Querendo ou não querendo, nós já temos uma marca. Ao expressar-mos a nossa opinião, ao fazer uma publicação no Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram ou numa outra rede social, nós estamos a estabelecer uma marca.
Consciente ou inconscientemente, estamos sempre a julgar as pessoas ao nosso redor e, de certa forma, rotulando-as. Desta forma quando fazemos um comentário numa rede social, num artigo ou uma foto, a sua marca vai sendo desenhada. Não coloca nada? Engana-se quem pensa que ao não comunicar nada nas redes sociais, não cria a sua marca. Não colocar informação nenhuma também diz muito sobre si. O ideal é mesmo o equilíbrio e saber estar presente nas redes sociais.
A questão é: e se nós pudéssemos escolher exatamente qual rótulo queremos ter? É aí que entra a gestão da sua marca pessoal. Vou voltar a questionar, mas primeiro vou explicar dois conceitos.
Qual a diferença entre marketing pessoal e personal branding?Podemos recorrer a empresas para explicar melhor estes dois conceitos. Por exemplo, quando pensamos em ZARA, PIZZA HUT, alguma reação ou sentimento é esperado que nos venha à cabeça. Podem ser negativos ou positivos, mas esta resposta emocional causada pela empresa ou uma imagem da mesma, de uma produto ou até mesmo de uma pessoa é o chamado de
brand ( ou marca), e podemos chamar
branding a gestão da marca.
Já marketing é a arte de satisfazer as necessidades do público-alvo, através de um conjunto de ferramentas que trabalham juntas, para acrescentar valor ao produto e/ou serviço, com rentabilidade. Logo, o marketing pessoal pode fazer parte do projeto de gestão da sua marca, que, por sua vez é um conceito bem mais amplo.
Segundo Juliana Saldanha (especialista em estratégias de posicionamento e comunicação de marcas pessoais): “O marketing concentra-se na forma como a marca atinge e comunica com o mercado, enquanto o
branding concentra-se na definição da sua essência e filosofia a longo prazo”.
E agora pergunto de novo. E se nós pudéssemos escolher exatamente qual rótulo queremos ter? Estamos a fazer bem o nosso “trabalho de casa”? Estamos a criar valor na nossa presença online ou simplesmente não questionamos?
Pergunto também se alguma vez pensaram desta foram, a vossa presença
online.
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