domingo, 20 de junho de 2010

Apenas Para Curiosos....

Mais uma grande publicidade que merce referencia neste Blog. Trata-se de uma publicidade de Patrocinio, neste caso de promoção ao Mundial de Futebol de 2010, a realizar na África do Sul, realizado pela PEPSI.




Como repararam, os mais "sábios" do mundo de Futebol, o novo anúncio da Pepsi para o Mundial 2010, na África do Sul, inclui jogadores como Messi, Henry, Kaká, Lampard, Arshavin e Drogba.
A música tem por titulo ‘Oh Africa’ e é intrepertada por Akon.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Nike vence Adidas com marketing de guerrilha

A Nike conseguiu mais uma vitória na guerra contra a Adidas. Desta vez o campo de batalha é o Mundial de Futebol, que é patrocinado pelo Adidas.

Mas qual é a marca que os consumidores mais associam ao evento e que gerou maior "buzz" online? A NIKE. E tudo devido a uma estratégia de marketing que tem tanto de criativa, como de agressiva e que tinha por base a campanha global "Escrever o futuro" protagonizada por algumas estrelas que estão agora em campo na África do Sul, como Wayne Rooney ou Cristiano Ronaldo, mas também Kobe Bryant, Roger Federer e até mesmo Homer Simpson.

Desde que foi colocado no Youtube, em meados de Maio, gerou mais de 14 milhões de visitas. A resposta da Adidas, não tardou e surgiu através de um filme inspirado na "Guerra das Estrelas" e protagonizado por David Beckham, tendo conseguido cerca de 2 milhões de visitas em pouco mais de uma semana.
Esta conclusão é apresentado num estudo da Nielson, que analisou blogs e redes sociais, que concluiu que a Nike é a marca mais associada ao Campeonato do Mundo de Futebol, deixando bem para trás os sponsors oficiais. De acordo com este mesmo estudo, circulavam na internet ao longo do último mês, duas vezes mais mensagens em inglês relacionadas com a Nike e o Mundial 2010, do que do seu principal concorrente e patrocinador oficial.

No entanto, segundo a Nielson, ser patrocinador oficial é a estratégia mais segura e rentável para muitas marcas, mas será que é?






Fonte: Diário Económico, 15 de Junho de 2010

As redes sociais como arma contra as marcas

Deixo-vos aqui uma notícia em que retrata o peso que as redes sociais têm e podem fazer contra as marcas:

Na Internet, uma acusação não provada alastra à escala global e pode colocar em cheque uma marca. A Procter & Gamble, vítima de uma campanha contra as fraldas Pampers, ilustra este facto. No rol de alvos contam-se ainda a 3M e a Johnson & Johnson. Entre as armas utilizadas encontramos nomes familiares como YouTube e Facebook. A P&G já reagiu ao ataque no Facebook.

As redes sociais colocam novos desafios à reputação das empresas, como ilustra o caso da multinacional norte-americana Procter & Gamble (P&G), envolvida numa guerra de relações públicas com consumidores que alegam na Internet que as fraldas Pampers são inseguras, exigindo a sua retirada do mercado.

Neste quadro, as autoridades dos EUA ordenaram no passado dia 3 a abertura de uma investigação sobre as alegações, veiculadas online, de que as Pampers Dry Max - a última versão do produto comercializado pela insígnia da P&G, que factura 9 mil milhões de dólares (7,3 mil milhões de euros) por ano - causam erupções cutâneas e queimaduras químicas. A empresa já negou as acusações.

Através dos blogs, os pais podem causar danos às companhias que os confrontam, defende a propósito Jackie Huba, directora da Ant's Eye View, uma empresa de consultadoria estratégica. A lição a retirar é a de que simples posts não provados num blog podem alastrar pelo ciberespaço e assumir proporções capazes de abrir brechas na reputação de um gigante como a Procter & Gamble. "Diversas marcas temem as mães bloggers", reforça Huba, citada pela agência de informação financeira Bloomberg.

"Os media sociais são um passa palavra imparável. Quando estão em causa mães zangadas, o caso tem tendência a alastrar por todo o mundo. Isto é muito perigoso para a P&G, porque a sua reputação é fulcral num momento em que compete com as marcas genéricas mais baratas", adverte a especialista.

