terça-feira, 31 de maio de 2022
Pagamentos móveis autenticados biometricamente – O Futuro?
McDonald’s reinterpreta o seu jingle icónico pela primeira vez para o jubileu da Rainha de Inglaterra
O marketing emocional baseia-se em criar uma ligação emocional com uma empresa, uma marca ou um produto que a destaca dos restantes, criando uma ligação de fidelidade.
Fãs e discográficas viciados no TikTok, os artistas, nem por isso...
No passado dia 22 de maio, a cantora norte-americana Halsey publicou um vídeo no TikTok a afirmar que a sua produtora não a deixaria lançar a sua nova música até que esta tivesse um ''momento viral'' no TikTok".
No background do vídeo é possível ouvir a música que ainda está por lançar. Ao que parece, a Capitol Records teve o seu momento viral, pois o vídeo conta com mais de 8 milhões de visualizações na aplicação!
Halsey insiste que este não era o seu objetivo, mas quer
seja um 'social media stunt' ou um desabafo honesto da artista, a verdade é que
este tipo de vídeos têm se tornado cada vez mais frequente na rede social, no
qual artistas já estabelecidos no mundo da música recorrem à aplicação para reclamarem do facto de
serem obrigados a fazerem TikToks, o que parece ser, nos dias de hoje um
requisito de trabalho obrigatório para as estrelas do pop.
FKA Twigs, Maggie Rogers, e mais recentemente Ed Sheeran têm
aderido à tendência, pois a verdade é que a viralidade do TikTok tem sido a
chave do sucesso para muitos na indústria.
Serão estas manifestações honestas dos pontos mais frustrantes dos seus trabalhos? Claro que sim. Será que todas estas superestrelas já se aperceberam que estas manifestações ajudam a alcançar os objetivos impostos pelas discográficas? Muito provavelmente.
Como a própria Halsey colocou como legenda do seu TikTok
“everything is marketing”.
Fonte: https://www.latimes.com/entertainment-arts/music/story/2022-05-25/tik-tok-halsey-florence-welch
Milaneza cria nova influenciadora
A Geração Net, como aprendemos ao longo das aulas, apresenta várias caraterísticas. Uma delas é a tomada de decisões com base na confiança e no relato de experiências de peers.
Uma estratégia que tem vindo a ganhar terreno no marketing digital é a utilização do marketing de influência, que tal como o nome indica consiste na colaboração entre uma marca e um influenciador, sendo atualmente uma das formas mais eficazes de captar clientes.
Esta geração é pouco atenta ao que a rodeia, apresentando um curto período de atenção e uma alta capacidade de se abstrair de quaisquer anúncios. Como tal, preferem fazer a sua própria pesquisa ou procurarem a experiência de utilização de alguém que "conhecem".
É aqui que entram os influenciadores. São indivíduos que conseguem persuadir e convencer os seus seguidores a comprar uma dada marca em detrimento de outra, de forma a aumentar a visibilidade e credibilidade da marca com a qual estão a colaborar. Podem ser youtubers, bloggers, instragrammers, entre outros. A diferença entre estes e todas as outras pessoas que usam meios digitais é essencialmente o número de seguidores nas suas redes sociais e o nível de engagement que geram.
Assim, esta técnica tem vindo a ser muito utilizada pelas marcas, uma vez que é uma das estratégias de publicitação mais eficientes do momento. A Milaneza também decidiu aderir e acompanhar esta tendência.
De forma a publicitar o seu novo produto, Bulgur, a marca optou por criar a sua própria influenciadora. Assim surgiu Rita Dias, uma personagem criada com o propósito de comunicar o produto em causa.
O objetivo desta campanha é atingir o target mais jovem e, como tal, a campanha é exclusivamente digital, com presença em várias redes sociais.
- https://marketeer.sapo.pt/milaneza-cria-influenciadora-para-divulgar-novo-produto/?doing_wp_cron=1652786017.5458259582519531250000
- https://marketeer.sapo.pt/milaneza-cria-influenciadora-para-lancamento/
- https://invoicexpress.com/blog/marketing-de-influencia
- https://www.meiosepublicidade.pt/2021/07/rita-dias-a-influenciadora-que-nasceu-para-ajudar-a-milaneza-a-chegar-ao-target-jovem/
Metaverso: crimes da vida real no mundo virtual
Este acontecimento não foi o primeiro do mundo virtual. O documento do relato apresenta também o testemunho de outras vítimas de abuso nas diversas plataformas do Metaverso, para além de outros crimes associados à homofobia, racismo e outros comportamentos discriminatórios.
Em sua defesa, a empresa Meta afirma que a mulher não tinha ativado a opção de "limite de distância" da plataforma, uma ferramenta de segurança que é ativada e impede que utilizadores que não sejam amigos se aproximem do seu avatar.
Assim, o Metaverso mostra um lado negro que já é vivido no nosso dia-a-dia real e que tem vindo a ser transposto para o virtual, apresentando cada vez mais conteúdos violentos e inadequados.
A maior preocupação é sem dúvida a probabilidade do Metaverso tornar-se um meio para organizações criminais comunicarem entre si e dentro do seu próprio núcleo, visto não haver uma regularização muito forte neste meio. Será que um caso como este será considerado um crime como no mundo real?
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