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domingo, 18 de março de 2018

A Era Digital e as Vivências das Novas Guerras: Síria, a Guerra no Digital


A “era” digital, que nos atravessa do lés a lés no nosso quotidiano não é, de forma alguma, inocente como vemos a guerra, como a guerra chega tão dramática, tão intensa e feroz até nós que nos anestesia dos horrores existentes que, de alguma forma, torna-se tão “banal”, que olhamos para as situações como se de um filme qualquer se tratasse.
"Um carinhoso pai carrega a sua posse mais preciosa depois de um breve cessar-fogo ter permitido a fuga de milhares dos intensos conflitos de Ghouta Oriental”.


Em 1990/1991, aquando a guerra da invasão do Kuwait, as noticias chegavam com algumas horas de atraso; a via mais rápida de informação, eram via satélites, quer imagens quer telefones, que tinham de ser reservados e pagos ao minuto, custavam fortunas à época, dessa forma faziam-se diretos e relatavam-se as ocorrências do dia; não raras vezes, os jornalistas estavam nos cenários de guerra e “tinham a sorte” de serem filmados com ações e bombas a cair perto de si.
Era o máximo, um êxito total da informação jornalística e do jornalista em si.
Outro meio de informação, eram os jornais em papel, que nos chegavam às mãos diariamente e cujas noticias eram diferidas no tempo pelo menos 12 horas, que traziam fotos e descrições, quanto mais chocante melhor, do decorrer dos cenários de guerra.

A radio, manteve-se um pouco afastada do mediatismo frenético da informação, pois não era fácil a transmissão das emoções e dos horrores do que se passava; os noticiários limitavam-se a relatar o que estava escrito e pouco mais.
Ficaram famosos alguns jornalistas das TVs portuguesas deslocados ao Kuwait, tais como, Pedro Moreira, João Gabriel, Pedro Pereira, Pedro Guedes da TVI, Carlos Fino, Luís Castro, José Rodrigues dos Santos, Nuno Rogeiro e Márcia Rodrigues da RTP, Luís Costa Ribas, Cândida Pinto, Henrique Cymermam da SIC, entre outros
Os espaços informativos multiplicaram-se, quais cogumelos, as grelhas televisivas alteram-se, a febre de cobrir a guerra mediática, duplicaram orçamentos e pessoas.
Seria a primeira guerra mediática ao nível dos mass media, quase em tempo real mas, pelo menos, foi a mais mediatizada até então.



A Internet e o digital, vieram transformar a informação como a conhecemos.
A informação chega ao consumidor just-in-time de forma abrupta, crua e brutal sem edição; o consumidor é um jornalista em potência pois, muitas das vezes, encontra-se no local dos acontecimentos, relatando sem qualquer intervenção dos jornalistas, p. ex. os terríveis atentados recentes dos últimos 2 anos.



A famigerada guerra na Síria, em que vemos a morte de crianças e adultos sem qualquer tipo de defesa possível contra a brutalidade dos “senhores do mundo” e nada fazerem, mantemo-nos impávidos e serenos; este é o custo que estamos a pagar pela forma como a comunicação excessiva chega até nós, tornando-nos “frios e sem emoções” perante estas circunstâncias.
Na era do digital, o consumidor é um provedor de conteúdos aonde quer que esteja, P2P genuíno, somente possível com o acesso generalizado à Internet mas, principalmente, no digital aqui, ali e em qualquer lado e em qualquer tempo.

