terça-feira, 28 de março de 2023

O que é e como funciona o in-game advertising?

 

Nesta partilha decidi abordar um tema recentemente falado nas aulas de Web Marketing, de modo a conhecermos melhor o que é e como funciona o in-game advertising.

Em consequência do boom da Internet que se fez sentir nos anos 90, as tecnologias tornaram-se um aspecto essencial e presente do quotidiano. Desde a configuração pessoal de um PC à customização de páginas web até mesmo à criação de uma vida num mundo virtual. Deste modo, podemos introduzir a análise de um tipo de publicidade em específico: o in-game advertising.

O in-game advertising é uma forma de marketing que envolve a exibição de anúncios publicitários em jogos de vídeo. Esta é uma forma de publicidade bastante eficaz, uma vez que, os jogadores passam grande parte do seu tempo a jogar e, segundo Nielsen Media Research (2005), este meio de publicidade tem vindo a verificar uma enorme expansão nos últimos anos devido ao facto de cerca de 70% de jovens masculinos com idade compreendida entre os 18 – 24 anos estar a desviar a sua atenção da televisão e focar-se essencialmente neste tipo de jogos.

No entanto, a publicidade em jogos deve ser equilibrada para não interromper a experiência do jogador e comprometer a qualidade do jogo. Quando bem-feita, a publicidade em jogos pode oferecer benefícios tanto para os anunciantes quanto para os jogadores, fornecendo uma fonte adicional de receita e suporte para a criação de jogos de alta qualidade.

São várias as maneiras pelas quais o in-game advertising pode funcionar, dependendo do tipo de jogo e da plataforma em que é exibido. Estes podem ocorrer por anúncios de exibição, como banners ou pop-ups dentro do jogo, onde aparecem normalmente em locais estratégicos, como no início de uma fase ou em momentos de pausa. Por integração de produtos, quando os produtos são incorporados no jogo de forma natural, como parte da história ou ambiente, sendo que esta integração pode ser uma oportunidade para os anunciantes atingirem o público de forma mais eficaz, uma vez que o produto é mostrado em contexto e em uso. Também pode funcionar como uma publicidade interativa, em que as empresas criam jogos de publicidade para promover os seus próprios produtos, sendo que o principal objetivo é envolver o jogador e incentivá-lo a interagir com o produto ou marca. Um outro exemplo é através de patrocínio de eventos, ou seja, as empresas patrocinam eventos importantes dentro do jogo, como competições ou torneios.

Assim sendo, o in-game advertising pode ser benéfico para desenvolvedores de jogos, pois pode ajudar a gerar receita adicional, permitindo que os jogos sejam vendidos a um preço mais baixo ou de graça. No entanto, os anúncios também podem afetar a experiência do jogador se não forem exibidos de forma adequada ou se forem intrusivos. Por isso, é importante encontrar um equilíbrio entre a publicidade e a jogabilidade para garantir uma experiência positiva para o jogador e simultaneamente garantir o sucesso do intuito da publicidade.

Já foste alvo deste tipo de publicidade? Qual é a tua opinião? Em algum momento acabas-te por ceder à publicidade para comprares algum tipo de produto ou serviço?


Fontes usadas: 

https://repositorio.iscte-iul.pt/bitstream/10071/1958/1/Tese%20Mestrado_In-game%20advertising_Ana%20Duarte.pdf

https://www.meioemensagem.com.br/patrocinado/flame/in-game-advertising-quatro-decadas-de-inovacao

https://core.ac.uk/download/pdf/62705839.pdf

https://rockcontent.com/br/blog/game-marketing/


segunda-feira, 27 de março de 2023

Copywriting: Dicas para criar um conteúdo eficaz

Não é novidade nenhuma que atualmente os vídeos, reels, podcasts, entre outros, são das abordagens mais utilizadas pelas marcas para gerar conteúdo atrativo para os seus clientes, seguidores, e consumidores na generalidade. Contudo, não deve descartar outras formas, de cariz mais tradicional, como é o caso das notícias, anúncios ou posts de blogues. 

