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quinta-feira, 18 de abril de 2019

As resistências ao “plus size”

Cerca de 60% dos portugueses sofre de excesso de peso ou obesidade, foram os dados divulgados pelo Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física. Estarão as marcas a tentar incluir o máximo de consumidores possíveis, modificando as suas campanhas?


Atualmente são cada vez mais as marcas que procuram mostrar que estão a incluir todos os “tipos” de pessoas nas suas campanhas, desfiles e catálogos publicitários, talvez para transmitir que os seus produtos servem e podem ser usados por todos os “tipos” de corpos (os chamados “corpos reais”!). No entanto, todas estas tentativas de inclusão geram discussões e controvérsias, relacionando geralmente essas campanhas com questões de saúde, ficando a marca inevitavelmente associada a essas polémicas. As questões que se coloca são: até que ponto as marcas, ao divulgarem e se associarem a este tipo de campanhas, estão a valorizar a aceitação da pessoa na sociedade? Onde fica a sua saúde? Haverá espaço para pensar nela no meio destas questões?

Este foi um tema já abordado, por exemplo, numa das campanhas da Dove - quando foi publicada uma foto onde eram evidenciadas mulheres de diferentes etnias e “tamanhos”, na Revista Cosmopolitan - quando publicou a sua primeira capa com uma modelo plus size, e, mais recentemente, a marca Gillete Venus lançou um post no Twitter que também gerou polémica em torno deste assunto.

Exemplo Dove:





Exemplo Revista Cosmopolitan:



Exemplo Gillette Venus:






Relativamente ao anúncio partilhado pela Gillete Venus, o mais recente dentro desta temática, os consumidores foram críticos e acusaram a marca de ser irresponsável e estar a promover comportamentos destrutivos. E, embora a marca tenha vindo responder, a onda de discussão continuou. No entanto, e como na maioria dos casos, existem também indivíduos a defender a marca e apoiar este tipo de campanhas.


Todos sabemos que as marcas procuram a cada dia atingir um maior número de seguidores e apostam em campanhas relacionadas com as questões do momento, por serem os temas que à partida irão atrair mais a atenção do consumidor. A cada nova marca que se associa a estas modelos, que já não são apenas na área da moda, mas também noutros setores como os produtos de beleza e higiene, conforme demonstrado, são levantadas automaticamente questões relacionadas com estas temáticas. Os comentários apresentados são idênticos em qualquer outra das restantes situações, sejam as críticas positivas ou negativas, o certo é que este tipo de estratégia de marketing atinge o público gerando sempre reações antagónicas.


Então, com a crescente popularidade das marcas nas redes sociais, e sabendo que todas as reações que cada uma das suas campanhas gera, sejam elas positivas ou negativas, tomam proporções muitas vezes incontroláveis e até não desejáveis, obrigando-as cada vez mais a terem de vir responder e justificar-se, o que as levará a continuarem a optar por este tipo de estratégias de marketing?

E vocês, o que têm a dizer acerca deste tipo de estratégia de marketing?



Fontes:

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Filme “O Círculo”: uma reflexão sobre a falta de privacidade na era digital

No ano passado foi lançado nos cinemas do mundo todo o filme “O Círculo” (The Circle, EUA, 2017), que retrata através da ficção, o cotidiano de uma famosa e gigantesca empresa do ramo de tecnologia digital e comunicações, que possuía entre seus principais negócios, uma popular rede social que conectava a vida privada de seus usuários às suas contas on line e um sistema de mini câmeras que eram espalhadas por todos os lados, a filmar toda e qualquer coisa. A personagem principal é uma jovem que passa a trabalhar na empresa e logo se destaca pelo seu potencial em meio às redes sociais. Por causa disso, os líderes da companhia propõem que a jovem passe a transmitir sua vida 24 horas por dia, em tempo real. Com o desenrolar do enredo, as coisas não acontecem como eles esperavam e acabam perdendo o controle sobre suas ações.

O filme busca retratar um universo distópico, onde a nova era digital é trazida como tema principal e bastante atual, fazendo o espectador refletir sobre os limites da falta de privacidade nas redes sociais e na internet como um todo, o compartilhamento de informações pessoais, a idolatria a empresas emblemáticas deste setor, onde se percebe uma clara alusão a grandes companhias como Google, Apple e Facebook.
A rede social mostrada na ficção faz referência aos recursos do Instagram e Facebook, com os quais os utilizadores podem documentar toda e qualquer atividade realizada em seu dia-a-dia, podendo ultrapassar os limites entre o público e o privado, de forma perigosa. Além disso, é abordado também o tema da iminente ameaça e vigilância global por meio das mais avançadas tecnologias digitais e do possível uso indevido do big data extraídos das redes sociais, plataformas e websites.
O roteiro do filme não é dos melhores, mas certamente serve como ponto de partida para pensarmos sobre o quanto as redes sociais nos põem expostos e vulneráveis e o quanto podemos ser frágeis dentro do mundo virtual. Ao mesmo tempo que acreditamos que os avanços tecnológicos atuais, o advento da web 3.0, as facilidades de comunicação e a rapidez das informações nos trazem cada vez mais liberdade, podemos pensar também que, por outro lado estamos cada vez mais reféns das empresas, não só das que atuam com tecnologias digitais, mas todas as que investem em marketing digital e suas ferramentas.

