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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Super ansiosos para o dia mais triste do próximo ano?


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Blue Mondays

A história da "blue monday", geralmente a terceira segunda-feira de janeiro, começou em 2005 com uma campanha de marketing da empresa de viagens Sky Travel, que afirmava ter uma equação, devidamente estudada por um professor catedrático de Cardiff, Cliff Arnall, que permitia calcular a data exata do dia mais deprimente de cada ano.

A fórmula usava muitos fatores, incluindo: condições climáticas, nível da dívida (a diferença entre a dívida acumulada e a capacidade de pagamento), o tempo passado desde o Natal, o tempo desde a falha das resoluções do ano novo, níveis baixos de motivação e a sensação de necessidade de agir e o stress que isso provoca. As unidades de medida não estavam bem definidas e rapidamente a comunidade científica se apressou a desmentir a teoria e o currículo do professor Arnall.

Fórmula: [W + (D-d)] x TQ/M x NA

No caso, "W" corresponde ao estado do tempo, "D" à dívida acumulada, "d" ao salário do mês, "T" é relativo aos dias desde o Natal, "Q" são os dias que passaram desde o último fracasso (está relacionado com as resoluções de Ano Novo), "M" é a motivação geral e "NA" a necessidade de mudança.

Apesar da descrença científica em que caiu, o marketing aproveitou o filão para celebrar este dia internacionalmente com uma série de campanhas que oferecem possibilidades de felicidade: saldos em viagens para locais paradisíacos, bolos, chocolates, massagens, bebidas alcoólicas e aulas em ginásios.
Desta forma, as marcas encontraram uma oportunidade de captar um maior interesse por parte dos consumidores pelos seus produtos/serviços, utilizando o Storytelling para esse efeito. Ao apelar às emoções dos consumidores e gerando engagement com os mesmos alcançam um maior entusiasmo pela marca.

Alguns exemplos:




Outro exemplo foi o site de Turismo das Ilhas Canárias que foi mais além e realizou um vídeo protagonizado pelo autor da fórmula onde este garantia que aquele dia não deveria ser o mais triste do ano e que o azul da campanha podia ser interpretado não pela negativa, mas sim pelos exemplos positivos da cor azul como as próprias belas paisagens azuis das Ilhas. Ainda criaram um hashtag de STOP BLUE MONDAY, and save de blue, como podemos ver nos vídeos seguintes. Criaram também um site para esse efeito: http://stopbluemonday.com/.



Em suma, certamente outras Marcas irão aderir a este modo de Marketing e em 2019 apresentar outras campanhas e promoções que certamente nós podemos aproveitar.
Assim arrisco-me a perguntar, estão super ansiosos pelo dia mais triste do próximo ano?? :)

Fontes: https://www.jn.pt/artes/interior/blue-monday-hoje-e-o-dia-mais-triste-do-ano-9048549.html
https://www.tsf.pt/sociedade/interior/hoje-e-o-dia-mais-deprimente-do-ano-ou-nao-4985619.html
http://stopbluemonday.com/

sexta-feira, 20 de março de 2015

Agradar os Atuais ou Atrair Novos?

Como vimos ontem no Seminário “Advertising and Consumer Behaviour in a Web 2.0 World” com o Prof. Bruno Schivinski, a comunicação das empresas nos social media, como o Facebook, tem muito pouco impacto no Valor da Marca (Brand Equity). Até porque, como referido ontem também, cerca de 60% dos fãs das marcas nas redes sociais já são “heavy buyers”, ou seja, são os consumidores mais leais e fiéis à marca, por isso, não será a comunicação nas redes sociais que terá grande impacto no valor da marca.

Sendo assim, o que levará as marcas a fazerem passatempos/concursos nas suas páginas de facebook? Agradar os seus fiéis seguidores? Atrair novos seguidores, usando o word-of-mouth?

Não nos podemos esquecer, tal como vimos ontem também, que o User Generated Content (UGC), isto é, o conteúdo gerado pelos utilizadores, tem muito mais impacto do que os conteúdos criados pelas marcas nas redes sociais. Por isso, será que o simples facto de as marcas pedirem “likes” em comentários dos utilizadores ou “exigirem” que os participantes partilhem um determinado post nos seus murais, poderá trazer vantagens significativas para a marca?

O facto de muitas vezes os consumidores serem confrontados com a necessidade de fazerem frases ou tirarem fotografias alusivas a determinada marca trará novos consumidores?


Um dos exemplos de que me recordo, por conhecimento próprio, é o caso da MEO na altura da campanha “Fora da Box”, no "longínquo" ano de 2011, em que fizeram um "mega-concurso", constituído por quatro fases, todas elas relacionadas com o conceito da campanha e com a própria série protagonizada pelos Gato Fedorento sobre o tema. Em todas as fases os participantes viam-se confrontados com a necessidade de realizar determinada tarefa, seja tirar uma fotografia ou escrever um texto, relacionada com a marca e com o conceito da sua nova campanha, sendo que no final de cada fase receberiam grandes prémios, desde telemóveis, televisões ou motas (o prémio final).

