Atualmente, num mundo cada vez mais rodeado de informação e de ruído, torna-se sistematicamente mais desafiante para as empresas criarem campanhas publicitárias que consigam captar a atenção dos seus possíveis consumidores e que, como tal, tenham a capacidade de atingir os objetivos e as metas idealizadas. O storytelling surge com o intuito de captar a tão disputada atenção dos consumidores, é uma forma de marketing a que as empresas cada vez mais recorrem. Esta estratégia permite às marcas comunicar a sua ideia, mensagem ou evento através de uma narrativa.
Quando uma marca usa o storytelling para contar uma história que tenha a capacidade para despertar emoções e criar uma ligação com o cliente, a mensagem é mais facilmente percecionada como autêntica. Contar histórias dá vida ou significado e um cenário e cria uma conexão emocional, provocando sentimentos de êxtase, tristeza ou paz, com a capacidade de prender o cliente ao ecrã. Aliado a estas características, o storytelling também consegue a atingir um maior buzz, gerando mais partilhas nas redes sociais que qualquer outro conteúdo. Como tal, é considerada a forma mais eficaz de conseguir engagement e persuadir o seu público-alvo.
Posso aferir que um consumidor mais ligado a uma marca e mais envolvido afetivamente com ela, deixa-se influenciar positivamente por ela na sua intenção de compra, é este comportamento que o storytelling pretende despoletar. Mas neste sentido, não estaremos nós demasiado vulneráveis a este tipo de técnicas? Que influência o storytelling tem em vocês?