A questão que fica e que proponho aos colegas para discussão é: até que ponto isto nos pode ser bom?
O alvo somos nós e somos cada vez mais facilmente atingidos.
Fontes:
http://cinegnose.blogspot.pt
http://adorocinema.com

domingo, 4 de junho de 2017

O Instagram deixa os adolescentes deprimidos?

De acordo com um estudo realizado pela Royal Society for Public Health (RSPH) e o Young Health Movement (YHM), o Instagram é a pior de todas as principais plataformas de redes sociais no que diz respeito a prejudicar a saúde mental dos jovens. Cerca de 91% dos jovens entre os 16 a 24 anos que utilizam a Internet, acedem às redes sociais. Como tal, é importante determinar os efeitos que estas têm sobre os adolescentes, pois é um momento potencialmente vulnerável para o desenvolvimento emocional.

Como parte do estudo, 1500 os jovens adultos britânicos (entre os 14 e 24 anos), foram convidados a classificar de que forma, é que cada uma das principais redes sociais os impactava em 14 indicadores de saúde mental e bem-estar. O YouTube foi classificado a melhor rede social seguida pelo Twitter, Facebook, Snapchat e Instagram. O estudo revelou ainda, que alguns desses jovens enfrentavam problemas de saúde mental como depressão, solidão, preocupações de imagem corporal e ansiedade ao usar aplicativos sociais. Ao longo do estudo, as redes sociais foram descritas como viciantes, sendo estas, consideradas mais viciantes do que cigarros e álcool.
O CEO da RSPH refere "É interessante ver o ranking da Instagram e Snapchat como as piores plataformas para a saúde mental e o bem-estar, pois ambas são muito focadas na imagem e parecem estar a gerar sentimentos de inadequação e ansiedade nos jovens.”
Contudo, nem tudo são más notícias. O estudo apontou que, efetivamente existem muitos aspetos positivos nas redes sociais. Por exemplo, fornecem o acesso a pessoas que estão enfrentar problemas de saúde iguais ou semelhantes, facilitando a consciencialização e a aprendizagem sobre essas doenças, uma vez, que facilita a comunicação entre ambas. Sete em cada dez adolescentes afirmaram receber ou já ter recebido apoio nas redes sociais quando estavam a passar por um momento difícil, ajudando assim no combate a problemas de saúde mentais.

Recentemente numa entrevista à BBC, em resposta a este estudo, Michelle Napchan (representante do Instagram) afirmou "Pessoas comuns de todo o mundo usam o Instagram para compartilhar sua própria jornada de saúde mental e receber apoio da comunidade. Para aqueles que estão a lutar com problemas de saúde mental, queremos que eles possam receber o suporte no Instagram quando e onde eles precisaram.”


Qual é a vossa opinião sobre este estudo? Concordam que a redes socais causam stress e ansiedade aos adolescentes?

Links:
https://www.forbes.com/sites/amitchowdhry/2017/05/31/instagram-depression/#43039dc67453

segunda-feira, 20 de março de 2017

Dia Internacional da Felicidade

O Dia Internacional da Felicidade comemora-se no dia de hoje, 20 de Março, e é esse mesmo o tema que trago hoje.
“A busca da felicidade é um dos objetivos fundamentais do ser humano”, e posto isto, a assembleia-geral da ONU decidiu em Junho de 2012, proclamar o dia 20 de Março como o Dia Internacional da Felicidade.

Todas as pessoas procuram a felicidade. Os psicólogos salientam a importância da mesma na vida das pessoas e a necessidade destas se conhecerem a si mesmas para conseguirem alcançar o tão desejado bem estar. A felicidade relaciona-se não só com a personalidade, mas também com a disposição e a forma de estar das pessoas.
Estudos revelam que Portugal é um dos países mais infelizes da Europa. Numa escala de 0 a 10, Portugal apresenta uma avaliação média de felicidade de 5,1 e é o terceiro país europeu com maior uso de antidepressivo.

Como esta cadeira aborda temas como as redes sociais, partilha de informação e privacidade da mesma, coloca-se a questão de hoje em dia haver a quase que “necessidade” de partilhar momentos de felicidade nas redes sociais. Algo que todos nós temos consciência, basta abrir as nossas páginas de Facebook, de Instagram ou de qualquer outra rede social para vermos fotografias e vídeos de pessoas felizes, seja a viajarem, a passearem ou até numa simples refeição.