Dito isto, venho apresentar uma ferramenta bastante útil que permite a elaboração de conteúdo escrito apelativo e eficiente: o copywriting. Trata-se de uma técnica de escrita persuasiva que por meio das palavras, procura levar os leitores a comprarem um produto, serviço ou uma ideia (Albrighton, 2013; Ferreira, 2018). Para ser bem executado, exige, primeiramente, uma pesquisa que nos leve a conhecer o público que pretendemos atingir, e o que o cativa, motiva e preocupa. 

Prosseguindo das ideias para a prática, é importante ter em mente alguns aspetos básicos, que por vezes são esquecidos ou ignorados:

  • Criar cabeçalhos apelativos, com uma linguagem clara, simples e próxima;
  • Usar imagens e infográficos, onde se revelar necessário;
  • Evitar parágrafos longos;
  • Destacar palavras e ideias cruciais, através da utilização de outras fontes, em bold ou sublinhadas;
  • Ideias alinhadas em lista de tópicos, útil quando, por exemplo, se enumeram os prós e contras de um produto.
Um copy interessante nunca pode ser algo demasiado exaustivo, chegando até a ser aborrecido. Deve-se simplificar o conteúdo, apostando na sua clareza e consistência, e recorrendo a uma linguagem ativa do dia-a-dia, diminuindo-se o tempo de leitura de um artigo, tornando-o mais impactante e natural.


Outra questão fundamental prende-se com o título. Os leitores só irão ler algo se o título os agradar, e que prenda a sua atenção, levando-os a ler o artigo na integra. Um estudo da copyblogguer, refere que das 8 em 10 pessoas que leem o título de um artigo, apenas 2 leem o resto. Para se conseguir aumentar este número, logo a seguir ao título deve estar presente uma frase introdutória poderosa, capaz de prender a atenção do público.

E agora, tendo cumprido tudo isto, o que posso fazer para que o meu conteúdo seja lido por mais pessoas? A resposta a esta questão está em utilizar as keywords corretas (uma keyword, ou palavra-chave em português, é o termo utilizado pelos utilizadores quando pesquisam algo na web). No entanto, não se devem utilizar keywords em demasia, algumas desnecessárias, com o intuito de se obter uma melhor classificação das publicações nos motores de pesquisa....esta prática já não é recompensada. 

E tu, conheces outras práticas para desenvolver uma escrita eficaz na criação de um conteúdo?

Fontes acedidas:
Albrighton, T. (2013). The ABC of Copywriting (2nd ed.). ABC Business Communications Ltd.

Ferreira, G. (2018). Copywriting: Palavras Que Vendem Milhões (1st ed.). DVS Editora.

https://copyblogger.com/magnetic-headlines/ 

https://www.paldesk.com/12-copywriting-tips-for-2021/

https://writtent.com/blog/stuck-writing-35-sure-fire-copywriting-tips-tricks-pros/


domingo, 26 de março de 2023

Podcasts: Uma Forma de Marketing Digital

Os podcasts têm se tornado cada vez mais populares como uma forma de marketing digital e, não restam dúvidas do peso e da influência que os conteúdos em áudio (às vezes, acompanhados por vídeo) têm na rotina do público.  Estes oferecem uma maneira única de o público interessado se conectar com um determinado assunto ou nicho.
As marcas podem criar os seus próprios podcasts para partilhar informações, contar histórias e se relacionar com os seus clientes tendo a oportunidade de educá-los sobre o setor em que atua, fornecer conselhos ou dicas úteis, ou simplesmente partilhar histórias divertidas e interessantes relacionadas com a marca. Desta forma, demonstrando conhecimento e experiência, acabam por aumentar a credibilidade com o seu público-alvo.
Uma das grandes vantagens dos podcasts é estes poderem acompanhar o utilizador durante uma viagem, seja para o trabalho ou para o outro lado do mundo, enquanto trabalham ou simplesmente no seu tempo livre. Esta acessibilidade de acesso a este tipo de conteúdo cria a possibilidade de o público poder aprender sobre os produtos e serviços das marcas do seu interesse sem precisarem de interromper o que estão a fazer.