Fontes:
https://medium.com/@UNICEF_Portugal/não-basta-que-o-mundo-fique-chocado-com-as-imagens-que-tem-visto-nas-últimas-semanas-144223825f5

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Black mirror: Os efeitos negativos das novas tecnologias


Todos sabemos que a tecnologia tem vindo a transformar cada vez mais todos os aspetos do nosso quotidiano. Hoje em dia, por exemplo, não precisamos de sair do conforto de nossa casa e enfrentar o temporal lá fora só porque precisamos de comprar algo. Seja alimentação, vestuário... até as farmácias de Portugal já lançaram uma aplicação onde através de um simples clique nos fazem chegar os medicamentos a casa! É certo que as novas tecnologias têm vindo a melhorar e a facilitar o nosso dia-a-dia. Afinal, quem é que se imagina a viver sem o seu smartphone conectado à internet e constantemente sincronizado com as redes sociais que nos permitem socializar com os amigos e conhecidos? Parece impossível, certo?
No entanto, quantos de nós já pararam para refletir sobre a forma como a tecnologia tem vindo a dominar a nossa vida? Falo, desta vez, de uma perspetiva negativa.
É por isso que, no seguimento desta temática, vos venho apresentar uma análise de uma popular série da Netflix denominada por “Black Mirror”.  Esta série televisiva, composta por episódios com histórias distintas, aborda o efeito de certas tecnologias numa sociedade paralela e futura onde nos permite visualizar as possíveis mudanças sociais que têm vindo a acontecer nos últimos anos e que, se elevadas ao extremo, podem vir a ser bastante nocivas para a nossa sociedade.
Vou referir um episódio em particular por achar que muitos de vocês (tal como eu), se vão aperceber de que aquela realidade, embora que um pouco extrema, consegue retratar a nossa sociedade. O nome do episódio é “Nosedive” e é um dos mais populares. Este remete para um mundo completamente dependente das redes sociais. Cada pessoa vive em busca de uma melhor classificação (de 0 a 5) que é afetada por tudo aquilo que vivem no dia-a-dia. Qualquer pessoa pode avaliar alguém , através de uma app específica, com quem se cruze durante o dia e em qualquer circunstância. O objetivo é obter a melhor média possível pois é isso que determina o status social e económico da pessoa. Aqueles com uma média elevada (acima de 4,5) possuem bastantes regalias enquanto que os detentores de médias baixas são menosprezados e vistos como “outsiders”. É como se fosse uma espécie de “rating” da Uber combinada com os “likes” da nossa página de facebook e instagram. Agora  imaginem que essa classificação determinava tudo nas vossas vidas, desde o vosso trabalho até à vossa vida familiar.
É certo que esta história não acaba bem para a personagem principal pois ela entra num estado de ansiedade extremo devido às consequências das suas atitudes.  A verdade é que esta realidade paralela não está assim tão distante daquilo que presenciamos hoje, sendo que grande parte dos jovens vivem obcecados com o número de “likes” que conseguem obter a partir das redes sociais e do status que o mundo virtual lhes "oferece".

Recomendo a assistirem a esta série e, em particular, este episódio pois os avanços tecnológicos que, hoje em dia, entendemos como um progresso (dos quais sociais) também implicam efeitos negativos que muitas vezes ignoramos. O objetivo da série não é fazer-nos temer a tecnologia mas sim consciencializar-nos e manter-nos em alerta para todo o tipo de mudança social e desvio comportamental que possam advir dela. 

Deixo-vos aqui uma síntese do episódio em questão. Boa semana a todos!



Fontes: 




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tendências das Redes Sociais para 2017: Vídeos em direto

Os vídeos em direto estão a torna-se uma ferramenta de marketing fulcral de forma a ganhar influência e criar conexão com os consumidores.
Para aqueles que têm seguido as tendências, a popularidade do conteúdo em vídeo não será nenhuma surpresa. O Youtube tem sido o gigante, nos últimos anos, e conta com cerca de um terço dos utilizadores de internet em todo o mundo.
A popularidade do conteúdo em vídeo e das redes sociais é incontestável e junção dos dois acaba por ser um passo natural na evolução de ambos. Desta junção resultou, reprodução e partilha de vídeos em tempo real em redes sociais.