Nada contra quem o faz e quem sente que “precisa” de partilhar esses momentos das suas vidas com todas as pessoas, mas o facto é que hoje em dia está a tornar-se algo tão viral que surgem em certas pessoas (possivelmente mais vulneráveis ou susceptíveis) sentimentos de depressão, apatia e infelicidade com a seguinte comparação: “Todos estão felizes, só eu é que não?“.

As redes sociais são uma realidade que não podemos negar, estão cada vez mais presentes nas nossas vidas, ajudam-nos em vários aspetos, abrem-nos novas possibilidades e ajudam-nos a divulgar causas nobres, mas cada um de nós deve estabelecer um limite para o excesso de exposição da nossa privacidade.

Shaun Higton criou a curtaWhat’s on your mind?, que questiona toda essa felicidade aparente das redes sociais e faz-nos reflectir sobre a “pressão” que hoje em dia se sente em publicar e partilhar os momentos de felicidade que temos e, neste caso, que não temos.

Com isto me despeço e sejam felizes ;)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tendências das Redes Sociais para 2017: Vídeos em direto

Os vídeos em direto estão a torna-se uma ferramenta de marketing fulcral de forma a ganhar influência e criar conexão com os consumidores.
Para aqueles que têm seguido as tendências, a popularidade do conteúdo em vídeo não será nenhuma surpresa. O Youtube tem sido o gigante, nos últimos anos, e conta com cerca de um terço dos utilizadores de internet em todo o mundo.
A popularidade do conteúdo em vídeo e das redes sociais é incontestável e junção dos dois acaba por ser um passo natural na evolução de ambos. Desta junção resultou, reprodução e partilha de vídeos em tempo real em redes sociais.

Apesar de existirem centenas de sites e plataformas de vídeos em live streaming os mais populares são o Periscope e o Facebook Live.
Em 2016, o Periscope afirmou que os seus utilizadores visualizaram, diariamente, o equivalente a 110 anos de vídeos em direto.
O Facebook também apresentou resultados muito positivos. Os vídeos em direto originaram um impacto e envolvimento, por parte dos consumidores, muito elevado. Sendo que, este tipo de vídeos, teve um alcance 135% superior ao de imagens/fotografias e 10 vezes mais comentários que os vídeos gravados.
É, ainda, possível observar o alcance desta tendência na imprensa, uma vez que, os vídeos do Facebook Live já são usados como fonte de informação e citados aquando da cobertura de notícias e eventos relevantes.
No final do ano de 2016, o Instagram e o Twitter lançaram as suas versões de vídeos em direto e o Youtube promete seguir a mesma tendência.

Mas como é que as marcas têm beneficiado desta tendência?

As marcas usaram os vídeos em direto para melhoria do serviço ao cliente através da organização de sessões de perguntas e respostas e showcasing de produtos. Esta abordagem possibilita aos anfitriões solicitarem comentários, questões e feedback ao público, o que acaba por criar envolvimento e conexão.
As redes sociais, também, estão a ser utilizadas para transmissão em direto dos eventos organizados pelas marcas. O objetivo é “trazer” os seguidores das marcas para eventos aos quais, de outra forma, poderiam não ter possibilidade de presenciar.
Por fim, uma das formas através das quais, as marcas têm beneficiado desta tendência, é pela criação de rubricas através da publicação de múltiplos vídeos em directo relacionados com uma mesma temática. Um exemplo prático é a rubrica semanal da revista feminina Allure, na qual testa e avalia um novo tipo de batom e pede ao público para fazer questões e pergunta o que gostariam de ver na rúbrica seguinte. (Assistam ao vídeo da rubrica mencionada: aqui )

Os vídeos em direto estão a tornar-se em algo social, não só, porque transmitem o que se está a passar em tempo real, mas também, porque permitem uma interação instantânea e tornam o público “ parte da conversa”. Desta forma, torna-se fácil perceber o porquê de o vídeo em direto não ser, apenas, mais uma moda, mas pelo contrário, um momento marcante para a história do conteúdo em vídeo nas plataformas online e redes sociais.

Fontes:
http://tedrubin.com/biggest-content-marketing-trend-heading-2017-live-streaming/
http://digitalmarketingmagazine.co.uk/social-media-marketing/the-2017-trends-every-social-media-manager-should-be-aware-of/4013
https://blog.hubspot.com/marketing/social-media-predictions-2017#sm.00015c6j94ddwfr5u991dso4gay3u
http://www.forbes.com/sites/jimmyrohampton/2017/01/03/5-social-media-trends-that-will-dominate-2017/#4411a546141f

sábado, 12 de março de 2016

Magnum: Liberta o teu lado selvagem!

