- 52% dos que fazem lives, fazem-nas através de redes sociais;
- 25% dos usuários utilizam vídeos em formato live para se manterem informados;
- 93,7% dos negócios usam o Facebook e 91% usaram o Facebook Live em 2018;
- 42,7% dos negócios fizeram uma live em 2018;
- Em 2017, um em cada cinco dos vídeos do Facebook foram em formato live.
- Em 2018, o número de lives do Facebook chegou a 3,5 mil milhões de pessoas.
sábado, 15 de maio de 2021
Facebook Live e as vendas em direto
quarta-feira, 7 de abril de 2021
Mais um concorrente para o Tik Tok
Depois de o Instagram lançar o Reels para tentar competir com o Tik Tok, chegou a vez do YouTube, através do Shorts.
Esta nova ferramenta está integrada dentro da aplicação do YouTube, apresentando um feed de vídeos de curta duração, semelhante ao que já conhecemos criado pelo TikTok, de forma a ficar viral dentro da plataforma. Para além disto, este novo formato acrescenta outras funcionalidades como poder adicionar texto a meio dos vídeos ou uma lista de novas músicas mais abrangente do que a dos rivais.
O YouTube Shorts começou a ser testado na Índia em Setembro de 2020 e, dois meses depois, o número de canais indianos a usar esta plataforma já tinha aumentado mais do triplo. O player do YouTube Shorts recebe mais de 3,5 mil milhões de visualizações diárias. Entretanto, em Março de 2021, o Shorts foi lançado nos Estados Unidos da América.
Com o crescimento do Tik Tok e do Instagram Reels, era previsível que a Google, nomeadamente através do YouTube, fosse atrás da onda dos vídeos curtos, de forma a ter a mesma oferta e, assim, competir com estas aplicações. No entanto, a meu ver, pode acontecer o que tem acontecido sempre que uma app copia uma ferramenta. Isto é, a partir do momento em que existe em todas, os utilizadores acabam por optar apenas por uma, deixando as outras para trás, como por exemplo as “stories” no Facebook, Linkedin ou Twitter.
Por outro lado, tal como acontece no Instagram, atualmente o algoritmo do YouTube privilegia quem utiliza o Shorts. Desta forma, usar esta ferramenta é uma oportunidade para que os canais pequenos consigam crescer muito, visto que podem obter um grande alcance orgânico.
O que acham sobre isto? As marcas já deviam estar a experimentar esta nova ferramenta? O YouTube Shorts vai conseguir tirar o Tik Tok do trono ou vai tornar-se despiciendo por ser só mais um?
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
Apple (IOS 14) vs Facebook
Não é novidade para ninguém que George Orwell estava certo e que estamos dentro de um grande Big Brother da tecnologia, que somos vigiados 24 horas por dia, o que fazemos ou deixamos de fazer através dos nossos telemóveis, computadores e gateways, afinal estamos em contacto com eles o tempo todo. Um exemplo são os relógios que medem nosso sono e vários outros dados e enviam essas informações para o sistema. Será que todos esses dados são recolhidos e enviados para as empresas sem a nossa autorização? A verdade não é bem essa, quando aceitamos todas as atualizações e não lemos aquelas letras miúdas e só apertamos o botão aceito tudo, estamos aceitando que nossas informações mais íntimas sejam recolhidas e tratadas indiscriminadamente.
Com o frequente acúmulo de dados sem nenhum tipo de controle de como são utilizados, cria-se a necessidade de elaborar leis, procedimentos de controle e debates sobre o assunto. Como exemplo da UE com a criação da Nova lei da proteção de dados.
Um dos casos mais recentes sobre esse assunto foi a briga entre a Apple e o Facebook. Não é de hoje que ambas as empresas entram em conflitos a Apple acusa o Facebook de recolher demasiados dados dos clientes para ganhar dinheiro e o Facebook por outro lado alega que a Apple é um produto muito elitista, o que vai em contrapartida com o ideal do Facebook, que acredita que se deve entregar as ferramentas de forma gratuitas (Facebook, Instagram, WhatsApp e outras) para ajudar pequenas empresas a expandir seus negócio. A verdade é que não existe almoço grátis, simples assim, senão pagamos pela utilização de um serviço online, os nossos dados de utilização estão sendo a moeda de troca.
A Apple para proteger os dados de seus usuários implementou uma nova atualização do IOS 14, onde todos os aplicativos da App Store serão obrigados a notificarem ao utilizador ,através de um pop-up, se ele aceita ou não ter seus dados recolhidos por aquele aplicativo, sem aquelas famosas letras pequenas e textos confusos indo direto ao ponto, como demonstra a imagem.

Ok, o que isso muda na verdade? Para os utilizadores da Apple os seus dados estarão mais restritos caso não aceitem ceder os seus dados. Porém ainda terão eles recolhidos de maneira bem mais reduzida (Exemplo o Facebook ainda irá usar suas informações para os anúncios mas de forma mais light). Assim sendo, os anunciantes digitais terão menos dados dos usuários Apple. Sendo esse movimento por enquanto restrito a Apple, as demais empresas continuam operando suas App stores da mesma maneira. Em alguns países como Brasil onde a grande maioria utiliza Android não terá uma grande diferença, porém, nos EUA onde existe uma grande parte da população que utiliza o IOS, os anunciantes vão sofrer um impacto significativo.