Apesar de existirem centenas de sites e plataformas de vídeos em live streaming os mais populares são o Periscope e o Facebook Live.
Em 2016, o Periscope afirmou que os seus utilizadores visualizaram, diariamente, o equivalente a 110 anos de vídeos em direto.
O Facebook também apresentou resultados muito positivos. Os vídeos em direto originaram um impacto e envolvimento, por parte dos consumidores, muito elevado. Sendo que, este tipo de vídeos, teve um alcance 135% superior ao de imagens/fotografias e 10 vezes mais comentários que os vídeos gravados.
É, ainda, possível observar o alcance desta tendência na imprensa, uma vez que, os vídeos do Facebook Live já são usados como fonte de informação e citados aquando da cobertura de notícias e eventos relevantes.
No final do ano de 2016, o Instagram e o Twitter lançaram as suas versões de vídeos em direto e o Youtube promete seguir a mesma tendência.

Mas como é que as marcas têm beneficiado desta tendência?

As marcas usaram os vídeos em direto para melhoria do serviço ao cliente através da organização de sessões de perguntas e respostas e showcasing de produtos. Esta abordagem possibilita aos anfitriões solicitarem comentários, questões e feedback ao público, o que acaba por criar envolvimento e conexão.
As redes sociais, também, estão a ser utilizadas para transmissão em direto dos eventos organizados pelas marcas. O objetivo é “trazer” os seguidores das marcas para eventos aos quais, de outra forma, poderiam não ter possibilidade de presenciar.
Por fim, uma das formas através das quais, as marcas têm beneficiado desta tendência, é pela criação de rubricas através da publicação de múltiplos vídeos em directo relacionados com uma mesma temática. Um exemplo prático é a rubrica semanal da revista feminina Allure, na qual testa e avalia um novo tipo de batom e pede ao público para fazer questões e pergunta o que gostariam de ver na rúbrica seguinte. (Assistam ao vídeo da rubrica mencionada: aqui )

Os vídeos em direto estão a tornar-se em algo social, não só, porque transmitem o que se está a passar em tempo real, mas também, porque permitem uma interação instantânea e tornam o público “ parte da conversa”. Desta forma, torna-se fácil perceber o porquê de o vídeo em direto não ser, apenas, mais uma moda, mas pelo contrário, um momento marcante para a história do conteúdo em vídeo nas plataformas online e redes sociais.

Fontes:
http://tedrubin.com/biggest-content-marketing-trend-heading-2017-live-streaming/
http://digitalmarketingmagazine.co.uk/social-media-marketing/the-2017-trends-every-social-media-manager-should-be-aware-of/4013
https://blog.hubspot.com/marketing/social-media-predictions-2017#sm.00015c6j94ddwfr5u991dso4gay3u
http://www.forbes.com/sites/jimmyrohampton/2017/01/03/5-social-media-trends-that-will-dominate-2017/#4411a546141f

domingo, 17 de maio de 2015

O Dia de Todos Nós

Celebra-se hoje o Dia Mundial da Sociedade da Informação, a sociedade que não vive sem internet, sem televisão, sem o acesso constante, rápido e fácil a informação.


Instituído em 2005 por resolução da Organização das Nações Unidas, o dia 17 de maio era anteriormente conhecido por Dia Mundial das Telecomunicações, para comemorar a fundação da União Internacional de Telecomunicações, ocorrida a 17 de Maio de 1865.

O principal objetivo do dia é “chamar a atenção de todo o mundo para as mudanças da sociedade proporcionada pela Internet e pelas novas tecnologias. A data também tem como objetivo ajudar a reduzir a exclusão digital.”

Este dia é igualmente conhecido por Dia Internacional da Internet, desde 2006, ano em que a Organização das Nações Unidas o instituiu.


Atualmente, quase 3 mil milhões de pessoas em todo o mundo são utilizadoras da internet, o que revela a enorme importância deste dia.

Só hoje, por segundo, foram enviados mais de 2 milhões de emails, mais de 100 mil vídeos foram vistos no YouTube, mais de 9 mil tweets feitos no Twitter, mais de 2 mil fotos publicadas no Instagram, mais de 1700 chamadas no Skype, mais de 27 mil GB de tráfico, e quase 50 mil pesquisas foram feitas no Google. Sim, isto tudo em UM SEGUNDO!

