sábado, 4 de junho de 2016

Design YOUR OWN Magnum

A primeira loja pop-up, abriu esta semana em Lisboa, chama-se Magnum Pleasure Store.

A Magnum pretende atingir um novo público e oferecer uma experiência de “elegância e sofisticação”, na qual o cliente pode personalizar o seu gelado. Para isso abriu um espaço próprio e convida os seus clientes a escolher os ingredientes, criando o seu próprio gelado. 


A possibilidade de eleger cada sabor desde a cobertura ao topping, liga a pessoa ao momento. Os consumidores gostam da ideia de exclusividade e desta forma, a marca presenteia e inspira a que cada cliente que entre na loja encontre a liberdade e o poder de escolher o que quer.



A fadista Mariza e as actrizes Rita Pereira e Vitória Guerra foram convidadas para participar na campanha do Magnum para este Verão (técnica de endorsement). A marca recorre assim a três mulheres bem conhecidas dos portugueses para captar a sua atenção.

O director de marketing da Unilever, Nick Soukas afirma: “We were one of the first ice cream brands to go after a very specific target (...) a work hard, play hard lifestyle (…)”

O que acham desta iniciativa da marca? Será mesmo para um target específico? Será que é um passo para algo ainda mais arrojado?


sexta-feira, 3 de junho de 2016

DeepText: Decifrar publicações no Facebook

Recentemente, a empresa anunciou um novo mecanismo de processamento de linguagem artificial inteligente, designada “DeepText”. Aplica-se uma técnica de ciência da computação denominado “deep learning” com o objetivo de compreender a linguagem humana, no que poderá  resultar em grandes avanços em produtos mais populares do Facebook, a partir do messenger para o feed de notícias. Hussein Mehana, diretor do departamento de engenharia afirma que "este é um passo em direção à construção de máquinas que podem comunicar com os humanos de uma forma inteligente", como por exemplo, no messenger, o Facebook vai utilizar o “DeepText” para alimentar bots que poderão falar com os utilizadores como sendo um ser humano, ao invés de simplesmente oferecer um conjunto de respostas a consultas rotineiras.
O Facebook está apenas no início, no entanto, esta aplicação poderá ajudar a construir perfis mais detalhados consoante os interesses de cada utilizador, disponível em mais de 20 línguas.
Será também possível decifrar não só os textos mas também as imagens, por exemplo: um utilizador que publique a imagem de uma criança com um subtítulo “dia 25 de Maio”, a aplicação analisa este conjunto de dados e poderá classificá-la como “notícias de família” e direcionar para os utilizadores que demonstraram interesse nas suas últimas publicações relacionadas com o tema.
O Facebook não é a única empresa que trabalha “deep learning” e a compreensão da linguagem, porém, é a única que aplica a mais de mil milhões de utilizadores em todo o mundo.

Pensávamos nós que o Facebook sabia tudo sobre nós!


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Queres mudar de visual mas receias o resultado final? a L'Oréal ajuda!

A L'Oréal Professionnel lançou um aplicação para todas as mulheres que pretendem uma mudança de visual mas receiam dirigir-se a um salão e concretizar a sua ideia com medo do resultado final! Style My Hair é uma ferramenta visual que permite a cada uma de nós fazer uma makeover ao nosso cabelo. Com apenas uma selfie, a aplicação permite experimentar um look totalmente novo de corte, cor e styling, e ainda ajustar o cabelo ao rosto assim como os efeitos da coloração, de modo a obter o visual perfeito.



Várias bloggers portuguesas foram convidadas a experimentar a aplicação e a partilharem a sua experiência. Trata-se de uma estratégia muito comum dado que os millenialls confiam na opinião dos seus bloggers favoritos sem levantarem grandes questões.
Uma vez alcançado o penteado desejado com recurso à aplicação, é só dirigir-se a uma salão L'Oréal Professionnel para realizar a transformação de visual. A marca convida ainda os seus consumidores a partilharem o resultado das suas experiências nas redes sociais com recurso às hashtags #LorealPro e #MyNewLook.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Por quê pagar?! Terá o FREEMIUM nascido em 1991?

Quem se lembra do Linux? Quem utilizou o Linux como alternativa ao “domínio” da Microsoft/Unix. Pois é, já lá vão 25 anos e continua em forma!

Será que, Linus Torvalds, o estudante finlandês que em 1991 decidiu romper com a “ditadura” da indústria dominante das Software House lançando o LINUX, estava a iniciar o novo modelo de negócio FREEMIUM – modelo em que a maioria esmagadora dos clientes acede gratuitamente às versões base do serviço, enquanto uma pequena minoria paga. Talvez!
O que se sabe é que o Linux, foi, muito provavelmente, a primeira plataforma Open Source aberta a toda uma comunidade de entusiastas “programadores” que não queria que as suas máquinas de programar software estivessem debaixo do domínio de quem já nessa altura (inícios da década de 90) queria dominar os Sistemas Operativos; basicamente os sistemas que traduzem a linguagem humana em linguagem que as máquinas entendem - essas coisas que transportamos nos bolsos e que sabem mais de nós do que os nossos próprios amigos!


Não vamos aqui falar das virtualidades que o Sistema Operativo Linux apresenta relativamente aos seus concorrentes bilionários, mas os especialistas garantem que são muitas!
Falemos antes de algumas das suas características que podemos integrar no conceito de crowdsourcing e que fazem com que cerca de 85 milhões de especialistas em matéria de bits, continuem a utilizar, defender, desenvolver, divulgar e,…recomendar.
É um suporte multimedia completo e extremamente fácil de usar, livre de custos de licenciamento e de Código Aberto, desenvolvido a pensar nas pessoas e na comunidade em que todos os utilizadores são encorajados a dar o seu feedback para o projecto de forma a que as suas ideias possam ser utilizadas na melhoria contínua.
Na figura que segue apresenta-se um print screen do Linuxcounter onde podem ser observados alguns dados interessantes. https://www.linuxcounter.net/statistics/counter






Em Portugal existe uma comunidade de cerca de um milhar de especialistas e mais de mil máquinas, registados.