A marca da Olá lançou dois novos Magnum Double no mercado. A campanha "Liberta o teu lado selvagem" serve de suporte ao lançamento dos dois novos produtos, inspirados nos sabores manteiga de amendoim e chocolate. O objectivo da campanha é despertar o lado mais feroz e selvagem dos consumidores.


Assinada pela agência "Lola Madrid" a campanha estará presente em televisão, plataformas digitais, imprensa e outdoors. No facebook, onde a marca mantém uma forte interactividade com os consumidores, o novo anúncio para TV foi apresentado em primeira mão, merecendo excelentes críticas do público.



Menos positiva foi a reacção ao desaparecimento do Double Caramel do cartaz de gelados para este ano. Embora a marca saliente que a versão mini do produto continuará à venda nos hiper e supermercados, alguns consumidores não deixaram de manifestar o seu desagrado.

Se já têm saudades, aproveitem o dia solarengo para experimentar os novos Magnum Double. Se acham que ainda está frio, experimentam na mesma, sejam selvagens!

Fonte: Marketeer

sábado, 30 de maio de 2015

Live for Now com a Pepsi Pulse

Já é sabido que esta geração gosta de estar em contacto, de ser ouvida, e é cada vez mais habitual a criação do chamado UGC (User Generated Content).

Neste sentido, a Pepsi não quis ficar de fora e criou a Pepsi Pulse, uma plataforma digital e social que permite agregar conteúdos relacionados com a marca e eventos relevantes na área da música, desporto e entretenimento.

Tendo por base o lema mundial da marca “Live for Now”, a Pepsi pretende potenciar a interação com os seus seguidores através da partilha de conteúdos relevantes que podem ser criados por eles próprios ou pela marca.

De acordo com Tiago Carapinha, responsável da marca em Portugal, esta plataforma vem “inspirar os consumidores a viverem o momento sabendo em primeira-mão as novidades da cultura pop e podendo ser os primeiros a partilhar esta informação com os seus amigos”

Esta plataforma, para além de dar a conhecer os produtos da marca, mostra todas as partilhas que são feitas nas redes sociais com as Hashtags da marca: #viveomomento e #pepsipt, nomeadamente, fotos que são partilhadas no Instagram e no facebook no decorrer de passatempos promovidos pela marca.
A partir desta plataforma podemos ainda chegar rapidamente ao youtube oficial da marca.



Esta é mais uma forma de a Pepsi se aproximar dos seus consumidores, maioritariamente jovens pertencentes à chamada "Geração Net”.


E vocês, gostam deste tipo de iniciativas que pretendem aproximar marcas e consumidores?

sábado, 21 de março de 2015

A "Telepisa" e o Twitter

A Telepizza não é exceção e adota o uso dos social media como ferramenta de Marketing e Comércio Electrónico. A sua estratégia baseia-se no respetivo website e 5 redes sociais: Facebook, Twitter, Pinterest, Google+ e YouTube. Nada de anormal, para já. Em quase todas as redes sociais mantém uma postura um pouco descontraída, mesmo assim transmitindo segurança e qualidade. Uma comunicação tradicional de uma empresa neste ramo.

Agora um foco extra no Twitter...

Bem, de facto só conheci o Twitter da Telepizza por causa de um concurso (lá está, um exemplo de “campanha social”, e mesmo eu não sendo cliente Telepizza, comecei a seguir o seu Twitter para poder participar. Por curiosidade e porque o Nuno na publicação anterior levantou uma questão relacionada, aproveito para comentar em relação a este caso. O concurso consistia em ser original e relacionar a Telepizza com o festival Super Bock Super Rock. Resumindo, eu comecei a interagir com a Telepizza através de tweets com frases originais, referindo sempre aspetos brilhantes da empresa (que não sou cliente mas uma pessoa tenta sempre disfarçar), a Telepizza respondia e partilhava. Já os meus amigos compraram uma pizza e tiraram uma foto com o rapaz das entregas, etc etc. Com uma persistência moderada, em 6 bilhetes disponíveis, ganhamos 4. Obviamente não foi devido à qualidade da nossa participação, mas sim a outra questão: ao número de pessoas que estava a acompanhar aquele concurso. Atualmente a Telepizza tem um pouco mais de 2500 seguidores, naquela altura tinha por volta de 700. Enquanto no Facebook como participantes concorremos com centenas ou milhares de utilizadores, no twitter temos a sorte de ser poucos. Ou tínhamos. O crescimento tem se registado maioritariamente devido a esses mesmos concursos que acontecem de forma bastante frequente, referentes a concertos ou a produtos Telepizza, duas coisas que a maior parte de nós adora. Música e pizza. Estes concursos são oportunidades excelentes para mostrar um apreço, carinho ou simpatia aos clientes atuais, atrair novos que queiram participar também e desta forma a empresa pode também avaliar os consumidores. Esses novos vão ser chamados por amigos ou conhecidos, tal como eu fui.