Como sabemos, a geração atual é conhecida por Geração Net ou Millennials, totalmente adepta das novas tecnologias, do imediato, do fácil, de ter tudo o que precisa ao seu dispor de forma simples. Assim, podemos considerar também este dia um bocadinho como o Dia da Geração Net, porque é esta geração que faz com que vivamos num mundo cada vez mais tecnologizado e adepto da procura constante de informação.

Sabiam disto? Qual a vossa opinião?

Feliz Dia Mundial da Sociedade da Informação!

domingo, 10 de maio de 2015

Vai pela sombra... à internet!

É sabido que cada vez mais existe Wi-Fi em locais públicos (lembremo-nos, por exemplo, da campanha experimental nos autocarros da STCP). Ter acesso gratuito à internet em qualquer sítio onde estejam é cada vez mais uma necessidade para os utilizadores.

E porque não juntar esta necessidade a uma necessidade para a saúde pública?

Foi exatamente isso que fez uma empresa belga, a Hapiness Brussel, quando decidiu juntar a disponibilização de Wi-Fi gratuito à proteção contra o cancro da pele.

O projeto, de seu nome “Shadow Wi-Fi”, é uma ideia simples, mas que junta o útil ao agradável. Este projeto trata-se de um serviço de disponibilização de Wi-Fi gratuito que só funciona à sombra. “Capaz de suportar até 250 conexões simultâneas, a instalação comporta uma tecnologia pensada com a finalidade de produzir a maior sombra possível. Além disso, há um sensor que acompanha os movimentos do sol para que a antena possa direcionar o Wi-Fi apenas para os lugares com sombra.”

Este sistema foi implantado na Playa Agua Dulce, no Peru, e a ideia é expandi-lo para todo o lado.


Navegar na internet nunca fez tão bem à saúde!

E vocês, iriam para a sombra para poderem ter acesso gratuito à internet?

segunda-feira, 4 de maio de 2015

McDonalds cria 24 horas de experiências por todo o mundo

No passado mês de Março, a McDonalds promoveu a iniciativa "Imlovinit24" por todo o mundo, que consistiu na realização de 24 eventos diferentes por 24 cidades (Tóquio, Madrid, Nova Iorque, Rio de Janeiro, ...) no período de 24 horas. Esta iniciativa teve como principal objectivo proporcionar aos utilizadores experiências únicas de diversão e felicidade tal como a marca faz no dia a dia, para além do posicionamento da marca nas redes sociais e da aproximação da mesma com um target mais jovem que se encontre ativamente presente nas redes sociais. 
Como foi abordado nas aulas de Web Marketing e Comércio Eletrónico, esta geração valoriza a experiência e o entretenimento sem compromissos e caracteriza-se pela " interactividade, participação e proatividade (...) Enfoque nas experiências / escapismo: viver tudo ao máximo já ..."

Através do website www.Imlovinit24.com, os utilizadores tiveram a possibilidade de acompanhar a todas as acções em tempo real em qualquer das cidades e também a capacidade de partilhar fotos com os outros participantes de cada país.



Citando Atif Rafig, a "Imlovinit24 é uma iniciativa única que mostra a presença global da McDonalds e o poder que o meio digital tem para unir as pessoas. Essas 24 ações são muito mais do que uma coleção de eventos locais. Simultaneamente, elas criam um momento marcante para as pessoas ao redor do mundo testemunharem, participarem e espalharem diversão e felicidade".

Apesar das experiências terem sido realizadas em termos locais, a concepção desta iniciativa foi toda digital, no sentido que permitiu a interactividade de todos os participantes através da partilha das experiencias e a produção de conteúdos, factos a ter em conta nos dias de hoje como foi abordado em Web Marketing e Comércio Eletrónico: " A relevância dos conteúdos, dos meios e da sua capacidade de interacção são aspectos valorizados por estes novos consumidores ....".