É importante referir que os ouvintes dos podcasts tendem a ser altamente fiéis com o seu conteúdo favorito, o que pode  traduzir-se numa oportunidade para as marcas desenvolverem relacionamentos duradouros com o seu público. Uma das razões que justifica esta fidelização é o facto de ser possível criar um envolvimento eficaz com os ouvintes, dada a comunicação ser mais pessoal e envolvente gerando, assim, um sentimento de confiança.

A Coca-Cola, marca de refrigerantes, é um exemplo de uma marca de sucesso que utiliza podcasts, o “Coca-Cola Journey” onde se discute a história da empresa e os seus valores. Este foi um recurso criado para expandir o compromisso da empresa com o envolvimento entre a marca e o consumidor.


Por exemplo, para assinalar os 45 anos da venda da primeira Coca-Cola em Portugal, a marca decidiu lançar uma série de podcasts e assim dar palco a personalidades portuguesas, que tem contribuído para moldar um futuro mais sustentável. Este programa pretende inspirar, capacitar e empoderar as mulheres a criarem o seu próprio emprego ou a sua ideia de negócio. “Ao nível da sustentabilidade, como é que serão os próximos 45 anos?” Esta é a pergunta que fecha todos os 5 episódios que compõem esta temporada. Os convidados vêm dos mais diversos campos da sustentabilidade, e discutem-se temas como empoderamento feminino e empreendedorismo jovem, passando também pela sustentabilidade ambiental ao nível dos oceanos e da água.

És ouvinte de podcasts? Que mais marcas conheces que utilizam este método para criar uma relação próxima com os seus clientes?


Fontes: 

https://www.agenciaimma.com.br/importancia-dos-podcasts-para-o-marketing/https://www.up2place.com.br/podcasts-qual-a-importancia-em-sua-estrategia-digital/

sábado, 25 de março de 2023

O poder do Live Streaming

Nesta partilha, lembrei-me que pode ser interessante trazer um tema bastante atual mas com um forte crescimento no meio corporativo: O live streaming. Começou a expandir-se na altura da pandemia, mas é uma tendência que se mantém até aos dias de hoje. Mas afinal o que é esta tendência? Como pode ajudar as empresas?

O live streaming é a transmissão em direto através da Internet. Com o crescimento das redes sociais, esta tendência tem-se tornado cada vez mais relevante para as empresas e estas têm apostado nestas transmissões como parte da sua estratégia de marketing. Alguns dos impactos que esta tecnologia pode ter no marketing são: 

1. Ligação com o público: Estes ‘’diretos’’ permitem que o público sinta que está com a empresa quase que na realidade ou seja, por os espectadores conseguirem interagir em tempo real através de comentários, por exemplo, cria uma ligação com o seu público-alvo que pode ser fulcral para converter o desejo de compra em compra real.

2. Alcance maior: Por ser online, e como sabemos a internet é um espaço global, as marcas acabam por consegui atingir um público maior e assim, alcançam mais potenciais clientes dos 4 cantos do mundo, tornando provável um aumento das vendas.

3. Promoção de eventos: Esta estratégia é capaz de derrubar a barreira da distância e por tal, torna possível que as empresas consigam organizar conferências e eventos worldwide sem grandes dificuldades, dando uma projeção à marca que sem esta tecnologia não era possível.

Todos estes impactos e outros não referidos, tornam possível aumentar a rede de venda da marca, a sua notoriedade e por tal, aumentar o volume de vendas bem como o volume de negócio das empresas, tudo com um simples direto numa rede social.

No entanto, podem estar a pensar: sim, mas até que ponto é que umas transmissões ao vivo podem contribuir para os resultados das empresas.

