Mostrar mensagens com a etiqueta #confinamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta #confinamento. Mostrar todas as mensagens

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Obras de arte que valem bilhetes

O Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, tomou a excelente iniciativa de promover aulas de desenho ao vivo no Youtube. Todos os sábados de manhã, Nelson Ferreira, artista e professor de arte em Londres, convida toda a gente a dar azo à imaginação. O melhor de tudo, é que durante dois meses após o confinamento, os desenhos serão um bilhete de entrada no museu!

As primeiras sessões d’O Fungagá das Artes já se realizaram, mas quem estiver interessado, ainda pode assistir às aulas das próximas semanas. Basta pegar num papel, esferográfica, lápis de cor ou marcadores e ser criativo!

Devo dizer que, adorei a ideia do Museu Nacional de Arte Contemporânea! Uma ótima estratégia para atrair mais visitas, e um incentivo à criatividade e imaginação das pessoas. É essencial mantermo-nos ativos e otimistas durante o confinamento, e desenhar atrai pensamentos positivos, que nos ajudam a manter a calma. Devemos continuar a desafiar-nos, e aproveitar esta altura para experimentar coisas novas! Na próxima semana, vou assistir à sessão, e soltar a artista que há dentro de mim!

E vocês? Que acham desta ideia?

Por último, deixo aqui o vídeo da aula de hoje para que se possam inspirar.



Fonte 1

Fonte 2

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Uber Eats e FNAC: uma dupla improvável

 “Alimente a mente com livros” é o mote do novo serviço da FNAC, o FNAC READS, disponível a partir do dia 25 de fevereiro de 2021. Esta é uma iniciativa que junta dois nomes improváveis: a FNAC, uma empresa que vende livros, filmes, séries, entre outros produtos, com a Uber Eats, uma plataforma onde é possível encomendarmos refeições que nos são entregues ao domicílio. Agora, é possível replicar este processo também para os livros. Numa altura de confinamento, em que muitas pessoas estão privadas de acesso à cultura, por não poderem sair de casa, este serviço veio colmatar esta falha, com apenas uns simples cliques. Já é possível realizar a encomenda dos nossos livros ou de outros artigos como se estivéssemos a pedir o almoço, com um tempo previsto de entrega de cerca de 30 minutos. Esta iniciativa já está disponível em várias cidades do país, como Lisboa, Cascais, Porto, Vila Nova de Gaia, Braga, Coimbra e Faro.

Como forma de celebrar esta união, até dia 11 de março, qualquer pedido acima de 10€ é entregue sem ser cobrada a taxa de entrega, bastando usar o código promocional FNACREADS.

Para Nuno Luz, diretor gera da Fnac Portugal, esta é mais uma iniciativa que faz parte do compromisso da marca para a promoção dos hábitos de leitura dos portugueses, garantido o imediato acesso ao catálogo de livros Fnac sem a necessidade de deslocação a uma loja. Os livros são um bem essencial e, com esta iniciativa, pretendemos reforçar a nossa missão de incentivo à leitura como forma de acesso e desenvolvimento cultural”.

Numa altura de crise global, em que quase todas as áreas foram afetadas drasticamente pela pandemia, o setor da cultura e, neste caso, o literário sofreu graves perdas, com o encerramento de várias livrarias e editoras. Em Portugal, segundo dados divulgados pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), na semana de 23 a 29 de março de 2020, durante o primeiro confinamento, registou-se uma quebra de 83% nas vendas de livros em livrarias (que estão, na sua maioria, fechadas ou a fazer venda à porta), e de 28% nos hipermercados. Mas, na semana anterior, diretamente antes da implementação do estado de emergência, já tinha sido registada uma quebra de 63,3% — o que equivale a uma quebra de 1,6 milhões de euros; ou seja 121,6 mil livros vendidos a menos.

Assim, é importante percebermos que as empresas encontram formas de se reenvientarem e procuram parceiros para os auxiliarem nos seus objetivos. Numa era cada vez mais digital, em que o consumidor está habituado a ter tudo aquilo que deseja, o mais rapidamente possível, é fundamental que as empresas se ajustem para dar resposta a essa procura e consigam alternativas convenientes e ajustadas à realidade que todos enfrentamos. Por outro lado, até que ponto a associação de duas empresas tão distintas, de setores diferentes, pode trazer sucesso a esta iniciativa? A disponibilização do serviço de compra online e entrega ao domicílio, que já existia na Fnac, não seria suficiente?

Fonte 1

Fonte 2

Fonte 3

Fonte 4