A McDonalds é uma empresa no sector da restauração de fastfood fundada em Abril de 1995 nos EUA. A marca existe em cerca de 120 países, possui cerca de 33.500 restaurantes e empresa mais de 1,7 milhões de pessoas em todo o mundo. A empresa surgiu pela primeira vez em Portugal em 1991 e neste momento empresa cerca de 6000 colaboradores no país em mais de 144 restaurantes. Entrou com um conceito completamente inovador neste sector, introduzindo valores como a conveniência, a acessibilidade e a informalidade.

Desde 2014 que a empresa está a atravessar um período difícil em termos económicos, apresentando os valores mais baixos nos últimos 10 anos em termos de vendas mensais. Na origem deste problema encontra-se a mudança de hábitos alimentares dos consumidores, o aumento dos impostos na Europa e na Ásia e o aumento da concorrência pelos principais rivais em termos de preço e qualidade percebida.

sábado, 14 de março de 2015

Marketing Digital – Estratégia na Internet


  • O Marketing Digital deve ser entendido como uma das partes da Estratégia de Marketing Global das Organizações.
Na realidade o Marketing Digital é o conjunto de ações e de estratégias de Marketing que visam a promoção de produtos, serviços ou mesmo de marcas através da Internet.
A informação via Internet é disponibilizada aos consumidores de uma forma rápida e eficiente, podendo mesmo ser personalizada com o intuito de conquistar e fidelizar clientes, cabe ao Marketing Digital liderar este processo.
  • A Corning é um dos mais inovadores líderes mundiais na ciência dos materiais. Nos mais de 160 anos de existência aplicam a sua experiência em vidros especiais, em cerâmica e física ótica, desenvolvendo produtos que transformam a vida das pessoas. Têm vindo a contribuir na ativação de um futuro de comunicação, colaboração e conetividade.

Enabling a future of communication, collaboration, and connectivity
Vejam aqui como:

Se quiserem saber mais: http://www.corning.com/index.aspx

Na vossa opinião o constante desenvolvimento de novas tecnologias incrementa o potencial das estratégias de marketing digital ou pode ser contraproducente?
Aguardo com expetativa os vossos comentários.

sábado, 7 de março de 2015

Do Multicanal para o Omnicanal – Uma Estratégia Desafiadora

Hoje o grande desafio dos Marketers é a evolução do multicanal para o omnicanal. Já não basta às empresas estarem presentes no multicanal, ou seja, em todos os canais, nos quais o consumidor está ou pode estar. O desafio da estratégia omnicanal vai mais longe, é muito mais complexo.

No omnicanal as empresas devem proporcionar aos clientes experiências de compra em tudo semelhantes, qualquer que seja o canal escolhido. Na loja física, na loja online, no computador pessoal, no telemóvel, numa app, é suposto e pretendido que o cliente consiga desfrutar de uma experiência idêntica, deve conseguir mudar de canal entre compras, dentro do mesmo processo, mantendo tudo o que é para si relevante.
 O desafio colocado ao Marketing é muito grande quando as empresas pretendem estar presente no offline e no online. O cliente conhece o produto na Internet e compra na loja física, ou vice-versa.

As lojas físicas devem evoluir, aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pelas tecnologias móveis, não podem ser apenas um lugar para a compra. Sofisticação é palavra-chave, proporcionadora de uma experiência diferente ao consumidor. A loja física deve evoluir para um novo modelo, mais personalizado, verdadeiro ponto de encontro da compra online e offline.

A tecnologia continua a ajudar, surgem novas formas de comunicação diferentes e facilitadoras deste contato. Vejam até onde podemos ir:
Aqui podem conhecer mais sobre este projeto de crowdsourcing: http://cicret.com/wordpress/

Na vossa opinião o desafio do omnicanal é uma janela de oportunidade para as empresas melhorarem a qualidade do seu serviço?

Nunca foi tão fácil aprender, MANDA-TE

Agora não há desculpas… MANDA-TE

Nunca foi tão fácil aprender, basta querer.

