quinta-feira, 6 de março de 2014
A publicidade realista da Apotek
Para apresentar a nova linha de produtos para cabelo, a marca sueca Apotek decidiu comunicar de forma original. Criou um mupi interativo no metro de Estocolmo, onde a interação não era com quem passava, mas sim com as próprias carruagens. Sensores de movimento, estrategicamente colocados nos mupis, detetavam a proximidade do metro, e acionavam, assim, uma animação que pretendia transmitir o conceito: “Dê vida aos seus cabelos.
quarta-feira, 5 de março de 2014
A regra dos 3 graus de influência e as redes sociais
Vi esta notícia escrita hoje sobre a influência do passa-a-palavra nas redes sociais e achei pertinente para as discussões da nossa unidade curricular.
A ideia principal é de que as nossas opiniões e comentários passam na maioria de nós para amigos e de amigos para amigos - regra dos três graus de influência. Este artigo elaborado por cientistas cativou-me devido à professora Teresa Fernandes já ter abordado o efeito bola-de-neve nas aulas de Web Marketing e Comércio Eletrónico. A realidade é que estamos num círculo aberto ao público em que todos são amigos de amigos e esses amigos já considerados afastados também têm conhecidos que acabam por ter uma ligação com o nosso perfil. Desta forma, o marketing viral tem o «dom da ubiquidade», ou seja, é omnipresente.
Cito ainda alguns exemplos dados pelos cientistas que realizaram este estudo e espero que os comentem porque realmente são um ótimo tema de conversa:
A ideia principal é de que as nossas opiniões e comentários passam na maioria de nós para amigos e de amigos para amigos - regra dos três graus de influência. Este artigo elaborado por cientistas cativou-me devido à professora Teresa Fernandes já ter abordado o efeito bola-de-neve nas aulas de Web Marketing e Comércio Eletrónico. A realidade é que estamos num círculo aberto ao público em que todos são amigos de amigos e esses amigos já considerados afastados também têm conhecidos que acabam por ter uma ligação com o nosso perfil. Desta forma, o marketing viral tem o «dom da ubiquidade», ou seja, é omnipresente.
Cito ainda alguns exemplos dados pelos cientistas que realizaram este estudo e espero que os comentem porque realmente são um ótimo tema de conversa:
- »NSA poderá aumentar a eficácia dos seus algoritmos de vigilância dos cidadãos»;
- «(...) talvez nos possam fornecer informações importantes que nos levem mais rapidamente à origem da epidemia»;
- «E na área do marketing ou nas campanhas políticas, poderá ser possível desenhar processos mais eficazes para influenciar o maior número de pessoas possível».
MARKETING DE CONTEÚDO
Recebi este artigo no e-mail e, além de se enquadrar nestes últimos dias, achei bastante curioso e, de facto, compreender termos que "valorizo": conteúdo; redes sociais; ciência. Pode acabar por ser "mais do mesmo", por se colocar na estratégia que é e deve ser o marketing, mas mesmo assim aqui fica.
E são 7 os tipos de máscaras: Sherlock Holmes, Narciso, Capote, o Padrinho, Forrest Gump, e Hobbit, sendo que a cada uma é atribuída uma definição (que poderão consultar mais à frente no link que deixarei).
Segundo a mesma fonte, este tipo de marketing "existe há muito tempo, mas só com o advento das redes sociais é que ele ascendeu à categoria de ciência. E porquê? Porque a atratividade nas redes sociais está diretamente ligada à relevância dos conteúdos partilhados, ou seja, a sua marca (pessoal ou institucional) é tanto mais atrativa quanto mais relevante for o conteúdo que partilha".
As máscaras do marketing de conteúdo!
A mesma ainda afirma que "atualmente um bom conteúdo é o melhor vendedor do mundo e podemos mesmo dizer que nunca como hoje foi tão importante saber produzir conteúdos de qualidade", pelo que concordo totalmente (sendo esse mais um motivo para o facto de aqui partilhar a presente informação. Mas, certamente, as opiniões não têm necessariamente que convergir.
E vocês, concordam com esta última afirmação, além do restante expresso?
Podem ver a notícia na íntegra, AQUI!
terça-feira, 4 de março de 2014
Oscars 2014: Social Media Winners are...brands!
As marcas foram grandes vencedoras na noite dos Óscares 2014.
A selfie de Ellen DeGeneres, tirada com um smartphone Samsung Galaxy Note, entrou para a história por ser a mensagem mais retweetada de sempre.
https://twitter.com/TheEllenShow/statuses/440322224407314432
"It was a great plug for the Samsung brand," said Allen Adamson, managing director at Landor Associates, a branding firm owned by WPP PLC.
