domingo, 6 de março de 2016

À boleia das novas tecnologias

A proliferação dos dispositivos móveis com acesso online veio trazer uma nova dinâmica a setores mais tradicionais. Novas aplicações como a Didi, a Uber e a Lyft causaram uma “pequena revolução” no mercado de transporte de passageiros.

Estas novas plataformas atraem principalmente consumidores mais exigentes em relação à qualidade do serviço e precisão de informação. Os consumidores têm antecipadamente acesso ao valor do serviço a contratar e ao tempo de espera pelo veículo mais próximo, evitando assim os possíveis abusos tantas vezes comentados.
Contudo, o enquadramento legal deste tipo de serviços contínua envolto em polémica (casos recentes em Portugal, por exemplo) pela inexistência de legislação específica sobre esta atividade, o que nos leva à seguinte questão: terá a legislação capacidade para acompanhar a evolução do comércio eletrónico?

3 comentários:

  1. Andei de UBER no Reino Unido e de facto o serviço funciona lindamente. Lá está tudo legislado e todos saem a ganhar: os consumidores têm mais e melhor oferta, o mercado funciona melhor por via da concorrência e o Estado cobra os seus impostos... Acredito que seja complicado legislar sobre matérias que evoluem tão depressa mas, ainda assim, Portugal têm mesmo de melhorar neste aspecto.

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  2. A propósito da Uber, aqui fica uma notícia fresquíssima!
    A partir de hoje, em Lisboa e no Porto, podem experienciar o mais recente serviço disponibilizado pela Uber, o uberGREEN. Tratando-se de um projeto-piloto, esta é uma alternativa de mobilidade 100% eléctrica e livre de emissões de carbono.
    Embora ainda em fase de testes, este serviço foi lançado exclusivamente em Portugal e vai estar disponível ao mesmo preço do uberX.
    O objectivo é que, no final, seja possível responder à questão “qual o impacto na redução de emissões de CO2 de uma alternativa de mobilidade on-demand, 100% eléctrica, em Lisboa e no Porto?”.
    Este é um excelente exemplo do estímulo da UBER por melhores soluções de mobilidade e da defesa dos interesses, não só dos utilizadores, como também do ambiente.

    Fonte: http://marketeer.pt/2016/03/07/ubergreen-em-testes-em-lisboa-e-no-porto/

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  3. Segundo alguns estudos, foi possível identificar as coisas em que a geração millennials mais gasta dinheiro.
    Como bem sabemos, a nossa geração dá mais importância às experiências e à tecnologia do que propriamente à aquisição de produtos. É nestas áreas que preferimos habitualmente despender o nosso dinheiro, sendo a Uber uma das empresas que se encontra entre estas categorias. Mais do que isso, a Uber é uma empresa que se alinha em termos culturais com a forma de viver da nossa geração. Sites como a Uber e a Airbnb estão no topo das nossas preferências.
    Poderão ainda consultar no link que se segue quais as outras coisas em que a nossa geração mais despende dinheiro. Será que conseguem adivinhar?!
    https://www.dinheirovivo.pt/buzz/esqueca-a-roupa-e-os-sapatos-as-3-coisas-em-que-os-millennials-gastam-dinheiro/

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