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domingo, 8 de junho de 2014

Eventos no facebook: o fenómeno

O Facebook está, já há uns dias, a ser «invadido» por uma série de eventos no mínimo originais. A moda consiste em criar eventos bizarros, geralmente impossíveis, e de tal forma inusitados que geram uma onda de partilhas e comentários. Estes falsos eventos são vistos como uma nova forma de humor na rede social e estão já espalhados por vários países. 
Com um cariz mais polémico, humorístico, sonhador ou ofensivo, este 'boom' não deixa ninguém indiferente. Os eventos servem agora como forma de contestação social e política e a imaginação não parece ter limites.
A pergunta é: Quanto tempo demorarão as marcas a ver aqui uma forma de aumentar o customer engagement e a brand awareness nesta rede de milhões de pessoas? O potencial de partilha de eventos é hoje superior a qualquer outra altura e algumas marcas já se encontram incluídas no movimento pelos próprios fãs - é o caso do evento "caça ao indivíduo que comeu o pedaço da maçã da apple". As marcas devem refletir, rapidamente, se querem ou não integrar a moda que assola o facebook. A ponderar estão fatores como a proximidade que podem ganhar junto dos seus seguidores ou a possibilidade de aborrecerem a comunidade com ainda mais partilhas. Qual será a melhor posição? Qual será a marca com coragem e sensatez para conseguir aproveitar este fenómeno da web da forma mais correta e adaptada ao seu posicionamento?
Entretanto, o blog de webmarketing deixa-lhe algumas sugestões para os dias vazios do seu calendário:

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A prenda do facebook

Este mês de Fevereiro é dedicado ao Facebook pelos seus 10 anos de existência! E para assinalar a data, a rede mais famosa do mundo decidiu oferecer aos seus utilizadores uma "viagem no tempo" através de um video personalizado, com uma colecção de fotografias com os melhores momentos do utilizador, desde que este se juntou à rede social.
Pois bem, Portugal também teve direito a um video! Ora vejam ...



Como vêm, o nosso país foi presenteado com um video que relata não os melhores momentos, mas os principais acontecimentos desde que Portugal entrou em crise: despedimentos, cortes salariais, de pensões ou na educação, troika, entre outros.
Este video é mais uma forma de manifestação utilizada para mostrar a indignação que a população portuguesa está a sentir ...  O que quero mostrar com este vídeo é que as redes sociais são um óptimo canal de comunicação que pode ser maximizado para chegar a qualquer canto do mundo, de forma gratuita e rápida. Para dinamizar o negócio, explorar ofertas profissionais e/ou pessoais, ou simplesmente para expor opiniões positivas e negativas, vendo diferentes pontos de vista, formas de pensar e diferentes culturas o que é certo é que tudo o que é dito/feito no Facebook tem alcances em larga escala... 
Desta vez o facebook foi usado para mostrar todo o descontentamento actual com o nosso país, mas concordam que a tendência é para cada vez mais movermo-nos num meio digital, onde as consequências devem ser encaradas de frente, com o que dizemos de bom ou de mau? O que acham de todo o potencial que esta rede social pode trazer, tanto para as empresas ou a nível pessoal? É ou não uma porta aberta para o mundo?

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Boicote aos armazéns El Corte Inglés


Depois do escândalo com o rei de Espanha, também o El Corte Inglés está a ser criticado por promover a caça a animais selvagens. Na internet, os protestos e petições vão-se multiplicando, onde o número de assinaturas não pára de crescer. 


Caçar um javali custa 280€, uma girafa 2.200€ e um búfalo 12.500€. A cadeia espanhola de lojas El Corte Inglés organiza viagens de caça a Limpopo, África do Sul, e disponibiliza na secção de viagens a tabela de preços relativa a cada animal. 

O alerta foi dado via Facebook, na página Justicia para los animales de Parque Animal. Com o mote “Se queres matar uma girafa o El Corte Inglés organiza uma viagem”, a campanha de indignação no Facebook propõe um boicote aos armazéns El Corte Inglés. Esta petição conta já com mais de 15.600 assinaturas (mas o número cresce a cada minuto). 