"Ellen's selfie is going to be more impactful than their commercials. You can't buy that magic of going viral," he added.
Having products appear in a program—product placement—has been a part of the TV business since the early days of the medium.
But it has become a more popular marketing technique in recent years as ad-skipping via digital video recorders has prompted marketers to look for ways to break free of the confines of the commercial break." (cf. Notícia 1)
Extra - Behind the Preplanned Oscar Selfie: Samsung's Ad Strategy (reportagem de 2:42)
https://twitter.com/TheEllenShow/status/440629608715542528/photo/1
Notícia 1: http://online.wsj.com/news/articles/SB10001424052702304585004579417533278962674
Notícia 2: http://adage.com/article/media/coca-cola-steals-pepsi-thunder-oscars-pizza-stunt/291951/
A selfie de Ellen DeGeneres, tirada com um smartphone Samsung Galaxy Note, entrou para a história por ser a mensagem mais retweetada de sempre.
A fotografia tem gerado alguma polémica pois poderá ter sido mais planeada do que espontânea. Embora a Samsung negue que a selfie fizesse parte de um plano de marketing, tinha sido acordado que o smartphone Galaxy deveria ser integrado, de alguma forma, na cerimónia da entrega dos Óscares. De referir que a Samsung é pelo quinto ano consecutivo uma das principais patrocinadoras do evento.
"It was a great plug for the Samsung brand," said Allen Adamson, managing director at Landor Associates, a branding firm owned by WPP PLC.
"Ellen's selfie is going to be more impactful than their commercials. You can't buy that magic of going viral," he added.
Having products appear in a program—product placement—has been a part of the TV business since the early days of the medium.
But it has become a more popular marketing technique in recent years as ad-skipping via digital video recorders has prompted marketers to look for ways to break free of the confines of the commercial break." (cf. Notícia 1)
Extra - Behind the Preplanned Oscar Selfie: Samsung's Ad Strategy (reportagem de 2:42)
Mas a Samsung não foi a única marca vencedora dos Óscares 2014.
Ellen DeGeneres encomendou pizza da Big Mama's and Papa's Pizzeria (de Los Angeles) para alguns convidados da audiência. Curiosamente, as caixas das pizzas tinha o logótipo da Coca-Cola, numa noite em que a rival Pepsi era uma das marcas anunciantes com exclusividade na noite dos Óscares.
https://twitter.com/TheEllenShow/status/440629608715542528/photo/1
Ora, é cada vez mais nas redes sociais que as pessoas afirmam um certo estilo de vida, trocam experiências e sociabilizam-se. Por isso, é crucial para as empresas potenciarem a sua presença nas redes sociais e desenvolverem nos consumidores um sentimento de afetividade e de pertença com as suas marcas.
Notícia 1: http://online.wsj.com/news/articles/SB10001424052702304585004579417533278962674
Notícia 2: http://adage.com/article/media/coca-cola-steals-pepsi-thunder-oscars-pizza-stunt/291951/
sábado, 1 de março de 2014
Quem usa quem?
A Apple e a Walt Disney estão de "mãos dadas" num novo projeto: serviço de filmes. Lançado a 26 de Fevereiro do ano corrente com o nome "Disney Movies Anywhere", o serviço permite (apenas) aos utilizadores da Apple, assistir a filmes a partir de qualquer dispositivo da marca, passíveis de serem descarregados no iTunes.
Esta aposta da Walt Disney, baseada na tecnologia cloud, permite aos Millennials desfrutar do serviço em qualquer lado e em qualquer hora, o que é ótimo para esta geração que procura, constantemente, inovação e atualização da marca.
Mas, a questão que se impõe é: quem usa quem? Será a Walt Disney a ancorar-se na marca Apple para atingir um mercado mais amplo, uma vez que as vendas dessa marca têm aumentado? Ou será o contrário, querendo a Apple atrair novos consumidores atendendo a esta nova funcionalidade?
Numa atualidade onde se procura tudo ao segundo e o que demorar um minuto já é definido como tempo desperdiçado, a ideia de disponibilizar filmes na cloud tem tudo para dar certo: segurança, possibilidade de enviar e receber ficheiros e ainda a possibilidade de aceder aos ficheiros a partir de qualquer dispositivo, esteja onde estiver.
Esta estratégia é definida atendendo aos tempos que correm, uma vez que, cada vez mais se conclui que estamos perante uma "Geração Móvel", ou seja, todos os dias a todas as horas o indivíduo não larga o seu dispositivo móvel, seja ele smartphone, tablet, ipod, computador portátil, entre outros.
E a dúvida persiste: terá este projeto o sucesso esperado quando há restrição de operadora? O mercado é vasto Disney, cuidado!
(ver noticia aqui)
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