Qual será, afinal, o real objetivo de um passatempo/concurso no facebook de uma determinada marca?

domingo, 11 de maio de 2014

Google Glass

O Google Glass é um dispositivo semelhante a um par de óculos que disponibiliza uma pequena tela acima do campo de visão. A pequena tela apresenta mapas, opções de música, previsão do tempo, rotas de mapas,também é possível efetuar chamadas de vídeo ou tirar fotos de algo que se esteja a ver e compartilhar imediatamente através da Internet.
O Google Glass foi comercializado para usuários dos Estados Unidos e esgotou em apenas 24h por 1500 dólares.

Apesar do sucesso desta tecnologia surgiram várias críticas relacionadas com o facto de terem criado mais uma tecnologia para conduzir o nosso dia-a-dia. Deste modo, a google criou um vídeo que pretende mostrar que os óculos podem acompanhar o consumidor nos seus momentos mais íntimos.


Além do vídeo a google tem convidado os seus consumidores a partilharem histórias, fotografias e experiências com os google glass. Destaco um vídeo publicado para comemorar o dia da mãe, onde várias mães partilham as suas experiências e o vídeo de Sabita Malla que tem como missão proteger rinocerontes no Nepal e conta como a pequena tecnologia a ajuda na sua missão, que vou deixar-vos aqui.

Convido-vos a espreitar o +GoogleGlass para mais histórias.

sexta-feira, 21 de março de 2014

"Atreve-te a ser mais doce"

A Milka usou 13 milhões de barras de chocolate para promover "Dare To Be Tender" campanha em França e Alemanha, o maior mercado da marca. 

A campanha removeu um quadrado de chocolate da barra tradicional Milka, cada uma tinha um código especial que podia ser inserido online e os consumidores podiam escolher entre duas opções: pedir o cubo de chocolate em falta para si, ou um destinatário que receberia o "último quadrado" no correio.

A campanha implicou toda uma mudança no processo produtivo, contudo foi muito positivo. Em seis semanas, a comunicação chegou a 54 milhões de pessoas, o equivalente a um investimento de 1,1 milhões de euros em media. Foi reconhecido com um prémio Ouro no concurso de publicidade Epica Awards. 



A marca tem vindo a reforçar a sua ligação às pessoas, através do relacionamento e a experiência com os seus consumidores. Uma experiência one-to-one que seja emocionalmente forte, divertida e envolvente pode ter um impacto significativo e positivo, como foi o caso. 

Para além disso, a Milka trabalha  muito bem  o conceito de Branded Content, faz associação a valores positivos, que tenham significado/utilidade para o consumidor e criem envolvimento. 





Uma coisa é certa, eu fã de chocolate, após escrever o post fiquei com muita vontade de comer um chocolate Milka e fiz gosto na página do Facebook.  

sábado, 15 de março de 2014

"Faz aquela tua dança senão o senhor carrega no «Ignorar Anúncio»"

Quantos de vocês espera pelo botão "Ignorar Anúncio", no canto inferior direito, dos vídeos? Foi a pensar nisso que trouxe este tema e um video que transmite esse sentimento.

A publicidade no Youtube (e em qualquer portal onde exista visualização/partilha de vídeos) está cada vez mais em voga.
As pessoas preferem os conteúdos em video aos conteúdos em texto e os publicitários perceberam isso. Então, apostaram na publicidade em vídeos e aumentaram a probabilidade dessa ser vista.


Pela primeira vez, não carreguei no "Ignorar Anúncio" e vi a publicidade até ao fim. Porquê? Porque os próprios "atores" compreendiam a minha intenção de "Ignorar Anúncio" mas esforçaram-se para que eu não o fizesse - fazendo a "dança". (e também porque o video era curto)  


P.S. Este teaser serviu de mote a uma campanha de crowdsourcing, onde a Optimus incentivava os seus clientes (e potenciais clientes) a criarem a sua história com Os Paus Mandados.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Marvel dedica super-herói a criança com deficiência auditiva