Interligando agora ao assunto principal: a posição da Telepizza no twitter em relação ao social engagement como lhe chamamos.
Estabelecer uma relação com o consumidor é importante e esta empresa tenta o fazer de forma contínua através dos canais já referidos. No twitter, a @telepizzapt chega a tratar mesmo os utilizadores como amigos, utilizando expressões mais “jovens” e até fazendo piadas. Muitas vezes dá até a ideia de que tudo é um pouco forçado e a ligação não acontece naturalmente, e não é esse o objetivo. Encorajam-nos a participar, a partilhar e a interagir de uma forma frequente.
Já discutimos a importância destas ligações, mas estas devem ser feitas com alguns limites. Já vimos o exemplo dado na aula de uma resposta da Sumol no Facebook que gerou diferentes reações.
No entanto, o Twitter sendo uma rede social menos invasiva e menos utilizada pelos portugueses, faz com que a Telepizza vá mais além e na minha opinião, estique um bocadinho a corda. Se acho piada?! Sim e de qualquer das formas, destaca-se. É interessante ver as diferentes estratégias dependendo da rede social.
Deixo-vos alguns exemplos!

Tweets
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Humm porque será que não seguem a mesma estratégia por exemplo no Facebook?! Será apenas uma questão de dimensão?

Obrigada e bom fim-de-semana!

domingo, 8 de junho de 2014

Eventos no facebook: o fenómeno

O Facebook está, já há uns dias, a ser «invadido» por uma série de eventos no mínimo originais. A moda consiste em criar eventos bizarros, geralmente impossíveis, e de tal forma inusitados que geram uma onda de partilhas e comentários. Estes falsos eventos são vistos como uma nova forma de humor na rede social e estão já espalhados por vários países. 
Com um cariz mais polémico, humorístico, sonhador ou ofensivo, este 'boom' não deixa ninguém indiferente. Os eventos servem agora como forma de contestação social e política e a imaginação não parece ter limites.
A pergunta é: Quanto tempo demorarão as marcas a ver aqui uma forma de aumentar o customer engagement e a brand awareness nesta rede de milhões de pessoas? O potencial de partilha de eventos é hoje superior a qualquer outra altura e algumas marcas já se encontram incluídas no movimento pelos próprios fãs - é o caso do evento "caça ao indivíduo que comeu o pedaço da maçã da apple". As marcas devem refletir, rapidamente, se querem ou não integrar a moda que assola o facebook. A ponderar estão fatores como a proximidade que podem ganhar junto dos seus seguidores ou a possibilidade de aborrecerem a comunidade com ainda mais partilhas. Qual será a melhor posição? Qual será a marca com coragem e sensatez para conseguir aproveitar este fenómeno da web da forma mais correta e adaptada ao seu posicionamento?
Entretanto, o blog de webmarketing deixa-lhe algumas sugestões para os dias vazios do seu calendário:

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A bolacha mais famosa do mundo ajuda a resolver discussões

Estás no meio de uma discussão e nenhuma das partes quer dar o braço a torcer? A Oreo promete ajudar, para que essa mesma discussão acabe, e bem. "Lick for it" é a mais recente campanha da marca americana, lançada mundialmente. Esta é uma campanha digital dirigida especificamente a partir do produto Oreo Dobro do Creme, e ambiciona nada mais nada menos do que resolver as discussões entre casais, amigos ou até desconhecidos através das bolachas.

Título da campanha "Lick for it". Fonte: www.oreodouble.com 
O público-alvo desta campanha é extenso, contudo existe a particular atenção nos adolescentes, sendo que o primeiro anúncio - ver abaixo - a correr as redes sociais (e, mais tarde, na televisão) apresenta discussões apenas entre jovens. Sejam quais forem os motivos para a discussão, esta termina com o desafio de "quem lamber mais rápido o creme da bolacha Oreo Dobro do Creme, ganha". Tão simples quanto isto.

A campanha estará no ar até junho de 2014, tendo a Oreo lançado um microsite especialmente dedicado a esta. Aqui, os consumidores e fãs podem lançar os seus próprios desafios aos amigos e familiares e ainda partilhá-los. No fim, vencem, claro, as respostas com o maior número de votos.

O objetivo principal da Oreo é, uma vez mais, mostrar o seu lado irreverente e original, captando a atenção dos consumidores com ideias únicas. O facto desta campanha existir primeiramente no mundo online irá permitir uma perceção mais elevada e notoriedade da mesma, tendo em conta que o alvo adolescentes se encontra maioritariamente presente. Neste âmbito, Duan Evans, diretor criativo executivo da agência AKQA (Londres), que desenvolveu esta campanha, afirma que “Quite traditional advertising (copy, image and post), but traditional advertising done through the right channels and with the right tone”, em entrevista à creativepool.com.

