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quarta-feira, 18 de maio de 2022

BALENCIAGA Paris Sneakers... Outrageous?

Para quem acompanha ou é fã da marca de luxo francesa Balenciaga, já sabe que nos últimos anos a marca tem passado por uma restruturação a nível de Design. Desde que o famoso Demna Gvasalia assumiu a direção criativa da marca, várias vezes já chocou o mundo com as suas criações. Gvasalia é um contador de histórias, pelo que todas as coleções e edições especiais têm sempre uma história a contar. A marca está sempre a par das últimas preocupações sociais a nível mundial, como por exemplo no seu último desfile, deu bastante atenção à guerrra que se passa na Ucrânia.

Desta vez, a BALENCIAGA chocou os internautas com uma nova campanha que tem por base a preocupação com a reutilização das peças de moda. Irá lançar as Paris Sneakers, que têm um aspeto usado (bastante usado!) para chamar a atenção para o lixo que a indústria da moda provoca no mundo. O mote é, comprar com qualidade e usar bastante.

Paris Sneakers 2022

A marca irá lançar uma coleção limitada de 100 peças a nível mundial ao preço de 1450€. Além destas peças limitadas, os consumidores terão disponíveis outras sapatilhas Paris Sneakers mais "usáveis" a preços de 395€ a 495€. 



Este aspeto e tratamento da coleção limitada chama realmente a atenção sobre a sustentabilidade no mundo da moda. Cria um brand awareness na população sobre este tema que tem impactado cada vez mais a sociedade.

Esta campanha com os sneakers limitados não foi bem vista por alguns consumidores que consideram um ultraje uma marca de luxo tentar vender sapatilhas que têm um aspeto de lixo.




Na vossa opinião, acham que a marca conseguiu passar a mensagem? Acham que não é uma estratégia de marketing para tentar ganhar dinheiro fácil com os fãs da marca? Fico à espera das vossas opiniões em relação a este tipo de campanhas e produtos por parte de marcas de luxo.

terça-feira, 9 de março de 2021

Personal Branding: o que é e a importância de estabelecer sua marca pessoal

Querendo ou não querendo, nós já temos uma marca. Ao expressar-mos a nossa opinião, ao fazer uma publicação no Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram ou numa outra rede social, nós estamos a estabelecer uma marca.

Consciente ou inconscientemente, estamos sempre a julgar as pessoas ao nosso redor e, de certa forma, rotulando-as. Desta forma quando fazemos um comentário numa rede social, num artigo ou uma foto, a sua marca vai sendo desenhada. Não coloca nada? Engana-se quem pensa que ao não comunicar nada nas redes sociais, não cria a sua marca. Não colocar informação nenhuma também diz muito sobre si. O ideal é mesmo o equilíbrio e saber estar presente nas redes sociais.

A questão é: e se nós pudéssemos escolher exatamente qual rótulo queremos ter? É aí que entra a gestão da sua marca pessoal. Vou voltar a questionar, mas primeiro vou explicar dois conceitos.




Qual a diferença entre marketing pessoal e personal branding?

Podemos recorrer a empresas para explicar melhor estes dois conceitos. Por exemplo, quando pensamos em ZARA, PIZZA HUT, alguma reação ou sentimento é esperado que nos venha à cabeça. Podem ser negativos ou positivos, mas esta resposta emocional causada pela empresa ou uma imagem da mesma, de uma produto ou até mesmo de uma pessoa é o chamado de brand ( ou marca), e podemos chamar branding a gestão da marca.

Já marketing é a arte de satisfazer as necessidades do público-alvo, através de um conjunto de ferramentas que trabalham juntas, para acrescentar valor ao produto e/ou serviço, com rentabilidade. Logo, o marketing pessoal pode fazer parte do projeto de gestão da sua marca, que, por sua vez é um conceito bem mais amplo.

Segundo Juliana Saldanha (especialista em estratégias de posicionamento e comunicação de marcas pessoais): “O marketing concentra-se na forma como a marca atinge e comunica com o mercado, enquanto o branding concentra-se na definição da sua essência e filosofia a longo prazo”.

E agora pergunto de novo. E se nós pudéssemos escolher exatamente qual rótulo queremos ter? Estamos a fazer bem o nosso “trabalho de casa”? Estamos a criar valor na nossa presença online ou simplesmente não questionamos?

Pergunto também se alguma vez pensaram desta foram, a vossa presença online.

Fonte 1

segunda-feira, 20 de abril de 2015

"Marcado" para a vida: Os objectivos corporativos e a sua influência na sociedade

Marcado, sim, mas não no sentido pejorativo. Não com a conotação negativa que o ser humano tendencialmente poderá associar à expressão “ficar marcado para a vida”. É sabido, no entanto, que pela influência da própria inevitabilidade da vida, todos iremos passar, uns mais do que outros, por momentos negativamente marcantes.


