto.

Em primeiro lugar, sugere que se aposte de uma forma mais intensa nas versões mobile das plataformas. Ainda se encontram muitos problemas nestas plataformas, sendo que os utilizadores acabam por desistir da compra a meio e procurar uma outra alternativa. Posto isto, existe então a necessidade de investir em versões mobile das plataformas de e-commerce para que os produtos estejam acessíveis a qualquer momento, a partir de qualquer dispositivo.
Em segundo lugar, os utilizadores não têm muita paciência para carrinhos de compras com muitos passos. Gostam de coisas mais práticas e rápidas. É ideal ter um site simples e intuitivo.
Depois, é também importante que a informação seja completamente transparente e de fácil compreensão. Ou seja, as fichas dos produtos devem informar os consumidores de forma clara, conquistando assim a confiança do cliente.
Uma vez que estamos perante consumidores informados e desgastados com a quantidade de publicidade em seu redor, é inteligente não colocar nas páginas janelas pop-ups ou banners publicitários.
Finalmente, é necessário ser-se claro com o preço final a pagar. As marcas devem, então, ser claras no preço final, bem como nos métodos de pagamento, assim como nas taxas extras (por exemplo, o IVA) e por exemplo possíveis custos de transporte.

Atualmente, um número grande de compras é efetuado online. Logo, é necessário criar estratégias para captar a atenção do cliente, bem como conquistar a sua confiança para que continue a efetuar as suas compras dessa forma.


Fonte: Marketeer

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Plataforma permite comparar preços dos retalhistas.

Já ouviram falar da "Mais Carrinho"? Trata-se de um motor de pesquisa que permite comparar os preços praticados por alguns dos principais retalhistas a operar em Portugal. De momento, a base de dados permite comparar artigos do Continente, Intermarché, Lidl, Pingo Doce e Jumbo, mas a perspectiva é que possa ser alargada a mais operadores.


Para além de comparar preços, a plataforma vai registando o histórico do consumidor e, ao longo do tempo, está preparada para sugerir pesquisas mais refinadas. No futuro, caso o número de utilizadores o justifique, estão pensadas funcionalidades relacionadas com a personalização, como é o caso de alertas por geo-localização ou promoções direccionadas. 

A aplicação é totalmente gratuita, e as fontes de receita estão intrinsecamente relacionadas com a sua popularidade. Quanto mais utilizadores tiver, mais interesse terá para as marcas, retalhistas e outros parceiros.

Internet irá superar a Televisão

É já em 2017 que se prevê a reviravolta dos media, espera-se que no próximo ano a Internet supere a Televisão em investimento publicitário, perdendo a TV a liderança que durante tantos anos foi dela.

Muitas têm sido as alterações na forma como as empresas têm comunicado com os seus clientes nos últimos anos e, o facto de vivermos numa geração completamente fã dos meios online ajudou a este progresso. Cada vez mais são as horas que a população gasta em frente a um computador, tablet ou telemóvel, e menos em frente a uma televisão.

Acreditam que, ainda este ano, a publicidade na Internet vai crescer três vezes mais do que a média geral. Se já muitas empresas utilizam os meios online, agora ainda vão utilizar mais. Cada vez mais as pessoas pesquisam online, para comprarem offline, e a crescente procura na Internet pelos produtos/ serviços das marcas está na base deste facto, A possibilidade dos consumidores poderem estar online em todo o lado, através do seu smartphone, faz com que as marcas tentem cada vez mais estar presentes neste meio.

Outro facto poderá ser também os menores custos e o maior acesso a informação sobre os seus consumidores ou possíveis consumidores.

O mercado da publicidade está a crescer, ano após ano, prevendo-se um crescimento de 4,6 % para este ano.



Fonte: tek.sapo.pt

Grande parte da Internet passa por baixo de água

A TeleGeography atualizou o mapa que mostra as ligações globais, onde se pode observar que, neste momento, já existem 293 cabos submarinos, por onde a Internet passa para atravessar continentes e países, sendo uma importante componente da estrutura da Internet. 28 cabos estão ainda em construção, contabilizando no total 321 sistemas ativos até ao final deste ano. Trata-se de uma grande complexidade de infraestruturas de comunicações, que nem todos estamos cientes que existam.





Entre 1996 e 2014 houve uma grande evolução deste conceito, sendo que quanto mais cabos existem, maior é a resiliência das ligações. As principais ligações destes cabos no mundo encontram-se em Tokyo e Hong Kong.


Já existe uma versão interativa no site para todos os curiosos que pretendam descobrir mais sobre este assunto, desconhecido ainda por muitos.



Fonte: tek.sapo.pt