A marca quer manter a sua conotação de divertimento, e por isso desafia os mais corajosos a participarem nesta campanha. Pretende ainda mostrar como algumas discussões são absolutamente desnecessárias, e um pouco de diversão pode resolver tudo, de forma mais simples (e alegre!). 

Afinal, para quê discutir?

O primeiro vídeo da campanha "Lick for it" pode ser visto aqui:



quinta-feira, 15 de maio de 2014

Nova campanha da FORD


Esta é a campanha em curso pela Ford divulgada nas redes sociais. A possibilidade de ganhar um carro novo, completamente FREE (apropriado ao tema da última aula). Para participar é muito simples, basta visualizar os vídeos disponíveis sobre os novos motores ecoboost e fazer o registo. Quanto mais vídeos visualizar mais hipóteses tem de ganhar. Apenas um senão: campanha apenas para os Estados Unidos. O objetivo está cumprido, chamar a atenção sobre os novos motores. E embora apenas 6 pessoas ganhem um automóvel novo, a campanha fará com que milhares de utilizadores vejam atentamente tudo o que os novos Ford são capazes de fazer, e assim, na altura de tomar uma decisão de compra, a lição já está toda aprendida e o nome Ford poderá surgir como escolha final.

sexta-feira, 21 de março de 2014

"Atreve-te a ser mais doce"

A Milka usou 13 milhões de barras de chocolate para promover "Dare To Be Tender" campanha em França e Alemanha, o maior mercado da marca. 

A campanha removeu um quadrado de chocolate da barra tradicional Milka, cada uma tinha um código especial que podia ser inserido online e os consumidores podiam escolher entre duas opções: pedir o cubo de chocolate em falta para si, ou um destinatário que receberia o "último quadrado" no correio.

A campanha implicou toda uma mudança no processo produtivo, contudo foi muito positivo. Em seis semanas, a comunicação chegou a 54 milhões de pessoas, o equivalente a um investimento de 1,1 milhões de euros em media. Foi reconhecido com um prémio Ouro no concurso de publicidade Epica Awards. 



A marca tem vindo a reforçar a sua ligação às pessoas, através do relacionamento e a experiência com os seus consumidores. Uma experiência one-to-one que seja emocionalmente forte, divertida e envolvente pode ter um impacto significativo e positivo, como foi o caso. 

Para além disso, a Milka trabalha  muito bem  o conceito de Branded Content, faz associação a valores positivos, que tenham significado/utilidade para o consumidor e criem envolvimento. 





Uma coisa é certa, eu fã de chocolate, após escrever o post fiquei com muita vontade de comer um chocolate Milka e fiz gosto na página do Facebook.  

domingo, 9 de março de 2014

A Coca-Cola quer mostrar que há vida para além dos telemóveis

Para que servirá um funil vermelho colocado na cabeça das pessoas? Uma pista: “Social Media Guard”. É nada mais nada menos do que a nova ideia da gigante Coca-Cola, no âmbito da sua conquista de mercado.

Não deixando de salientar que o mundo da Internet e das redes sociais é importante, estabelecendo a nossa conexão com “o mundo e as pessoas que amamos”, a marca pretende mostrar que, provavelmente, muitas vezes deixamo-nos envolver em demasia com os smartphones, esquecendo o que está à nossa volta.

Verifica-se, cada vez mais, que as pessoas querem partilhar as vivências, os momentos especiais, aquele jogo de futebol que as faz vibrar ou o jantar de amigos envolto de conversas e muitos risos, com o mundo. Para tal, transformam-nos em fotografias, textos ou vídeos, e colocam de forma imediata nos meios online. Já o “mundo offline”, como lhe chama a revista TIME, é descrito como “aquilo que acontece quando ficamos sem bateria”. Uma forma arrasadora de dizer que talvez não estejamos a prestar a devida atenção a cada minuto do nosso dia-a-dia que é, por acaso, a nossa vida. E o tempo é escasso, como bem se sabe.

Portanto, a Coca-Cola sugere: Porque não pousar o telemóvel e beber uma Coca-Cola junto de quem mais gostamos? (A não ser que queiram ter um funil na cabeça).

Esta publicidade vem contrariar um pouco o estilo da marca ao longo dos tempos, que sempre quis criar sorrisos e “aquecer” o coração dos consumidores. Desta feita, pretende fazê-los aperceber de uma realidade óbvia: a dependência, em maior ou menos grau, das redes sociais.

Terá sido esta uma boa aposta por parte da Coca-Cola?

O vídeo da publicidade pode ser acedido aqui:




sexta-feira, 7 de março de 2014

«Vou para África. Espero não ser contaminada pelo VIH. Estou a brincar. Sou branca!»