Para vos mostrar algumas evidências, encontrei a seguinte pesquisa da New York Magazine:

Daqui podemos retirar conclusões como:

  •         Os consumidores na sua generalidade preferem vídeos online a qualquer outra plataforma (blog, redes sociais, etc);
  •        Os diretos/live streaming influenciam os espectadores a converter a sua intenção de compra em compra real após assistirem a um vídeo em direto

Portanto, existem evidências concretas de que o live streaming pode contribuir para aumentar as vendas de uma empresa, desde que seja usado de forma estratégica e direcionada para o público certo.

Alguns casos de sucesso são a Sephora e a Nike. São alguns dos casos que comprovam que este tipo de tecnologias conseguem criar valor para as empresas e aumentar os seus negócios quantitativamente e qualitativamente.

Deixo-vos aqui o link que vos permite consultar os próximos eventos em live streaming da Nike: https://www.nike.com/experiences

Em conclusão, o live streaming tornou-se numa ferramenta essencial e poderosa para que as marcas possam capitalizar as suas redes sociais e torná-las numa fonte de rendimento acrescentado. Assim, este tipo de tecnologia permite um envolvimento mais próximo e direto com o público em tempo real, levando a mais conexões e em última instância, aumento da notoriedade e das vendas, que ao fim e ao cabo, é esse o objetivo estratégico do marketing.

E vocês? Acham que é uma das tendências que veio para ficar? Já participaram neste tipo de lives?

Fontes: 

https://lp.livestream.com/rs/582-GOU-684/images/NYmag.pdf´

https://www.izigo.pt/blog/eventos-online/live-streaming-o-que-e

https://rockcontent.com/br/blog/live-streaming/



quinta-feira, 23 de março de 2023

Tilhas, são (só) sapatilhas?

Olá a todos,

Antes de mais, e não querendo ferir susceptibilidades aos leitores, mas ténis para mim é um desporto, o que calçamos são sapatilhas e esse é o tema deste post.

Nos últimos anos, várias marcas de sapatilhas e sportswear como a Nike têm utilizado marketing digital para impulsionar as vendas das suas sapatilhas mais exclusivas, como  as famosas Air Jordan ou as conceptuais Nike SB. Uma das suas principais estratégias tem sido a utilização da aplicação SNKRS, que permite aos consumidores terem acesso exclusivo a lançamentos limitados. bem como a parcerias com lojas específicas para criar eventos de lançamento. Mas esta estratégia tem também impacto na criação de negócios online e offline no mercado de resell e no envolvimento e brand awareness junto de comunidades específicas como as de colecionadores de sapatilhas, skaters e rappers.


A exclusividade é um ponto fundamental que se encontra na SNKRS App e está relacionada com a  possibilidade de se ter acesso a produtos exclusivos da Nike que não são encontrados em lojas ou sites da marca. Esses produtos podem incluir colaborações com designers, artistas e atletas reconhecidos, além de edições limitadas e especiais.

Alguns desses produtos exclusivos são lançados em quantidade muito limitada e esgotam-se rapidamente, o que significa que apenas um número limitado de pessoas terá a oportunidade de os comprar. O que torna a SNKRS App ainda mais exclusiva, pois apenas os utilizadores da aplicação têm a hipótese de aceder a estes produtos.

Além disso, a aplicação também oferece acesso antecipado a alguns lançamentos de sapatilhas Nike, o que significa que os utilizadores podem comprar as sapatilhas antes que elas estejam disponíveis noutras lojas ou sites da marca.

O sentimento de exclusividade da aplicação estende-se além da possibilidade de acesso a produtos exclusivos e a lançamentos antecipados. Também oferece recursos personalizados, como recomendações de produtos com base nas preferências do consumidor e notificações sobre futuros lançamentos, tornando a experiência de compra ainda mais personalizada e exclusiva para os usuários.

Esta estratégia da Nike tem sido altamente eficaz não só para a marca mas também no que diz respeito ao mercado de resell. Os lançamentos limitados geram uma enorme procura entre os consumidores, o que muitas vezes leva ao aumento dos preços no mercado secundário. Isto tem atraído a atenção de investidores e revendedores, que veem nas sapatilhas Nike uma oportunidade de negócio. No entanto, a Nike tem tentado controlar essa situação, limitando a quantidade de pares vendidos a cada pessoa e desenvolvendo estratégias para impedir a revenda em massa.