Da Internet para os tribunais:
Recorde-se que a 11 e 12 de Maio dois processos judiciais contra a P&G visando o estatuto de acção colectiva foram apresentados no estado norte-americano do Ohio. Os pais queixosos defendem que a empresa "sabia ou devia saber que as Pampers Dry Max podem prejudicar e, em muitos casos, prejudicaram mesmo bebés e crianças, provocando erupções graves, bolhas, queimaduras químicas, infecções e/ou outros problemas".

As queixas pretendem atingir o estatuto de acção colectiva em nome de todos os consumidores do produto e exigem o reembolso dos custos médicos associados às doenças alegadamente provocadas pela sua utilização. Acresce que os consumidores procuram ainda uma ordem judicial impondo à P&G que "garanta que as fraldas Pampers deixam de ter potencial para causar erupções severas, bolhas, hematomas e outros problemas à pele extremamente sensível e delicada dos bebés e crianças".

Em reacção, a P&G afirmou em comunicado que "apesar de sentirmos grande empatia com todos os pais confrontados com as irritações causadas por fraldas - um problema comum e por vezes grave - as alegações deste processo são totalmente falsas". O certo é que, enquanto as duas partes esgrimem argumentos, os mercados reagem, tendo levado as acções da Procter & Gamble a recuarem em Nova Iorque quando o caso escalou para a barra dos tribunais.

Blogs já tinham feito vítimas:
Refira-se, no entanto, que não se trata da primeira vez que as mães recorrem aos blogs para causar embaraços a empresas. Em 2006, as acusações de que dois produtos de limpeza da P&G e da 3M continham o gás venenoso formaldeído e provocavam queimaduras na cara e braços dos seus filhos percorreram a Internet a grande velocidade.

Num email de circulação alargada, mais tarde colocado online, uma mãe revelava que o seu filho de cinco anos tinha sofrido queimaduras após ter usado um esfregão Scotch-Brite, queixando-se da ausência de qualquer aviso na embalagem. Na altura, a P&G emitiu uma declaração, afirmando que o produto não era tóxico, não estava sujeito às leis de rotulagem e o formaldeído nunca tinha constado na lista de ingredientes. Por seu lado, a 3M avançou que o esfregão não continha aditivos químicos e que não tinha sido desenhado para ser usado na pele.

Num novo capítulo desta relação conturbada entre o mundo corporativo e os consumidores com a Internet como palco, no final de Setembro de 2008, a McNeil Consumer Healthcare, divisão da Johnson & Johnson responsável pelo analgésico Motrin, colocou um anúncio no site do medicamento sobre os pais que optam por transportar os seus bebés em marsúpios.

O anúncio afirmava que "um porta bebés frontal coloca uma tonelada de tensão nas costas, pescoço e ombros". Esta mensagem foi considerada ofensiva por uma mãe, espoletando um ataque generalizado por parte da comunidade blogger.
Uma paródia do anúncio que incluía as críticas dos pais não demorou a aparecer no YouTube. Os bloggers começaram a apelar a um boicote. A McNeil rendeu-se e retirou a publicidade.

Tiro de partida no Facebook:
A campanha anti-Pampers teve início no Facebook, quando Sara Ann Fobear, uma assistente social canadiana de 21 anos, criou uma página intitulada "Recolham as fraldas Pampers Dry Max". Uma resposta que a Procter & Gamble não antecipava quando lançou as Dry Max em Março, anunciando com pompa e circunstância que as novas fraldas eram a "maior inovação em 25 anos" para a marca Pampers.

Para que se tenha uma noção do que está em jogo, Jack Russo, analista da Edward Jones, relembra que a Pampers é uma das cinco ou seis insígnias mais vendidas do portfólio da P&G, que inclui marcas como o detergente Tide e as máquinas de barbear Gillette. "O poder do nome da marca é muito forte", sublinha Russo, citado pela Bloomberg.
Recorrendo às armas do outro lado da barricada, a Procter & Gamble postou na sua página do Facebook dedicada à Pampers uma carta aberta do vice-presidente da divisão Jodi Allen, bem como um vídeo com um pediatra a explicar o problema das erupções cutâneas causadas pelas fraldas. No mesmo sentido, a multinacional acrescentou uma secção de perguntas e respostas sobre as Dry Max ao site da Pampers.