Ao ler a publicação da Inês Baptista sobre a regra dos três graus de influência e as redes sociais, veio-me imediatamente à memória uma história que para mim tem tanto de fascinante como de assustadora. Um mero tweet de Justine Sacco antes de entrar a bordo de um voo de longa duração – pormenor crucial: sem wifi – criou um reboliço incontrolável em toda a web social, chegando até às televisões. Resultado: quando aterrou Justine Sacco era alvo das mais diversas chacotas, acusações e pior, estava despedida.


A história conta-se assim, Justine Sacco ex-directora de comunicação da InterActive Corp. ia partir em viagem para África e quis ser engraçada, tweetando a frase que dá título a este post, mesmo antes de embarcar. Enquanto voava, gerou-se um burburinho nas extremamente censoras redes sociais, que são capazes de ser diametralmente opostas quanto ao zelo, por vezes toleram tudo outras vezes não toleram nada. O perigo é que ninguém em concreto, nenhuma autoridade define esse zelo, essa fronteira. São os próprios utilizadores, no fundo somos nós, que damos ou retiramos amplitude às coisas. É assim a web social. No caso de Justine a coisa correu mal e o seu tweet foi amplamente divulgado (retweetado) e deu início a uma saga que tem tanto de divertida como de assustadora. Desde figuras públicas a criticarem, organizações de apoio aos doentes com SIDA a reprovarem, uma companhia aérea que dispõe de wifi nos seus voos a fazer piadas, o endereço www.justinesacco.com registado, inúmeras contas falsas no twitter com o seu nome, a empresa para o qual trabalhava a demiti-la, até ser notícia na CBS, ABC, CNN, etc. etc. Tudo isto a acontecer em poucas horas, com Sacco literalmente no ar e sem fazer a mínima ideia que estava a ser a top story do dia. Uma história que demonstra bem o efeito bola de neve incontrolável e todo o poder das redes sociais. O mais estranho ou insólito disto é que a própria trabalhava no ramo, sendo directora de comunicação de uma empresa detentora de vários sites de web social. Aconselho-vos a lerem o artigo que o site buzzfeed fez sobre o tema...


Aqui fica o artigo do site buzzfeed: "
This Is How A Woman’s Offensive Tweet Became the Word’s Top Story”


Na imprensa portuguesa:


sábado, 8 de junho de 2013

A nova forma de vender!

Os social media, hoje em dia, são muito mais do que uma ferramenta onde as pessoas podem partilhar os eventos da sua vida. Atualmente, são uma plataforma de comunicação muito forte, e a comunicação é o ponto fulcral das vendas.
A comunicação influencia a forma de vender desde há muitos anos. Desde a venda porta-a-porta, à venda por catálogo, à venda telefónica: mudam-se as formas de comunicar, muda-se a forma de vender!

É possível usar os social media para obter muita informação, quer seja acerca de concorrentes ou mesmo dos próprios consumidores, informação essa que seria muito difícil de obter de outra forma. A chave é a famosa frase “estar onde estão os consumidores”. Saber que marcas o consumidor segue, saber o que ele diz no seu perfil, os comentários que ele faz, constituem informações muito importantes para chegar até ele (e vender!).Os clientes de hoje em dia investigam as suas compras, comparam os preços, mas isso dá também a oportunidade aos vendedores de “agarrar” o cliente mais facilmente. Muitas vezes os clientes publicam coisas nas redes sociais, associam-se a páginas de marcas, e dessa forma é possível perceber o que eles querem. Um vendedor atento nas redes sociais, é um vendedor com sucesso!
 
Num estudo feito nos EUA, cerca de 90% dos CEO’s afirmaram que não respondem às tradicionais “vendas telefónicas”. O social engagement tem vindo a substituir esta forma de abordagem “mais fria”. Tópicos de conversa relevantes nas redes sociais são a forma mais fácil de abordar o cliente e perceber as suas necessidades e as suas reclamações.
 
Os vendedores têm de se “agarrar” ao social media, têm de estar nas redes sociais e têm de seguir os seus compradores e potenciais compradores atentamente. Porque o consumidor também já não anda “a dormir”: ele anda a investigar, a procurar o melhor ao melhor preço, e não se cinge ao que lhe dizem!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

FOMO

A evolução digital veio alterar o paradigma das relações sociais entre os seres humanos. Diversos estudos analisam as consequências psicossociais da adoção massiva dos meios digitais e a forma como vieram alterar os nossos padrões comportamentais.

FOMO (Fear Of Missing Out) é um conceito recente, mas que ilustra uma tendência cada vez mais visível: a dependência dos canais de comunicação digitais como alternativa para que não nos sintamos excluídos.