O user-generated content (UGC) criado no seguimento dos lançamentos de sapatilhas exclusivas também merece destaque. Os consumidores partilham fotos e vídeos dos seus pares nas redes sociais, o que tem criado buzz e aumentado o brand awareness. Além disso, a Nike tem incentivado o UGC através de campanhas específicas, que convidam os consumidores a partilharem fotos das suas diferentes sapatilhas.


Além da utilização da aplicação SNKRS, as parceria com lojas específicas têm sido cruciais para o envolvimento e consciência da marca. Através dessas estratégias que conjugam o online e o offline, têm conseguido criar uma comunidade de consumidores altamente envolvidos e fiéis à marca. Os eventos de lançamento, por exemplo, têm permitido à Nike criar experiências exclusivas para os consumidores, que se sentem valorizados e reconhecidos pela marca. 

No entanto, esta estratégia não é isenta de críticas. Muitos consumidores têm criticado a marca por não conseguir disponibilizar quantidades suficientes de lançamentos limitados, o que cria uma sensação de exclusão e frustração entre os consumidores que não conseguem adquirir os seus pares desejados. Além disso, a estratégia de controlo da resell tem sido vista por alguns como uma tentativa de manter o mercado de resell ativo e lucrativo que por sua vez torna as sapatilhas ainda mais desejadas nem que seja para revenda.


Mas como o azar de uns se torna a "sorte" de outros, existem vários exemplos de marcas que se focaram no mercado de resell sendo que a que tem mais notoriedade é a StockX.
A StockX é uma plataforma de comércio eletrônico especializada em sapatilhas, roupas e outros produtos de moda. A empresa tornou-se rapidamente um destaque no mercado de resell de sapatilhas, ao oferecer um modelo de negócios único que permitia aos compradores e vendedores negociar num mercado transparente e justo. Ao contrário de outras plataformas de revenda, a StockX usa um sistema de "bid/ask" para determinar o preço dos produtos, o que permite que os compradores vejam o que outros estão dispostos a pagar pelo mesmo produto. Essa abordagem inovadora e transparente tornou a StockX uma das principais plataformas de revenda de sapatilhas do mundo, ajudando a impulsionar o seu crescimento como marca. Com o tempo, a empresa expandiu sua oferta de produtos para incluir roupas, acessórios e gadgets, além de lançar parcerias exclusivas com marcas de moda e celebridades. 

Em conclusão, a utilização de marketing digital da Nike, mais especificamente da aplicação SNKRS, serviu para impulsionar as vendas das suas sapatilhas exclusivas tem sido altamente eficaz em termos de envolvimento e consciência da marca, bem como na criação de novos mercados de resell. No entanto, a Nike precisa de equilibrar a sua estratégia para garantir que os seus consumidores se sintam valorizados e incluídos na comunidade, e não excluídos. Tilhas, são só sapatilhas? Não, neste momento são muito mais do que isso. São um símbolo de exclusividade, de pertença a uma comunidade e de estilo de vida, algumas são mesmo artigos de luxo dependendo da sua raridade. A Nike e outras marcas souberam aproveitar esse potencial e criar estratégias de exclusividade e escassez eficazes para impulsionar as vendas das suas sapatilhas exclusivas utilizando maioritariamente meios digitais. No entanto, é importante que a marca mantenha o equilíbrio e a transparência nas suas práticas de venda, bloqueando por exemplo o acesso a bots que conseguem adquirir estes produtos muito mais rápido do que qualquer humano.

E para terminar, para quem não percebeu a referência do título do post, claramente não devem ser millenials. 😁

Fontes:

https://qz.com/quartzy/1747382/how-nikes-snkrs-app-community-inspired-its-digital-strategy

https://consumergoods.com/nike-zones-consumer-engagement-digital-approach-how-mobile-apps-drive-value-and-membership-growth

https://www.businessinsider.com/sneakerheads-furious-nike-botched-snkrs-air-jordan-1-chicago-drop-2022-11