A internet veio democratizar o acesso à educação e é muito fácil encontrar oferta formativa, fontes de conhecimento, gratuita adequada às nossas necessidades.

Queres aprender online? 10 cursos gratuitos que qualquer profissional devia frequentar

Desde grupos de acesso através de Redes Sociais como por exemplo o Facebook, Blogues e Websites, alguns patrocinados por Universidades com reputação mundial, a oferta de ensino gratuito on-line cobre variadíssimos temas.

A vida exige-nos uma atualização permanente de conhecimentos.

O link que vos deixo sugere que “te mandes” na procura do saber mais em, por exemplo:
  • Marketing
  • Empreendedorismo
  • Liderança
  • Comportamento Organizacional
  • Microeconomia
  • Aprender a língua Francesa
  • Aprender a língua Alemã
  • Programação WEB
Podes ver em: Queres-aprender-online-10-cursos-gratuitos

Partilha os teus recursos, comenta e dá-nos a conhecer outras fontes de conhecimento

Não esperes mais, MANDA-TE

domingo, 8 de junho de 2014

Estudo internacional pretende saber como comunicam as organizações portuguesas na Internet

Encontra-se a decorrer um estudo internacional, pioneiro no âmbito da web 2.0 e do social media, sobre as organizações em Portugal. Esta investigação denomina-se "Social Media Governance em Portugal e no Brasil 2014 – Como é que as organizações comunicam na Internet?" e tem o apoio da Meios&Publicidade.

O estudo é da responsabilidade Evandro Oliveira, investigador português associado à Universidade de Leipzig e à Universidade do Minho, que juntamente com Ansgar Zerfass e Margarida Kunsch, da Universidade de São Paulo, "garantem a qualidade académica do mesmo, sem perder o foco das implicações na prática". como é referido na notícia da Meios & Publicidade. Esta investigação foi primeiramente realizada em países como Alemanha, Austrália e Estados Unidos, sendo que Portugal é o quarto país a recebê-lo.

Na prática, serão explorados vários quadros de análise em empresas, ONGs e organizações públicas e políticas. A verdade é que apesar da comunicação online ter entrado nas operações organizacionais há alguns anos, nem todas as organizações aproveitam todas as suas potencialidades. Assim, o objetivo do estudo é perceber qual a realidade em Portugal? Qual é a melhor maneira de integrar a comunicação online no dia-a-dia das organizações portuguesas? Os resultados, que serão mais tarde revelados pela Meios&Publicidade, irão ser o retrato a 360º desta realidade. De facto, importa analisar e compreender de que forma está a ser feita esta comunicação, se será a mais indicada e destinada aos targets definidos.

De forma a obter estes resultados com uma boa representatividade, importa responder e partilhar o seguinte inquérito: http://ww2.unipark.de/uc/socialmedia2014

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Digital???

Michael Leander, especialista na ferramenta de comunicação Marketing Direto, esteve em Portugal, a propósito da conferência “Direct & Digital Marketing”, organizada pela Mediapost, e deixou alguns conselhos aos marketeers, que valem a pena reproduzir.

Digital:
Risco ou oportunidade?
Oportunidade. As tentativas de aproximação das marcas aos consumidores devem refletir o que estes querem agora e num futuro próximo. Depois, o digital tem o potencial de ajudar a educar e a nutrir a relação com os públicos.

Um canal ou o canal?
Um canal. Prova disso é o facto de 25% das audiências ainda preferirem o papel, como mostram alguns estudos, a dificuldade dos social media em promover um bom retorno do investimento de marketing e os negócio com maior sucesso serem os que têm uma presença omnicanal.


Presente ou futuro?
Futuro. Nesse sentido, o modo de trabalho dos profissionais de marketing terá de alterar ainda mais. O digital tem de ser encarado mais como uma ciência do que com uma arte. Tal trará mais desafios, é certo, mas também mais benefícios para as marcas. Uma campanha digital só deverá ser apelidada de boa, se atingir ou ultrapassar os objetivos definidos, durante a fase de planeamento, conclusão a que não se pode chegar só com base em taxas de cliques ou de conversão.