Alguns pontos de reflexão:
Por que a Apple fez isso? Ela fez pensando realmente em proteger seus clientes?
Será que só existe desvantagem de oferecermos nossos dados em troca de conteúdo? Será que há reclamação disso quando recebe-se um desconto quase que 100% personalizado de um produto/serviço de algo se realmente estamos à procura?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
Com nova lei na Austrália, Facebook decide bloquear compartilhamento de notícias na plataforma.
A Austrália está prestes a aprovar uma nova lei que obriga companhias de tecnologia a pagar veículos de notícia pelas informações que estes compartilham em buscadores ou redes sociais. A mudança é inédita na história do mundo e obviamente impacta a forma como muitos negócios são tocados no país, e os grandes conglomerados de Silicon Valley começaram a se movimentar em torno do tema.
Em 17/02/2021, usuários do país passaram a estar proibidos pelo Facebook de compartilhar e visualizar notícias oriundas de veículos de media locais, uma vez que projetos de leis procuram forçar as redes sociais a pagarem os jornais regionais pela circulação de seus conteúdos jornalísticos dentro das plataformas.
No caso da Google, depois de ameaçar sair do país, começou a fechar acordos com veículos de notícias australianos para realizar o devido pagamento pelas informações compartilhadas em seu buscador. Estes acordos incluem a News Corp do norte-americano Rupert Murdoch e são avaliados na altura das dezenas de milhões de dólares para cumprir com o novo regulamento do país.
Trazendo a discussão ao nosso nível de consumidores e estudantes de marketing digital, fica a questão sobre se há justiça nessa decisão do governo australiano. Em era de "fake news" as redes sociais e os algoritmos dos mecanismos de busca, são vistos como inimigos dos jornalismo sério independente. Há muitos anos os jornais tentam se livrar dos modelos de "pay wall", quando só consegue se ler parte da notícia no site e se exige uma assinatura, pois esse desestimula o consumo da notícia e direciona o usuário para páginas ou postagem que trazem informação (muitas vezes inverídicas) de forma gratuita. O que causa uma restrição nas suas estratégias de preço. A medida é uma tentativa do governo de intervir nesse assunto.
Fontes:
https://edition.cnn.com/2021/02/17/media/facebook-australia-news-ban/index.html
sábado, 1 de junho de 2019
Facebook, o "apanha" criminosos
quinta-feira, 30 de maio de 2019
ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DA POLICIA DE SEGURANÇA PUBLICA
- Relevância,
- Criatividade e
- Disrupção.
Fontes:
https://van.pt/estrategia-digital-psp-redes-sociais/
https://www.noticiasmagazine.pt/2016/quem-e-que-gere-o-facebook-da-psp/
sábado, 11 de maio de 2019
The power of content: right or wrong? Who will judge
It's time to break up Facebook.
quinta-feira, 9 de maio de 2019
Facebook e outros dos seus produtos voltam a sofrer uma interrupção severa
O Facebook não confirmou ao certo a causa destas interrupções, em declaração à ThousandEyes, empresa de inteligência em rede, declarou que a questão parece ser interna, e não uma questão de rede ou internet. "Por exemplo, vimos 500 erros internos de servidor do Facebook. Dada a escala e as mudanças contínuas que são feitas nas suas aplicações e infraestruturas, às vezes as coisas podem-se fracionar como resultado dessas mudanças, mesmo nas mais capazes ", escreveu ThousandEyes VP do departamento de marketing.
Como seria de esperar os utilizadores mostraram que estavam atentos e os posts relativos a esta situação começaram a surgir:
Fontes:
https://www.buzzfeednews.com/article/nicolenguyen/facebook-family-of-apps-down
https://www.bbc.com/news/technology-47562281
sábado, 2 de junho de 2018
E agora, Zuckerberg?
"Se a privacidade é um direito humano, como afirma o CEO da Microsoft, então afirmamos que a má administração de dados de clientes do Facebook equivale a uma violação dos direitos humanos", disse Christine Jantz, diretora de investimentos da Northstar Asset Management. Outros questionaram por que o Facebook parece não conseguir sair bem de todas as notícias negativas. "Por que a lista de controvérsias que o Facebook enfrenta é tão longa e tão séria?", perguntou Will Lana, da Trillium Asset Management. Mas, embora fossem severas, as críticas não chegaram a alcançar muito resultado.
Zuckerberg tentou colocar sua versão habitual nas coisas, reiterando alguns de seus pontos favoritos de recentes conversas, dizendo: "Enfrentamos uma série de questões importantes, tenhamos a certeza de que teremos uma visão mais ampla de nossas responsabilidades."