E vocês, sofrem de FOMO? :)

domingo, 12 de maio de 2013

Social Scoring

O social scoring pretende medir o impacto de cada pessoa no universo online. As ferramentas de social scoring pretendem aferir a influência de uma determinada pessoa na sua rede de contactos analisando centenas de variáveis tal como a dimensão da rede, comentários, número de likes, tweets, partilhas, visualizações dos seus conteúdos em blogues, etc.

O Klout é actualmente um dos programas mais avançados nesta missão de classificar a influência de cada pessoa no mundo online e em finais de 2012 considerava mais de 400 variáveis para atribuir um “índice de popularidade” a cada pessoa.

Aqui fica uma apresentação do Klout, numa versão mais humorística:

E aqui encontram uma curta entrevista à Forbes do CEO e co-founder da Klout com algumas explicações do serviço e das suas possíveis aplicações no universo das empresas.

quinta-feira, 7 de março de 2013

C2B on Facebook

Repescando um tema das aulas, o social media marketing tem uma importância crescente e merece toda a atenção por parte das marcas. Sabendo que, em média, os portugueses passam cerca de 88 minutos por dia nas redes sociais e que o facebook é o eleito (dados do estudo “Os Portugueses e as Redes Sociais” elaborado pela Marktest Consulting), a maioria das marcas que conhecemos e gostamos estão no facebook e, muito provavelmente, têm-nos como seguidores.

Contudo, a presença das marcas no facebook permitiu um diálogo mais aberto não só entre clientes, mas entre o cliente e a marca. É muito frequente encontrar reclamações, pedidos de esclarecimento, sugestões, debates iniciados por fãs, entre outros.
Muitas marcas já se aperceberam que o facebook é uma “espada de dois gumes” e fazem o seu melhor para tirar partido das redes sociais; outros nem tanto.


Esta comunicação Consumidor/Marca, ou C2B, não está ao alcance de todas as marcas. Estar no facebook implica transparência por parte da empresa, disponibilidade para dar resposta….e muita paciência. É necessário ter em conta que os consumidores de hoje em dia, além de mais exigentes, estão mais ativos: perderam o pudor em reclamar, sentem a necessidade de alertar outros consumidores, para que não caiam no mesmo erro.

Pequenos Casos
De alguns pequenos casos retirados do facebook, convém dizer que, apesar da maior preocupação com as redes sociais, ainda há marcas que não respondem a uns consumidores, mas respondem a outros (em baixo, a FNAC e a Tiffosi respondem a um consumidor, enquanto deixam outro sem resposta).

É necessário ter cuidado! Esta seleção nas respostas pode causar uma reação ainda mais negativa por parte dos consumidores. Todas as reclamações devem ser geridas!  Nestes casos específicos sugiro que, para diminuir a visibilidade das reclamações (preocupação fundamental das marcas!), o ideal é agradecer a informação e pedir para enviar a  mesma para um endereço de email, para daí procederem à sua correta gestão.

E gerir bem as reclamações compensa!

Apenas por curiosidade, mais uma anotação: esta marca portuguesa responde no seu facebook em 3 línguas diferentes!

 
E já agora, uma dúvida: alguém sabe se a Ryanair tem página no facebook?
Eu procurei e não encontrei… e não acredito que tenha…

sexta-feira, 18 de maio de 2012

"Spot" publicitário gera controvérsia nas redes

A campanha publicitária de uma empresa que preserva células estaminais está a gerar controvérsia nas redes sociais.


Uma empresa que vende serviços de preservação de células estaminais de recém-nascidos, a Crioestaminal, está a dar que falar nas redes sociais, em Portugal. Tudo por causa de uma campanha publicitária, onde a empresa utiliza a imagem de uma criança para demonstrar que a preservação das células estaminais do cordão umbilical é imprescindível para salvar a vida de um filho.
No spot, é possível ver uma criança num hospital, enquanto uma voz off diz que há uma grande hipótese de ser, um dia, diagnosticada uma doença ao seu filho que possa ser tratada com recurso a células estaminais deste ou de um irmão. O anúncio termina com a criança a dizer "Mãe, pai, guardaram as minhas células?", uma pergunta que é precedida pela interrogação da voz off: "Está preparado para responder a esta pergunta?". 
O vídeo da campanha foi partilhado pela empresa há seis dias no Youtube e está pejado de comentários negativos. Também a valoração deste vídeo, por parte dos utilizadores, é negativa, com a "barra" de feedback a pender bem mais para o vermelho ("desgostos") do que para o verde (gostos). 
No Facebook, o vídeo tem sido partilhado e comentado por muitos, quase sempre com indagações sobre uma potencial "chantagem emocional" da empresa aos pais. Na página da empresa, os comentários negativos multiplicam-se, bem como as acusações e as "ameaças" de queixa à Direção Geral do Consumidor (DGC) e ao Instituto Civil de Autodisciplina da Comunicação Comercial (ICAP).