… E refletir.
Ao longo das aulas de Web Marketing e Comércio Eletrónico, observámos vários exemplos que mostram a implementação do digital na vida quotidiana dos consumidores, pelo que não considerar este canal seria ignorar uma realidade que afeta todas as variáveis do marketing mix. Relativamente aos outros dois pontos, isto é, o facto de tratar-se de apenas mais um canal e de “estar para ficar”, basta olharmos para o peso ainda significativo da televisão no investimento publicitário e na compra de smartphones, respetivamente.


sexta-feira, 9 de maio de 2014

O início de novas mudanças na distribuição

A internet tem transportado os marketers, os consumidores e o público em geral para realidades, até há bem pouco tempo, inimagináveis. No que concerne à distribuição de produtos e serviços, nas últimas aulas de Web Marketing e Comércio Eletrónico, apercebemo-nos daquilo que nos aguarda, num futuro próximo, a título de exemplo:

Consumidores com cada vez mais poder de negociação
Exemplo da "Amy", que teve um aconselhamento personalizado, antes e durante a visita a uma loja de vestuário, e que conseguiu uma redução no preço de um par de sapatos, após ter feito scan sobre um QR Code, tê-lo encontrado mais barato, noutra loja, e informado a vendedora.

Convergência do on-line e do off-line
Lojas físicas com provadores virtuais e lojas on-line com avatares a personificar os tradicionais vendedores, dois exemplos ilustrativos desta convergência e que, simultaneamente, são indicadores da vontade dos consumidores em ter disponível o melhor do on-line no off-line e vice versa.

Entregas cada vez mais rápidas do que adquirimos on-line
Caso da Amazon e dos testes realizados com drones, com o objetivo de efetuar as entregas dos seus produtos em 30 minutos ou até menos.


A utilização recente destes veículos aéreos é, na verdade, a razão principal deste post.

Drones entregam latas de Coca-Cola

A Coca-Cola surpreendeu os construtores de arranha-céus de Singapura, ao levar-lhes latas do conhecido refrigerante, com mensagens de agradecimento dos habitantes daquela cidade pelo trabalho que desenvolvem.
 

Esta ação de comunicação da marca faz parte da campanha global "Where will hapinness strike next?". Teve como objetivo aproximar duas comunidades que raramente estabelecem contacto e como parceiros uma organização não governamental  e a Ogilvy & Mather Singapore.

Link para o vídeo: "Happiness from the Skies"

terça-feira, 18 de março de 2014

Robot Jornalista

O jornalista e programador Ken Schwencke criou um algoritmo capaz de escrever um pequeno artigo logo após a ocorrência de um sismo. Este novo sistema veio comprovar que cada vez mais as tecnologias são capazes de produzir conteúdos relevantes sem a interferência humana. No entanto, Ken afirma que este sistema não tem como intuito substituir o trabalho dos jornalistas.

Este robot apresenta alguns dados como a magnitude do sismo, o dia, o período da ocorrência, entre outros. Através deste sistema é possível melhorar o tempo de divulgação da informação uma vez que esta é publicada imediatamente no LA Times online: http://www.latimes.com/local/earthquakes/#axzz2wJCNCUlo.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Parabéns à Word Wide Web pelos 25 anos de existência

Conseguem imaginar o mundo sem internet?