A editora americana de banda desenhada Marvel Comics dedicou uma personagem a um rapaz de quatro anos, de New Hampshire, nos EUA, para lhe demonstrar que os super-heróis têm tanto de fortes como de únicos.
Anthony Smith tem uma deficiência auditiva, que o obriga a usar um aparelho. No entanto, um dia acordou e decidiu que não o colocaria, alegando que «os super-heróis não precisam de aparelhos auditivos». Perante o argumento a sua mãe, Christina D’Allessandro, decidiu contactar a Marvel questionando se a editora não teria já criado um super-herói que pudesse provar que o seu filho, Anthony, está errado. Em resposta, o editor da Marvel Bill Rosemann propôs que a mãe usasse o super-herói Hawkeye como exemplo, já que a audição desta personagem havia sido destruída, levando-o a utilizar um dispositivo para ouvir.
No entanto, Rosemann e os seus colegas decidiram ir mais longe, criando de raíz um super-herói cujo poder se baseia num aparelho auditivo. A figura, que responde pela designação de “Blue Ear”, inspirou-se no próprio aparelho de Anthony Smith.
“Quando o perigo soa, o Blue Ear responde. Anthony Smith é o Blue Ear”, pode ler-se na capa da banda desenhada criada pela Marvel.
«A partir daqui, tudo é possível. E é assim que ele [Anthony Smith] o encara», garantiu Christina D’Allessandro, citada pelo site Gawker.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sumo Camp com fruta natural

O sumo Camp investiu 2 anos do seu tempo (e dinheiro) para criar frutas no formato do seu packaging, com o objectivo de mostrar que o seu produto é 100% natural. O resultado foi este.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Publicidade da Ryanair ironiza com iniciativa do Pingo Doce


Publicidade da Ryanair ironiza com iniciativa do Pingo Doce


A companhia aérea irlandesa de baixo-custo Ryanair aproveitou o "furor" causado pela iniciativa do Pingo Doce para ironizar na sua campanha de viagens a 10,99 euros.
"Não precisa de ir a correr para o supermercado para encontrar preços com descontos", lê-se na página eletrónica daquela companhia de aviação.
O cartoon que ilustra a campanha de promoção de voos a 10.99 euros mostra um homem a correr empurrando um carrinho de supermercado cheio de compras.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Pingo Doce a metade do preço.

O Pingo Doce lançou, hoje, uma campanha que causou reboliço nas lojas e nos media (50% de desconto imediato para compras superiores a 100E). 

As redes sociais - acompanhei o Facebook - passaram o dia a falar sobre tema. A comunicação social também.  Aqui, aqui aqui. Sobretudo porque a afluência foi de tal ordem que deu origem a desacatos entre clientes, ao caos e a enormes filas de espera . Algumas lojas chegaram mesmo a encerrar.

Mas será que esta campanha não viola as leis da concorrência, que proíbem a venda abaixo do preço de custo? 

Terá sido uma boa campanha de Marketing ao Pingo Doce? Mesmo tendo ficado associada a lojas com prateleiras vazias, confusão e intervenções da PSP? Ou, terá servido para reposicionar o Pingo Doce, no mercado, pelo preço?

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Smart eBall


A Smart criou um novo jogo, o "Smart eBall".

A grande novidade não é o jogo em si, mas os comandos para o jogar, que são os próprios carros. Esta iniciativa teve lugar no Frankfurt Motorshow e difundiu-se na internet e na televisão. Esta é a prova de que uma boa EXPERIÊNCIA proporcionada pelas marcas consegue ter grandes proporções após a realização da campanha. 

A loja IKEA mais pequena do mundo

É este o tema da campanha interactiva lançada pelo IKEA: a loja mais pequena do mundo. Esta "loja" não é mais do que um banner, onde é possível pesquisar por departamento/produto e efectuar a compra entre 2800 artigos à escolha.

Em termos de funcionalidade, não me parece o mais sensato, mas serve bem para destacar a sua capacidade de aproveitar espaço ao máximo. A campanha foi divulgada no momento de lançamento do móvel Uppleva, um todo-em-um com as mesmas características, que integra ecrã e outros aparelhos televisivos. Infelizmente, ainda não está à venda em Portugal. Saibam mais aqui.

sábado, 14 de abril de 2012


Depois de 125 anos a Coca-Cola mudou o nome impresso na sua garrafa



O que aconteceria se uma das maiores marcas do planeta estampasse em suas embalagens os 150 nomes mais populares de um país? Certamente seria assunto nacional, não é? Foi exatamente isso que aconteceu na Austrália e a marca é a Coca-Cola. A empresa precisava reagir a um dado que tinha nas mãos: 50% dos adolescentes e jovens adultos não tinham consumido a bebida naquele mês. A marca precisava mudar isso e queria colocar as pessoas falando sobre o refrigerante novamente.


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Não se podia perder de vista que as campanhas da Coca-Cola sempre reforçaram sua presença nas relações sociais. Contudo, a forma das pessoas se conectarem na era digital é completamente diferente. A empresa queria estimular as conversas através das redes sociais e das plataformas online, mas queria incentivar o contato real. E para isso se valeu de uma estratégia ousada. Convidar os australianos a compartilhar uma Coca com uma outra pessoa. Que pessoa? Alguma que tenha o nome que está impresso na garrafa. Assista ao vídeo abaixo para conferir todo o desdobramento da campanha, as reações das pessoas e os excelentes resultados obtidos.