Ao mesmo tempo, circula na internet outra petição, assinada por mais de 87.000 pessoas, na qual se exige que o rei seja destituído do cargo de presidente honorário do WWF. 

Aqui mais um exemplo da força das redes sociais e da internet para unir as pessoas que apoiam uma causa... 



Notícia em: http://p3.publico.pt/actualidade/ambiente/2801/el-corte-ingles-organiza-cacadas-uma-girafa-custa-2200-euros

terça-feira, 6 de março de 2012

Campanha no facebook, "Beautiful and Bald Barbie"

No facebook nem tudo é mau, eu já vos disse que reconheço isso...

E a prova disso, é que o facebook tem agora uma campanha, que sugere a criação de uma Barbie careca. O objetivo desta campanha - Barbie bonita e careca - é mostrar a raparigas que tenham perdido o seu cabelo por tratamentos de cancro, alopécia ou tricotilomania, que as mulheres carecas também podem ser bonitas.

Segundo a noticia dada pelo Expresso, que podem consultar aqui : http://aeiou.expresso.pt/campanha-apela-a-uma-barbie-bela-e-careca=f699715, esta iniciativa conta já com mais de cem mil apoiantes!

Portanto, quem tiver facebook, toca a pôr um like :)

Venha ou não a produzir frutos, era bom que as redes sociais fossem mais usadas para estas coisas, para mover a sociedade por causas sociais, politicas...eu sei que muita coisa já tem vindo a ser feita, mas continuo a ver que muitos (as) não sabem fazer uso do facebook, acabando por passar horas do seu dia ligados, alheios a tudo o que se passa à volta. É uma verdadeira geração net, como ontem falámos na aula. Always on.


                           Eu não tenho facebook, mas ponho um "like" nesta campanha!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Renault do Brasil e cliente chegam a acordo

A Renault do Brasil informou, na noite desta terça-feira, que entrou em acordo com a proprietária insatisfeita de um Megane que fez campanha na internet para reclamar.

Em nota, a empresa disse que "o caso chegou a uma conciliação após encontro entre representantes da empresa e da consumidora".

A companhia afirmou ainda que "reconhece que houve falhas em seus procedimentos internos e lamenta o acontecido".

Mas destacou que "sempre buscou, junto aos representantes da cliente, uma solução conciliadora".

No mês passado, a consumidora fez queixa no Twitter e no Facebook, com vídeo postado no YouTube, sobre defeito no automóvel e a negligência da empresa em reparar ou trocar o veículo, mesmo dentro do prazo de garantia.

A Renault chegou a obter na Justiça uma liminar para que o conteúdo do site da cliente fosse retirado do ar.

Em janeiro, um consumidor conseguiu trocar uma geladeira Brastemp com defeito por uma nova, depois de 90 dias de contenda com a empresa. Sua campanha no Twitter, "A Brastemp não é uma Brastemp", que incluía um vídeo, ganhou repercussão entre os internautas.

Fonte: folha.com

Afinal, também temos casos "Ensitel" no Brasil.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Atentado à privacidade? Be afraid, be very afraid... (Parte IV)



Sim, outra vez...

O apagão no Facebook marcado por alguns utilizadores para ontem registou 2110 seguidores no Twitter e quase 4400 fãs...no Facebook. Este total equivale sensivelmente ao número de pessoas que se cadastra no Facebook...por minuto. Segundo as últimas estatísticas, o Facebook, com os seus 500 milhões de utilizadores, só é ultrapassado em população pela China e pela Índia. Portugal, com 2 milhões na rede social, está até acima da média europeia em número de acessos. 500 mil milhões de minutos é a média de tempo dispendida por mês nesta rede social.
As pessoas passam tanto tempo no Facebook como a tomar café ou a fumar. Os utilizadores do Facebook parecem estar demasiado viciados no sistema para abandonarem a rede que cultivam há tanto tempo, existindo mesmo clínicas de desintoxicação contra esta dependência um pouco por todo o mundo, conforme noticiado num post anterior. Será possível resistir um dia sem visitar...?