No dia 12 de março de 1989 a World Wide Web começou a mudar o mundo. Atualmente é um dos grandes motores da economia moderna e talvez seja a maior marca da evolução tecnológica da humanidade. Caso a internet não existisse empresas como a Google ou o Facebook também não teriam razão de existir. O mesmo se pode dizer do web marketing e do comércio electrónico.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Xbox One: recompensar os usuários que veem anúncios

A Microsoft começou a divulgar a Xbox One, a sua próxima geração de consolas, anunciando-a como o melhor sistema de entretenimento doméstico all-in-one, tentando afastá-la do universo restrito dos jogos, declarando-a como uma ferramenta de entretenimento genérica.
Para além de novidades que incluem parcerias com a NFL (National Football League) e com Steven Spielberg para a produção de uma série de TV Halo, as notícias têm dado particular ênfase a uma melhoria da tecnologia associada à câmara Kinect que permitirá uma melhor e maior interação com os usuários. No pedido de patente da nova Xbox One, a Microsoft apresentou um sistema para acompanhar o comportamento dos telespectadores através da câmara Kinect, a fim de oferecer recompensas aos usuários que vejam anúncios durante um programa de TV ou filme.
Se as experiências tradicionais de visualização de filmes e programas de televisão contavam com um espectador passivo, a Xbox One pretende que o espectador se envolva e se torne mais interativo. Os dispositivos de gravação digital permitem que os espectadores «saltem» os anúncios, fazendo com que os anunciantes não consigam chegar aos consumidores. Agora, com a Xbox One, a proposta é para que os anunciantes e produtores de conteúdos de vídeo sejam capazes de definir metas de visualização, a partir das quais se acionam recompensas (que tanto podem ser virtuais como físicas) para os espectadores.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

O Comércio em 2020

As tecnologias e o crescimento do comércio eletrónico estão a criar novos hábitos nos consumidores.
 
Antes de sairmos de casa para comprar alguma coisa vamos à internet comparar preços, escolhemos exatamente as características que queremos em cada produto, vemos se tem ou não disponibilidade na loja, etc.

A propósito do que falamos na última aula, deixo aqui as tendências do comércio para o ano de 2020:

1. As lojas físicas tendem a especializar-se. Com a crescente digitalização, as lojas físicas irão progressivamente desaparecer, e apenas aquelas que tenham a capacidade de se especializar vão conseguir sobreviver.

2. Os smartphones vão converter-se em verdadeiros conselheiros privados. Os telemóveis inteligentes vão conhecer de forma mais aprofundada os nossos gostos e necessidades, oferecendo conselhos e atividades personalizadas.

3. Os cupões de desconto serão uma arma de marketing. Os cupões de oferta e de desconto vão converter-se em algo imprescindível para atrair clientes e criar laços com aqueles que já o são.

4. O botão “Gosto” irá ultrapassar a barreira digital. As lojas físicas poderão no futuro incluir cabides com ecrãs nos quais os clientes poderão fazer “like” da peça que seja do seu agrado (ex. C&A Brasil)

5. Os produtos mostrarão mais informação sobre si próprios. Graças aos chips integrados nas roupas, os consumidores terão a possibilidade de aceder a informações adicionais do produto escolhido.

6. Os espelhos inteligentes serão “normais”. A presença de espelhos que explicam as características da roupa que se está a provar vão ser comuns nas lojas físicas.

7. A barreira entre o comércio online e offline tenderá a desaparecer. As lojas físicas poderão tornar-se em verdadeiros locais híbridos, apresentando características das lojas online. Além disso, os produtos vão apresentar-se de forma cada vez mais criativa e surpreendente, para gerar expectativa e interesse nos clientes.


Estas mudanças acima descritas implicarão grandes alterações na sociedade e na nossa forma de fazer comércio.
 
Julgo que o fim anunciado das lojas físicas não vá ainda ocorrer dentro dos próximos 10 anos. Não nos podemos esquecer que existem ainda muitas pessoas (nomeadamente nos meios mais rurais e/ou com reduzidas habilitações) que ainda não estão tão ligadas a este mundo online, e muito menos estão preparadas para esta mudança drástica na forma de "comprar". Ir ao supermercado, ir ao shopping e experimentar a roupa, continuarão a ser hábitos de parte da população portuguesa nos próximos anos.
 
Esta evolução descrita deverá, muito provavelmente, acompanhar as gerações mais novas, ao longo dos anos. E esta evolução já começou!