Este é um processo diferente. O processo em que, por influência de uma globalização cada vez mais inevitável e incontestável, somos assoberbados com um leque de informação que não temos sequer tempo de absorver e sob a qual não temos qualquer tipo de controlo. O processo em que, por influência directa ou indirecta dos maiores players corporativos (nacional ou internacionalmente), nos são impostas determinadas premissas que deveriam, em princípio, ser tidas como universais para cada um de nós – e a verdade é que acabamos por acreditar nelas, acabamos por nos deixar reger por elas e, involuntariamente, acabamos por desenvolver um “pensamento de massas”, uma atitude de consentimento, da qual todos somos “vítimas”, em maior ou menor escala.

Nós somos adultos, no entanto. Temos vindo a compreender de forma mais assertiva a sociedade em que estamos inseridos e a desenvolver uma maior consciencialização no que respeita às marcas e à sua influência sobre o consumidor. (Isto acontece por isso, porque somos adultos).

Crianças não são adultos. Crianças não entendem as razões pelas quais devem seguir as “regras” que lhes são impostas - mas seguem. Crianças não têm poder de decisão sobre aquilo que comem, vestem, vêem ou sobre o local onde os pais irão despender o seu dinheiro para providenciar os cuidados de saúde de que necessitam. Crianças não compreendem os “tags” que as empresas, voluntária ou involuntariamente lhes colocam, ainda em período prematuro das suas vidas, tão frágeis.

Missão, Visão e Valores: Todas as empresas os têm. Todas as marcas internacionalmente conceituadas desenvolvem projectos de grande escala em torno destes critérios. E todos nós, mais cedo ou mais tarde, acabaremos por ser “atingidos” por estas acções, deixando-nos influenciar por elas. (Ou não: como disse, cada vez mais a nossa consciencialização social joga a nosso favor.)

Quais os verdadeiros valores que devemos incutir nas nossas crianças, no nosso futuro? Os das grandes marcas, ou os de respeito, bondade, generosidade e partilha que (em princípio) nos ensinaram a nós?

domingo, 11 de maio de 2014

Google Glass

O Google Glass é um dispositivo semelhante a um par de óculos que disponibiliza uma pequena tela acima do campo de visão. A pequena tela apresenta mapas, opções de música, previsão do tempo, rotas de mapas,também é possível efetuar chamadas de vídeo ou tirar fotos de algo que se esteja a ver e compartilhar imediatamente através da Internet.
O Google Glass foi comercializado para usuários dos Estados Unidos e esgotou em apenas 24h por 1500 dólares.

Apesar do sucesso desta tecnologia surgiram várias críticas relacionadas com o facto de terem criado mais uma tecnologia para conduzir o nosso dia-a-dia. Deste modo, a google criou um vídeo que pretende mostrar que os óculos podem acompanhar o consumidor nos seus momentos mais íntimos.


Além do vídeo a google tem convidado os seus consumidores a partilharem histórias, fotografias e experiências com os google glass. Destaco um vídeo publicado para comemorar o dia da mãe, onde várias mães partilham as suas experiências e o vídeo de Sabita Malla que tem como missão proteger rinocerontes no Nepal e conta como a pequena tecnologia a ajuda na sua missão, que vou deixar-vos aqui.

Convido-vos a espreitar o +GoogleGlass para mais histórias.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Tem a certeza que conhece estes logótipos?

Chega-te para lá, Draw Something: o jogo mais popular dos últimos meses foi substituído por uma nova loucura. Chama-se Logo Quiz e foi lançado no final de janeiro pela AticoD. Lidera a tabela de aplicações gratuitas mais descarregadas, sendo que é uma versão "universal" – serve para iPhone e para iPad.


 Se os nomes não estivessem lá sabia qual era o quê?

O jogo consiste em adivinhar os nomes a que correspondem os logótipos que surgem no ecrã, conforme o nível de dificuldade escolhido. À medida que acerta, o jogador vai acumulando pontos e ganhando "pistas", que poderá usar depois para os logótipos mais difíceis. 

Leia este artigo completo AQUI

sexta-feira, 9 de março de 2012

The Benefits of Social Ads

As redes sociais possuem um valor significativo relacionado com publicidade digital e um factor diferenciador de marca é a capacidade de aproveitamento do poder das recomendações dos amigos, quando se trata de partilha de experiências e de conteúdo.

Na semana passada, o Facebook lançou novos produtos publicitários que destacam as novidades das conexões de destaque de amigos no site, de forma tornar o sistema potencialmente ainda mais social. Embora os anúncios sociais estavam anteriormente disponíveis no Facebook, o anúncio da semana passada significa um focus ainda maior sobre esta forma única de publicidade.

Mas quais serão as vantagens deste tipo de anúncios sociais? Serão mais significativas que as vertentes não-sociais?  

Para responder a estas perguntas, a Nielsen analisou campanhas no Facebook durante um período de seis meses para determinar de que forma os anúncios com mensagens sociais bem sucedidas atingiam o sucesso.


 


DifferenceAdRecall



 







Leia o artigo na integra aqui.