Há alguns meses, o CEO Mark Zuckerberg causou polémica a o afirmar que "a era da privacidade acabou" e que as pessoas não querem de facto essa privacidade que defendem, ou não estariam num site onde é suposto exporem-se ao mundo. As estatísticas comprovam que 35% dos utilizadores do Facebook não protegem informações. Neste momento, para atingir o grau máximo de protecção é preciso activar nada menos que 50 definições e 170 opções. O texto que descreve a política de privacidade do Facebook tem mais 1287 palavras que a Constituição dos EUA e é agora cinco vezes maior do que era no início.
Além disso, desde Abril, todos os "Gosto" estão ligados a grupos e são publicamente visíveis, através do Open Graph.
O Facebook está a fechar cada vez mais acordos com outros sites (são já cerca de 100 mil) e a ligação dos seus utilizadores é visível e ficam disponíveis em alguns motores de busca e empresas parceiras, que podem assim direccionar campanhas de acordo com os gostos. A estimativa é a de que ocorrem 25 bilhões de cliques deste tipo todos os meses. Cada "Gosto" significa uma nova maneira do Facebook receber mais informação e vendê-la. Segundo um estudo recente da Nielsen, um anúncio na homepage do Facebook aumenta em 2% a recordação da marca, mas as recomendações de amiogos reforçam em 16% essa recordação.
Logo, se não quisermos que se saiba que vamos faltar ao trabalho para assistir a um concerto, o melhor é deixar de lado o botão "Gosto" ou "Vou" no respectivo evento...

O Facebook é um negócio. Em 2010, o número de anunciantes na rede social quadriplicou e as receitas duplicaram. Só no primeiro trimestre do ano, o Facebook disponibilizou mais de 176 mil milhões de banners. Ao gerir as preferências dos seus utilizadores, permite que os anúncios sejam direccionados para as suas páginas. A Coca Cola é a empresa que melhor faz uso da rede social, seguida pela Starbucks e pela Disney.
Existem ainda bens virtuais, que podem ser comprados, e aplicações para a plataforma. Só o Farmville tem 75 milhões de utilizadores e a empresa responsável, a Zynga, é "obrigada" a partilhar com o Facebook 30% das receitas.
Na realidade, o Facebook não obriga a nada. Tudo o que se diz e partilha é feito pelos fãs porque querem, pelo que esta polémica não deixa de ser controversa. Mas a verdade é que através desta partilha, a rede ganha dinheiro. À custa dos utilizadores. Que menos atentos, não têm sequer noção que os seus dados geram valor.

Como controlar o que o Facebook faz à informação e a quem esta é cedida?
Em vez de truques, esquemas, confusões e outras complicações, não seria melhor pedir permissão ao consumidor?...
How afraid are we...now?

sábado, 22 de maio de 2010

Até o luto nacional já chegou ao Facebook!!!

"Aumento de impostos está a revoltar utilizadores da rede nacional. Movimento online decretou dois dias de luto nacional

O protesto é pacífico, mas nem por isso deixa de ser exprimir revolta. Um movimento online no Facebook decretou dois dias de luto nacional: este sábado e amanhã. Com que propósitos? Exprimir o descontentamento para com o Governo, agora que as vítimas do descontrolo das finanças públicas vão ser os contribuintes.

O aumento de impostos está atravessado na garganta de muitos portugueses. E, embora não se pretenda atingir a conflitualidade social verificada na Grécia, por causa da «amaldiçoada» austeridade, o protesto já contava ontem com mais de 23 mil membros.

O apelo é claro e não dispensa as maiúsculas: «TODOS DE LUTO CONTRA A VERGONHA!».
Sem manifestações nem cartazes empunhados. «Sabemos que sair às ruas é complicado devido aos compromissos diários», lê-se na página do grupo. Daí que a solução tenha sido outra. E promete não deixar ninguém indiferente.

A proposta é que hoje e amanhã «todos ao saírem de casa vistam camisas/blusas pretas» e, quem não tiver, «amarre um lenço preto no pescoço ou no braço». E, «melhor ainda, pendure um pano preto na sua janela em sinal de luto pela morte da dignidade dos políticos».

Caso para se dizer que a coisa está preta no mundo virtual. Mas desta vez contra a própria realidade."

Fonte: Agência Financeira