Ainda assim, os participantes da reunião ficaram claramente frustrados com a mensagem. Foi uma reunião extraordinariamente acalorada quando os acionistas levantaram de novo todas as controvérsias que envolveram a rede social no último ano.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Donate Blood - A Ferramenta do Facebook para Incentivar Doações de Sangue
A divulgação das correntes de ajuda para determinados grupos são bastante comuns nesse tipo de rede social, aliado com outras plataformas de crowdfunding para arrecadação de dinheiro e alimentos, por exemplo.
Essas "correntes do bem" acontecem também nos casos de doação de sangue, uma vez que o baixo estoque de bolsas de sangue é um problema comum em diversos países. A situação é semelhantes em vários sítios, muitas pessoas gostariam de doar, entretanto não tem acesso a informação e acabam desistindo da ação.
O Facebook percebeu esse perfil de comportamento dos seus utilizadores, que criam "Correntes do Bem" através da plataforma para conseguir doadores de sangue, e em outubro de 2017 lançou a sua ferramenta Donate Blood. O primeiro país a ter acesso ao Donate Blood foi a Índia, em seguida do Paquistão e Bangladesh, atualmente a ferramenta possui mais de 8 milhões de doadores registrados. Recentemente, a ferramenta foi disponibilizada no Brasil.
O acesso da ferramenta é bem simples e permite que qualquer utilizador do Facebook se cadastre como doador de sangue. O cadastro é rápido e fácil, basta o usuário dizer o seu tipo de sangue (caso saiba) e informar se já doou sangue anteriormente, ou não. Após o cadastro, sempre que houver campanhas de doações de sangue nas proximidades, ele será notificado pelo Facebook.
As campanhas podem ser iniciadas por Bancos de Sangue, Hospitais e até mesmo outras pessoas. Há um tipo de postagem especial para a solicitação de doação, com algumas informações específicas que ajudem os utilizadores cadastrados a saber mais da campanha ou da demanda.
Após a solicitação, o Facebook notifica todos os doadores cadastrados naquela região. Outro ponto importante da ferramenta, é que se os doadores desejarem eles podem entrar em contato com o solicitante por meio do Messenger, WhatsApp ou ligação telefônica.
Em um momento em que o Facebook é utilizado por muitas pessoas como uma forma de divulgar notícias falsas, ferramentas como essa nos dão esperanças de que a comunicação via redes sociais podem ajudar muitas pessoas.
Fonte:
https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-anuncia-ferramenta-para-incentivar-doacao-de-sangue-no-brasil-114426/
https://newsroom.fb.com/news/2017/09/blood-donations-in-india/
https://techcrunch.com/2017/09/27/bloodbook/?guccounter=1
domingo, 22 de abril de 2018
Super Bock e Licor Beirão juntos a caminhar para a liderança no Facebook?
A legenda era “Oh, Licor Beirão, temos amigos em comum?”, onde a página do facebook do licor estava mesmo identificada. A marca Licor Beirão ainda não respondeu e nem se sabe se vai responder, mas a interação digital pública entre as duas marcas de bebidas não é coisa nova.
No dia 2 de Agosto de 2017 a Licor Beirão provoca a Super Bock no facebook com uma foto tirada a um camião da marca de cerveja que homenageava os habitantes da região das Beiras. A legenda da foto tinha a seguinte mensagem: “Não somos nós que o dizemos…Obrigado, Super Bock!”
A resposta por parte da Super Bock não tardou e no dia 4 de Agosto de 2017 na altura da campanha de celebração do 90º aniversários da marca a SB avançou com um convite para festa, “Licor Beirão, quem é amigo, quem é?”
Na mesma publicação a Licor Beirão agradeceu o convite e informou que levava o digestivo.
Em 2017, Pedro Girão diretor de operações da empresa (10.digital) responsável pelo Marketing do Licor Beirão comentou a interação entre as 2 marcas e afirmou
“Ambas [as marcas] celebram a amizade, a reunião entre amigos. Ambas comunicam com humor e de forma irreverente, sendo marcas portuguesas com tradição no digital. Acreditámos que se adequava a 100% ao tom de comunicação e à estratégia do nosso cliente, o Licor Beirão; e acreditámos que a Super Bock perceberia que era uma boa oportunidade para ambas as marcas. Felizmente foi o que veio a acontecer: acabou por ser uma situação de 'win-win’”Será que está para breve interacções mais frequentes entre as 2 marcas com mais seguidores no Facebook em Portugal no setor de alimentação em bebidas?? Os seguidores de ambas as páginas só têm a ganhar pois publicações divertidas e criativas é o que se quer ver. Por sua vez as marcas ganham “buzz” e poderão alcançar novos seguidores.
Fontes:
https://www.facebook.com/olicordeportugal/?
https://www.facebook.com/SuperBock/?
http://blog.10.digital/
https://www.briefing.pt/marketing/40647-licor-beirao-apanha-boleia-com-super-bock.html
https://www.noticiasaominuto.com/pais/843235/super-bock-e-licor-beirao-desafiam-se-no-facebook-culpa-e-deste-slogan
http://www.meiosepublicidade.pt/2017/08/post-do-licor-beirao-provoca-super-bock-leva-resposta-da-marca-cerveja/