No entanto, os especialistas nos media sociais e relações públicas defendem que a Procter & Gamble devia ter feito com que as mães preocupadas se sentissem mais ouvidas. Ao emitir um comunicado apelidando as alegações de "absolutamente falsas", a empresa "basicamente chamou mentirosos aos seus clientes core", salienta Jackie Huba. "Gostaria de ver um responsável da P&G a revelar online o que estão a fazer, como estão a responder à situação", acrescenta. Por seu lado, Mike Paul, presidente da agência de relações públicas MGP & Associates, refere que as mães "querem encontrar uma razão para voltarem a confiar na P&G".

Em pleno Simpósio de Produtos de Consumo da Goldman Sachs, o director financeiro da Procter & Gamble, Jon. R. Moeller, relativizou o caso, afirmando que "há um pequeno grupo de consumidores que não estão satisfeitos, e estamos a trabalhar para lidar com esse facto". Certo é que esses consumidores têm hoje à disposição meios capazes de ampliar a sua voz e de a fazer ouvir ao redor do globo em igualdade de circunstâncias com multinacionais de orçamentos multimilionários. Multinacionais como a Procter & Gamble.

Fonte: Jornal Oje, 18 de Junho de 2010.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Idea Hunting - Crowdsourcing Criativo em Portugal

Depois de terem sido discutidos nas aulas os temas do crowdsourcing e dos sellsumers, chega agora a Portugal a primeira plataforma online de crowdsourcing criativo, a Idea Hunting (ideahunting.net). Muito semelhante aos casos da Bootb e do ReDesignMe, discutidos na aula, o Idea Hunting pretende tornar-se no "maior departamento criativo do país" segundo o seu CEO, Miguel Velhinho do Project Manhattan.

A plataforma reúne uma comunidade de mentes criativas - os Criadores de Ideias - dispostos a responder aos desafios deixados online por briefings das marcas - os Caçadores de Ideias. Os desafios podem ir desde identidades ou nomes para uma marca a campanhas de publicidade ou criação de eventos promocionais. Os criativos que assim o entenderem respondem ao desafio proposto e recebem o montante estabelecido pela marca. O Idea Hunting ganha uma comissão sobre este valor.
O IdeaHunting.net é assim um mercado on line para marcas à procura de soluções criativas sem recorrer a agências e para criativos sellsumers que submetem propostas, ganhando dinheiro com isso.


Entretanto, embuída de um espírito semelhante de crowdsourcing mas com uma lógica diferente, a Rádio Comercial lançou o Grande Concurso "O Slogan da Década".
Naquela que é também (ou sobretudo) uma acção de relações públicas, o concurso convida os ouvintes mais criativos a criar um slogan para a estação através do site oficial, sendo que é possível votar no preferido, elegendo assim os três finalistas, conhecidos ontem.

Só que ao contrário do que acontece no Idea Hunting, o vencedor ganha...rigorosamente nada. Nickles, rien, zero. Apenas o reconhecimento dos seus entes queridos e de todos os ouvintes e a satisfação de espalhar uma mensagem de alegria por Portugal inteiro. E a certeza de que leva a melhor música e os programas mais divertidos. Porque na Rádio Comercial o melhor prémio é Ouvir :)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Com energia positiva, vamos longe



sendo que o mundial começou hoje impunha-se colocar este video no nosso blog.
O video que vos deixo é o da galp energia - Com energia positiva, vamos longe.
A maior parte de voces já deve ter ouvido em algum reclamo de TV ou mesmo na rádio.
A grande descoberta da Galp foi a vuvuzela, um instrumento já usado em África, mas aquilo que é realmente poderoso é o mkt viral que a Galp coloca em acção.
Isto porque qq família agora tem uma e acredito que deverão achar que é interessante fazer aquele barulho enquanto a nossa selecção está em campo.

É de realçar que ao segundo 40 do video o anuncio refere a tão famosa ideia de MKT tribal, estar tudo unido por uma causa. causa essa que é a nossa selecção chegar mais longe no campeonato do mundo.

So me pergunto se Portugal é o único pais a dar tanta importância ao futebol em vez de outros assuntos, económicos p. ex?